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Foto: Jan Ribeiro/Divulgação Fundarpe.

Eternamente Jomard

Da outra margem do rio nos avisou: o Brasil é o meu abismo. Convidamos artistas e pensadores para homenagear Jomard Muniz de Britto

O “mau velhinho” – como o próprio Jomard Muniz de Britto se denominava – partiu, mas não nos deixou. Continua vivo na nossa memória pelos atentados poéticos que nos legou. Quem não conhece Jomard não conhece o Recife.

Ele cineviveu e escreviveu as contradições dessa terceira aquarela do Brasil como ninguém. Da outra margem do rio nos avisou: o Brasil é o meu abismo.

Os depoimentos que publicamos nesse especial são cantos de saudade e de gratidão ao nosso eterno tropicalista que não cansava de dizer: Brasil mostra tua cara!