O “mau velhinho” – como o próprio Jomard Muniz de Britto se denominava – partiu, mas não nos deixou. Continua vivo na nossa memória pelos atentados poéticos que nos legou. Quem não conhece Jomard não conhece o Recife.
Ele cineviveu e escreviveu as contradições dessa terceira aquarela do Brasil como ninguém. Da outra margem do rio nos avisou: o Brasil é o meu abismo.
Os depoimentos que publicamos nesse especial são cantos de saudade e de gratidão ao nosso eterno tropicalista que não cansava de dizer: Brasil mostra tua cara!
A Revista O Grito! publica uma série de relatos em homenagem ao poeta, cineasta e filósofo Jomard Muniz de Britto, que nos deixou no último dia 12/10. Jomard foi um dos mais inquietos pensadores pernambucanos e um irreverente agitador cultural. Sua influência se alargou por várias décadas, desde os anos 1960, e influenciou diferentes gerações de artistas.
Leia os textos
– Jomard Muniz de Britto e o desejo de “investigar tudo ou inventariar o nada”, por Yeda Bezerra de Melo
– Jomard Muniz de Britto, a estrela demolidora, por Pedro Nunes Filho
– Brasileiríssimo, Jomard sempre será o intelectual que não tira os pés do chão, por Fabiana Moraes
– Jomard Muniz de Britto e a curiosidade inesgotável, por Angela Prysthon
– “Jomard Muniz de Britto fomentava fomenta lições de inconformismo”, por Luci Alcântara
– “Jean-Luc Jomard”, por Paulo Cunha


