Em um futuro próximo, uma história da solidão dos amores secretos, os pequenos prazeres e também sobre violência, que uma hora, aparece com tudo
Aleatórios
Crônicas
No centro de São Paulo, uma história de homofobia e violência policial. "Não conseguia ficar calado. “Não se pode prender alguém sem acusação. Não fizemos nada pra sermos presos”".
Sandro voltou a chorar. Ernani ficou cego. Um sentimento de ira incontrolável invadiu sua alma
A música acabou. Fui colocada de volta ao mesmo lugar. Alex não estava mais lá. Eu também não estava mais. E nunca mais voltei daquele lugar.
No último conto da série, uma canção para o fim de uma era
"Tinha um público pequeno, mas fiel. Às vezes se perguntava quem eram essas pessoas e o que as levava a passar duas horas da madrugada debatendo o programa"
"Um dos homens fantasiados de índio olhou para Claudionor e deu um sorriso. Claudionor olhou para trás e não viu ninguém. O sorriso havia sido para ele."
"Quando cresceu se afastou daquelas canções, assim como do pai. Vida, mundo, ideias a separá-los. Até aqueles dias. Os dias recentes."
Mas não adiantou eu gravar umas fitas. Ela gravou por cima e me mandou de volta com as bandas que ela gostava.
Coletar regularmente o esperma das cobaias era parte do trabalho de ciborgues como Arthur. O problema foi se apaixonar










