Cena do curta nacional "Nua Por Dentro do Couro". (Divulgação).

Cena do curta nacional “Nua Por Dentro do Couro”. (Divulgação).

O divulgou a seleção oficial de curtas em competição. Este ano 42 obras de doze países serão exibidas no Cinema São Luiz e Cinema da Fundação. A programação completa será divulgada em 14 de outubro.

Este ano 1005 trabalhos de 33 países foram submetidos a processo seletivo, um recorde do festival. Os curtas selecionados vão competir na seleção de nacionais e internacionais nas categorias melhor som, montagem, imagem e melhor filme. Na mostra nacional participam curtas de sete estados. De Pernambuco, foram selecionados quatro trabalhos: História Natural, de Júlio Cavani (prêmio de melhor desenho de som no último Festival de Gramado); Loja de Répteis, de Pedro Severien; e os inéditos João Heleno dos Brito, de Neco Tabosa; e Noites traiçoeiras, de João Lucas Melo Medeiros.

Este ano, o Janela será realizado entre 24 de outubro e 2 de novembro, no Cinema São Luiz e Cinema da Fundação. A previsão é que 150 filmes serão exibidos, em mostras competitivas de curtas e longas, sessões de grandes clássicos do cinema e mostras não competitivas.

O canadense In August. (Divulgação).

O canadense In August. (Divulgação).

Veja a lista dos selecionados:

Mostra Nacional
– A Era de Ouro (Ceará), de Leonardo Mouramateus
– Dia Branco (São Paulo), de Thiago Ricarte
– Estátua! (São Paulo), de Gabriela Amaral Almeida
– Gigante (Rio de Janeiro), de Rafael Spínola
– História Natural (Pernambuco), de Júlio Cavani
– João Heleno dos Brito (Pernambuco), de Neco Tabosa
– Kyoto (São Paulo), de Deborah Viegas
– La Llamada (São Paulo), de Gustavo Vinagre
– Loja de Répteis (Pernambuco), de Pedro Severien
– Malha (Paraíba), de Paulo Roberto
– Noites traiçoeiras (Pernambuco), de João Lucas Melo Medeiros
– Nua por dentro do couro (Maranhão), de Lucas Sá
– O Arquipélago (Rio de Janeiro), de Gustavo Beck
– O Bom Comportamento (Rio de Janeiro), de Eva Randolph
– Ocaso (Rio de Janeiro), de Bruno Roger
– O Clube (Rio de Janeiro), de Allan Ribeiro
– Quinze (Minas Gerais), de Maurilio Martins
– Sandra Espera (Minas Gerais), de Leonardo Amaral
– Si no se puede bailar, esta no es mi revolución (São Paulo / Cuba), de Lillah Halla
– Tejo Mar (Rio de Janeiro), de Bernard Lessa
– Vailamideus (Ceará), de Ticiana Augusto Lima
– Verona (São Paulo), de Marcelo Caetano

Mostra Internacional

– A Caça Revoluções/ The Revolution Hunter (Portugal), de Margarida Rego
– Abandoned Goods (Inglaterra), de Ed Lawrenson
– An Der Tur / At the Door (Alemanha), de Miriam Bliese
– Cambodia 2099 (França), de Davy Chou
– En Août/ In August (Suíça), de Jenna Hassej
– La Reina/ The Queen (Argentina), de Manuel Abramovich
– Me Tube (Áustria), de Daniel Moshel
– Nevermind (Canadá), de Jean-Marc E. Roy
– Oh Lucy (Japão), de Atsuko Hirayagi
– Person to Person (Estados Unidos), de Dustin Guy
– Ponto Morto/ Idle Road (Portugal), de Pedro Peralta
– Redemption (Portugal), de Miguel Gomes
– Rio-me porque és da aldeia e vieste de burro ao baile (Portugal), de Stealing Orchestra & Rafael Dionísio
– Tant qu’il nous reste des fusils à pompe/ As long as shotguns remain (França), de Caroline Poggi e Jonathan Vinel
– The Chicken (Alemanha), de Una Gunjak
– The Dark, Krystle (Estamos Unidos), de Michael Robinson
– Tornistan/ Backward Run (Turquia), de Ayce Kartal
– Triangulo Dourado/The Golden Triangle (Portugal), de Miguel Clara Vasconcelos
– Washingtonia (Grécia), de Konstantina Kotzamani
– Wind (Alemanha), de Robert Löbel

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