Tendo em vista o lançamento de “Watchmen” nos cinemas, adaptação cinematográfica daquela que é considerada por muitos a maior história em quadrinhos da história, e o burburinho para saber se o filme de Zack Snyder irá honrar o gibi, decidimos fazer uma lista com 10 adaptações bacanas e outras 10 esdrúxulas das HQs para as telonas. Há quem irá discordar, e é pra isso que esse tipo de lista existe: gerar discussão. Mesmo porque, nós mesmos do CineZen Cultural, podemos alterá-la, caso “Watchmen” realmente cumpra com todas essas expectativas. Como curiosidade, Batman e o Super-Homem disputaram de forma acirrada as duas categorias. Os dois, inclusive, com personagens secundárias, Mulher-Gato e Supergirl. Também vale notar que a atual década foi a campeã de filmes presentes, pois foi a partir dessa que os produtores realmente sacaram o filão que é realizar filmes do gênero – mesmo sendo eles bons ou ruins. Alguns outros trambolhos, como o telefilme “Liga da Justiça da América”, que seria o piloto de uma série de TV náufraga antes mesmo de ver a luz do sol, e o primeiro filme do “Quarteto Fantástico” dos anos 90, que ninguém viu (e de tão sofrível merece ser ignorado) ficaram de fora, pois a lista engloba obras que tenham sido feitas para o cinema e alguém tenha assistido. Já o Batman dos anos 60, presente entre as aberrações, entra, pois passou na tela grande. Confira a lista abaixo:
Por André Azenha (AA) e Ricardo Prado (RP)

10 ADAPTAÇÕES BACANAS DOS GIBIS PARA O CINEMA

Batman – O Cavaleiro das Trevas (Batman – The Dark Knight, 2008)

Batman - O Cavaleiro das Trevas (Batman - The Dark Knight, 2008/ Foto: Divulgação)

“Batman Begins” marcou o início da nova franquia do homem-morcego de forma positiva, indo numa direção completamente oposta aos longas anteriores do cavaleiro das trevas, inserindo drama e tornando os personagens próximos da realidade. O que “O Cavaleiro das Trevas”, o filme, fez, foi expandir as qualidades de seu antecessor, mesclando drama policial, conflitos psicológicos (influência de “Fogo contra Fogo”, de Michael Mann), ótimas sequências de ação, excelente elenco e uma atuação antológica do falecido Heath Ledger na pele do Coringa, fazendo o palhaço do crime de Jack Nicholson, tão comemorado na época de “Batman”, de Tim Burton, parecer brincadeira de criança. Ledger acabou ganhando o Globo de Ouro e o Oscar (entre outros prêmios) de Ator Coadjuvante. Elogiado pela crítica, o filme levanta inúmeras questões sobre segurança e privacidade, critica com inteligência o governo americano e fez mega sucesso de bilheteria, se tornando o quarto longa da história a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão ao redor do mundo. Aqui não existem comparações com “X-Men” ou “Homem-Aranha”. A obra foi um verdadeiro divisor de águas no gênero de super-heróis, transcendendo o estilo e sendo comparada a “O Poderoso Chefão 2” e o próprio “Fogo Contra Fogo”. Um novo clássico. [AA]

Superman – O Filme (Superman, 1978)

Superman - O Filme (Superman, 1978/ Foto: Divulgação)

Há quem diga que a máfia financiou o projeto, mas a verdade é que, até então, exceto antigos seriados do próprio Super, a paródia de Batman dos anos 60 e outras séries, um super-herói não havia conseguido o tamanho sucesso de público e crítica que este filme alcançou, alavancando ao carreira de Christopher Reeve e pela primeira vez mostrando efeitos (que renderam ao longa um Oscar especial) visuais decentes para o gênero. Dirigido por Richard Donner (“Máquina Mortífera”), e com um ótimo elenco, destacando Gene Hackman como Lex Luthor, o filme fez história. A eternizada trilha sonora de John Williams (“Jornada nas Estrelas” e “Indiana Jones”) foi agraciada com um Grammy e Marlon Brando recebeu um cachê chocante de US$ 4 milhões para aparecer apenas 10 minutos em cena. Alguns exageros como Super-Homem girando o planeta Terra de forma contrária para ressuscitar Lois Lane foram perdoados, pois no geral, a obra agradou aos fãs dos gibis e o grande público. [AA]

Superman II – Aventura Continua (Superman II, 1980)

Superman II - Aventura Continua (Superman II, 1980/ Foto: Divulgação)

A continuação do filme de dois anos antes foi produzida em meio a um vendaval. Muitas de suas cenas foram filmadas durante as gravações do longa anterior e o diretor seria o mesmo, Richard Donner, que acabou sendo trocado por Richard Lester (“Help!”). Cenas foram cortadas e outras, desnecessárias, acrescentadas, tentando dar “humor” a uma história que renderia um drama até sombrio (como pode ser conferido na edição especial em DVD de Richard Donner). Mas o filme ainda assim agrada, principalmente por mostrar o Super-Homem em combate corpo a corpo contra três super seres de seu planeta natal e a revelação de sua identidade secreta para sua amada Lois Lane (ainda que no final ele apague a memória dela com um beijo!). A qualidade da franquia parou por aí, depois foram feitas duas bombas e o “azulão” voltaria a ser honrado apenas em 2006, com “Superman – O Retorno”, produção que homenageia, e muito, o filme de 1978. [AA]

Batman Begins (Idem, 2005)

Batman Begins (Idem, 2005/ Foto: Divulgação)

Esqueça todos os filmes e o seriado ‘camp’, dos anos 60, feito sobre o personagem anteriormente – estamos falando as produções com atores de carne e osso, pois “Batman – A Máscara do Fantasma”, longa de animação lançado no cinema, era bom, muito bom. Ok, os longas de Tim Burton também eram bacanas. Mas muito mais sob o ponto de vista autoral do cineasta do que enquanto adaptação cinematográfica dos gibis do herói. A trajetória do homem-morcego começou a ser contada de forma decente somente neste longa-metragem. O diretor Christopher Nolan finalmente realizou uma produção digna do personagem, dando uma “cara real” à história do homem morcego, contando sua origem de forma muito próxima daquela narrada nas HQs, e mesclando ação bem feita com drama. Sem contar o elenco fabuloso que reuniu atores consagrados e outros jovens de talento: Christian Bale, o melhor ator a incorporar o papel, Morgan Freeman, Gary Oldman, Michael Caine, Katie Holmes, Liam Neeson, Tom Wilkinson, Rutger Hauer, Cillian Murphy e Ken Watanabe, todos em boas e ótimas interpretações. Depois desse, o cinema de super-heróis tomaria outro caminho, intensificado na continuação, “O Cavaleiro das Trevas”. [AA]

X-Men 2 (Idem, 2002)

X-Men 2 (Idem, 2002/ Foto: Divulgação)

O que era bom no primeiro ficou melhor nesse. Inspirado em parte na história do gibi “X-Men: O Conflito de Uma Raça”, a trama mutante, espetacularmente dirigida por Bryan Singer (também diretor do primeiro), ganhou maior tom dramático, mais tensão, sem abrir mão das boas doses de ação e contando com a sempre boa presença de Sir Ian McKellen como Magneto. Deste vez, com o Professor Xavier nas mãos dos bandidos, os X-Men precisaram se unir ao seu maior inimigo para evitar a destruição dos mutantes. “X-Men 3 – O Confronto Final”, sem Singer no comando (que foi dirigir “Superman – O Retorno” e deu lugar à Brett Ratner, de “A Hora do Rush”) manteria o nível da série e tornou a franquia mutante a melhor trilogia até agora sobre super-heróis. [AA]

Homem-Aranha II (Spider-Man 2, 2004)

Homem-Aranha II (Spider-Man 2, 2004/ Foto: Divulgação)

O primeiro “Homem-Aranha” reascendeu a relação do grande público com os filmes de super-heróis, que havia sido colocada em cheque desde os tenebrosos Batman’s de Joel Schumacher. O filme era bacana, tentando ser fiel ao máximo às histórias em quadrinhos, e mesclou em doses certas humor e aventura. Esta continuação manteve o elenco principal, introduziu o interessante vilão Dr. Octopus, muito bem interpretado por Alfred Molina e intensificou o drama pessoal de Peter Parker, dividido entre a vida de jovem estudante e a responsabilidade de defender a população. O longa ainda foi premiado com o Oscar de Efeitos Especiais. Pena que sua continuação nos cinemas quase tenha jogado a reputação cinematográfica do herói aracnídeo no lixo. [AA]

X-Men – O Filme (X-Men, 2000)

X-Men - O Filme (X-Men, 2000/ Foto: Divulgação)

O filme não foi extremamente fiel às tramas dos gibis, acertadamente desapareceram os uniformes coloridos e o cineasta Bryan Singer (diretor de “Os Suspeitos”) aproveitou a essência das HQs mutantes: as diferenças. Os mutantes podem representar qualquer minoria (negros, homossexuais, judeus, etc) que não se enquadra nos “padrões” das mentes reacionárias e sofrem ou já sofreram perseguições. O prólogo, mostrando o jovem Magneto escapando das mãos dos nazistas, deu o recado, e o filme se tornou sucesso de crítica e público. Isso sem precisar ser uma “história de origem”. Foi o primeiro passo de uma bela trilogia. [AA]

Sin City – A Cidade do Pecado (Sin City, 2005)

Sin City - A Cidade do Pecado (Sin City, 2005/ Foto: Divulgação)

Se tem tanta gente que prega fidelidade de um filme à HQ que o originou, “Sin City” é aquele que mais se assemelha visualmente à sua inspiração. Realizada por Robert Rodriguez, foi co-dirigida por ninguém mais ninguém menos que Frank Miller, autor do gibi e daquela (junto com “Watchmen”) que é considerada a HQ revolucionária: “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (cuja trama não tem nada a ver com a do filme). Ele havia desistido de liberar os direitos de suas obras para o cinema, depois de tentativas desastrosas nos anos 80, mas foi convencido por Rodriguez. Quentin Tarantino, chapa de Rodriguez, também colaborou em uma cena. E o elenco é ótimo (Bruce Willis, Mickey Rourke, Benicio Del Toro, Clive Owen, as deliciosas Rosario Dawson e Jessica Alba, Rutger Hauer, Elijah Wood, Brittany Murphy, Josh Hartnett e Michael Clarke Duncan, entre outros), a violência estilizada e o clima noir. Talvez nem tanto pela trama em si, o filme entra na lista por ter influenciado outras produções do cinema, baseadas em gibis e que também utilizaram fundos verdes (sem locações “reais”), como “300”, de Zack Snyder, diretor também de “Watchmen”, e “Spirit”, dirigido pelo próprio Frank Miller. [AA]

V de Vingança (V for Vendetta, 2006)

V de Vingança (V for Vendetta, 2006/ Foto: Divulgação)

O idolatrado roteirista dos quadrinhos Alan Moore detestou o filme. Ok, outros longas baseados em seus escritos tornaram-se exemplares do cinema que causaram dúvida nos fãs, como “Liga Extraordinária” e “Constantine”. Mas o escritor já disse até que não quer nem ver “Watchmen”. Mas “V de Vingança” não é uma produção ruim. Muito pelo contrário. Apesar das várias liberdades tomadas em relação à trama original, a essência está lá, em forma de boa aventura: o paralelo com a paranóia do governo, o sistema autoritário, uma crítica inteligente ao fascismo e todos esses sistemas de governo que só atrasam a sociedade. O chanceler Sutler, interpretado por John Hurt, é uma clara referência a Hitler. E o elenco é ótimo. Hugo Weaving encarna com talento o protagonista V, e a bela Natalie Portman se saiu bem na pele de Evey. Contou para o excelente resultado final a produção dos irmãos Wachowski, da trilogia de “Matrix”. [AA]

Homem de Ferro (Iron Man, 2008)

Homem de Ferro (Iron Man, 2008/ Foto: Divulgação)

Após ver seus personagens mais famosos renderem milhões a outros estúdios, e também serem transformados, em alguns casos, em péssimas adaptações, a Marvel criou sua subdivisão cinematográfica, a Marvel Studios, e lançou seu primeiro filme produzido pela própria empresa. O sucesso da apresentação do elenco (destacando Robert Downey Jr., Terrence Howard, Gwyneth Paltrow e Jeff Bridges) na Comic-Com de 2007 foi apenas o primeiro alarde, e “Homem de Ferro” não foi só sucesso de público e crítica, mas serviu para mostrar que o ator Robert Downey Jr., poderia estrelar um blockbuster e que o ator e diretor Jon Favreau era capaz de dirigir uma produção desse porte, extraindo o melhor dos gibis, misturando doses certas de drama, humor e eletrizantes sequências de ação. E ainda por cima, para alegria dos fãs, uma cena extra após os créditos deu a deixa para a realização do tão aguardado filme sobre os Vingadores – e a Marvel pôde ter certeza que estava no caminho certo, acertando com o “Hulk”, interpretado por Edward Norton, e preparando longas do Capitão América, Thor, entre outros heróis históricos da marca. [AA]

DEZ ADAPTAÇÕES ESDRÚXULAS DOS GIBIS PARA O CINEMA

Mulher-Gato (Catwoman, 2004)

Mulher-Gato (Catwoman, 2004/ Foto: Divulgação)

Talvez o mais infame dos infames, não só de filmes de super-heróis, mas de filmes em geral, mesmo. “Mulher-Gato” chegou com promessas de contar mais sobre a enigmática personagem do universo de Batman, ora inimiga, ora interesse romântico, mas não cumpriu nenhuma. Não houve críticas ao trabalho de Halle Berry, vista como a única coisa boa do filme, mas que não conseguiu salvá-lo. No Framboesa de Ouro, ganhou os “prêmios” de Pior Filme, Pior Atriz (Halle Berry), Pior Direção e Pior Roteiro. RP

Elektra (Idem, 2005)

Elektra (Idem, 2005/ Foto: Divulgação)

Pior do que um filme ruim é um filme ruim que se leva à sério. Com Jennifer Garner no papel principal, o longa é um derivado de “Demolidor – O Homem sem Medo”, lançado dois anos antes. A falta de uma estrutura lógica e de desenvolvimento da personagem principal foram um dos motivos pelos quais “Elektra” se tornou infame. Os efeitos especiais são risíveis, usando esquemas de cores que tentam esconder as falhas visuais. Foi um golpe duro á carreira de Jennifer Garner. RP

Superman 3 (Superman III, 1983)

Superman 3 (Superman III, 1983/ Foto: Divulgação)

O primeiro filme, “Superman – O Filme”, é um clássico. “Superman 2 – A Aventura Continua” não teve todo o charme do primeiro, mas não foi tão ruim quanto os outros desta lista. Já “Superman 3” foi. Parece que ficaram sem idéias e resolveram reciclar idéias dos dois primeiros filmes, como se não houvesse possibilidade de se pensar em enredos originais. Tentaram, também, levar a história para o lado da comédia. Houve momentos em que o comediante Richard Pryor, intérprete do personagem Gus Gorman, parecia ser mais importante do que o próprio Super-Homem. Eles ainda iriam insistir no erro e cravar mais um nome nesta lista, “Superman 4 – Em Busca da Paz”. [ RP]

Homem-Aranha 3 (Spiderman 3, 2007)

Homem-Aranha 3 (Spiderman 3, 2007/ Foto: Divulgação)

O problema de “Homem-Aranha 3” não é si mesmo, mas sim os dois outros filmes que vieram antes. A franquia do homem-aranha de Sam Raimi criou uma espécie de modelo a ser seguido, já que se tratava de um com qualidade. No terceiro filme, tradicionalmente onde as coisas começam a dar errado, não foi diferente para as aventuras de Peter Parker. Resolveram misturar tudo e todos em um filme/X-tudo. Não é a melhor forma de continuar uma franquia de sucesso, mas os fãs até que podem aproveitar. Vale lembrar que “Homem-Aranha 3” também marcou a primeira aparição de um super-herói “emo”.RP

Capitão América (Captain America, 1990)

Capitão América (Captain America, 1990/ Foto: Divulgação)

Os problemas com “Capitão América” são diversos, mas também contribuiu para seu fracasso o lançamento direto em vídeo, o que diminuiu bastante suas chances de ser visto no mundo. Com um ator desconhecido no papel principal, poucas sequência de ação (em um filme de super-herói, veja só) e um roteiro sem vontade de inovar, “Capitão América” é um erro que deve ser esquecido. Com a consolidação dos personagens da Marvel Studios independente (“O Incrível Hulk” e “Homem de Ferro”), há planos de um filme do Capitão América para 2011. Difícil ser pior do que este. RP

Batman – O Homem Morcego (Batman, 1966)

Batman - O Homem Morcego (Batman, 1966/ Foto: Divulgação)

Quando revista hoje, a série criada para televisão baseada nos quadrinhos do homem-morcego é, talvez, mais engraçada do que os produtores gostariam. No linguajar mais puro, era “tosca”. E o filme feito como derivado do seriado, lançado em 1966, foi fiel ao nível de “tosquice”. Os diálogos continuaram ridículos, assim como os figurinos e aquelas cores super saturadas. É um tratamento ao herói que nem deveria ter saído da reunião de idéias. [ RP]

Superman 4 – Em Busca da Paz (Superman IV: The Quest for Peace, 1987)

Superman 4 - Em Busca da Paz (Superman IV: The Quest for Peace, 1987/ Foto: Divulgação)

Entre este filme e “Superman 3” houve ainda um “Supergirl”, que foi ruim. “Superman 4” só tomou seu lugar na lista porque conseguiu ser muito ruim. Chegou a ser chamado de o pior filme do ano. A grana para os efeitos especiais foi curtíssima, mas o pior é que isso é perceptível. O primeiro filme da franquia, produzido nove anos antes, conseguia ter um visual melhor. Foi a última vez que Christopher Reeve encarnou o super-herói. [ RP]

Quarteto Fantástico (Fantastic Four, 2005)

Quarteto Fantástico (Fantastic Four, 2005/ Foto: Divulgação)

Já está meio que definida a diretriz máxima de certas adaptações de quadrinhos: o objetivo é atrair o maior público possível, não necessariamente sendo fiel ao trabalho original. Que se danem os fãs do gibi, eles já estão bem crescidos. O problema é que nem o maior público possível parece ter gostado disso aqui. Este foi o erro primordial de “Quarteto Fantástico”, uma franquia nova a despontar num universo dominado quase totalmente por “Homem-Aranha” e “X-Men”. A história não envolve e, surpreendentemente, arrisca pouco nas aventuras. RP

Supergirl (Idem, 1984)

Supergirl (Idem, 1984/ Foto: Divulgação)

Helen Slater era gatinha, e o elenco ainda tinha gente como Peter O’Toole, Faye Dunaway e a ex-Mrs Woody Allen, Mia Farrow, mas o filme, feito com o intuito de arrecadar mais uns trocados na esteira do sucesso do primo kryptoniano mais famoso da heroína, é ruinzinho. Pra se ter uma idéia, até  O’Toole e Faye Dunaway não escaparam do vexame, recebendo respectivamente indicações ao Framboesa de Ouro de Piores Ator e Atriz. [AA]

Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider, 2007)

Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider, 2007/ Foto: Divulgação)

Um personagem sombrio, feito pra arrepiar os fãs dos gibis, virou uma quase paródia protagonizada por um canastrão Nicolas Cage. Fraco, o filme não honra a presença de Peter Fonda e não aproveita como deveria as maravilhosas curvas de Eva Mendes. [AA]

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