Depois de muita repercussão na mídia, a , enfim, revelou que seu novo personagem será o original, Allan Scott. A revelação da orientação sexual do personagem faz parte do reboot da editora, que iniciou todos os seus títulos.

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A edição da “saída do armário” chega aos leitores na próxima semana, nos EUA. A divulgação do personagem já tinha sido divulgada pelo site Bleeding Cool dias atrás, mas ainda era considerado um rumor. O escritor disse ao jornal New York Post que de torná-lo gay ideia foi sua, mas que “a DC assinou embaixo sem hesitaçao”.

Este primeiro Lantera Verde faz parte da , universo paralelo da DC em que heróis clássicos da editora são apresentados em uma versão mais jovem. É a primeira vez que personagens dessa realidade paralela aparecem no reboot. Isso gerou críticas em relação a todo o barulho feito pela editora, que prometeu um nome “proeminente”.

Como existem mais de um Lanterna Verde, o público poderá fazer alguma confusão. Uma curiosidade é que no universo anterior ao reboot, Allan Scott já tinha um filho que era gay, Obsidian.

A reformulação nos títulos da DC Comics chegou esta semana ao Brasil. A Panini Comics colocou nas bancas quatro das 13 revistas originalmente programadas: Superman, Batman, Liga da Justiça e Lanterna Verde. Ainda não há previsão de quando as histórias da Terra 2 chegarão por aqui.

Gays nas HQs
O assunto de gays nas HQs de super-heróis dos EUA dominou o noticiário especializado e também a grande mídia. Além da revelação do Lanterna Verde, a Marvel realizou o casamento do personagem Estrela Polar e seu namorado Kyle, na edição 51 da revista Astonishing X-Men. Esses fatos são ditos como representativos dos avanços que a sociedade ganhou na aceitação da homossexualidade. No entanto, opiniões mais críticas chamam atenção para o fato das editoras usarem o artifício puramente para atrair publicidade em suas ações — mais no caso da DC e menos da Marvel, que já trabalhava o assunto em suas histórias. Vamos acompanhar.

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