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Cercado de muita expectativa, o 36º álbum de Asterix e Obelix , O Papiro de César, chega ao Brasil neste mês. Esta HQ é o segundo livro da nova dupla criativa de quadrinistas Didier Conrad e Jean-Yves Ferri na série.

Didier Conrad nasceu em Marselha, na França, e se mudou para os Estados Unidos, onde trabalhou na Disney e Dreamworks. Em 1996, criou os personagens para a animação O caminho para El Dorado”. Já Jean-Yves Ferri vive no sudoeste da França, em Ariège. Antes de trabalhar em Asterix, trabalhou na famosa série Le retour à la Terre e nas aventuras de um policial chamado Aimé Lacapelle, ambas de muito sucesso na França.

Em O Papiro de César, a dupla de heróis gauleses se envolve em numa história de inspirações contemporâneas com referências à NSA e Julian Assange, o fundador do Wikileaks.

Na trama César, o imperador romano, decidiu escrever um livro sobre suas façanhas em meio às guerras na Gália. Mas é justamente o papiro que fala das derrotas para o povo capitaneado por Asterix e Obelix – e que César decidiu deixar de fora do manuscrito graças ao conselho de um novo personagem, o aprendiz de publicitário Promocionus – que acaba sendo “vazado” por um dos soldados do imperador. Outra figura nova e importante neste álbum é Superpolemix, um quase herói, mensageiro e ativista que tem como objetivo divulgar toda a verdade sobre as guerras na Gália. Inspirado no jornalista Julian Assange, fundador do Wikileaks, vai pedir ajuda e proteção a Asterix, Obelix e ao druida Panoramix.

O Papiro de César é o segundo álbum criado em parceria pelo ilustrador Didier Conrad e o roteirista Jean-Yves Ferri. Eles são supervisionados de perto por Albert Uderzo, que criou Asterix em 1959 ao lado de René Goscinny. Goscinny morreu em 1977 e Uderzo decidiu se aposentar em 2009, aos 82 anos. Os livros da franquia já venderam 355 milhões de exemplares no mundo inteiro. “O papiro de César” tem lançamento mundial em mais de 20 países.

A HQ sai pela Conrad, tem 48 páginas e custa R$ 30.

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