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Semana teve dancinha de Drake, Elza Soares dominando a rua, electro do Pará e a volta das garotas do Savages

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DRAKE – “Hotline Bling”

Drake vem colocando um padrão alto no hip hop mainstream. Agora com seu novo single, “Hotline Bling”, ele tornou-se também o rei dos virais no rap. Abandonando a faceta mais agressiva de muitos de seus colegas ele decidiu cativar com uma dança desajeitada, sexy, fofa, abobalhada e incrivelmente divertida. A música tem o tom animada/melancólida com fortes ecos de R&B que lembra bastante o ótimo Nothing Was The Same.

SANGO – “Agorinha”

O músico de Seattle Sango conquistou o cenário independente esta semana com o lançamento de “Agorinha”, faixa que pega inspiração nos funks proibidões das favelas cariocas. A faixa faz parte da série Rocinha 3, que presta homenagem às raízes funks do Brasil ao mesmo tempo em que propõe um intercâmbio interessante com a eletrônica soturna e bem detalhista.

SAVAGES – “The Answer”

Um dos grupos mais relevantes para a renovação do rock estão de volta. O Savages lançou esta semana a faixa “The Answer”, primeira pancada do novo disco delas, Adore Life, que só sai ano que vem. Temos a mesma urgência, o vocal dramático e a bateria incrivelmente rápída. E ainda tem esse clipe foda que resume bem o o estado de espírito ao ouvirmos a faixa.

ELZA SOARES – “A Mulher do Fim do Mundo”

Elza Soares vive uma ótima fase de re-descoberta. Tanto pelo público quanto por seus pares. Seu novo disco, A Mulher do Fim do Mundo, contou com produção e letras da talentosa geração atual paulistana como Kiko Dinucci, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos, Felipe Roseno, Celso Sim e Rômulo Fróes, que assinou direção artística. Esta faixa-título mostra o talento de Elza na interpretação cheia de entrega e vigor em um samba todo desconstruído, mas viciante. Que música!

JALOO – “Ah! Dor!”

O Norte do Brasil não para de surpreender quando o assunto é inovação musical. Jaloo (pseudônimo de Jaime Melo) propõe um encontro amistoso do tecnobrega com o dance mais moderno. Seu disco de estreia chegou este mês. “Ah! Dor” tem uma levada bem dançante para pistas e um apelo meloso típico das gafieiras. É um músico que se arrisca e isto é ótimo para a cena pop brasileira.

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