Por Rafaella Soares, repórter da Revista O Grito!. Foto: Carol Bittencourt

Opção off-alfaia do Recife – não é regra, mas ajuda a dar propriedade à tal multiculturalidade pregada -, o Polo Mangue do Cais da Alfândega abriga mais uma edição bem heterogênea do agora em 2010, porém mais low profile.

Na escalação, nomes tão distintos quanto Magic Slim (EUA) e duelam pela atenção de quem transita num Recife Antigo cheio de possibilidades. Esse último fez o show mais empolgante da noite, ao lado de Lucas Santana (BA). Um hip hop de refrão grudento.

O novato da MPB teve com quem aprender em casa: seu pai, Roberto Santana, foi responsável ‘apenas’ por apresentar Caetano Veloso e Gilberto Gil em Salvador.

A Radistae (PE) foi prejudicada por problemas no som e Zé Manoel, outro artista local, teve o show encurtado pelo mesmo motivo. A tradição de sempre trazer uma banda chicana para dar molho à salada foi seguida com a escalação de Puerto Candelária (Colômbia).

Sem mais artigos