• Entre a produção, filmagem e edição, cada episódio de Arquivo X demorava cerca de oito semanas para ficar pronto.


Fetiche: Duchovny, Anderson e o criador da série Chris Carter

  • A atriz Gillian Anderson ficou grávida na segunda temporada da série, levando o diretor a recorrer aos homenzinhos verdes para abdução da personagem Dana Scully. Durante sua gravidez, as cenas foram gravadas com dublês, quando ela era mostrada de corpo inteiro, e em closes que mostravam apenas o rosto, tudo para esconder a barriga. Ela ficou de fora apenas no episódio “A Trindade” (2×07: “3”), voltando no seguinte “Por Um Fio” (2×08: “One Breath”).
  • O nome do episódio “O Mistério do Piper Maru” é uma homenagem à filha de Gillian Anderson, que tem o mesmo nome e que nasceu em 25 de setembro de 1994.


Casal X: Química entre os agentes era segredo para sucesso da série

  • Os números 11:21, que geralmente aparecem nos relógios da série, são uma homenagem de Carter à sua mulher, que faz aniversário no dia 21 de Novembro.
  • O diretor Chris Carter já foi ator na sua criação. Interpretou um agente do FBI, que interrogou Scully no episódio “Anasazi”.


A dupla durante coletiva de imprensa do novo filme, em Los Angeles

  • O nome do cabelereiro Malcom Marsden foi usado em um policial em “O Incendiário”.
  • A data na gaveta que contém os óvulos de Scully é 29 de novembro de 1994, data em que ela foi levada ao hospital, em “Por Um Fio”, episódio da 2ª temporada.


Capas da Rolling Stone americana

  • O DVD do primeiro filme Arquivo X – O Filme tem uma cena a mais na versão americana. Com duração de cerca de um minuto, mostra um trecho a mais no diálogo entre Mulder e o Homem das Unhas-Bem-Feitas, quando ele explica a razão do pai do agente ter entregado sua irmã, Samantha, aos alienígenas. Os editores tiraram a cena porque a produção observou informação demais na cena completa, principalmente se levando em conta que nem todos que vissem o filme seriam fãs e portanto não entenderiam o significado da explicação. Temendo um possível vazamento de informações, o criador da série, Chris Carter, chegou a imprimir o roteiro do longa em papel vermelho, impossibilitando fotocópias. O diretor Carter levou a todos os envolvidos na produção a assinarem um contrato que os impedia de liberar qualquer informação.
  • O motivo dos casos insolúveis do FBI se chamarem Arquivos X é explicado no episódio “Simpatizantes”. A história se passa nos anos 50, uma secretária do FBI comenta com o colega que os casos estranhos foram colocados na letra “X” do arquivo porque era a letra onde havia espaço disponível, as demais, estavam abarrotadas.

[Lidianne Andrade]

Sem mais artigos