VIVA O CINEMA LATINOAMERICANO E VIVA GLAUBER ROCHA!!

Anos atrás a escrachada banda Barbis cantou uma ode ao cinema latinoamericano e ao querido Glauber na música que xingava uma tal “Priscila, Alma Sebosa de História”. O fato é que essa homenagem se repete aqui com a entrevista exclusiva que nosso correspondente especial na Flip, Conrado Roel, fez com a cineasta hispânica Lucrécia Martel. Ela fala de tudo. Da vida, da escrita, da fala, da inscrição na tela. Enfim, de todos textos que compõem a existência humana. A escritora, pesquisadora e coordenadora do curso de Cinema da UFPE, Ângela Prysthon, elaborou um artigo especial sobre a cinematografia argentina. Ainda no quesito literatura dá pra conferir nesta edição uma entrevista com Emílio Faria que acabou de lançar um livro pós-flip.

Destaques nesta edição de número 48 é o hype que desceu do morro da conceição e ganhou os os palcos dos locais mais chinfrosos do Recife, João do Morro. A gente já falou do rapaz, nas colunas, em resenhas e tem até uma faixa surpresa dele na coletânea que lançamos no nosso aniversário. Nossa repórter Mariana Mandelli conferiu o best of do Motomix e diz, com todas as letras, como um verdadeiro Festival de Música deve ser.

Além disso, depois de 11 anos o Gun’s deixou que o Chinese Democracy ganhasse a internet e fosse baixado no mundo inteiro. Resultado disso? Disco ruim. Confira ainda o Planetary e os 30 anos do Parallel Lines, do Blondie. O disco revoluvionou a música mundial por mais que os críticos mais empedernidos digam não…

Fiquem de olho nos nossos blogs, colunas e nas promoções. Cliquem, se inscrevam…

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