“Estou completamente enojado. Sinto fortemente que isso é um insulto à própria vida.” A declaração de Hayao Miyazaki, cofundador do Studio Ghibli, foi dada em 2016, durante a exibição de um vídeo experimental gerado por inteligência artificial. Na ocasião, o diretor japonês, conhecido por sua animação quadro a quadro, reagia com desconforto à ideia de que máquinas pudessem substituir o gesto humano no processo criativo. Quase uma década depois, a declaração ganha nova dimensão com a viralização de imagens geradas … Continue lendo O que resta da arte quando o processo é apagado? Studio Ghibli, IA e o esvaziamento simbólico da criação artística
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