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6 motivos para assistir Snowpiercer na Netflix

Produção da TNT, Showpiercer estreou na Netflix no dia 17 de maio.

Em vez do tradicional sistema de maratona, os 10 capítulos estão sendo liberados a conta-gotas, um por semana.

Se você ainda não assistiu, veja seis motivos que o Papo de Quadrinho elencou para começar imediatamente.

1. É baseada numa HQ

Le Transperceneige (Snowpiercer: The Escape) foi publicada pela primeira vez na França em 1982 pela editora Casterman, com roteiro de Jacques Lob e desenhos de Jean-Marc Rochette.

Saíram duas sequências muitos anos depois: The Explorers (1999) e The Crossing (2000), com Benjamin Legrand no lugar de Jacques Lob nos roteiros. O quarto volume, Terminus, saiu em 2015 com novo roteirista, Olivier Bocquet.

Nos Estados Unidos, as HQs começaram a chegar em 2014, pela Titan Comics.

Você pode ler as três primeiras histórias no livrão que a editora Aleph lançou em 2015, com o ótimo nome de O Perfuraneve.

Lá fora, a Titan anunciou uma trilogia prequela e já colocou o primeiro volume à venda. Os demais estão programados para agosto de 2020 e junho de 2021.

2. Faz uma forte crítica social

A turma do fundão é tratada como animais

O pano de fundo da trama é um cataclisma ambiental que congelou a Terra. Os poucos sobreviventes (cerca de 3.000) se abrigaram num trem autossustentável que percorre o planeta todo sem paradas.

O problema é que o trem reproduz a desigualdade que existia anteriormente. Nos vagões próximos à locomotiva ficam os ricos, com direito a luxo, alimentação, educação, cultura e lazer.

Nos vagões do fundo, os pobres e miseráveis vivem aglomerados em condições sub-humanas, expostos à fome, crimes, falta de privacidade e violência policial.

Entre os extremos, os vagões do meio reproduzem as nuances da classe média.

3. Já virou filme

Chris Evans viveu o revolucionário Curtis na adaptação para o cinema

Em 2013, Snowpiercer foi adaptada para o cinema por Bong Joon Ho – ele mesmo, o diretor do premiado Parasita, em seu primeiro filme em língua inglesa.

O filme foi estrelado por Chris Evans (o Capitão América dos filmes da Marvel), Tilda Swinton (também trabalhou pra Marvel no papel do Ancião), John Hurt (de V de Vingança) e Ed Harris (de Westworld).

Por aqui, passou pelos cinemas em 2015 com o nome Expresso do Amanhã, e dá para assistir em Blu-Ray e no Amazon Prime.

4. São histórias diferentes…

O fundista Andre Layton (Daveed Diggs) precisa resolver um assassinato

Snowpiercer conta uma história diferente na HQ, no filme e na série, embora todos sigam o mote principal (a luta de classes) e conservem alguns elementos em comum.

Na HQ, a trama acompanha Proloff, que conseguiu fugir do fundo do trem e alcançou os vagões intermediários. Ele conhece a ativista da terceira classe Adeline e, no percurso para interrogatório, ficamos conhecendo os setores, classes e funcionamento do trem.

Em Expresso do Amanhã, Curtis (Evans) é líder do grupo do fundo que inicia a revolução mais bem-sucedida para tomar o controle do trem. No caminho até a sala de máquinas, ele vai se indignando com os diferentes estilos de vida dos passageiros.

Na série da Netflix, o fio condutor é a investigação de um assassinato na segunda classe. Os administradores do trem convocam o “fundista” Andre Layton (Daveed Diggs, de The Get Down), que era detetive antes do cataclisma, para solucionar o crime. O sistema de castas do trem é apresentado pelos olhos dele durante a investigação.

Então, mesmo que você já tenha lido a HQ e assistido ao filme, a série traz uma abordagem totalmente nova, sem desrespeitar o contexto original e com referências que são bacanas de pegar.

5. … porém interligadas

A HQ, o filme e a série parecem apenas variações sobre o mesmo tema, mas não são.

A Titan Comics publicou este infográfico provando que cada história se passa num tempo diferente e estão relacionadas.

Na cronologia de Snowpiercer, a série da Netflix se passa 7 anos após o cataclisma climático, o filme 15 anos depois e a primeira HQ em algum momento entre eles.

As adaptações se passam em tempos diferentes e estão relacionadas

6. E tem a Jennifer Connelly

Jennifer Connelly: linda e talentosa como sempre

Para você, veterano, que não acompanhou os últimos trabalhos dela, saiba que Jennifer Connelly continua tão linda e talentosa quanto em Labirinto (1986) e Rocketeer (1991).

Na série da Netflix, ela interpreta Melanie Cavill, administradora do trem.

BOX: O elementar de Sherlock Holmes

O detetive Sherlock Holmes é um personagem criado pelo médico e escritor britânico Sir Arthur Conan Doyle. Ganhou vida no interior da trama do livro Um Estudo em Vermelho. E renasce novamente em uma edição jovial e divertida com os romances clássicos que apaixonaram milhares de fãs.

O Grupo Editorial Novo Século, lançou um box com os livros Um estudo em vermelho, O cão de Baskerville, O signo dos quatro e o Vale do medo, para todos os fãs e a nova geração de leitores.


Um estudo em vermelho – A primeira história de Sherlock Holmes e o primeiro livro publicado por Conan Doyle, propõe um enigma invencível para a força policial, que pede seu auxílio. Um homem é encontrado morto, sem ferimentos e cercado de manchas de sangue. Em seu rosto uma expressão de pânico. Um caso para Sherlock Holmes e suas fascinantes deduções narrado por seu eterno amigo, Dr. Watson.

O cão dos Baskerville – O romance narra a trajetória da família Baskerville, assombrada há séculos pela lenda de uma besta, que segundo alguns, poderia ser um cão gigante e pronto para matar. A primeira vítima do monstro foi o fundador dos Baskerville, um homem terrível, que ao se apaixonar por uma linda moça, decidiu raptá-la e torná-la sua prisioneira. Acontece que a jovem consegue fugir, e enfurecido, Sir Hugo tenta recuperá-la em vão, pois surge da escuridão uma terrível fera escondida no pântano da família.

O signo dos quatro – Sherlock Holmes está confiante como nunca, e atraído pelos encantos de sua cliente Mary Morsan, uma bela mulher atormentada por um passado nebuloso. Uma aventura repleta de elementos dramáticos: as figuras misteriosas de um pigmeu e um homem com perna de pau, uma caçada desesperada, um cão digno de confiança e uma furiosa perseguição pelo Tâmisa.

O vale do medo – O mestre Holmes e Dr. Watson, ao investigarem um assassinato na cidade de Sussex, interior esquecido da Inglaterra, são remetidos à Pensilvânia dos anos 1880, em um cenário marcado por violência, destruição e corrupção, que os coloca em contato com uma organização que ninguém imagina existir, de operários de uma mina de carvão.

Sobre o autor
Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930) foi um escritor e médico britânico, nascido na Escócia, mundialmente famoso por suas histórias sobre o detetive Sherlock Holmes, consideradas uma grande inovação no campo da literatura policial. Foi um renomado e prolífico escritor cujos trabalhos incluem histórias de ficção científica, novelas históricas, peças e romances, poesias e obras de não ficção. Morreu de ataque cardíaco aos 71 anos.

 

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