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Papo de Quadrinho Viu: Homem-Aranha – Sem Volta para Casa

Para não comprometer a experiência dos leitores, esta crítica não contém spoilers.

Em entrevista à revista Empire, o diretor Jon Watts comparou Homem-Aranha – Sem Volta para Casa, que chega às telas brasileiras nesta quinta-feira (16), a Vingadores: Ultimato, filme de 2019 que colocou um ponto final no primeiro grande arco de histórias do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM).

Embora não tenha o mesmo clima épico, a comparação faz sentido. O terceiro filme solo do Amigão da Vizinhança carrega um tom de epílogo, conclui o que foi construído até aqui na trajetória de Peter Parker e escancara o caminho para a renovação da franquia aracnídea.

Não é preciso ter assistido a todos os filmes anteriores para entender e curtir Sem Volta para Casa; mas, da mesma forma que em Ultimato, quanto maior o repertório da audiência, melhor a experiência. Com a diferença que, no caso do Aranha, isso se estende às produções da Sony: a trilogia de Sam Raimi (2002-2007) e os dois filmes de Marc Webb (2012 e 2014).

Trama conhecida

Na trama já conhecida por quem assistiu aos trailers, a identidade secreta do Homem-Aranha, Peter Parker (Tom Holland), foi revelada ao mundo pelo vilão Mystério (Jake Gyllenhaal) na cena pós-crédito do filme anterior, Longe de Casa (2019).

Sem Volta para Casa retoma neste ponto para evidenciar todos os problemas que a publicidade indesejada traz para Peter e para as pessoas que ele ama: a tia May Parker (Marisa Tomei), a namorada Michelle Jones (Zendaya) e o melhor amigo Ned Leeds (Jacob Batalon).

Sem se dedicar muito na busca por alternativas, Peter recorre a seu colega Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e encomenda um feitiço para apagar o conhecimento de sua identidade heroica da memória de todas as pessoas.

Porém, ao interferir no processo, Peter provoca uma ruptura no Multiverso e atrai toda sorte de vilões de outras realidades que já cruzaram o caminho do herói:

Duende Verde (Willem Dafoe, de Homem-Aranha, 2002)

Dr. Octopus (Alfred Molina, de Homem-Aranha 2, 2004)

Homem-Areia (Thomas Haden Church, de Homem-Aranha 3, 2007)

Lagarto (Rhys Ifans, de O Espetacular Homem-Aranha, 2012) e

Electro (Jamie Foxx, de O Espetacular Homem-Aranha 2, 2014).

A partir daqui, qualquer coisa que se dissesse sobre a trama configuraria spoiler, o que não faremos.

O que dá para dizer é que Peter e Estranho têm visões diferentes sobre como consertar a situação. Como resultado, o Homem-Aranha enfrenta seu maior dilema moral até aqui sobre o verdadeiro significado de ser um herói. Ele finalmente vai aprender que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades, e que escolhas trazem consequências.

Melhor filme

Isso faz de Sem Volta para Casa o filme mais denso, sombrio e emotivo do Homem-Aranha no UCM, e o melhor da trilogia.

Não só Holland, mas também Batalon e, principalmente, Zendaya, têm mais domínio de seus papéis e conseguem explorar melhor as nuances de seus personagens, seja nos momentos cômicos seja nos dramáticos. E J.K. Simmons, outra aquisição importada da franquia de Sam Raimi, continua divertido no papel do editor ranzinza J. Jonah Jameson.

Reunir tantos atores consagrados é uma das grandes proezas de Sem Volta para Casa. Com exceção do Homem-Areia e Lagarto, cuja aparição na maior parte do tempo se dá por computação gráfica, os demais têm de fato atuações marcantes e é de se imaginar a logística envolvida para conciliar suas disputadas agendas.

O filme tem ainda a função de fazer o conceito de Multiverso dar um passo adiante no UCM. O emaranhado de realidades alternativas foi explorado anteriormente nas séries do Disney+, Loki e O que aconteceria se…? (ambas de 2021), e será o mote principal de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreia em maio do ano que vem (em tempo: fique até o final dos créditos para assistir a uma prévia deste filme).

O futuro?

Tom Holland declarou à Entertainment Weekly que “se tivermos sorte de voltar a ver o Homem-Aranha nas telas, será numa versão diferente”. Ele não mentiu. O desfecho de Sem Volta para Casa abre um leque enorme de possibilidades para a franquia aracnídea.

Tudo depende do futuro da parceria Disney-Sony, estúdios que compartilham os direitos do herói nos cinemas. Depende, sobretudo, dos planos da Marvel para seu intrincado e interligado Universo Cinematográfico.

Pelo lado da Sony, a produtora Amy Pascal manifestou a intenção de que a parceria continue gerando novos filmes do Aranha e falou até numa nova trilogia, mas não descarta a possibilidade uma produção exclusiva. A fábrica de rumores atesta que Holland já teria assinado contrato para pelo menos mais um filme.

Neste momento, Sem Volta para Casa conta com mais de 100 críticas no agregador Rotten Tomatoes e a avaliação dos jornalistas especializados que já tiveram acesso ao filme está em 95%.

Ainda é muito cedo para levantar o véu de incertezas que cobre o futuro do Homem-Aranha nos cinemas. O fato é que se trata de uma franquia de que dificilmente os estúdios, e os fãs, irão abrir mão.

Papo de Quadrinho assistiu a Homem-Aranha – Sem Volta para Casa no dia 14 de dezembro a convite da assessoria de imprensa da Sony Pictures.

Hasbro celebra a CCXP Worlds 21 com venda especial de brinquedos de Marvel e Star Wars

A empresa terá uma página especial durante o evento, que acontece virtualmente nos dias 4 e 5 de dezembro

(do release)

São Paulo, 04 de dezembro de 2021 – O principal e mais aguardado evento de cultura pop do mundo, a próxima edição da CCXP Worlds 21 acontece nos dias 4 e 5 de dezembro, de forma virtual. Para celebrar a chegada na nova edição da CCXP, a Hasbro marcará presença mais uma vez com pré-vendas de alguns dos brinquedos mais procurados pelo público geek!

Durante o evento, a empresa terá uma página dedicada para a venda de produtos de várias de suas linhas, com uma seleção especial para a CCXP. A lista tem brinquedos inéditos de Star Wars, como os acessórios de “The Mandalorian” e dos filmes clássicos, da Marvel, incluindo pré-vendas de produtos de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”, entre tantas outras franquias que marcarão presença na CCXP Worlds 21.

As linhas de brinquedos da Hasbro são pensadas para a diversão de todos os fãs, sejam adultos ou crianças, a fim de aproximar o público de seus universos preferidos para entrar no clima da CCXP!

Confira alguns dos produtos que estarão disponíveis durante o evento:

LINHA MARVEL LEGENDS – SPIDER-MAN: NO WAY HOME

DESIGN INSPIRADO NO MULTIVERSO MARVEL. Figura para fãs da Marvel com design e acabamento de qualidade e multiarticulada para criar posições e expor
ARTICULAÇÕES E ACABAMENTO DE QUALIDADE. Estas figuras de qualidade com 15 cm da Legends Series têm múltiplos pontos de articulação e é incrível como peça de exposição
INCLUI PEÇA BUILD-A-FIGURE (MARVEL’S ARMADILLO). Cada figura desta série contém pelo menos 1 peça Build-A-Figure que os fãs podem combinar para criar uma figura adicional (vendidas separadamente e sujeitas à disponibilidade).

[F3018] Integrated Suit Spider-Man (R$299,00)
[F3019] Black & Gold Suit Spider-Man (R$299,00)
[F3021] J. Jonah Jameson (R$299,00)
[F3022] Morlun (R$299,00)
[F3023] Doctor Strange (R$299,00)
[F3024] Gamerverse Miles Morales (R$299,00)
[F3025] Marvel’s Shriek (R$299,00)

[F0493] Star Wars The Black Series The Mandalorian Capacete Eletrônico (R$879,00)
Com acabamento especial realístico, design inspirado na série, forro interior, tamanho ajustável e luzes, esta réplica em tamanho real do emblemático capacete de é um item perfeito para os fãs de Star Wars.

Este capacete inspirado em The Mandalorian possui luz tática removível e luzes vermelhas no interior, que podem ser ativadas quando o capacete é posicionado de cabeça para baixo.

[F1269] Star Wars The Black Series Mandalorian Darksaber Force FX Elite (R$ R$2.999,00)
EFEITOS DE LUZ E SOM AVANÇADOS. Combina efeitos de LED com sons inspirados na série e é o sabre de luz Force FX Elite mais real de sempre;
SONS INSPIRADOS NA SÉRIE. Emite sons autênticos de sabre de luz retirados diretamente da série The Mandalorian, incluindo sons de ignição e de batalha;
EFEITOS DE LUZ INSPIRADOS NA SÉRIE. Com ignição progressiva, efeitos de choque de batalha, brilho e cabo iluminado, é o primeiro sabre de luz Star Wars Force FX Elite com lâmina de LED branca;
ACABAMENTO DE ALTA QUALIDADE. O cabo metálico traz a arte do sabre de luz do mandaloriano da série The Mandalorian da Disney Plus;
CONTÉM BASE DE EXPOSIÇÃO. Os fãs podem expor com orgulho o sabre de luz Mandalorian Darksaber Force FX Elite sobre a base incluída

2021: O que vem por aí pela Editora Heroica

Depois de seu livro de estreia, O Império dos Gibis, a mais completa publicação sobre a história dos quadrinhos publicados pela Editora Abril, a Editora Heroica, de Manoel de Souza, deu início à coleção Grandes Revistas.

Cada edição traz os bastidores, entrevistas, curiosidades, galeria de capas e sinopse de algumas das revistas de super-heróis que mais marcaram os leitores.

É justamente a continuidade desta coleção o destaque entre os lançamentos da Heroica para 2021.

O ano começa com o dossiê Grandes Heróis Marvel, sexto e último volume da série dedicada às revistas da Marvel publicadas pela Abril.

Na sequência, a Heroica já lança a caixa com as seis edições:

1 – Capitão América (1979-1997)

2 – Heróis da TV (1979-1988)

3 – Superaventuras Marvel (1982-1997)

4 – Homem-Aranha (1983-2001)

5 – O Incrível Hulk (1983-1997)

6 – Grandes Heróis Marvel (1983-2001) 

A partir de março, começa a sair a leva de livros da coleção Grandes Revistas com foco nas publicações DC/Abril.

Assim como a anterior, esta também será lançada ao final no formato de caixa, com planos de concluir ainda em 2021.

7 – Super-Homem + Superman (1984-2002)

8 – Batman (1984-2002) 

9 – Heróis em Ação (1984-1985) + Superamigos (1985-1988)

10 – Os Novos Titãs (1986-1996)

11 – Super Powers (1986-1997)

12 – Liga da Justiça (1989-1994 e 2002)

Livros

Além de um adendo do livro O Império dos Gibis, focado no material visual da editora, a Heroica está trabalhando em mais dois livros para este ano: um sobre quadrinhos brasileiros modernos (do jornalista Heitor Pitombo) e outro com a “biografia” de outras editoras, como a Ebal (em parceria com Gonçalo Junior, da Editora Noir).

Vingadores: Ultimato – Um épico grandioso e intimista

A Marvel encerrou seu primeiro grande arco de história no cinema de forma épica. Vingadores: Ultimato, que estreia nesta quinta-feira (25), é grandioso e intimista ao mesmo tempo. É tudo que você espera, e mais.

É um filme feito para emocionar, divertir e surpreender, sem abrir mão da origem nos quadrinhos nem deixar de contar uma boa história.

É um filme-homenagem aos 11 anos do estúdio e a todos os 21 filmes que vieram antes.

A trama é conhecida ou pelo menos imaginada pela grande maioria dos fãs: os Vingadores remanescentes precisam encontrar uma forma de desfazer a dizimação causada por Thanos ao final de Guerra Infinita.

Nem por isso, seu desenrolar é óbvio ou previsível. Qualquer pista de como eles levam o plano adiante será um spoiler.

O que dá para dizer é que cada vingador lidou com a dizimação à sua própria maneira e, durante a jornada, cada um deles vai encarar seus próprios fantasmas.

Daí vem a maior carga dramática do filme e também seus momentos mais divertidos. O humor, em escala até menor que em outras produções da Marvel, é mais que orgânico, é cirúrgico.

Vingadores: Ultimato inverte muitas das expectativas, tanto no conjunto quanto no desfecho de cenas específicas.

A Marvel foi extremamente competente em guardar segredo sobre algumas passagens e personagens, e estas surpresas estão entre as melhores coisas do filme.

Desejo de coração que você consiga fugir dos spoilers para viver esta experiência ao máximo.

Sem exagero, Vingadores: Ultimato é um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos.

Não só pelo filme em si – que, sim, é ótimo –, mas principalmente pelo que ele representa em termos de fechamento de todas as pontas um universo complexo, intrincado e interligado.

Quando começam a subir os créditos, a sensação é que vai demorar outra década para voltarmos a assistir a algo com tamanha magnitude.

Vingadores: Ultimato é aquele gibizão de 300 páginas que você pega para ler numa tarde preguiçosa e não quer que acabe nunca mais.

2018: O que vem por aí pela Rocco

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A Rocco vem fazendo poucos mas bons investimentos no segmento de histórias em quadrinhos, como o ótimo Entrevista com o Vampiro – A História de Cláudia, em 2015, e o premiado O Livro do Cemitério, de Neil Gaiman e P.Craig Russell, no final do ano passado.

Para este ano, a editora programou o lançamento de Slugfest (Pancadaria, em tradução livre), do jornalista Reed Tucker.

O livro expõe os bastidores dos 50 anos de rivalidade entre as duas maiores editoras norte-americanas de quadrinhos, DC Comics e a Marvel, e revela o arsenal de estratégias empregado por ambas para superar a concorrência, como roubar ideias e funcionários, plantar espiões e implementar a guerras de preços

A Rocco ainda não definiu o título em português, capa e data de lançamento no Brasil.

O que esperar de Runaways, nova série de TV da Marvel?

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Runaways estreia amanhã, dia 21, na plataforma de vídeos Hulu. A boa notícia vem acompanhada de duas más: o Hulu ainda não está disponível no Brasil e, por isso, a série chega por aqui só em 2018, pelo canal Sony (sem data definida).

Quem são os Runaways?

A rigor, a trama criada Brian K. Vaughan (roteiro) e Adrian Alphona (arte) no início dos anos 2000 não tem nada de original, e aí reside seu maior trunfo.

Os autores pegaram elementos recorrentes das HQs de super-heróis – alienígenas, mutantes, viajantes do tempo, magos, cientistas malucos – e criaram algo novo, cheio de frescor.

Na trama, seis adolescentes – Alex, Chase, Gert, Karolina, Molly e Nico – descobrem acidentalmente que seus pais fazem parte de uma seita chamada Orgulho e sacrificam inocentes em nome dos Gibborim, raça ancestral que deseja purificar a Terra.

Na tentativa de impedir seus pais supervilões, os jovens descobrem que alguns deles herdaram esses poderes e se veem obrigados a fugir. No meio do caminho, eles cruzam com vampiros e personagens do Universo Marvel, como a dupla Manto e Adaga e até o Capitão América.

Eles também ganham a companhia de um dinossauro fêmea geneticamente alterado e batizado de Alfazema. Detalhe: em vez computação gráfica, os produtores optaram por usar um boneco bastante realista que contracena de verdade com o restante do elenco.

O pôster da série é uma homenagem à capa do primeiro encadernado dos quadrinhos. Da esq. para dir.: Gert, Nico, Alex, Chase, Karolina e Molly

O pôster da série é uma homenagem à capa do primeiro encadernado dos quadrinhos. Da esq. para dir.: Gert, Nico, Alex, Chase, Karolina e Molly

Por que devo assistir a Runaways?

Porque, pela qualidade do quadrinho original, a série merece pelo menos uma chance. Os dois trailers divulgados antes da estreia passam a impressão de que a adaptação para a telinha será bem fiel.

Tanto a HQ quanto a série foram concebidas tendo em mente o público adolescente. O confronto super-heroico da trama nada mais é que uma metáfora do clássico conflito de gerações entre pais – que às vezes tomam decisões questionáveis pensando no bem da prole – e filhos – que a despeito do esforço dos pais, têm uma necessidade natural de ir contra a ordem estabelecida.

Haja vista que o slogan que estampa boa parte das edições em quadrinhos é: “Em algum momento da vida, todo jovem acha que seus pais são maus. Mas e se eles forem de verdade?”.

Mesmo não sendo um estouro de vendas na época em que foi lançada, Runaways ganhou um Eisner em 2005 e um Harvey em 2006. No mesmo ano, a American Library Association incluiu o encadernado da série na lista de 10 melhores livros para jovens adultos.

Runaways, a HQ – e, espera-se, a série também – tem todos os elementos que garantem uma boa diversão: diálogos inteligentes, humor, drama, descobertas, relacionamentos, traição. Sem falar que a formação eclética da equipe carrega um tema bastante atual na cultura pop, a representatividade.

Uma curiosidade: Molly Hayes, a caçula mutante e superforte da HQ, teve sua identidade alterada na série para Molly Hernandez. Isso porque qualquer coisa relacionada a “mutantes” no cinema e na TV é de propriedade da Fox. Seus pais, inclusive, nem aparecem creditados no material de divulgação, o que indica que a origem e os poderes da personagem sofreram mudanças na adaptação.

Como faço para assistir a Runaways?

A não ser que você queira recorrer a métodos ilegais e não recomendáveis, o jeito é esperar até 2018.

Uma dica é aproveitar esse intervalo para conhecer a equipe nos quadrinhos, batizada aqui de Fugitivos. A Salvat acaba de lançar um encadernado da coleção Os Heróis Mais Poderosos da Marvel (capa vermelha) com o primeiro arco de história.

Antes, a Panini publicou as três primeiras séries completas nesta ordem: Pocket Panini 3 e 4 (2006); Fugitivos 1 e 2 (2006); Avante Vingadores 1 a 14 (2006 a 2008); e Marvel Especial 10 (2008) e 13 (2009). A quarta e quinta séries (2015 e 2017) continuam inéditas no Brasil.

Justiceiro é a melhor série da Marvel-Netflix desde Demolidor

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Depois de algum suspense quanto à data de estreia, a primeira temporada de Justiceiro (The Punisher) finalmente desembarcou na Netflix na última sexta-feira (17).

É a sétima produção conjunta da plataforma de vídeos em parceria com a Marvel e uma das melhores até agora.

Jessica Jones (2015) e Luke Cage (2016) começaram bem, mas cansaram depois da primeira metade. Punho de Ferro (2017) nem isso: mal sobreviveu aos três primeiros episódios – e o fato de a série ser comandada pelo mesmo showrunner de Inumanos, Scott Buck, diz muita coisa a esse respeito.

Defensores, que uniu os quatro heróis urbanos, não é de todo má, mas ficou muito aquém do que poderia ter rendido.

A primeira temporada de Demolidor continua imbatível, com sua violência crua e bom desenvolvimento (sem contar o elemento surpresa), enquanto a segunda foi praticamente salva pela subtrama envolvendo… o Justiceiro!

Marvel's The Punisher

E é justamente nesta posição que a série solo de Frank Castle se posiciona no ranking das melhores produções da Marvel-Netflix até agora: entre a primeira e a segunda temporada de Demolidor.

A trama é bem desenvolvida ao longo dos 13 episódios, sem cansar o espectador nem acelerar em direção ao desfecho. Mesmo as subtramas, como a do jovem que voltou traumatizado do Afeganistão ou a do veterano que montou um grupo de apoio para ex-soldados, trabalham a favor da trama principal.

Justiceiro começa com Frank Castle (Jon Bernthal) ainda limpando a área (eufemismo para exterminando) do que restou dos assassinos de sua família.

Feito isso, ele se transforma num homem sem propósito, um soldado sem missão. Mas como a jornada de todo herói, fatores externos tiram Frank Castle de sua catarse e o jogam no olho do furacão. Pior: ele descobre que no caso da morte de sua mulher e filhos, o buraco é mais embaixo – ou melhor, nas camadas mais acima da hierarquia governamental.

O responsável por essa reviravolta é David Lieberman (o ótimo Ebon Moss-Bachrach), vulgo Micro, um ex-analista da Agência Nacional de Segurança que precisa se fingir de morto para garantir a segurança de sua família. Ele sabe que seus inimigos são os mesmos de Castle e acredita que o ex-fuzileiro é um meio essencial para atingir seus fins.

O difícil é convencer Castle disso, e o rodízio de papéis entre caça e caçador que se forma, a dinâmica entre interesse, identificação e, finalmente, amizade entre eles é uma das melhores coisas de Justiceiro.

Marvel's The Punisher

Pode ser que a série desaponte alguns fãs que esperavam 13 horas de banho de sangue. Sim, há cenas de violência típica dos quadrinhos do anti-herói – algumas bem pesadas – mas o que a série tem de melhor é a forma como desenvolve os personagens e as relações entre eles.

E isso se estende para todo o elenco, da agente da Departamento de Segurança Nacional, Dinah Madami (Amber Rose Revah), até o ex-fuzileiro Billy Russo (Ben Barnes).

A forma como Russo evolui de melhor amigo de Frank Castle a algo mais parecido com sua contraparte nos quadrinhos é primorosa, e boa dose do mérito é de Barnes, que consegue construir um personagem com numerosas camadas.

As aparições de Karen Page são pontuais e certeiras, e a atriz Deborah Ann Woll está cada vez mais à vontade com a personagem.

Se no geral Justiceiro já entrega um produto bom muito, há momentos que são dignos de nota. O 10º episódio é um primor de narrativa, com o recurso de um mesmo fato contado sob diferentes perspectivas, e o 12º não só é um dos mais cruéis como também serve para definir o momento em que Frank Castle aceita em sua alma e em seu coração o encargo do Justiceiro.

Será muito bom se Justiceiro servir de exemplo para as próximas produções da Marvel-Netflix. Os fãs agradecem.

Jack Kirby ganha biografia nacional por ocasião do seu centenário

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Se estivesse vivo, Jack Kirby completaria 100 anos no próximo dia 28 de agosto. Dono de um traço marcante e personalidade idem, Kirby deixou uma marca insuperável na história das histórias em quadrinhos.

Seu centenário não passou em branco, mesmo aqui no Brasil. De um livro de luxo com ilustrações de brasileiros (editado por Edson Diogo, do site Guia dos Quadrinhos) até uma série de matérias especiais na publicação especializada Mundo dos Super-Heróis, Kirby vem sendo lembrado – como se algum dia tivesse sido esquecido – por artistas, leitores, jornalistas, pesquisadores.

Eis que chega mais uma obra para engrossar o coro de homenagens. Nas próximas semanas, será lançado, pela novíssima Editora Noir, O Criador de Deuses – Jack Kirby, escrito pelo pesquisador, roteirista e escritor Roberto Guedes.

Autor da primeira biografia brasileira de Stan Lee, em 2012, Guedes repete o feito e garante que, assim como o outro, também este livro traz informações inéditas para os leitores.

Nesta entrevista para o Papo de Quadrinho, ele conta como este projeto nasceu e algumas curiosidades.

Seu livro está sendo lançado numa data bem próxima ao aniversário de 100 anos de Jack Kirby. Esse era um projeto que você já vinha gestando ou foi produzido especialmente para a ocasião?

No final do segundo semestre de 2016, um editor da Noir entrou em contato comigo para saber se eu tinha vontade de escrever algum livro para a editora. Comentei que gostaria de escrever sobre a carreira de Kirby, cujo centenário seria no ano seguinte. Os editores adoraram a ideia, e fechamos o negócio.

Muito se tem falado sobre Kirby nas últimas décadas e em especial neste ano. Que tipo de informação inédita o leitor poderá encontrar nessa biografia?

A vida particular de Kirby é um objeto praticamente inexistente para o grande público, mas no livro há uma radiografia abrangente do cidadão Kirby. Desde seus dias no Lower East Side (o bairro pobre e barra-pesada onde cresceu), com seus pais, seu quase desconhecido irmão mais novo, seu namoro e casamento com Rosalind. Conta bastante também sobre sua amizade e parceria com Joe Simon. Enfim, o livro apresenta as várias facetas de Kirby, que antes de ser um artista genial, era também um ser humano, com suas falhas e qualidades. Alguém que transmutava sua fúria interior em obras de arte sequencial.

Além, claro, da participação imprescindível de Kirby na gênese do Universo Marvel nos anos 1960, que outros momentos da vida do “Rei” mereceram mais atenção em seu livro?

 Acredito que os anos que antecederam a criação do Universo Marvel, bem como sua carreira posterior em Hollywood também têm um bom destaque na obra. E não tenho dúvidas que muita gente vai se admirar com a quantidade de coisas que ele fez para a DC, além do Quarto Mundo.

Como você tratou um dos temas mais polêmicos da biografia de Kirby, a desavença com o parceiro Stan Lee?

Procurei registrar o maior número possível de depoimentos de outras pessoas que testemunharam aqueles momentos, e que acompanharam de perto a carreira daqueles dois incríveis autores. São pontos de vistas distintos de colegas de profissão, amigos e familiares que, quando entrecruzados com a visão particular de Stan e Jack para certos tópicos, oferecem uma nova e surpreendente perspectiva para o que realmente foi a Era Marvel. Nem teorias sobre a real utilidade do charuto do Kirby ficaram de fora.

Na sua visão, qual é a percepção que os jovens leitores de quadrinhos têm de Jack Kirby? Eles reconhecem sua importância?

Acho que a grande maioria ainda não soube mensurar a real importância de Kirby para os quadrinhos de super-heróis. Espero que a leitura do livro ajude a esclarecer isso.

O Criador de Deuses – Jack Kirby tem 220 páginas e preço de R$ 49,90. A Comix Book Shop vai vender uma edição limitada do livro com essa capa exclusiva abaixo, que retrata Night Fighter, personagem criado por Joe Simon e Jack Kirby nos anos 1950, e que jamais foi lançado.

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Autor e editora ainda não definiram quando será o evento de lançamento seguido de sessão de autógrafos. Fiquem ligados nas redes sociais do Papo de Quadrinho para não perder a data!

2017: O que vem por aí pela Novo Século

Impressiona a quantidade e qualidade de lançamentos da Novo Século neste ano. A editora anuncia HQs de vários estilos e gostos por meio de seu selo Geektopia, criado por ocasião da Bienal do Livro de SP do ano passado, e continua firme com as novelizações da Marvel.

Confira (alguns títulos ainda estão com o nome e inglês e capa original gringa):

Selo Geektopia

The few and the cursedOs poucos e os amaldiçoados, de Felipe Cagno e Fabiano Neves

O álbum, a ser lançado no final do ano, vai reunir as seis edições da série criada por Felipe e Fabiano. Duas já foram publicadas via Catarse (em 2015 e 2016) e as demais vão entrar em campanha de financiamento ao longo do ano (duas edições por campanha).

Em um mundo pós-apocalíptico, no qual 90% da água simplesmente desapareceu da noite para o dia, a humanidade teve que aprender a sobreviver às piores condições possíveis. Setenta anos já se passaram e os poucos que chegaram até ali mal se lembram do que é ter água em abundância. A Ruiva vaga de cidade em cidade caçando maldições e tesouros, sussurros quietos na calada da noite. Desde que a água desapareceu, a humanidade perdeu sua bússola moral; nada é mais crucial que a própria sobrevivência. Maldições, monstros e lendas voltam dos confins do inferno a cada novo pacto selado com o mundo de lá por alguém desesperado, e cabe a apenas uma pessoa balançar essa cadeia alimentar.

EscolhasEscolhas, de Felipe Cagno (roteiro), Cris Peter (cores) e Gustavo Borges (arte)

A HQ foi financiada por meio do Catarse em novembro de 2016 e está em fase final de produção. O lançamento da edição independente (capa cartonada) será simultâneo à da Novo Século (capa dura).

A graphic novel narra a história de João Humberto, simpático garotinho que cresce com um sonho impossível: se tornar o primeiro super-herói do mundo. A história se passa no mundo real, onde super-heróis estão na TV, nos cinemas e nos quadrinhos, mas não nas ruas. Desde garotinho, João Humberto alimenta o sonho de que tudo nessa vida é possível, até se tornar um super-herói. E é a busca deste sonho que influencia todas as escolhas de sua vida, desde o curso da faculdade até o primeiro emprego e seu primeiro amor.

 Alex + Ada_capa provisóriaAlex+Ada, de Jonathan Luna e Sarah Vaughn

Alex, um jovem que ainda está sofrendo após o fim de um relacionamento, passa muito do seu tempo deprimido e vivendo a mesma rotina, sem fazer muito esforço para mudar. Cansada de vê-lo infeliz, sua avó lhe dá de presente de aniversário uma Tanaka X-5 – a mais recente e avançada tecnologia em androides para companhia, com capacidade para interação humana inteligente.

Batizada por ele de Ada, a androide não possui consciência, por questões de segurança, e seu comportamento “robótico” demais começa a incomodar Alex. Então ele se vê frente a um dilema: seria melhor se Ada tivesse o livre-arbítrio ou isso seria arriscado demais?

YouYou, de Austin Grossman

Quando Russell se junta à Black Arts, empresa de games idealizada por dois designers visionários que já foram seus amigos mais próximos, depara-se com uma excêntrica tripulação de nerds desafiando as fronteiras da tecnologia e do entretenimento. Russell finalmente parece ter encontrado um estímulo, depois de sucessivas insatisfações por caminhos mais convencionais. Mas o principal motivo que o leva até ali é saber o que aconteceu com Simon, seu amigo mais estranho e genial, que morreu em circunstâncias misteriosas logo após o sucesso da Black Arts.

Como o próximo e revolucionário lançamento da empresa é ameaçado por uma falha de software, Russell se encontra em uma corrida para salvar seu trabalho, o legado da Black Arts e as pessoas com quem ele cresceu. Quanto mais profundo escava, mais perigosos os obstáculos se apresentam – e logo Russell percebe que há muito mais em jogo.

Something newSomething New – Tales of a Makeshift Bride, de Lucy Knisley

Em 2010, Lucy e seu namorado de longa data, John, se separaram. Três longos e solitários anos mais tarde, John volta a Nova York, entra no apartamento de Lucy e pede sua mão. Esta não é essa história. É a história do que veio depois: o casamento.

Especialista em DIY (Faça Você Mesmo), Lucy ficou fascinada pela cultura americana do casamento – mas também meio que horrorizada por ela. E assim ela começou a planejar e executar seu adorável casamento DIY. Esta graphic novel – com quase 300 páginas de humor, desespero e juras de amor eterno – é a história de como Lucy construiu um celeiro, inventou um novo tipo de cabine fotográfica e conseguiu transformar um casamento em um dia chuvoso num feliz (embora enlameado) triunfo.

Back to the future untoldBack to The Future: Untold Tales and Alternate Timelines, de Bob Gale e John Barber

Os criadores e roteiristas de De Volta Para o Futuro retornam com contos inéditos das voltas e reviravoltas da linha do tempo que fez da franquia um fenômeno atemporal da cultura pop. Viaje de volta a 1985 e esteja lá quando Doc Brown e Marty McFly se encontram pela primeira vez, e depois saltam ainda mais no passado, para 1945, a fim de testemunharem o envolvimento de Doc no projeto supersecreto Manhattan. O encadernado reúne as cinco primeiras edições da série publicada pela IDW a partir de 2015.

Star Trek Planet of the ApesStar Trek/Planet of The Apes: The Primate Directive, de Scott Tipton, David Tipton e Rachael Stott

Star Trek representa a esperança da humanidade por um futuro melhor; Planeta dos Macacos é um olhar arrepiante para a queda da humanidade. Como esses mundos podem colidir? O que poderia fazer com que o Capitão Kirk e a tripulação da Enterprise se unissem ao Dr. Zaius para proteger a Cidade dos Macacos? E o que o coronel George tem a dizer sobre isso?

The cute girl networkThe Cute Girl Network, de Greg Means, Mk Reed e Joe FLOOD

Jane é nova na cidade. Quando derrapa de seu skate bem em frente ao carrinho de sopa de Jack, ela se vê concordando em sair com ele. Jane está empolgada com essa possível guinada em sua vida amorosa, mas acontece que Jack tem um histórico romântico um tanto manchado. Alertada pelo The Cute Girl Network – um grupo de informação partilhada entre as mulheres solteiras da cidade –, a pobre Jane está prestes a descobrir cada detalhe das desventuras passadas de Jack…

Friends with boysFriends With Boys, de Faith Erin Hicks

Friends With Boys conta a história de Maggie, uma menina comum, educada em casa pela mãe durante toda a sua vida, que se vê muito nervosa no momento de iniciar o ensino médio em uma escola pública. Para ajudá-la com seus novos desafios, a jovem contará com três irmãos mais velhos, dois novos amigos e a fantasma que a persegue aonde quer que vá desde criança e nunca fala nada.

Locke and keyLocke & Key, de Joe Hill e Gabriel Rodriguez

Os filhos de Rendell Locke – Tyler, Kinsey e Bode – tentam se recuperar de um ato de violência que atinge sua família mudando-se para a residência ancestral dos Locke, em Massachusetts, uma antiga e enorme mansão numa pequena península. Os irmãos enfrentarão os terríveis segredos da mansão Lovecraft, em que muitas portas têm chaves que as abrem para o mistério, o fantástico e o horror. O encadernado reúne as seis edições com o primeiro arco da série, Welcome to Lovecraft, publicado pela IDW em 2008.

Série Marvel Novo Século

Homem-Aranha_KravenHomem-Aranha: A Última Caçada de Kraven, de Neil Kleid

Nascido em uma rarefeita raça da aristocracia russa, Kraven perseguiu e matou todos os animais conhecidos pelo homem, se autodenominando o melhor caçador do mundo. Foi essa confiança que o levou a Nova York, anos atrás, em uma busca obsessiva para caçar o que ele considerava a maior presa da cidade: o Homem-Aranha.

Mas seu alvo lhe escapava sucessivamente, zombando dele todas as vezes. Agora, depois de anos de derrotas esmagadoras contra o lançador de teias, Kraven maquinou um último plano para superar o Homem-Aranha.

Homem de Ferro_Capa_Page_1Homem de Ferro: Extremis, de Marie Javins

O Homem de Ferro foi forjado por uma avançada tecnologia, mas agora essa mesma tecnologia de ponta ameaça condenar Tony Stark. Um perigoso terrorista ingeriu um vírus tecno-orgânico chamado Extremis, transformando-o em super-humano, uma verdadeira máquina de matar. Agora extremamente poderoso, mas levado à loucura pelos efeitos do vírus, a criatura Extremis parece incontrolável.

Para deter a voracidade psicótica deste louco, o Homem de Ferro deve enfrentar o vírus Extremis de frente, em uma batalha de vida ou morte que irá conduzir Tony Stark mais perto do que nunca à tênue linha que separa homem e máquina. Romance adaptado da graphic novel de Warren Ellis e Adi Granov, considerada uma das melhores histórias do Homem de Ferro já produzidas.

DemolidorDemolidor: O Homem Sem Medo, de Paul Crilley

Um pai cheio de culpa. Um mentor rigoroso. Uma paixão. O que motiva o Homem Sem Medo? Matt Murdock foi criado por um pai solteiro, um boxeador decadente que teve uma chance de fazer o certo – uma chance que lhe custou a própria vida. Insultado e atormentado por outras crianças, a vida de Matt é drasticamente alterada depois de ficar cego por causa de materiais radioativos enquanto salvava a vida de um homem idoso.

A recompensa? Uma vontade inabalável por justiça e uma inteligência aguçada. Sua história é de amor, dor, desapontamentos e força. Adaptação inédita dos quadrinhos de Frank Milller e John Romita Jr.

Capitão América Designios SombriosCapitão América: Desígnios Sombrios, de Stefan Petrucha

O Capitão América lutou contra soldados, terroristas e vilões de todos os tipos. Agora ele vai enfrentar um inimigo muito mais complicado: seu próprio corpo. Quando a S.H.I.E.L.D. descobre que o Capitão abriga um patógeno raro escondido em suas células por décadas, o maior medo do Sentinela da Liberdade se concretiza: até que o vírus possa ser curado, ele deverá ficar congelado.

Mas ele não irá sozinho. Anos atrás, o lendário inimigo do Capitão conseguiu o maior feito de sua carreira quando implantou sua mente em um clone do corpo de Steve Rogers – com vírus e tudo. Poderá o Capitão permanecer vivo tempo o bastante para capturar Caveira Vermelha e retornar ao seu pesadelo mais profundo?

Astonishing X-Men GiftedAstonishing X-Men Gifted, de Peter David

Os X-Men têm evoluído. Ciclope e Emma Frost reformam a equipe com o urgente objetivo de “surpreender” o mundo. Mas quando as últimas notícias sobre o gene mutante inesperadamente atingem as ondas de rádio, irão eles desviar-se dos novos planos antes mesmo de começarem? À medida que a ordem de “cura mutante” alcança níveis próximos do motim, os X-Men partem para um confronto direto com o enigmático Ord, com um inesperado aliado – e alguns adversários tão inesperados quanto.

CCXP 2016: Lançamentos da Eaglemoss

Presente desde a primeira edição, a cada ano a Eaglemoss reserva alguma novidade para a CCXP. Neste ano, pelo menos duas novas coleções serão apresentadas ao público.

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A primeira é Marvel Fact Files. As figuras em resina metálica têm cerca de 14 cm de altura (um pouco maiores que as miniaturas vendidas atualmente em banca) e vêm acompanhadas de uma revista em português com informações do personagem. Completa em 24 fascículos.

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A outra é Star Trek – The Official Starship Collection, que reúne naves da icônica série espacial acompanhadas de uma revista em inglês. Coleção completa em 21 edições mais um box oficial com quatro mininaves.

Na CCXP, serão vendidos kits com duas edições cada; entre elas, a Entreprise e a nave Klingon.

Papo de Quadrinho entrou em contato com a Eaglemoss, que disse ainda não ter informações sobre o preço dos fascículos de cada coleção.

A editora destaca também, em sua participação na CCXP 2016, coleções e itens que já estão à venda em bancas ou em seu site: DC Comics Graphic Novels, Batmóveis, The Walking Dead, O Hobbit e as caixas especiais e Master Piece Collection da DC.

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