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Um sábado na CCXP 2015

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A foto acima ilustra bem como foi o sábado (5) dessa segunda edição da Comic Con Experience (CCXP). Pavilhão lotado e filas para todo lado. E isso é bom.

Por melhor que seja a organização oficial e dos expositores, não há como evitar filas e aglomerações num evento que seguramente atingiu a expectativa de 120 mil visitantes (média de 30 mil pessoas por dia).

O lado positivo nem é pelo sucesso da CCXP 2015, mas o quanto ela serve de termômetro do mercado de cultura pop.

A maioria dos visitantes foi de consumidores de produtos geek; os que ainda não são, certamente o serão, impactados que foram pela exuberância exibida pelas empresas. Não importa que não tenham comprado nada durante o evento, pois é quase certo que comprarão em algum momento depois dele.

Foi a crença nesse mercado aquecido e seu potencial de crescimento que levou um grupo de empreendedores a investir num evento brasileiro capaz de atrair os grandes estúdios mundiais de entretenimento, as principais editoras de quadrinhos e ficção científica do País, uma quantidade recorde de quadrinhistas nacionais, um grande número de astros internacionais dos quadrinhos, cinema e TV, e mais de 100 mil visitantes.

Há poucos anos, algo assim parecia inimaginável.

Falhas

Sim, houve problemas. O acesso era difícil: pelo menos meio quilômetro de caminhada entre o credenciamento e o pavilhão, a maior parte dela por meio de uma passarela estreita. É impraticável para pessoas com algum tipo de problema de locomoção.

Visitantes e jornalistas especializados narram problemas sérios na organização dos painéis e sessões de autógrafos mais concorridos, em especial os dos astros da série Jessica Jones, Krysten Ritter e David Tennant.

Não se deve minimizar essas e outras queixas, mesmo num evento com a complexidade da CCXP. As falhas precisam ser divulgadas e corrigidas. Quero acreditar que os organizadores estarão atentos às reclamações e evitarão que os mesmos problemas se repitam na próxima edição.

Artists’ Alley

A área reservada aos artistas era um oásis no pavilhão. Menos muvucada e repleta de gente talentosa apresentando e vendendo seus trabalhos. Não é exagero dizer que o Artists’ Alley da CCXP 2015 reuniu o melhor da atual produção nacional de quadrinhos.

Até lá havia filas, concentradas nas mesas de artistas internacionais como Kevin Maguire, Mark Waid e David Finch, e nas de alguns nacionais mais conhecidos do grande público.

Tirando isso, as mesas eram bastante acessíveis, assim como os artistas. Foi uma oportunidade única não só para comprar ótimas HQs, mas também interagir e conhecer melhor estes profissionais – para quem ainda não conhecia – ou simplesmente reencontrar os amigos.

Panini

O único painel a que assisti reservou uma agradável surpresa: a aparição sem aviso do artista americano Jim Lee, hoje um dos chefões criativos da DC Comics. Simpático o tempo todo em que permaneceu lá (uns 15 minutos), ainda presenteou um aniversariante da plateia com um desenho exclusivo.

Lee elogiou a produção brasileira de quadrinhos e citou nominalmente alguns artistas. Disse que apesar da “vibe” por quadrinhos de super-heróis no Brasil, conheceu e elogiou os trabalhos de outros gêneros que vêm sendo feitos por aqui.

A editora anunciou alguns títulos da Marvel, DC, Vertigo e Mauricio de Sousa que serão lançados no próximo ano. Revelou duas parcerias que estão sendo desenhadas: com a editora Stout Club, de Rafael Albuquerque, e outra com o humorista e apresentador Danilo Gentili. Sem muitos detalhes, no momento.

O auditório quase veio abaixo mesmo com o anúncio de dois lançamentos da linha de mangás da Panini: Vagabond, que será republicado desde o número 1, e o muito aguardado One Punch Man. A editora também vai relançar a série interrompida A Face Oculta, da Bonelli, num megaencadernado.

Em resumo

O fato é que a CCXP cresceu muito em relação à primeira edição, em todos os sentidos: expositores, área, atrações, quantidade e notoriedade dos convidados.

Mas o que mais cresceu mesmo foi o interesse do público, e a impressão que fica é que foi ainda maior do que estimado pelos organizadores. Agora eles têm o chamado “bom problema” nas mãos: adaptar a estrutura do evento a esse público, que tende a continuar aumentando.

Uma alternativa – complexa e cara, admito – seria esticar a CCXP numa maior quantidade de dias, dos atuais quatro para pelo menos seis.

Claro que o final de semana continuaria concentrando a maior parte do público, mas mais dias podem ajudar na distribuição dos visitantes e minimizar parte das filas e aglomerações. Só para lembrar, as Bienais do Livro do Rio e São Paulo duram 11 dias.

CCXP 2015: Começa hoje!

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#vaiserépico. A hashtag criada pelos organizadores da Comic Con Experience (CCXP) não tem nada de pretensiosa.

Muito pelo contrário. O adjetivo cabe perfeitamente numa convenção de cultura pop, realizada em terras brasileiras, que atrai as gigantes mundiais de entretenimento, reúne as principais editoras nacionais de quadrinhos e ficção científica, abre espaço para mais de 260 artistas nacionais e consegue trazer estrelas da magnitude de Frank Miller, Mark Waid, Jim Lee, Kevin Maguire, Scott McCloud, José Luís García-Lopez, David Tennant e Evangeline Lilly, entre muitos, muitos outros.

Na primeira edição, no ano passado, os organizadores – Grupo Omelete, Chiaroscuro Studios e Pizii Toys – anunciaram que queriam fazer no Brasil um evento nos moldes dos grandes realizados nos Estados Unidos. Conseguiram.

Tão importante quanto a presença de artistas consagrados e estrelas do cinema, a CCXP 2014 primou pelo profissionalismo. Como resultado, os fãs acolheram a ideia e compareceram em peso. A organização fala em 97 mil pessoas – para este ano, estão previstas 120 mil.

Como sempre é possível melhorar o que já está bom, nesse ano a CCXP vem ainda mais “épica”. O sucesso inicial atraiu ainda mais empresas que enxergaram no crescente filão geek – e no evento – uma forma de continuar lucrando.

Disney, Warner, Netflix, Fox, Sony-Universal, Mattel e Hasbro são algumas das multinacionais que terão estande na edição que começa hoje e se estende até domingo (6). Entre as editoras brasileiras, Panini, Mythos, Devir, JBC, Jambô, Planeta D’Agostini, Novo Século, Leya, Aleph, Eaglemoss, Record. E lojas, muitas lojas de quadrinhos e action figures para os nerds comprometerem o 13º salário.

A programação oficial é extensa e não cabe nesse post. Se quiser, clique no link para ver a grade dos três auditórios. Fora isso, tem um monte de atrações nos estandes que prometem uma grande quantidade de novidades, lançamentos e itens exclusivo. Isso sem contar o show de cosplays.

O Artists’ Alley, que concentra a produção nacional majoritariamente independente, está ainda maior: 265 artistas em 163 mesas – no ano passado, foram 215 artistas e 125 mesas. Junto com o já tradicional Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), a CCXP se converteu muito rapidamente numa das plataformas para lançamento e comercialização do quadrinho nacional.

A esta altura, a venda de ingressos pela internet já está esgotada, bem como os ingressos para sábado (5) e domingo (6) e o passaporte para os quatro dias. Quem quiser aparecer na quinta e sexta-feira (dias 3 e 4) vai ter que pegar a fila da bilheteria e desembolsar R$ 120 – isso se levar um livro ou tiver direito à meia entrada (a inteira custa R$ 240).

A dica é ir de metrô para economizar a grana do estacionamento. Haverá traslado gratuito da estação Jabaquara até o São Paulo Expo.

Vai ser MUITO épico!  A gente se vê lá!

SERVIÇO:

Comic Con Experience – CCXP 2015

De 3 a 6 de dezembro, no São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Água Funda – SP)

Horários:

Dia 3, das – 12h às 22h

Dias 4 e 5, das 10h às 22h

Dia 6, das 10h às 20h

SUPER nº1 ganhará versão impressa

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SUPER nº1  está ganhando uma versão impressa. A história tem roteiro de Douglas MCT, arte de Fabiano Ferreira, e é uma das várias produções impressas do Lamen, portal de webmangás nacionais que estreou em julho deste ano.

De 23 a 30 de novembro, o mangá está em pré-venda promocional, de 20 por apenas R$ 14,00, com frete grátis para todo o Brasil. E extras como um marcador e um card autografado, exclusivo dessa promoção. As revistas serão enviadas após a CCXP, ou poderão ser retiradas no próprio evento. A compra antecipada pode ser feita aqui.

SUPER nº1 foi criado e editado pelo selo Lamen e tem capa colorida cartonada, brochura, 14 x 19,2 cm, com 68 páginas em PB, recheado de extras!

Sinopse:
O garoto Edrik Everton sempre sonhou em se tornar um super-herói. Depois de passar por uma grande reviravolta na vida, ele faz de tudo para ingressar na Excelsior, uma escola onde ele poderá estudar e treinar para se tornar um SUPER, fazendo muitos amigos e inimigos pelo caminho.

Serviço:
Lançamento em São Paulo: 3 a 6 de dezembro, na CCXP 2015, mesa 31 do artist´s alley (São Paulo Expo Exhibition & Convention Center) e também no estande do Social Comics no dia 05/12, das 10h30 às 11h30.

Com lançamento no FIQ, independente “Múltipla Escolha” está em pré-venda

Múltipla Escolha

A HQ é uma produção de Marcel Ibaldo (roteiro) e Max Andrade (arte), com cores de capa de Rainer Petter. O posfácio é assinado por Alexandre Nagado (Revista Herói, Sushi Pop).

Segundo a sinopse, Jeff é um vestibulando prestes entrar na faculdade de Medicina, depois de quatro anos de tentativa. Arrogante e egoísta, terá que aprender o que realmente importa na vida por meio de transformações em seus relacionamentos afetivos e familiares.

Múltipla Escolha tem 20,5 x 13,5 cm, 40 páginas e preço de R$10. Até o dia 5 de novembro, é possível comprar a HQ em pré-venda (aqui), com frete grátis. O lançamento oficial acontece no Festival Internacional de Quadrinhos – FIQ (11 a 15 de novembro) e Comic Com Experience – CCXP (3 a 6 de dezembro).

CCXP 2015: Inscrições para o Artists’ Alley serão encerradas neste domingo (10)

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O Artists’ Alley, ou Beco dos Artistas, é a área da convenção dedicada aos quadrinhistas independentes. Segundo a organização, 75% dos artistas que ocuparam as mesas na edição de 2014 não são ligados às grandes editoras. Mesmo os 25% restantes estavam lá para divulgar e vender seus trabalhos autorias.

Em que pese os estandes luxuosos dos grandes estúdios e editoras de quadrinhos presentes à CCXP do ano passado, não há dúvida de que o Artists’ Alley foi a grande atração do evento.

Prova do seu sucesso é que os organizadores estão ampliando o espaço para 160 mesas (contra 125 da edição anterior). O tamanho das mesas também aumentou em 20 cm no comprimento.

Artistas interessados podem concorrer a uma delas até o dia 10, próximo domingo. O investimento é de R$ 600 para os quatro dias da CCXP 2015, e os selecionados têm a opção de dividir a mesa – e os custos – com mais um colega.

De acordo com o regulamento, no processo de seleção será dada preferência àqueles com produtos diretamente ligados aos quadrinhos, em especial com trabalhos a serem lançados no evento.

Quem participou da edição anterior não tem lugar garantido na deste ano (3 a 6 de dezembro). Para conhecer todas as regras e fazer sua inscrição, clique aqui.

Um dia na Comic Con Experience

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O texto abaixo é muito mais um relato pessoal do que uma cobertura jornalística; mais a visão do leitor que a do profissional.

Uma palavra define a Comic Con Experience (CCXP), que começou ontem em São Paulo e vai até domingo (4 a 7 de dezembro): profissionalismo. Do carpete aos corredores largos, dos sanitários limpos e sem fila à robusta praça de alimentação, da climatização do pavilhão à equipe de apoio bem treinada, tudo lembra as milionárias feiras de negócios organizadas por empresas com décadas de experiência – só que voltada ao público final.

Levando em conta apenas o primeiro dia da convenção, dá para prever que esta edição de estreia da CCXP será um sucesso.

O público aderiu à ideia de ver reproduzido no Brasil o formato das convenções internacionais de cultura pop. Apesar do elevado valor do ingresso – e aqui não faço considerações se é justo ou não, e sim o padrão médio do leitor brasileiro de quadrinhos -, durante várias horas corredores e estandes permaneceram lotados.

Outros públicos importantes também aderiram:

Mídia: a quantidade de jornalistas na abertura e coletiva de imprensa vai garantir uma ampla divulgação do evento. E não se trata apenas de mídia especializada. Várias equipes de emissoras de TV aberta circularam pelo pavilhão durante todo o dia. Antes da abertura, jornais impressos de circulação nacional deram bom espaço para o evento.

Grandes expositores: as editoras, estúdios de entretenimento e lojas de colecionáveis investiram alto em estandes. Eddy Barrows, que há anos desenha para o mercado internacional, me disse que o da Marvel na CCXP está melhor do que na San Diego Comic Con de 2013, última vez que ele visitou o evento gringo;

Pequenos expositores: lojas pequenas reunidas no espaço Stores Alley registraram movimento de compradores o dia todo. Muitos me disseram que mal conseguiram sair do estande para aproveitar o evento, e o proprietário da Empório HQ dava como certo o retorno do investimento;

Artistas: O Artists Alley reuniu 215 quadrinhistas em 125 mesas. Cada um deles pagou entre R$ 375 e R$ 475 por uma mesa com dois lugares, dependendo da data da reserva. A mesa de artistas mais conhecidos pelo público – Danilo Beyruth, Vitor Cafaggi, Gustavo Duarte, Fábio Moon e Gabriel Bá – tiveram fila o dia todo, e no geral todas estavam bem frequentadas.

Problemas

Sim, há. O credenciamento de imprensa foi confuso. Logo na abertura, quando ocorre maior concentração destes profissionais, três guichês de atendimento permaneceram fechados. Demorei 30 minutos para pegar meu crachá, e colegas relataram que perderam quase uma hora na fila.

Assim como aconteceu comigo, muitos outros que fizeram o pré-credenciamento pela internet e receberam e-mail de confirmação da assessoria de imprensa não estavam com o nome no sistema. Acabamos liberados, mas é o tipo de coisa que atrasa o processo. Se o problema for reproduzido na bilheteria para público, a situação pode ficar caótica.

De resto, não há registro de mais incidentes. A presença da segurança e brigada de incêndio é constante. O vidro de uma das vitrines do estande da Eaglemoss quebrou; cheguei bem no instante em que o espaço estava isolado para reparo, com presença do bombeiro.

Vale o ingresso?

Esse é o tipo de resposta que depende do perfil e das intenções do visitante. O preço da meia-entrada nos dois primeiros dias é R$ 80; no fim de semana, R$ 100. Se ele pagar na esperança de resgatar o valor em desconto nas compras, como acontece no FestComix, por exemplo, pode se desapontar.

Não observei preços abusivos, mas também nenhuma grande promoção. Um amigo disse que a Panini estava dando 25% sobre todos os títulos; não consegui conferir: por duas vezes entrei e saí do estande porque a fila para pagamento estava desanimadora. Na Comix era possível garimpar alguma coisa com preço convidativo, mas não como regra.

Por outro lado, para aquele visitante que busca maior aproximação com seus ídolos o ingresso pode valer a pena. Don Rosa e Klaus Janson estão disponíveis a maior parte do tempo no Artists Alley; há também muitos artistas brasileiros que desenham para o exterior. Sem falar da oportunidade, dentro do próprio Artists Alley, de comprar HQs independentes difíceis de achar nas lojas e interagir com seus autores.

Os grandes estandes também oferecem várias atrações gratuitas, como exposições, sessões de fotos e oficinas. Além disso, a curiosidade de visitar uma convenção nos moldes internacionais pode justificar o valor do ingresso.

Os organizadores revelaram durante a coletiva de imprensa de abertura que pelo menos mais duas edições da CCXP estão confirmadas. A de 2015, inclusive, já tem data marcada: 3 a 6 de dezembro.

Se alcançaram a meta de receber 20 mil visitantes no primeiro dia (a previsão é de 80 mil para os quatro) não há informação disponível. Mesmo que tenha ficado abaixo, é bem possível que o final de semana compense, tendo em vista não só a divulgação na mídia, mas também o fato de que a convenção ficou espantosamente cheia para uma quinta-feira.

Fico devendo detalhes sobre a área voltada para videogames, a Go4Gold. Não é minha praia, e nem passei perto.

Para mais detalhes sobre as atrações, leia nosso post anterior.

Comic Con Experience começa amanhã (4), em São Paulo

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É a primeira convenção de cultura pop nos moldes internacionais, como as de San Diego e Nova York, a ser realizada no Brasil. O que difere a Comic Con Experience (CCXP) de eventos nacionais já consagrados – FestComix, Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), Gibicon Curitiba, Brasil Comic Con, entre outros – é o foco mais abrangente e a parceria com grandes estúdios de entretenimento.

Disney (Marvel, Star Wars, Pixar), Warner, Sony, Fox e Paramount são os principais expoentes do cinema com estande na CCXP. Entre as editoras, Panini, Aleph, Mauricio de Sousa Produções, Devir, JBC, Leya, Marsupial, Jambô, Boitempo, Companhia das Letras, Record, Planeta D’Agostini e Novo Conceito.

É forte a presença também de empresas de toys e colecionáveis: PiziiToys (com as marcas Iron Studios, Bandai, Kotobukiya, Hot Toys, SideShow, PlayArts), Mimo, Eaglemoss, Hasbro e Ímãs do Brasil.

Os visitantes podem comprar diretamente nestes estandes ou nos das lojas multimarcas: Comix, Casa do Herói, Limited Edition, Mundo Geek, Toyshow e várias outras. A CCXP terá sua própria loja oficial.

Veja lista completa dos estandes aqui

Artists Alley

A convenção terá um espaço dedicado exclusivamente a autores, o Artists Alley. A lista disponível no site do evento soma 125 mesas e 209 artistas, que estarão vendendo suas HQs publicadas de forma independente ou por meio de editoras.

Não é exagero dizer que o espaço reúne o melhor da atual produção nacional de quadrinhos, assim como artistas brasileiros que desenham para as grandes editoras norte-americanas. Convidados internacionais – Dave Johnson, Sean Murphy, Klaus Janson e Don Rosa – também terão mesas no Artists Alley.

Veja lista completa dos autores aqui

Convidados

Além destes, há outros convidados internacionais: Jason Momoa (Game of Thrones), Richard Armitage (O Hobbit), Sean Astin (O Senhor dos Anéis), Edgar Vivar (Chaves), Olivier Coipel (Thor), Scott Snyder (Batman) e a lenda viva dos quadrinhos, José Luis García-Lopez.

Veja lista completa dos convidados aqui

Programação

Todos estes convidados, nacionais e internacionais, participam de uma programação ampla. Tem apresentações sobre cinema, quadrinhos, TV e internet, sessão de fotos e autógrafos, masterclasses e o Business Summit, com palestras e mesas redondas exclusivamente para tratar de negócios e parcerias entre os profissionais.

Uma convenção de cultura pop que se preze precisa apresentar conteúdo exclusivo, e isso os visitantes vão encontrar na CCXP: pré-estreia dos filmes O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos e Operação Big Hero, e da série da Netflix Marco Polo; mais painel sobre Vingadores: A Era de Ultron.

Claro que os expositores também estão preparando seus eventos nos estandes. A MSP, por exemplo, vai produzir ao vivo a próxima edição da revista Tina e apresentar a estátua do personagem Astronauta na versão de Danilo Beyruth para a série Graphic MSP; a Hasbro terá oficina de desenho dos Transformers com o ilustrador Marcelo Matere; a Paramount exibe o primeiro trailer e cartaz oficial de Exterminador do Futuro: Gênesis; a Disney antecipa conteúdo exclusivo de suas próximas animações: Divertida Mente e LAVA.

Veja programação oficial completa aqui

Ingressos

Realizar um evento de porte internacional tem seu preço; participar dele, também. A venda antecipada está encerrada, e agora os ingressos terão que ser adquiridos na bilheteria.

Na 5ª e 6ª feira, o preço é R$ 160; no sábado e domingo, R$ 200. A meia entrada é permitida nos termos da lei (estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência) e para o chamado ingresso social, que significa a doação de um livro em bom estado de conservação.

Quem quiser uma experiência mais próxima aos convidados internacionais, pode adquirir, à parte (não incluso no ingresso), o Meet & Greet – momento para tirar foto oficial com o ídolo e levar um item para autografar. O M&G com Jason Momoa e Sean Astin, por exemplo, custa R$ 100 a foto e R$ 80 o autógrafo. No caso de Edgar Vivar, R$ 70 e 50.

Como chegar

A CCXP acontece no Centro de Exposições Imigrantes. A melhor opção é ir de metrô até a estação Jabaquara e pegar uma das vans gratuitas para o evento, oferecidas pelos organizadores. Quem optar por ir de carro vai desembolsar mais R$ 30 de estacionamento pelo período de 12 horas.

O site da CCXP tem uma ótima seção de dúvidas. Consulte aqui

Serviço
Comic Con Experience
Data: 4 a 7 de dezembro
Horários: dia 4, das 12h às 22h; 5 e 6, das 10 às 22h; 7, das 10h às 20h.
Local: Centro de Exposições Imigrantes (rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – próximo ao metrô Jabaquara)
Realização: Chiaroscuro Studios e Omelete

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