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Linha de brinquedos do Capitão América

Por ocasião do lançamento do filme do Sentinela da Liberdade nos cinemas, a Hasbro colocou uma linha de bonecos e acessórios no mercado para fã nenhum botar defeito. Confira

Escudo: em duas versões. A mais sofisticada tem 38 cm e dispara discos de borracha (R$ 180); o outro é um disco simples de plástico leve, com alça (R$ 50).

Máscara: bem bacana, feita de borracha resistente (R$ 50).

Bonecos 10 cm: tem a linha básica, com articulações e grande variedade de figuras: várias versões do Capitão América, Capitão Britânia, Caveira Vermelha, Soldado Invernal, soldado da Hidra e outros (R$ 40); e a linha de luxo, em que os bonecos, também em várias opções, vêm com acessórios de encaixe (R$ 70).

Boneco 20 cm: com menos articulações que os menores, porém bem fiel ao uniforme do filme (R$ 80).

Boneco eletrônico: com 23 cm, acessórios e um dispositivo de fala quando acionada a estrela no peito (R$ 150)

Veículos: em dois modelos, uma moto e um quadriciclo, vem acompanhada de uma figura básica que não desdobra o joelho! (R$ 80).

Filme do Capitão América é destaque da Mundo dos Super-Heróis

Aproveitando a onda do novo longa-metragem dos Sentinela da Liberdade, a edição 28 da publicação, já nas bancas das capitais de SP e RJ, preparou um dossiê com 37 páginas com detalhes da produção e uma entrevista exclusiva com os roteiristas do filme, Christopher Markus e Stephen McFeely.

Para completar, a matéria de capa apresenta a trajetória do Capitão América nas matinês, desenhos animados e filmes para TV, além de uma “biografia” de seu principal vilão, o Caveira Vermelha, na seção Procurado.

Outras seções da revista falam sobre a vida e a carreira de Steve Ditko, cocriador do Homem-Aranha nos anos 1960; um especial sobre a animação Batman: Os Bravos e Destemidos, atualmente em exibição no Cartoon Network; a história da publicação Aventura e Ficção; uma seleção de figuras de ação e estátuas das mais belas heroínas dos quadrinhos, da TV e do cinema; uma matéria sobre o super-herói brasileiro Flama, criado por Mike Deodato Sr. nos anos 1960; um apanhado de comerciais de gosto duvidoso com super-heróis; e um artigo sobre as novidades que a editora DC Comics anunciou para setembro, com comentários de profissionais como Mark Waid, Kurt Busiek e Joe Bennett.

A revista Mundo dos Super-Heróis tem 100 páginas e custa R$ 14,90. Assinaturas e compra de edições anteriores podem ser feitas pelo site da Editora Europa.

Bilheteria EUA: Capitão América fica em terceiro lugar

Em seu segundo final de semana, o filme estrelado por Chris Evans arrecadou US$ 24,9 milhões. Como os números ainda são estimados, a curiosidade vai para um empate de duas estreias no primeiro lugar: Cowboy & Aliens e The Smurfs, ambos com US$ 36,2 milhões.

Para o leitor que gosta de curiosidades, aí vão mais duas: Cowboys & Aliens é também adaptado dos quadrinhos – uma graphic novel publicada em 2006 – e o diretor é Jon Favreau, o mesmo dos dois filmes do Homem de Ferro.

Na comparação com o final de semana de estreia, Capitão América: O Primeiro Vingador sofreu uma quebra brusca de 62%. No acumulado da bilheteria americana, o filme arrecadou US$ 116,8 milhões nos dez primeiros dias – menos que Thor no mesmo período: US$ 119,5 milhões.

Spoiler: final de Capitão América e trecho de Vingadores

A Marvel liberou um microtrecho, na verdade, das cenas pós-créditos de Capitão América: O Primeiro Vingador que caíram na internet na semana passada.

Por algum motivo, atrelou a novidade à cena final do filme, o que significa que o vídeo abaixo é um baita spoiler.

Assista por sua conta e risco.

Crítica em áudio: Capitão América, O Primeiro Vingador

Gravada com Maurício Muniz, do site Antigravidade, logo após a exibição do filme para jornalistas. Ouça e comente:

Papo de Quadrinho viu Capitão América: O Primeiro Vingador

A convite da assessoria de imprensa da Paramount, este editor assistiu ao filme numa exibição exclusiva para jornalistas.

Em respeito aos leitores do blog, esta nota não contém spoilers.

Capitão América: O Primeiro Vingador, que estreia no Brasil nesta sexta (29), é o último passo do caminho para o filme dos Vingadores, previsto para maio de 2012, e que reúne o panteão da editora Marvel.

Neste aspecto, Capitão América cumpre sua função ao agregar vários elementos da mitologia que começou a ser construída com o primeiro filme do Homem de Ferro e conduzida magistralmente pelo produtor Kevin Fiege.

A história começa no tempo presente, com a descoberta de uma aeronave altamente tecnológica e que guarda em seu interior o famoso escudo do herói da Segunda Guerra Mundial.

Corte seco para a década de 1940: o franzino Steve Rogers quer a todo custo alistar-se no exército americano para combater os nazistas. A partir daí, é a história que todos conhecem: Rogers é escolhido como cobaia para o Projeto Renascer e se torna um supersoldado – o único, graças a um espião da Hidra, seção de pesquisa científica de Adolf Hitler comandada pelo inescrupuloso Johann Schmidt, o Caveira Vermelha.

Capitão América é um filme de matinê – e quando se toma ciência disso, fica clara a escolha pelo diretor Joe Johnston. Em muitos momentos, lembra um dos primeiros sucessos de Johnston no cinema, The Rocketeer, de 1991.

O clima construído pelo diretor é a perfeita tradução do Capitão América: um herói que, a despeito dos horrores da guerra, foi forjado uma época em que decência e patriotismo valiam alguma coisa.

É neste clima que o espectador deve entrar para curtir o filme em sua plenitude. Não há cenas de ação videoclipadas, não há violência gratuita nem efeitos especiais mirabolantes. É só o bom e velho Capitão América lançando seu escudo e combatendo o mal ao lado do inseparável Bucky Barnes e do Comando Selvagem.

Por falar em efeitos, a montagem de Chris Evans num corpo raquítico está entre os melhores do cinema nos últimos anos.

Os leitores de quadrinhos vão se deliciar com as várias referências: numa cena, é possível ver o Tocha Humana original (o androide Jim Hammond); na fase da propaganda de guerra, o Capitão – vestido com seu uniforme clássico – soca um falso Hitler, relembrando a capa da primeira revista do herói nos quadrinhos – e, no filme, a imagem vira mesmo uma capa de HQ.

Leitores mais assíduos vão perceber que, assim como no filme Thor, a trama mescla elementos da cronologia regular com a do Universo Ultimate, resultando numa história coerente e muito bem construída.

A amarração com a mitologia dos Vingadores aparece em diversos momentos, não só no final, quando a trama volta ao tempo presente, mas também no passado – em especial na participação ativa de Howard Stark (Dominic Cooper), pai de Tony Stark, o Homem de Ferro.

O elenco dá conta do recado com louvor. Chris Evans, para quem muita gente torceu o nariz, transmite com perfeição toda a hombridade de seu personagem, seja como o tímido Steve Rogers seja como o altivo Capitão América.

Tommy Lee Jones dispensa apresentações e carrega quase todo o alívio cômico do filme. Hugo Weaving já se provou um ótimo vilão como o agente Smith de Matrix e um excelente ator mesmo por trás de uma máscara, como em V de Vingança; seu Caveira Vermelho não foge à regra. Por força do roteiro, a atuação de Hayley Atwell como a agente Peggy Carter é bastante contida, mas, ainda assim, sua beleza enche a tela.

Capitão América: O Primeiro Vingador tem um roteiro bem amarrado, ótimas atuações e ótima reconstituição de época. É uma adaptação que se basta como filme e pode ser assistida por todo tipo de espectador, de todas as idades.

Se há algo que deixa a desejar no longa é seu clímax. Quem conhece o personagem, sabe de seu sacrifício final. É um momento angular e que define a cronologia do Capitão América para as décadas seguintes. Merecia uma dose dramática maior. Por isso, e só por isso, não é um filme perfeito.

Capitão América se coloca no mesmo nível de Thor e do primeiro Homem de Ferro. Não é pouco. E conforta os fãs de que Os Vingadores estarão muito bem representados.

“Capitão América” estreia em 1º lugar nos Estados Unidos

Estimativa indica que o filme faturou US$ 65,8 milhões nas bilheterias americanas entre os dias 22 e 24 de julho. O resultado é pouco superior ao fim de semana de estreia de Thor (US$ 65,7 mi) e bem acima ao de outros dois longas recentes de super-heróis: X-Men: Primeira Classe (US$ 55,1 mi) e Lanterna Verde (US$ 53,2 mi).

Na comparação com outros filmes da Marvel, Capitão América: O Primeiro Vingador perde para os três filmes do Homem-Aranha, os dois do Homem de Ferro, o segundo e terceiro dos X-Men e Wolverine, em seus respectivos finais de semana de estreia.

Em compensação, fica à frente de dos já citados Thor e X-Men: First Class, dos dois filmes do Quarteto Fantástico, do primeiro X-Men, dos dois do Hulk e de muitos outros.

Neste final de semana Capitão América superou o último Harry Potter, em sua segunda semana de exibição (US$ 48 mi); porém, se comparado à estreia, o bruxinho dá uma lavada, já que faturou US$ 169 mi entre os dias 15 e 17.

Muita ação no novo clip de Capitão América

O vídeo liberado ontem (14) pela Marvel tem apenas 30 segundos, mas resume tudo aquilo que os fãs esperam do longa-metragem do Sentinela da Liberdade: socos, chutes e arremessos de escudo.

Capitão América terá sua estreia mundial na próxima terça-feira (19), com transmissão ao vivo da cerimônia no site da Marvel.

Nos cinemas americanos, o filme chega na sexta-feira seguinte (22) e, por aqui, uma semana depois (29).

Novas mochilas do Thor e Capitão América

Hoje em dia, grande parte da receita da indústria de entretenimento vem de bonequinhos e qualquer produto em que haja espaço para estampar uma marca ou personagem.

Estima-se que a indústria de brinquedos, por exemplo, concentre 80% do seu faturamento em licenciados. A de material escolar não fica muito atrás.

Entre uma centena de novidades que a Sestini vai apresentar para o mercado na feira Office PaperBrasil Escolar, em agosto, há pelo menos duas linhas dedicadas aos principais blockbusters de super-heróis deste ano: Thor e Capitão América.

As mochilas têm impressão frontal em alto relevo, logo em 3D, puxadores personalizados, alças anatômicas e costas em EVA. No caso do Thor, o martelo vem costurado em baixo relevo e, do Capitão, a letra A. Além disso, um efeito ilumina o martelo ou o escuto da figura frontal, dependendo do modelo.

A Sestini vai lançar também as linhas do desenho do Homem-Aranha e do filme do Homem de Ferro.

Novo trailer do Capitão América. Fantástico!

O segundo trailer oficial do filme é forrado de cenas inéditas e deixa a história mais amarrada para quem não está habituado aos quadrinhos.

Tem tudo para ser o melhor filme de super-heróis do ano – e olha que Thor e X-Men: Primeira Classe são concorrentes de peso.

Capitão América estreia 22 de julho nos Estados Unidos e dia 29 por aqui.

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