Revista O Grito!

Papo de Quadrinho — O Grito! Blogs – Quadrinhos

Tag: Al Stefano

Salseirada, de Al Stefano, homenageia Mestre Salu e o folclore brasileiro

Protagonistas da trama receberam o nome do rabequeiro e de outro ícone do maracatu, Zabé da Loca.

Próximo lançamento acontece no Butantã Gibicon, dia 1º de dezembro, e depois segue para a CCXP, de 5 a 8 de dezembro, ambos em São Paulo.

Uma das maiores autoridades em cultura popular do Brasil, Manuel Salustiano Soares, o Mestre Salu (1945-2008), inspirou uma geração de artistas como Chico Science, Antonio Nobre e Siba. Mais recentemente, inspirou também o quadrinhista Al Stefano na produção de seu novo livro em quadrinhos, Salseirada (Zapata Edições, 120 páginas, R$ 30).

Repleta de referências ao folclore brasileiro, a trama mostra como o rabequeiro Salú encontrou a “rabeca do tempo”, instrumento mágico que controla o clima. Junto com sua irmã Zabé e o amigo Mutum, ele percorre o sertão nordestino levando música e chuva para aliviar o sofrimento de pequenos lavradores assolados pela seca e pela fome.

O problema é que, no passado, a rabeca do tempo pertenceu a um coronel ganancioso, que usou o instrumento mágico para eliminar desafetos e prosperar. Agora, seu neto e um bando de jagunços querem recuperar a rabeca a qualquer preço. Somente a intervenção de espíritos da floresta, como a Caipora, Pé de Garrafa, Quibungo e Lobisomem, pode impedir que ela retorne para as mãos erradas…

Inspiração

A história já estava pronta quando Stefano, durante o processo de pesquisa iconográfica, se deparou com a rica trajetória de Mestre Salu e, por coincidência, com seu quarto e último disco, chamado Mestre Salu e a sua Rabeca Encantada.

A partir daí, as canções do rabequeiro embalaram o trabalho do artista na produção de Salseirada. Em homenagem ao mestre, o protagonista da HQ foi batizado como Salú, do mesmo modo que sua irmã ganhou o nome da musicista Zabé da Loca (Isabel Marques da Silva), outro ícone do maracatu pernambucano.

Lançamentos

Salseirada foi um dos projetos selecionados pelo 1º Edital de Publicação de Histórias em Quadrinhos da Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo e teve pré-lançamentos em novembro, durante uma palestra de Al Stefano e do editor Daniel Esteves sobre produção de HQs, na Biblioteca Paulo Setúbal, em São Paulo, e no evento Jundcomics, em Jundiaí/SP.

O próximo lançamento acontece no Butantã Gibicon, no dia 1º de dezembro e, depois, segue para a Comic Con Experience (CCXP), de 5 a 8 de dezembro, ambos na capital paulista. A HQ já está disponível na loja virtual da Zapata Edições.

Sobre o autor

Al Stefano: Iniciou a carreira como ilustrador nos anos 90 atendendo as maiores editoras do País em livros didáticos, literatura e revistas, além de produtos, jogos, storyboards e publicidade. Participou de diversas publicações de HQs, como Por mais um dia com Zapata, São Paulo dos Mortos, Archimedes Bar, Bichos, Orixás, Metal Pesado, Monica(s), Zemurai e Pelota, entre outras. Como autor, lançou As Aventuras coloniais de Mineirão e Zé Bonfim, projeto contemplado pelo ProAC – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo.

Papo de Quadrinho escolhe as Melhores HQs nacionais de 2015

Depois da lista de Melhores HQs estrangeiras, chegou a hora das nacionais.

Num ano de produção vasta e qualificada, amplificada pela realização de dois importantes eventos, FIQ e CCXP, selecionar apenas 10 obras não foi uma tarefa fácil.

Nunca é demais repetir: os livros abaixo são os preferidos entre aqueles lidos pelos editores do blog – um volume muito aquém de toda a produção anual.

Conheça nossa lista de Melhores HQs nacionais de 2015, em ordem alfabética:

DodôDodô (Felipe Nunes – Independente)

Felipe Nunes é considerado um dos expoentes da nova geração de quadrinhistas brasileiros, uma geração que tem muito a dizer. Depois do excelente e premiado Klaus, o autor volta a explorar o universo infantil. Desta vez, pelos olhos de Lola, menina de seis anos que não vai à escola, não tem amigos e recebe pouca atenção da mãe. Até que num belo dia ela encontra um (amigo imaginário?) Dodô. De simples distração, o pássaro se converte no gatilho que vai explodir emoções e segredos há muito guardados. A forma como Nunes trabalha o sentimento de rejeição é um soco no estômago no leitor.

Dois IrmãosDois Irmãos (Fabio Moon e Gabriel Bá – Cia. das Letras)

A obra adapta o livro de Milton Hatoum, de 2000, sobre dois gêmeos de família libanesa residente em Manaus. É o primeiro trabalho conjunto da dupla de irmãos desde Daytripper, de 2011. Diferentes e rivais desde muito cedo, Yaqub e Halim são como luz e sombra – um recurso gráfico que os autores exploram não só na relação entre eles, mas também, e principalmente, no detalhamento da arquitetura de Manaus, onde se passa grande parte da história. Moon e Bá traduziram com maestria a densidade da narrativa de Hatoum para a nona arte e preencheram algumas lacunas que antes viviam apenas na imaginação dos leitores da obra original.

Limiar Dark MatterLimiar: Dark Matter (Luciano Salles – Independente)

Luciano Salles optou por encerrar a trilogia iniciada em O Quarto Vivente e seguida por L’Amour: 12 Oz com uma ficção científica. Os amigos Carino e Nádio pretendem honrar – e vingar – um terceiro integrante da sua confraria, Amerício, “memorizado” por desafiar as regras de uma sociedade controladora. Neste futuro distópico, a “matéria escura” do título – um elemento cósmico que desafia a Ciência até hoje – encontra-se sintetizada numa espécie de alucinógeno que amplia os sentidos dos dois amigos e os incita a se lançarem numa aventura suicida. Na comparação com os demais trabalhos de Luciano, Dark Matter talvez seja o que tem a narrativa mais linear, mas não menos intrigante. E sua arte, como sempre, é arrebatadora.

Louco FugaLouco – Fuga (Rogério Coelho – MSP Produções/Panini)

Esta é mais que uma aventura nonsense, como costuma acontecer nas recorrentes participações especiais do Louco nas revistas da Turma da Mônica. Rogério Coelho lança mão de sua vasta experiência como ilustrador para contar uma história que homenageia a arte de contar histórias. Na trama, o Louco é o herói de seu mundo interior, onde precisa salvar o pássaro mágico – que inspira todos os escritores – das garras dos Guardiões do Silêncio. Isso se dá numa narrativa que mistura metalinguagem, lirismo, diagramação ousada, cenários fantásticos, traços e cores que remetem aos livros de fábulas.

Mil Léguas TransamazônicasMil Léguas Transamazônicas (Will e Spacca – Independente)

Quando dois visionários se encontram, o resultado não pode ser menos que impressionante. Isso vale para o encontro fictício do Barão de Mauá e Júlio Verne, e também para a dupla de autores, Will e Spacca. A obra é uma mistura tão bem elaborada de ficção e pesquisa histórica que fica difícil distinguir onde termina uma e começa a outra. A trama, que envolve a exploração do Rio Amazonas em pleno Segundo Império no barco voador Uirapuru, tem intrigas políticas, a lenda das guerreiras amazonas e até um certo “Diabo Coxo” que embarca meio que acidentalmente na aventura. Esse último elemento faz de Mil Léguas Transamazônicas uma homenagem não só à História do Brasil e à ficção científica, mas também ao próprio desenvolvimento da nona arte no País.

O Astronauta de PijamaO Astronauta de Pijama (Samantha Flôor – Marsupial Editora)

A autora mergulha fundo no imaginário infantil ao acompanhar a aventura do garoto que precisa resgatar seu gato das entranhas de um simpático e imaginário monstro. O recurso da ausência de texto, que estende a leitura para todas as idades, é compensado de forma competente pela expressividade dos personagens e o dinamismo da narrativa.

Por mais um dia com ZapataPor Mais um Dia com Zapata (Daniel Esteves, Alex Rodrigues e Al Stefano – Zapata Edições)

A obra refaz os passos do revolucionário mexicano Emiliano Zapata desde os primeiros confrontos com os soldados do ditador Porfirio Díaz até seu assassinato numa emboscada em Chinameca. A história é contada pelo ponto de vista de “Brasileño”, personagem fictício que faz o elo entre a Revolução Mexicana e o massacre da comunidade de Canudos, ocorrida no interior da Bahia em 1896. A convergência de duas linhas temporais distintas forma um mosaico que lança um novo olhar sobre este importante momento histórico da América Latina.

Quando a Noite fecha os OlhosQuando a Noite Fecha os Olhos (André Diniz e Mário Cau – Independente)

A diversidade tratada de forma honesta e sensível. Não se pode esperar menos dos dois autores que, com carreiras consagradas, realizam seu primeiro trabalho conjunto. Camilo vive uma noite eterna e tem como companhia apenas os objetos de seu quarto. Quando as circunstâncias se impõem, ele precisa enfrentar demônios internos e externos para finalmente se libertar. O recurso narrativo de usar o clima e objetos inanimados para expor a psique do personagem é, se não inédito, de uma beleza ímpar.

Steampunk LadiesSteampunk Ladies – Vingança a Vapor (Zé Wellington, Di Amorin e Wilton Santos – Editora Draco)

Rabiosa e Sue foram unidas pelo destino, pelo desejo de vingança e pela percepção que, juntas, têm mais chance de enfrentar o inimigo comum e impedir o fantástico assalto a um trem blindado. O roteiro é muito bem construído, sem sobressaltos e diálogos que soam naturais. Os autores optaram pelo ambiente clássico do faroeste: cidades pequenas, amplos desertos, abismos inexpugnáveis. Os flashbacks funcionam de forma orgânica e lembram alguns bons filmes do gênero. Em termos de qualidade – de roteiro, arte, produção editorial e gráfica – Steampunk Ladies não perde em nada para álbuns norte-americanos e europeus de faroeste.

Turma da Mônica – Lições (Vitor e Lu Cafaggi – MSP Produções/Panini)

Como o próprio nome evoca, Lições versa sobre o aprendizado. Partindo da metáfora da lição de casa, os autores colocam os personagens numa situação em que precisam aprender a arcar com as consequências de seus atos. Um olhar mais atento revela que a HQ fala da dor do crescimento. Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali estão agora no primeiro ano do Ensino Fundamental; eles cresceram e perderam o direito à impunidade para certos tipos de travessura. O castigo arranca as crianças da sua zona de conforto e as obriga a ver que o mundo é muito maior do que seu restrito círculo de amizades. O final aberto deixa uma mensagem de que crescer é difícil, sim, mas, ao mesmo tempo, é como se o mundo escancarasse uma janela de infinitas oportunidades. Turma da Mônica – Lições é quadrinho de gente grande, criado por dois irmãos que atingiram a maturidade artística, mas nunca perderam o olhar de criança sobre todas as coisas.

“Archimedes Bar” faz crônica da esquina do universo

capa-ARCHIMEDES-alta-fechada

Do Press-Release

Há um bar na esquina do universo e seu dono se chama Archimedes. Apesar da dura fiscalização imposta pelos brainizianos, do difícil acesso e da clientela alienígena, lá acontecem coisas dignas de qualquer boteco, de qualquer esquina, de qualquer cidade brasileira: contendas entre os frequentadores, discussões acaloradas sobre futebol, quebradeira.

É neste cenário que se desenrola a HQ Archimedes Bar (Zapata Edições, 32 páginas, R$ 10), produzida por professores e um ex-aluno, Danilo Pereira, da escola de quadrinhos HQ em FOCO, de Daniel Esteves, editor da Zapata Edições.

São três crônicas curtas que não têm ambição maior que divertir e servir de exercício narrativo do cotidiano. Intercalando as histórias, imagens apresentam alguns “clientes ilustres” do bar do Archimedes.

Archimedes Bar” será lançada no Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), que acontece em Belo Horizonte, Minas Gerais, de 11 a 15 de novembro. Durante o evento, a Zapata Edições lança duas outras HQs: Por mais um dia com Zapata (136 páginas, R$ 25), sobre a trajetória de luta do revolucionário mexicano, e 147 (24 páginas, R$ 10), uma sátira sobre o discurso de ódio que infesta as redes sociais e destrói amizades.

Sobre os autores

Daniel Esteves: Roteirista e professor de histórias em quadrinhos na escola HQ em FOCO, é membro do coletivo de quadrinhos PETISCO e responsável pelo selo independente da Zapata Edições. Editou e escreveu diversos quadrinhos, entre eles: KM Blues, São Paulo dos Mortos, Nanquim Descartável. Sua produção independente foi contemplada com quatro Troféus HQ Mix, principal premiação do segmento. Publicou também pela Editora Nemo e ganhou o troféu Angelo Agostini em 2009 e 2012 como melhor Roteirista Nacional.

Alex Rodrigues: Desenhista e designer, atua há nove anos como ilustrador atendendo diversas editoras e agências de publicidade. Ministrou aulas, palestras e oficinas de desenho e quadrinhos durante quatro anos na escola HQ em FOCO. Como quadrinista colaborou para edições da HQ em FOCO, como Nanquim Descartável, Pelota: Futebol e Quadrinhos, São Paulo dos Mortos volumes 01 e 02, entre outros.

Al Stefano: Desde 1991, vem atuando em diversos ramos das artes gráficas: animação, criação de material promocional, design de produtos, ilustração para livros didáticos, paradidáticos e literários, criação de storyboards, personagens e embalagens para publicidade, e professor de ilustração. Trabalhou para diversas editoras e ilustrou textos de autores como Ruth Rocha, Wagner Costa, Walcyr Carrasco e outros. Nos quadrinhos participou da coletânea Metal Pesado, de séries como Nanquim Descartável e São Paulo dos Mortos, da coletânea Mônica(s) e de cards para a Marvel Comics.

Samuel Bono: Atua como ilustrador em agências de publicidade. Professor de desenho e quadrinhos na HQ em FOCO, criou as tiras do Bucha, um super-herói do bairro paulistano de Itaquera. Participou da revista Areia Hostil, das tiras do Homem Grilo, da revista Cometa e da série Nanquim Descartável. Mais recentemente publicou no álbum São Paulo dos Mortos e na revista Pelota.

Danilo Pereira: Formado em técnico de Desenho de Comunicação e Design Gráfico. Ex-aluno dos autores citados anteriormente, esta é a sua primeira incursão nos quadrinhos.

Archimedes Bar

Autores: Daniel Esteves, Alex Rodrigues, Al Stefano, Samuel Bono e Danilo Pereira. Capa: Wanderson de Souza

Editora: Zapata Edições – Páginas: 32 – Formato: 16 x 25 cm – Preço: R$ 10,00

Lançamento: Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), de 11 a 15 de novembro (Serraria Souza Pinto, Belo Horizonte – Minas Gerais).

Lançamento em São Paulo: 3 a 6 de dezembro, na CCXP 2015 (São Paulo Expo Exhibition & Convention Center)

Mais informações: www.zapataedicoes.com.br

HQ reconta a luta do revolucionário mexicano Emiliano Zapata

Capa Zapata

Do Press-Release

Não é possível contar a história moderna do México sem levar em conta a vida e o legado de Emiliano Zapata (1879-1919). O revolucionário lutou contra a ditadura que vigorava naquele país no início do século 20 e pegou em armas para defender os direitos dos camponeses à terra e à liberdade.

O livro em quadrinhos Por mais um dia com Zapata (Zapata Edições, 136 páginas, R$ 25), de Daniel Esteves (roteiro), Alex Rodrigues e Al Stefano (arte), refaz os passos do revolucionário desde os primeiros confrontos com os soldados do ditador Porfirio Díaz até seu assassinato numa emboscada em Chinameca.

A história é contada pelo ponto de vista do brasileiro conhecido apenas como “Brasileño”, que fugiu para o México e se converteu num dos principais companheiros de Zapata. O personagem, fictício, faz o elo entre a Revolução Mexicana e outro evento histórico envolvendo a opressão aos mais pobres – no caso, o massacre da comunidade de Canudos, ocorrida no interior da Bahia entre os anos de 1896 e 1897.

A narrativa se dá em dois momentos distintos e intercalados: nos flashbacks que constroem a ascensão de Zapata como líder do Exército Libertador do Sul, e outro que acompanha a busca de “Brasileño” por seu líder e amigo, quando o movimento já havia perdido a força. A convergência das duas linhas temporais forma um mosaico que lança um novo olhar sobre este importante momento histórico da América Latina.

Fruto de extensa pesquisa bibliográfica, Por mais um dia com Zapata traz como extras a íntegra do “Plano de Ayala” e da “Ley Agraria”, documentos que contaram com a colaboração de Zapata e serviram de base para reforma agrária no México em meados do século passado.

O livro foi um dos projetos selecionados pelo Programa de Ação Cultural (ProAC), em 2014, e realizado com apoio da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

Outros lançamentos

O lançamento de Por mais um dia com Zapata acontece entre os dias 11 e 15 de novembro no Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), em Belo Horizonte, Minas Gerais, com presença dos autores.

Depois disso, será lançado dia 26 de novembro em São Paulo, na Livraria Azteca, e na CCXP 2015 (Comic Con Experience), megaevento de cultura pop que acontece na capital paulista de 3 a 6 de dezembro.

Durante o FIQ, uma das mais importantes plataformas de divulgação da produção nacional e independente de quadrinhos, Daniel Esteves lança outras duas HQs: 147 (24 páginas, R$ 10), com arte de Hugo Nanni, e Archimedes Bar (32 páginas, R$ 10), uma coletânea com vários autores, como Danilo Pereira, ex-aluno da escola HQ em FOCO, de Esteves.

Sobre os autores

Daniel Esteves: Roteirista e professor de histórias em quadrinhos na escola HQ em FOCO, é membro do coletivo de quadrinhos PETISCO e responsável pelo selo independente da Zapata Edições. Editou e escreveu diversos quadrinhos, entre eles: KM Blues, São Paulo dos Mortos, Nanquim Descartável. Sua produção independente foi contemplada com quatro Troféus HQ Mix, principal premiação do segmento. Publicou também pela Editora Nemo e ganhou o troféu Angelo Agostini em 2009 e 2012 como melhor Roteirista Nacional.

Alex Rodrigues: Desenhista e designer, atua há nove anos como ilustrador atendendo diversas editoras e agências de publicidade. Ministrou aulas, palestras e oficinas de desenho e quadrinhos durante quatro anos na escola HQ em FOCO. Como quadrinista colaborou para edições da HQ em FOCO, como Nanquim Descartável, Pelota: Futebol e Quadrinhos, São Paulo dos Mortos volumes 01 e 02, entre outros.

Al Stefano: Desde 1991, vem atuando em diversos ramos das artes gráficas: animação, criação de material promocional, design de produtos, ilustração para livros didáticos, paradidáticos e literários, criação de storyboards, personagens e embalagens para publicidade, e professor de ilustração. Trabalhou para diversas editoras e ilustrou textos de autores como Ruth Rocha, Wagner Costa, Walcyr Carrasco e outros. Nos quadrinhos participou da coletânea Metal Pesado, de séries como Nanquim Descartável e São Paulo dos Mortos, da coletânea Mônica(s) e de cards para a Marvel Comics.

SERVIÇO:

Por mais um dia com Zapata

Autores: Daniel Esteves, Alex Rodrigues e Al Stefano

Editora: Zapata Edições

Páginas: 136

Formato: 20,4 x 29,5 cm

Preço: R$ 25,00

Lançamento: Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), de 11 a 15 de novembro (Serraria Souza Pinto, Belo Horizonte – Minas Gerais)

Lançamentos em São Paulo: 26 de novembro, na Livraria Azteca (Rua Bartira, 351 – Perdizes), das 18h às 22h, e 3 a 6 de dezembro, na CCXP 2015 (São Paulo Expo Exhibition & Convention Center)

Mais informações: www.zapataedicoes.com.br

Papo de Quadrinho é um blog da Revista O Grito!. Todos os direitos reservados. © 2013–2020