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Muito lentamente, como é de se esperar do Congresso Nacional, ainda mais em ano de eleição.

Em outubro do ano passado, substitutivo do deputado José Stédile (PSB-RS) sepultou a obrigatoriedade de as editoras publicarem uma cota de quadrinhos nacionais, constante do projeto original 6.060/2009 (do deputado Vicentinho, PT-SP), e foi aprovado por unanimidade na Comissão de Cultura.

A nova versão do projeto – que prevê incentivos fiscais em vez da obrigatoriedade e ainda acena com editais para fomento da produção de HQs – seguiu para a Comissão de Constituição e Justiça, que levou quase um ano para designar a relatora, deputada Keiko Ota (PSB-SP)

Agora, os membros da comissão têm prazo de cinco sessões ordinárias a partir do dia 29 de setembro para apresentar emendas. O que isso representa em números de dias, só Deus sabe.

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