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Category: DC Comics (Page 3 of 13)

“The Flash”: revelada a identidade do Flash Reverso

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Atenção: as informações a seguir contêm spoilers e podem atrapalhar a surpresa de quem acompanha a série.

 

Pois é, um dos grandes mistérios de The Flash, a bem sucedida série que adapta o herói velocista dos quadrinhos para a TV, foi revelado nesta semana.

Antes da coletiva de imprensa do canal CW com staff e elenco das séries Arrow e The Flash, foram exibidas no telão fotos dos atores ao lado de imagens de seus respectivos personagens nas HQs.

A foto de Tom Cavanagh, que interpreta o Dr. Harrison Wells, veio acompanhada do Flash Reverso – maior inimigo e assassino da mãe do Flash quando ele ainda era uma criança.

Poderia ser só uma pegadinha, mas a confirmação veio logo depois, quando um repórter questionou Cavanagh: “Eu acho que a resposta mais direta para sua pergunta é: Sim, eu sou o Flash Reverso”.

A desconfiança entre os fãs era grande, já que o Dr. Wells finge ter sido ferido pela explosão do reator nuclear que deu origem ao Flash, mantém uma sala secreta em que acessa notícias do futuro e já se mostrou capaz de matar para proteger o destino do herói.

No entanto, o fato de outro personagem ostentar nome parecido à identidade civil do Flash Reverso nos quadrinhos – no caso, o detetive Eddie Thawne – e de o vilão e Dr. Wells terem contracenado no 9º episódio da temporada, desviaram a atenção.

Sobre Thawne, o produtor-executivo Andrew Kreisberg disse: “O nome dele não é um acidente. A conexão de Eddie com o Flash Reverso vai ser um dos grandes momentos da série”.

Escolhido ator de Ra’s Al Ghul em “Arrow”

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Que Liam Neeson, que nada! Quem vai interpretar o vilão na série de TV do Arqueiro Verde é o australiano Matt Nable, que estrelou no ano passado o filme Riddick ao lado de Vin Diesel.

A estreia de Nable como Ra’s Al Ghul se dará no quarto episódio da terceira temporada de Arrow, The Magician, previsto para ir ao ar nos Estados Unidos no dia 29 de outubro. É também o episódio de número 50 da série.

Ghul é o grande vilão da temporada e deve se converter na maior ameaça já enfrentada pelo Arqueiro Verde. Ele foi citado várias vezes ao longo programa como o temido líder da Liga dos Assassinos, que treinou personagens como o Arqueiro Negro (Malcolm Merlyn) e Canário Negro (Sarah Lance).

O canal CW descreve assim o vilão: “Orgulhoso e impiedoso, Ra’s é um estrategista implacável, um mestre das artes marciais e um manipulador da história. Ele carrega a sabedoria das eras, e protege alguns dos seus maiores segredos”.

A terceira temporada de Arrow estreia no dia 8 de outubro nos Estados Unidos e no dia 17 no Brasil, pela Warner Channel.

Papo de Quadrinho viu “Batman: Assault on Arkham”

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A mais recente animação da Warner/DC, lançada diretamente em DVD e Blu-Ray neste mês nos Estados Unidos, é a primeira a se inspirar no universo dos videogames – no caso, na franquia Batman: Arkham.

Em termos cronológicos, a história se passa depois de Arkham: Origins, e mostra a investida do Esquadrão Suicida – grupo de vilões recrutado por Amanda Waller – ao manicômio para resgatar informações sigilosas roubadas pelo Charada. Nesse meio tempo, Batman corre contra o tempo para encontrar uma bomba suja plantada em Gotham City pelo Coringa.

Claro que um grupo desses não poderia funcionar, e dentro do Asilo Arkham as coisas fogem do controle, ainda mais quando cada vilão tem sua própria agenda e o Coringa entra na equação.

Batman: Assault on Arkham é uma animação de dois integrantes do Esquadrão Suicida: Pistoleiro e Arlequina. O primeiro faz o tipo vilão honrado, enquanto a outra rouba a cena com sua atitude desmiolada.

Não há reparos a fazer nem em relação à técnica – que felizmente abandonou o visual anime das últimas animações da DC –, muito menos quanto ao roteiro bem estruturado, dinâmico e com as ótimas cenas de ação em que Batman se envolve.

O que chama atenção é o caráter mais “adulto” do desenho. Não à toa, está sendo lançado com classificação PG-13 (impróprio para menores de 13 anos).

Algumas cenas de cabeças explodindo talvez até sejam mais comuns para as crianças de hoje do que eram antigamente. Mas em outras, especialmente as que envolvem o Coringa, há crueldade somada à violência. E o sexo casual entre dois personagens, se não chega a seja a ser explícito é bastante sugestivo.

Melhor assim. O anterior O Filho do Batman pecou não só pela trama fraca e meio sem sentido, mas principalmente pela trama piegas e infantiloide. Batman: Assault on Arkham, ao contrário, é um desenho feito por gente grande para gente grande.

Miniaturas “especiais” da Marvel e DC começam a chegar ao Brasil

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Conforme adiantado com exclusividade pelo jornalista e colecionador Eder Pegoraro na revista Mundo dos Super-Heróis 57 (nas bancas), a Eaglemoss está satisfeita com as vendas das coleções de figurines no país.

O próximo passo da editora britânica é lançar as chamadas figuras “especiais”, ou seja, aquelas que não fazem parte da coleção encontrada nas bancas: maiores (ou duplas), mais caras e vendidas exclusivamente na sua loja virtual.

Entre as novidades anunciadas estão, pela Marvel, Destroyer, Apocalipse, Mojo, Fanático, Arcanjo, Executor, Rino, Homem-Coisa, Ka-Zar, Manto e Adaga, Galactus e Sentinela – estas últimas com incríveis 20 cm de altura, o dobro de um figurine regular – e, pela DC, Apocalypse (anteriormente fornecido como brinde para assinantes), Darkseid, Antimonitor (também com 20 cm), Batman (com moto) e uma figura dourada do Superman.

A Eaglemoss já havia lançado por aqui duas figuras “especiais”: Hulk e Vigia. Das novidades anunciadas, algumas já se encontram à venda: Apocalypse, Destroyer e Sentinela. Cada uma custa aproximadamente R$ 60 (50% a mais que as regulares).

Crítica – O fim da magia de Constantine

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O mago John Constantine conquistou uma legião de fãs em todo mundo, graças a sua personalidade incomum e sua capacidade de enfrentar criaturas monstruosas e eventos bizarros, muitas vezes salvando o dia apenas para salvar a si mesmo.

Suas histórias foram publicadas na revista Hellbalzer entre 1988 e 2013 e com o restart do universo ficcional da DC em Os Novos 52, a revista foi cancelada e em seu lugar nasceu Constantine, que estreou só em fevereiro no Brasil, mas nos EUA já amarga baixos índices de venda.

O resultado não poderia ser diferente, uma vez que Constantine peca ao abandonar os roteiros densos e a atmosfera incessante de terror para se aproximar do universo dos super-heróis, tentando integrar totalmente o mago aos personagens da editora.

Isso foi feito de modo acertado em Dark, a “Liga da Justiça Mística”, mas a dinâmica de John Constantine com outros heróis místicos é muito diferente do que suas histórias solo, ou pelo menos, foram essas histórias pesadas lançadas pelo selo Vertigo que o elencaram como um dos mais importantes anti-heróis dos quadrinhos.

Foi como se John Constantine perdesse a verdadeira magia dos roteiros, que as vezes são divertidos, sim, mas não impressionam.

Um consolo é a arte do brasileiro  Renato Guedes, que está belíssima, mas parece que não é o bastante para segurar as vendas.

O polêmico restart da DC, aumentou as vendas, acertou arestas e promoveu supergrupos e personagens esquecidos como Aquaman, mas nem tudo saiu como o programado. Constantine é uma versão light de Hellbalzer.  Vamos ver por quanto tempo Constantine aguenta nessa nova perspectiva antes de ir definitivamente para o inferno.

Crítica: “Minutemen” é uma dos melhores HQs da série Antes de Watchmen

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Esta edição conclui a publicação Antes de Watchmen no Brasil. Pena que ficou para o final. Muitos leitores que abandonaram a coleção no meio do caminho podem não ter a oportunidade de chegar a um dos melhores volumes.

Pela mediocridade da série como um todo (com exceção do brilhante Doutor Manhattan), o trabalho de Darwyn Cooke se destaca. E não é só porque seu traço cartunesco encaixa-se perfeitamente em histórias de época (vide DC: A Nova Fronteira e The Spirit).

Antes de Watchmen: Minutemen é uma tentativa honesta e esforçada de criar a mitologia dos primeiros heróis mascarados do universo de Watchmen. A trama é narrada por Hollis Mason, o Coruja original, no que seria a primeira versão de seu livro “Sob o Capuz”.

O relato funciona como uma confissão dos pecados que Hollis acredita ter cometido. Expõe muito mais erros seus e de seus colegas do que é evidenciado em Watchmen.

A pressão dos amigos, a consciência de que pode prejudicar inocentes e a revelação de uma “verdade” por ele desconhecida faz com que mude de ideia e refaça seu livro, chegando à versão que ficou conhecida.

Cooke incorre no mesmo erro de seus colegas roteiristas: explica ou amplia fatos insinuados por Alan Moore e Dave Gibbons na obra original. Como dissemos lá atrás, na crítica de Antes de Watchmen: Coruja, explicar uma piada faz com que ela perca a graça.

A favor do autor conta seu esforço em criar um background completo e complexo dos Minutemen.

Conta, também, seu domínio da narrativa, com vários planos sequência, a repetição de elementos gráficos em diferentes quadrinhos – recurso bastante visto em Watchmen –, a narração simultânea de momentos distintos que convergem adiante, o uso de muitas técnicas de desenho para contar a história.

O problema é que, nessa tentativa, Cooke inventou situações que vão na contramão de Watchmen, como, por exemplo, a revelação do verdadeiro assassino do Justiça Encapuzada.

Antes de Watchmen: Minutemen também pode ser lido como uma metáfora da Era de Ouro dos quadrinhos. Por trás das páginas coloridas e heróis de colantes berrantes, havia toda uma indústria mentirosa e exploradora.

Por suas muitas qualidades e também pelos muitos defeitos dos anteriores, este último volume é um dos melhores da série – perde apenas para o já citado Doutor Manhattan, em que J.M. Straczynski pensou literalmente “fora da caixa”.

Leia as críticas anteriores:

Coruja

Espectral

Rorschach

Doutor Manhattan

Comediante

Ozymandias

Dollar Bill & Molloch

Esquadrão Suicida em “Arrow”

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Atualmente em hiato nos Estados Unidos – os episódios inéditos voltam a ser exibidos na próxima semana (26) –, a série televisiva do Arqueiro Verde vem com novidades.

O site Comic Book Resources divulgou a estreia do Esquadrão Suicida no programa no episódio do dia 19 de março (Suicide Squad). A equipe de vilões será comandada por Amanda Waller (num visual semelhante ao da linha Novos 52 dos quadrinhos), Pistoleiro, Tigre de Bronze e Granada – todos já vistos em Arrow.

A surpresa fica por conta de Diggle, atual parceiro do Arqueiro, e Lyla Michaels, sua ex-esposa. A relação de Lyla com Amanda e a agência governamental A.R.GU.S. foi mostrada no episódio Keep Your Enemies Closer, da segunda temporada.

Segundo o produtor-executivo Andrew Kreisberg, Amanda recruta Diggle e Lyla para uma missão, e diz que ele vai precisar de um time: o Esquadrão Suicida.

Na TV, a equipe segue a mesma orientação dos quadrinhos: é formada por vilões condenados que aceitam trabalhar secretamente para o governo americano em troca de redução da pena.

No Brasil, a segunda temporada de Arrow não estreou e nem tem previsão.

Crítica: Antes de Watchmen – Dollar Bill & Moloch é desperdício de papel

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Antes de Watchmen tem se mostrado uma série bastante regular. Na mediocridade.

As melhores edições, até agora, são aquelas que ou oferecem uma nova e instigante visão sobre os personagens (caso do ótimo Dr. Manhattan) ou contam sua história pregressa sem forçar o tempo todo uma relação de causa e efeito com Watchmen (Coruja e Espectral).

O resto é sofrível em diferentes graus. O sétimo volume da série, Dollar Bill & Moloch, se posiciona entre as piores, cabeça a cabeça com Rorschach e Comediante.

O título pode dar a impressão de que há alguma ligação entre membro dos Minutemen e o vilão que enfrentou as duas gerações de heróis. Nada disso. É só uma acomodação de séries que foram publicadas de forma independente nos Estados Unidos.

O que ambas têm em comum é a pobreza narrativa. Dollar Bill & Moloch limita-se a fantasiar o passado dos personagens em incontáveis recordatórios narrados em primeira pessoa, oferecidos pelos respectivos roteiristas Len Wein e J.M. Straczynski.

Para que interessa saber que Moloch converteu-se ao catolicismo pouco antes de sair da cadeia? Qual a importância de Dollar Bill ter sido um jovem atleta brilhante que teve a carreira interrompida por uma lesão?

O pior é a descaracterização. Em que pese a ótima arte de Eduardo Risso, ele transformou Moloch numa caricatura, quase uma gárgula. E em Dollar Bill (desenhado por Steve Rude), o Capitão Metrópolis não é mais aquele ingênuo cheio de boas intenções, e sim um perfeito idiota.

Antes de Watchmen – Dollar Bill e Moloch é puro desperdício de papel. Mas não é porque a revista já está impressa e nas bancas que o leitor precisa desperdiçar seu tempo e dinheiro. A HQ tem 84 páginas e preço de R$ 9,90.

ET.: Agora as esperanças de ver mais alguma coisa boa em Antes de Watchmen recaem no oitavo e último volume da série, Minutemen. Darwyn Cooke não costuma decepcionar.

Crítica: “Durante Watchmen”: Ozymandias

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O sexto volume da série não é o pior (Rorschach) nem o melhor (Dr. Manhattan).

Antes de Watchmen: Ozymandias tem qualidades e defeitos. Entre as primeiras, está a arte arrebatadora de Jae Lee, uma mistura de traço clássico (as cores de June Chung ajudam muito) com diagramação arrojada, cheia de círculos e semicírculos. O texto de Len Wein, apesar da costumeira eloquência, é bem escrito e fluido.

O problema de Ozymandias é que não acrescenta nada de realmente novo. O roteiro lança mão do mesmíssimo recurso de flashback da obra original, quando Adrian Veidt, prestes a detonar o alienígena no centro de Nova York, relata sua história em primeira pessoa.

Não é só isso. A maior parte da trama se dá não “antes”, mas “durante” Watchmen. Mostra as peripécias de Veidt/Ozymandias nos momentos em que ele não é o foco na obra original.

Enche de detalhes – a construção da fortaleza antártica Karnak, a compra da ilha e a contratação dos talentos para construção do alienígena, a primeira luta contra o Comediante – uma trama que todos já conhecem.

Se há algo que o roteiro de Wein faz bem é explorar a megalomania de Ozymandias. Claro que isto já está presente em Watchmen, mas numa história narrada em primeira pessoa fica ainda mais evidente.

Logo na segunda página, o herói reflete: “Apesar de todos os meus grandes esforços, a Humanidade continua a descambar rumo à própria destruição. E quer me parecer que dediquei a vida inteira a aprender tudo que precisaria saber para forçar nossa salvação”.

Ou seja: ele evoluiu, o resto do mundo deveria ter evoluído na mesma proporção. Típico discurso ególatra de quem atribui a si mesmo um papel messiânico – algo muito em voga nos dias de hoje.

Brasil Game é Show!

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O Papo de Quadrinho já vem há algum tempo falando sobre muitos outros temas ligados à Cultura Pop. Por razões óbvias, já que este editor que vos fala e o Jota Silvestre somos muito fãs de toda a Geek Media disponível e cultuada: séries, livros, desenhos animados e obviamente, games.

Claro que não temos a pretensão de fazer reviews como alguns sites especializados em games, mas nosso diferencial é a autenticidade e até o fato de sermos jogadores mais velhos, e nem por isso, menos entusiastas de Games.

A Brasil Game Show é a maior Feira de Games da América Latina, acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, e dobra de tamanho a cada ano. Já se tornou o local escolhido pelas maiores empresas do mercado de Games para anunciar seus lançamentos no país. Por isso, pudemos jogar lançamentos, acompanhar previews, testar games recém lançados, jogos ainda não lançados e entrevistar produtores internacionais. Para os profissionais e fãs, um grande número de torneios estão sendo disputados nas mais diversas plataformas.

Tivemos a oportunidade de ver o polêmico PS4 da Sony, jogar o X-BOX One, e nos esbaldarmos numa cacetada de jogos bacanas, como: Killzone Shadow Fall, Assassin’s Creed IV: Black Flag, Battlefield 4, Fifa 14, Call of Duty: Ghosts, Batman Arkham Origins e Kogama, só pra ficar nos que mais gostamos. Surpresas divertidas e independentes como o gratuito Lunata Rescue e o jogo da Mônica ambos para iPhone, produzido pela Insane, também chamaram nossa atenção.

O resumo:

A BGS: É uma feira mais de exibição do que negócios. Lotada mas ordeira, e teve muitas atrações bacanas além dos Games.

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Fora cosplayers e algumas beldades, como a Ana Paula, do programa Pânico na Band, no estande da Revista X-BOX,  o pessoal do Jovem Nerd, do Mundo Canibal (que são muito engraçados), mais a galera da rádio da 89 FM Quem não faz, Toma (sobre Rock e Futebol), os favoritos do Editor Jota Silvestre.

O espaço era bem sinalizado e amplo, com banheiros limpos. A BGS dobrou de tamanho de 2012 para 2013. A comida era variada, porém com aquele precinho bem salgado.

Para se entrar pagando meia entrada, o público deveria trazer 1 Kg de alimento não-perecível e a arrecadação foi um sucesso. Mais um ponto para a organização do evento. O palco imenso e lotado estava preparado para receber o Campeonato de League of Legend. Não sabe o que é? Pergunte para seus filhos!

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PS4: Polêmico por conta do preço desproporcional praticado no Brasil, o novo console da Sony é bonito de ver, mas com esse precinho (será vendido no Brasil há 4 mil reais) dá pra comprar uns dois X-Boxes. Ai fica difícil se encantar, por mais bonito que seja o console e por melhor e mais bem acabados que sejam os jogos exclusivos.

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X-BOX ONE: malhado por parece um videocassete, o novo console é bem simpático ao vivo. A jogabilidade é basicamente a mesma, os gráficos são bem acabados, mas nada revolucionário; talvez nem precise, os games hoje em dia já são muito bonitos. Tem o recurso de vibração no controle que é legal, uma interação a mais com alguns jogos. O controle é leve, curtimos esse detalhe também.

Perguntar não ofende: porque não vimos a Nintendo?

Os jogos favoritos desse editor que vos fala foram Battlefield 4 e Batman Arkham Origins. Battlefield 4 tem um visual espetacular (embora Killzone e Call of Duty também sejam bonitos), foi o mais divertido no quesito matar os amigos. Já o jogo do Batman é absolutamente sensacional. Assim como o jogo anterior. Batman, Arkham City, este novo jogo é bonito e divertido. As possibilidades são enormes, usar o cinto de utilidade e as habilidades de combate do Batman, não tem preço! A diversão é garantida. Falando em Batman, trocamos uma palavrinha com o Eric Holmes, o produtor do jogo, mas essa conversa fica pra revista… ;)

Foi um resumo do que vimos e o saldo foi muito positivo.

Dentro da área de entretenimento os Games são o maior filão, e além dos jogos, movimentam todo uma série de produtos agregados, quadrinhos, livros e filmes. Por isso é importante para o Brasil ter uma feira forte e em franca expansão. A BGS ainda está rolando até terça-feira (29/10), mas já encerramos nossa visita. Vamos aguardar ansiosos a próxima em 2014.

E embora os Editores sejam fãs de futebol, vale dizer que o Papo de Quadrinho é amplamente a favor de trocar a Copa do Mundo aqui por uma Comic Con!

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