Revista O Grito!

Papo de Quadrinho — O Grito! Blogs – Quadrinhos

Author: Jota Silvestre (Page 1 of 99)

Papo de Quadrinho viu: Batman

Em respeito aos leitores, esta crítica não contém spoilers.

Batman estrelou ou coestrelou nove filmes em 28 anos (1989-2017), média de um filme a cada 3 anos. Encurralado por esta superexposição do Homem-Morcego nos cinemas e pressionado pelo embarque num projeto em andamento abandonado por Ben Affleck, Matt Reeves (mais conhecido por seu trabalho na nova franquia Planeta dos Macacos) saiu-se magistralmente bem em Batman, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta, dia 3.

No roteiro que divide com Peter Craig (de Jogos Vorazes e do ótimo Imperdoável, com Sandra Bullock), Reeves optou por iniciar a nova franquia do Batman numa condição inédita, ao situar a trama no segundo ano de sua luta contra o crime de Gotham City.

Com isso, fugiu da armadilha de reencenar, mais uma vez, o assassinato do casal Wayne que se converteria na gênese do Batman. No lugar, e sem apelar para imagens em flashback, o diretor preferiu refletir todo o trauma da perda precoce no comportamento angustiante do adulto Bruce Wayne e no olhar doloroso que ele dedica a uma criança que acabou de perder os pais também de forma brutal.

Herói atormentado

Robert Pattinson dá conta do recado com competência. Ironicamente, o ator padeceu da mesma rejeição que alguns de seus antecessores, como Michael Keaton, no filme de 1989, e Ben Affleck, no de 2016. Com a memória paralisada pela imagem do vampiro na franquia adolescente Crepúsculo, parcela dos fãs se esqueceu de conferir o amadurecimento dramático de Pattinson em filmes como O Farol e O Diabo de Cada Dia, só para citar dois entre muitos exemplos.

Você nunca viu – e dificilmente verá num futuro próximo – um Bruce Wayne/Batman tão atormentado, sombrio e depressivo quanto o construído por Reeves e Pattinson. A construção vem ao encontro da opção do diretor por um suposto “realismo” (até onde isso é possível dentro do gênero) que se aproxima mais da narrativa e da estética de Coringa do que da trilogia de Christopher Nolan, que flertou com este conceito “pé no chão”.

Robert Pattinson encarna a versão mais atormentada de Batman/Bruce Wayne até hoje

Reeves inovou até no jeito de explorar o batido efeito aterrador que a fantasia de morcego causa nos marginais. Em Batman, a mera projeção do batsinal no céu carregado de Gotham é suficiente para que muitos deles repensem seus crimes em andamento. A razão do medo se manifesta quando o vigilante surge mesclado às sombras e caminha com passos retumbantes. A fórmula pode não ser inédita, mas aqui é bastante eficaz.

A violência é crua, direta, sem malabarismos nem bandidos voando a metros de distância. O batmóvel é pouco mais que um carro antigo tunado; a moto é potente, mas nada espetacular; e o conhecido arpéu e um ou outro gadget continuam lá. Mas, em Batman, é o herói quem define a tecnologia, e não o contrário.

Sádico e calculista

Adeus, uniforme colante! O Charada é um sociopata que quer se vingar de Gotham City

Também na escolha do principal vilão da trama Reeves buscou não repetir fórmulas recentes. A última aparição do Charada em carne e osso se deu no longínquo 1995, em Batman Eternamente, interpretado de forma caricata por Jim Carrey. Ainda que mantenha o hábito de deixar pistas nas cenas dos crimes, a nova versão é um sádico que trocou o uniforme espalhafatoso por uma indumentária militar.

Embora o ator Paul Dano apareça na maior parte do tempo com o rosto coberto, quando se revela ele consegue transmitir a complexidade de seu personagem: um sociopata calculista e rancoroso, mas também um homem de compleição frágil que descobre como fazer de Batman os músculos de seu cérebro doentio para cumprir a vingança contra a cidade corrupta que o traiu.

Mais que enaltecer seus crimes, as pistas deixadas pelo Charada visam a enredar e esfregar na cara do Homem-Morcego a parcela do submundo que ele desconhece, aquela ocupada pela elite da cidade.

Nesta decida ao inferno, Batman se envolve com outras figuras de sua potencial galeria de vilões: Mulher-Gato e Pinguim, que, assim como ele, estão em início de carreira.

Irreconhecível por baixo da maquiagem, Colin Farrell faz um Pinguim irretocável, um capanga de segundo escalão, cínico e grosseiro, em busca de brechas para subir na hierarquia do crime organizado. O personagem está cotado para ganhar sua própria série no canal HBO Max, com Farrell de volta ao papel.

Zöe Kravitz, ótima, acaba de tomar o posto de Michelle Pfiffer como a Mulher-Gato definitiva do cinema. A trama é bastante feliz em explorar a tensão sexual entre a gata e o morcego, evidenciando de forma orgânica os aspectos que os igualam, mas também que os diferenciam e impedem que o romance prospere.

Salada de referências

Fãs dos quadrinhos vão reconhecer influências de Ano Um, O Longo Dia das Bruxas e Silêncio; cinéfilos vão se divertir caçando semelhanças com filmes noir como Falcão Maltês, policiais como Operação França e de terror, mais notadamente Seven, Zodíaco e Jogos Mortais.

O diretor Matt Reeves transita entre o estilo noir e os filmes de terror

Desta salada de referências e contando com um elenco espetacular – no qual estão incluídos, ainda, Jeffrey Wright como o tenente James Gordon, Andy Serkis como Alfred e John Turturro como Carmine Falcone – Reeves fez um filme original, único em sua proposta de revitalizar a franquia do Homem-Morcego e o gênero como um todo, sem, no entanto, abandonar elementos de um bom filme de super-heróis.

Neste quesito, vale a pena citar que Batman tem, sim, os easter eggs que fazem a alegria dos fãs, mas em volume muito menor do que os filmes recentes vêm entregando.

Para não dizer que são tudo são flores, Batman começa a perder o fôlego a partir da terça parte de suas quase três horas de duração, quando alguns clichês e elementos fantasiosos até então evitados começam a dar as caras. Nada que comprometa o conjunto, mas que poderia ser mantido afastado por uma questão de coerência.

Ainda assim, Batman acaba de abrir uma disputa honesta com O Cavaleiro das Trevas pelo posto de melhor filme do Homem-Morcego de todos os tempos.

Papo de Quadrinho assistiu a Batman a convite da assessoria de imprensa da Warner Bros. em São Paulo e da agência Espaço Z em Porto Alegre.

Papo de Quadrinho viu: Matrix Resurrections

Por Adriana Amaral

Um dos filmes mais esperados do ano, Matrix Resurrections nos leva de volta à mitologia criada pelas irmãs Wachowski em 1999. O primeiro filme começou cult e ganhou uma legião de fãs, originou além de duas sequências em 2003, a série de animes Animatrix (2003), o videogame Enter the Matrix, análises acadêmicas e muitos outros produtos.

Um marco do cinema de ficção-científica por resgatar os elementos cyberpunk de Neuromancer (William Gibson, 1984) e discutir de forma visual e pop o conceito de simulacro – referenciando o livro clássico Simulacros & Simulações do teórico francês Jean Baudrillard, o primeiro Matrix nos coloca dentro de um universo “soturno” e que continha o espírito da época em final de século e década (os anos 1990 do século XX).

Isso é representado desde o figurino, à trilha sonora (repleta de clássicos da música eletrônica da época, como o big beat do Prodigy e o industrial do Ministry, entre outros) aos efeitos especiais. Afinal quem nunca se imaginou desviando das balas em bullet-time?

Naquele filme, muito do imaginário da chamada cibercultura (a cultura tecnológica que hoje está em toda parte) estava desenhado: os conflitos humanidade-máquina, orgânico-digital, tecnologia-natureza entre tantos outros binarismos que permearam a ficção e ecoam em como nos relacionamos com as tecnologias enquanto sociedade.

Além disso, a mistura filosófica e religiosa de Platão ao agnosticismo e o budismo levantou muitos debates entre uma ou outra luta de kung-fu usando óculos escuros à noite, vinil e coturnos.

As sequências Matrix Reloaded e Matrix Revolutions (ambos de 2003), apesar de ainda manterem uma estética interessante, não trouxeram grandes inovações como o primeiro, mas estabeleceram e ampliaram os códigos visuais e simbólicos da franquia.

Sem nostalgia barata

Com todo esse contexto “mítico”, era bastante natural que se criassem expectativas em torno de Matrix Resurrections, agora apenas com Lana Wachowski à frente da produção.

Warner Bros. / Crédito: Murray Close

Nesse sentido, o ponto mais positivo do novo filme é justamente o fato de que Lana não se rendeu à nostalgia barata e reconfigura a franquia de forma irônica, e metalinguística e autorreferente na medida certa.

O tom do filme pode ser distinto do que muitos fãs queriam, mas traz ousadia e aponta para um caminho interessante nesse fechamento do universo de Matrix. Afinal, 2021 não é 1999 e os binarismos e dualidades do primeiro filme, embora estejam ainda mais acirrados e popularizados em questões como a do algoritmo e do intenso uso das redes e plataformas digitais, precisam ser ultrapassados.

E aí, o conceito de Resurrections deixa de ser o simulacro/simulação e a disputa com as máquinas e passa ser como superar os binarismos que nos enclausuraram nesse mundo. Binaryi, inclusive, é o nome do novo game que Thomas Anderson / Neo (Keanu Reeves) que trocou a imagem de um cara de TI genérico no primeiro filme para a de game designer pop star 20 anos depois.

A crítica ao binarismo pode ser pensada em várias camadas. Seja na questão de gêneros – a nada sutil metáfora da transição de gênero da própria Lana e de sua irmã Lily – bem como no protagonismo feminino (no qual Trinity é uma referência) e o controle sobre os corpos femininos.

Afinal a Trinity/Tiffany (Carrie-Anne Moss), presa em um casamento entediante e sem memórias em que cede sua energia vital ao sistema, ressurge para uma recuperação de seu papel central na reta final do filme. Também há um certo tom antietarista mostrando que o duo de heróis envelheceu e as dificuldades e contradições que o tom messiânico adquire quando deixamos a juventude.

Outro elemento de crítica ao binarismo está na união entre seres orgânicos e mecânicos, o que garante inclusive a sobrevivência da cidade de Ion e tira o tom um tanto ludita e distópico do primeiro filme, demonstrando que tecnologia e natureza são indissociáveis.

Não há respostas ou soluções fáceis para tais questões e, afinal de contas, estamos diante de uma das maiores franquias pop e cult do cinema, e a saída estética é a da linguagem da ironia e de um certo sarcasmo com o que significa a indústria do entretenimento nos anos 2020, com sua nostalgia exacerbadamente mercadológica e sua repetição de fórmulas.

É aqui que o filme ousa e não dá a um certo tipo de fã exatamente o que ele quer, como tem sido a regra do mercado. A inserção das referências é de outra ordem, por horas extremamente pessoal, por outra tentando falar de várias questões que foram correntes nos últimos 20 anos e nos quais Matrix já falava lá atrás: a questão transmídia, o impacto da cultura digital, os borrões entre a realidade e a ficção (algumas sombras “philipkdickianas” aprecem aqui e acolá na primeira metade do filme).

Dessa forma, outra boa sacada de Resurrections é o contexto do ambiente dos estúdios de criação de games e das indústrias criativas como um todo em seus estereótipos e jargões inseridos para dentro do contexto da própria Matrix. A atualização do conceito de bot, que já havia no primeiro filme, faz pensar bastante nas dinâmicas dos ataques virtuais.

Outro ponto de destaque é o grupo de “outcasts” que atuam junto com Neo e Trinity: todos queer e diversos. Jessica Henwick está perfeita como Bugs e Jonathan Groff faz um novo Smith que ao mesmo tempo lembra Hugo Weaving, mas tem suas questões específicas. Já o Analista de Neil Patrick Harris é um tanto caricato.

O novo Morpheus, no entanto, foi de certa forma subaproveitado em suas duas versões, embora o ator Yahya Abdul-Mateen II tenha se esforçado. O figurino de Lindsay Pugh, que já havia trabalhado com Lana em Sense8, é outro acerto e mantém o tom icônico que Kim Barret estabeleceu nos filmes anteriores em sua mistura de moda alternativa com elegância da alfaiataria em meio a lutas e explosões.

Apesar de algumas pontas soltas e de um tempo um tanto longo, Matrix Resurrections leva a franquia adiante de forma digna, atual e muito bem-humorada, sem apelações sentimentaloides, mesmo trazendo o amor como uma tecnologia que tem potencial para desconstruir os binarismos além do bem e do mal. A importância de se contar histórias e construir universos talvez seja o grande poder, ao transformar a vida das pessoas.

Não é uma ideia nova, pois no fundo a ficção cyberpunk ainda tem suas raízes calcadas em elementos românticos, mas faz com que o elo entre a dupla de heróis ganhe mais importância do que a narrativa redentora do “salvador”.

As ressurreições do título do filme aludem mais à ressurreição do próprio universo de Matrix e da construção de mundos ficcionais como um todo do que a uma tentativa cristã de ressuscitar Neo.

Preparados para voltarem à Matrix? Sim, o filme é divertido e contemporâneo, com cenas de luta e perseguição na medida certa.

Papo de Quadrinho Viu: Homem-Aranha – Sem Volta para Casa

Para não comprometer a experiência dos leitores, esta crítica não contém spoilers.

Em entrevista à revista Empire, o diretor Jon Watts comparou Homem-Aranha – Sem Volta para Casa, que chega às telas brasileiras nesta quinta-feira (16), a Vingadores: Ultimato, filme de 2019 que colocou um ponto final no primeiro grande arco de histórias do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM).

Embora não tenha o mesmo clima épico, a comparação faz sentido. O terceiro filme solo do Amigão da Vizinhança carrega um tom de epílogo, conclui o que foi construído até aqui na trajetória de Peter Parker e escancara o caminho para a renovação da franquia aracnídea.

Não é preciso ter assistido a todos os filmes anteriores para entender e curtir Sem Volta para Casa; mas, da mesma forma que em Ultimato, quanto maior o repertório da audiência, melhor a experiência. Com a diferença que, no caso do Aranha, isso se estende às produções da Sony: a trilogia de Sam Raimi (2002-2007) e os dois filmes de Marc Webb (2012 e 2014).

Trama conhecida

Na trama já conhecida por quem assistiu aos trailers, a identidade secreta do Homem-Aranha, Peter Parker (Tom Holland), foi revelada ao mundo pelo vilão Mystério (Jake Gyllenhaal) na cena pós-crédito do filme anterior, Longe de Casa (2019).

Sem Volta para Casa retoma neste ponto para evidenciar todos os problemas que a publicidade indesejada traz para Peter e para as pessoas que ele ama: a tia May Parker (Marisa Tomei), a namorada Michelle Jones (Zendaya) e o melhor amigo Ned Leeds (Jacob Batalon).

Sem se dedicar muito na busca por alternativas, Peter recorre a seu colega Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e encomenda um feitiço para apagar o conhecimento de sua identidade heroica da memória de todas as pessoas.

Porém, ao interferir no processo, Peter provoca uma ruptura no Multiverso e atrai toda sorte de vilões de outras realidades que já cruzaram o caminho do herói:

Duende Verde (Willem Dafoe, de Homem-Aranha, 2002)

Dr. Octopus (Alfred Molina, de Homem-Aranha 2, 2004)

Homem-Areia (Thomas Haden Church, de Homem-Aranha 3, 2007)

Lagarto (Rhys Ifans, de O Espetacular Homem-Aranha, 2012) e

Electro (Jamie Foxx, de O Espetacular Homem-Aranha 2, 2014).

A partir daqui, qualquer coisa que se dissesse sobre a trama configuraria spoiler, o que não faremos.

O que dá para dizer é que Peter e Estranho têm visões diferentes sobre como consertar a situação. Como resultado, o Homem-Aranha enfrenta seu maior dilema moral até aqui sobre o verdadeiro significado de ser um herói. Ele finalmente vai aprender que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades, e que escolhas trazem consequências.

Melhor filme

Isso faz de Sem Volta para Casa o filme mais denso, sombrio e emotivo do Homem-Aranha no UCM, e o melhor da trilogia.

Não só Holland, mas também Batalon e, principalmente, Zendaya, têm mais domínio de seus papéis e conseguem explorar melhor as nuances de seus personagens, seja nos momentos cômicos seja nos dramáticos. E J.K. Simmons, outra aquisição importada da franquia de Sam Raimi, continua divertido no papel do editor ranzinza J. Jonah Jameson.

Reunir tantos atores consagrados é uma das grandes proezas de Sem Volta para Casa. Com exceção do Homem-Areia e Lagarto, cuja aparição na maior parte do tempo se dá por computação gráfica, os demais têm de fato atuações marcantes e é de se imaginar a logística envolvida para conciliar suas disputadas agendas.

O filme tem ainda a função de fazer o conceito de Multiverso dar um passo adiante no UCM. O emaranhado de realidades alternativas foi explorado anteriormente nas séries do Disney+, Loki e O que aconteceria se…? (ambas de 2021), e será o mote principal de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreia em maio do ano que vem (em tempo: fique até o final dos créditos para assistir a uma prévia deste filme).

O futuro?

Tom Holland declarou à Entertainment Weekly que “se tivermos sorte de voltar a ver o Homem-Aranha nas telas, será numa versão diferente”. Ele não mentiu. O desfecho de Sem Volta para Casa abre um leque enorme de possibilidades para a franquia aracnídea.

Tudo depende do futuro da parceria Disney-Sony, estúdios que compartilham os direitos do herói nos cinemas. Depende, sobretudo, dos planos da Marvel para seu intrincado e interligado Universo Cinematográfico.

Pelo lado da Sony, a produtora Amy Pascal manifestou a intenção de que a parceria continue gerando novos filmes do Aranha e falou até numa nova trilogia, mas não descarta a possibilidade uma produção exclusiva. A fábrica de rumores atesta que Holland já teria assinado contrato para pelo menos mais um filme.

Neste momento, Sem Volta para Casa conta com mais de 100 críticas no agregador Rotten Tomatoes e a avaliação dos jornalistas especializados que já tiveram acesso ao filme está em 95%.

Ainda é muito cedo para levantar o véu de incertezas que cobre o futuro do Homem-Aranha nos cinemas. O fato é que se trata de uma franquia de que dificilmente os estúdios, e os fãs, irão abrir mão.

Papo de Quadrinho assistiu a Homem-Aranha – Sem Volta para Casa no dia 14 de dezembro a convite da assessoria de imprensa da Sony Pictures.

2021: O que vem por aí pela Editora Heroica

Depois de seu livro de estreia, O Império dos Gibis, a mais completa publicação sobre a história dos quadrinhos publicados pela Editora Abril, a Editora Heroica, de Manoel de Souza, deu início à coleção Grandes Revistas.

Cada edição traz os bastidores, entrevistas, curiosidades, galeria de capas e sinopse de algumas das revistas de super-heróis que mais marcaram os leitores.

É justamente a continuidade desta coleção o destaque entre os lançamentos da Heroica para 2021.

O ano começa com o dossiê Grandes Heróis Marvel, sexto e último volume da série dedicada às revistas da Marvel publicadas pela Abril.

Na sequência, a Heroica já lança a caixa com as seis edições:

1 – Capitão América (1979-1997)

2 – Heróis da TV (1979-1988)

3 – Superaventuras Marvel (1982-1997)

4 – Homem-Aranha (1983-2001)

5 – O Incrível Hulk (1983-1997)

6 – Grandes Heróis Marvel (1983-2001) 

A partir de março, começa a sair a leva de livros da coleção Grandes Revistas com foco nas publicações DC/Abril.

Assim como a anterior, esta também será lançada ao final no formato de caixa, com planos de concluir ainda em 2021.

7 – Super-Homem + Superman (1984-2002)

8 – Batman (1984-2002) 

9 – Heróis em Ação (1984-1985) + Superamigos (1985-1988)

10 – Os Novos Titãs (1986-1996)

11 – Super Powers (1986-1997)

12 – Liga da Justiça (1989-1994 e 2002)

Livros

Além de um adendo do livro O Império dos Gibis, focado no material visual da editora, a Heroica está trabalhando em mais dois livros para este ano: um sobre quadrinhos brasileiros modernos (do jornalista Heitor Pitombo) e outro com a “biografia” de outras editoras, como a Ebal (em parceria com Gonçalo Junior, da Editora Noir).

2021: O que vem por aí pela Geektopia

Desde sua criação, a Geektopia, braço de cultura pop do Grupo Novo Século, vem trazendo muito material interessante para o Brasil.

2021 será marcado pela continuidade de algumas séries que fazem parte do catálogo da editora e a estreia de Sonic. Confira

Archie Vol. 5

A modernização do clássico Archie é sucesso na TV e nos quadrinhos. Neste quinto volume, acompanhe os desdobramentos de Over The Edge: uma vida foi destruída, outra família foi dilacerada e apenas as crianças de Riverdale High podem salvar sua cidade da implosão.

O encadernado reúne as edições 23 a 27 da série regular publicada nos Estados Unidos.

The Wicked + The Divine vol. 5

Novo arco da série de Kieron Gillen e Jamie McKelvie! Uma HQ sexy, acelerada e libertadora, impulsionada pela cultura pop que reflete nosso tempo e revela questões atemporais.

A cada 90 anos, doze deuses do panteão reencarnam como jovens adultos. Eles são amados e odiados. Mas agora, o assassinato de alguns deles para evitar a chegada das forças das trevas tem sérias consequências.

Locke & Key Vol. 4: Keys to the Kingdom

Mais um sucesso na TV, este pela Netflix, a história da família que protege o segredo das chaves há gerações ganha mais um encadernado em quadrinhos no Brasil.

Com mais chaves se tornando conhecidas e as profundezas dos mistérios da família Locke em constante expansão, o desespero de Dodge para encerrar sua busca sombria leva os habitantes de Keyhouse para cada vez mais perto de uma conclusão reveladora.

De Volta para o Futuro vol. 3 – Quem é Marty McFly?

Outro destaque que a Geektopia trouxe para o País, a série de HQs de De Volta para o Futuro traz novos desdobramentos.

Quem é Marty McFly? É isso que Marty vem se perguntando, à medida que fica claro que suas memórias de infância não refletem o que de fato aconteceu em sua linha temporal. Como ele e o Doutor Brown podem consertar as coisas sem destruir o próprio tempo?

E mais: a história de Neddles! O que transformou esse garoto no encrenqueiro que todos conhecemos e desprezamos?

Escrito pelo cocriador/corroteirista Bob Gale e John Barber, com arte por Emma Vieceli.

Sonic the Hedgehog, Vol. 1: Fallout

Um dos lançamentos especiais da Geektopia em 2021 é a HQ Sonic the Hedgehog: Follout (IDW, 2018). A história apresenta a derrota do gênio do mal Dr. Eggman, mas o trabalho de Sonic ainda não acabou.

Após a última batalha épica, robôs desonestos continuam a atacar pequenas aldeias ao redor do mundo e, para ter sucesso, Sonic precisa da ajuda de seus amigos Tails, Knuckles e Amy, e de alguns novos e surpreendentes aliados.

2021: O que vem por aí pela Conrad

Em junho do ano passado, a Conrad deu início ao desafio de se reconstruir e recuperar o prestígio junto a uma nova geração de leitores.

Com novo gerenciamento editorial de Cassius Medauar (que retorna à editora depois de 17 anos) e consultoria de Guilherme Kroll (editor da Balão Editorial), a editora definiu alguns parâmetros para alcançar este objetivo: diversidade de gêneros, investimento em autores estrangeiros e brasileiros, publicação em formato online e impresso.

Com muita coisa já feita em apenas seis meses, a prévia de lançamentos da Conrad para 2021 é uma prova da seriedade com que a estratégia está em andamento. Confira:

Jack Kirby (de Tom Scioli)

Criador de alguns dos super-heróis e supervilões mais marcantes de todos os tempos, Jack Kirby foi muito mais do que rascunhos a lápis, designs bombásticos de personagens e ideias inovadoras.

Esta graphic novel biográfica inédita narra a vida do Rei dos Quadrinhos desde as ruas perigosas de Nova York na época da Depressão, passando pelos sangrentos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, até chegar ao escritório da Marvel, no qual a parceria criativa com Stan Lee produziu alguns dos quadrinhos mais influentes e memoráveis já vistos.

Fosse lutando contra os nazistas, assim como o Capitão América, ou lutando pelos direitos da imensa quantidade de trabalhos produzida por ele, Jack Kirby viveu uma vida tão extraordinária quanto a de seus personagens.

Lançamento em formato impresso e digital

Tangencias (de Miguelanxo Prado)

São oito histórias que mostram variações de relações sentimentais, tangenciais, imperfeitas e limitadas que chegam ao fim.

Eles são artistas, funcionários, profissionais, políticos… pessoas pertencentes a camadas mais ou menos abastadas da sociedade, para quem essas relações acabam em conflito com os seus próprios interesses e que, no final, não sabem, ou não querem, mantê-las.

Lançamento em formato impresso.

Digital e impresso

Mayara & Annabelle (de Pablo Casado e Talles Rodrigues)

Enquanto continuam com suas aventuras publicadas em capítulos semanais online, a dupla Mayara e Annabelle deve ganhar versão impressa em 2021, com formato e número de volumes a serem anunciados em breve.

Na trama, Mayara foi transferida da Secretaria de Atividades Fora do Comum de São Paulo para a Secretaria do Ceará, pois investigou algo que não devia. Annabelle, funcionária da SECAFC/CE, não se animou com essa novidade, e o atrito que surge quando ambas se conhecem é inevitável.

Porém, elas precisam deixar isso de lado e enfrentar uma ameaça não vista há quase vinte anos em Fortaleza. O trabalho destas duas jovens servidoras públicas é mandar de volta ao inferno demônios que estão perturbando a ordem pública ou coisa pior.

Sonhonauta (de Shun Izumi)

Da mesma forma, Sonhonauta segue com os capítulos semanais online e ganha volume único impresso em 2021.

Sinopse: Mendel é um homem que tem uma intensa relação com os seus sonhos, a ponto de ter suas próprias crenças sobre eles. Em um momento de sua vida, ele se aprofunda demais nessa relação.

Agora, se pergunta o que é sonho e o que é realidade. Mas uma dúvida ainda mais cruel o assola: qual deles é o mais importante?

O Último Detetive (de Geraldo Borges e Claudio Alvarez)

Após 20 anos, o detetive Joe Santos precisa voltar a investigar uma série de crimes que estão acontecendo na “Nova Amazônia”.

O que é esta estranha droga que proporciona incrível beleza física, prazer e uma morte dolorosa? Tudo indica que somente Santos poderá resolver o mistério.

Conseguirá o detetive solucionar de vez o caso que acabou com sua carreira, destruiu seu corpo e provocou a morte de seu parceiro?

Depois da publicação dos dois capítulos digitais, O Último Detetive vai virar encadernado impresso.

Em Ti Me Vejo (de Marília Marz e Regiane Braz)

Também lançada primeiro em capítulos mensais online, a HQ terá edição encadernada impressa em 2021.

Uma história sobre cabelo, mas, também uma de dor, encorajamento e busca, que traz em suas entranhas os reflexos e mazelas que o racismo e o processo de embranquecimento podem causar na saúde emocional, na formação da auto estima e na construção da identidade de uma mulher.

Edição única, exclusiva no formato digital

Primo (de Eduardo Medeiros)

Sinopse: Um controle de videogame, dois primos que não se falam e duas concunhadas com o papo para pôr em dia em um domingo de inverno em Porto Alegre.

Séries exclusivas no formato digital, em capítulos mensais

Maria Lua (de Ju Loyola)

A trama mostra a bruxinha Maria Lua e seus amigos Anna e Julio partindo em uma jornada pelas estrelas em busca de conhecimento e muitas aventuras.

Echoes parte 2 (de Eliana Oda)

Esta sequência tem ação, aventura, confrontos, encontros inesperados e muito mais ao lado de Machi, a herderia de Ikhael, e o jovem zanaki Veda.

Makai Mail parte 2 (Jayson Santos)

Makai é um lugar hostil dividido em reinos fechados após uma grande guerra. Para prover a comunicação entre estes reinos, uma empresa de correio chamada Makai Mail foi instituída.

Devi é o melhor entregador dessa empresa, e depois de uma complicada entrega, mais uma companheira se junta à empresa: a súcubo Lilly.

2021: O que vem por aí pela Editora Noir

Capa de Sick da Vida, coletânea de entrevistas do cartunista Henfil, programada pela Editora Noir para 2021

A Noir vem se destacando no mercado editorial pelo lançamento de ótimas biografias, livros ligados à cultura pop e quadrinhos.

Ninguém melhor para abrir a nossa prévia de lançamentos para 2021. Veja os lançamentos programados pela editora:

Sick da Vida – As grandes entrevistas de Henfil

Uma compilação das principais entrevistas de um dos maiores cartunistas brasileiros de todos os tempos e ícone da luta contra a ditadura e pela redemocratização.

O editor Gonçalo Junior passou 30 anos colecionando entrevistas e selecionou 20 delas para compor a obra, concedidas entre 1968 e 1987 em revistas como Ele Ela, Playboy, Bicho, Grilo, Versus, Homem e outras.

A publicação foi autorizada pelo filho de Henfil, Ivan Cosenza.

Rodolfo Zalla – O sentido de tudo 

Também de Gonçalo Junior, o livro é resultado de 16 conversas entre o autor e o biografado, num total de 32 horas.

A obra detalha a formação de Zalla no mercado editorial argentino, como ele profissionalizou o mercado de quadrinhos no Brasil e levou as HQs para a sala de aula.

Entre Ratos e Patos – A epopeia Disney pelo mundo

Segundo livro de Marcus Ramone pela Noir, um dos grandes memorialistas dos gibis no Brasil.

Nesta obra, o autor declara sua paixão pela turma Disney, com saborosas histórias de bastidores.

Nássara – O perfeito fazedor de arte

A Noir vai relançar a biografia do cartunista e compositor Nássara, da historiadora e pesquisadora Isabel Lustosa, lançada pela primeira vez em 1999 na coleção Perfis do Rio e atualmente esgotada.

A editora ainda estuda lançar uma nova biografia do pioneiro das HQs no Brasil, Angelo Agostini. Mais detalhes serão divulgados assim que estiverem disponíveis.

5 motivos para assistir a Lovecraft Country na HBO

Disponível para assinantes desde 16 de agosto, a série começa com o retorno de Atticus Freeman, veterano da guerra da Coreia, à sua cidade natal para atender um chamado do pai, com que mantém uma relação conturbada.

O misterioso legado do jovem negro é o estopim para a revelação de seitas ocultas, criaturas monstruosas, poderes sobrenaturais, documentos secretos e outras dimensões.

Até a publicação desta postagem, haviam sido exibidos 3 dos 10 episódios da primeira temporada.

Veja por que você não pode deixar de assistir:

1. É adaptado de um livro

Lançado no Brasil pela Intrínseca, primeiro capítulo pode ser baixado de graça no site da editora

Território Lovecraft, de Matt Ruff (Intrínseca, 352 páginas, R$ 50,90 na Amazon), entra fácil naquelas listas de livros para ler antes de morrer.

Com narrativa empolgante e estilo elegante, Ruff criou uma história que mistura elementos sobrenaturais da bibliografia de H.P. Lovecraft com as ameaças bastante reais do racismo dos Estados Unidos na década de 50.

Como toda boa adaptação, a série toma liberdades que em alguns momentos deixam a trama ainda melhor que o livro (em outros, não)

Também é mais explícita nas cenas de terror.

Se ficou interessado, a Intrínseca disponibilizou o primeiro capítulo de graça em PDF.

2. Muito oportuno

Nos anos 50, o racismo era legalizado em boa parte dos Estados Unidos

O livro de Matt Ruff é fevereiro de 2016 e a HBO deu sinal verde para a produção da série no ano seguinte. A exibição nos dias de hoje é mais do que oportuna, considerando os recentes episódios de violência contra negros nos Estados Unidos e a explosão do movimento Black Lives Matter.

A série e o livro são ambientados numa época em que o racismo era legalizado em boa parte dos Estados Unidos. Xerifes e vizinhos brancos conseguem ser mais assustadores que os monstros.

Se nunca ouvir falar sobre as leis Jim Crow, leia AQUI para entender o contexto.

3. Trilha sonora absurda

Poema musicado Withey on the moon dá título ao segundo episódio

A seleção das músicas é um dos pontos altos de Lovecraft Country, cuidadosamente encaixadas para reforçar a narrativa.

Tem interpretações de Etta James, B.B. King, Nina Simone, Sarah Vaughan

Vai de clássicos como Whole Lolla Shakin’ Goin’ On ao poema musicado Whitey on the Moon, de Gil Scott-Heron, que dá nome ao segundo episódio.

Já tem playlist oficial no Spotify pra quem quiser conferir.

4. Criadores craques na temática

Jordan Peele, de Corra!, é um dos criadores e produtores da série

Da extensa lista de produtores encabeçada por J.J. Abrams, dois recebem o título de “criadores” de Lovecraft Country: Misha Green e Jordan Peele.

Ambos têm no currículo trabalhos elogiados e premiados que tratam da questão do racismo.

A série Underground: Uma história de resistência (2016, disponível para assinantes do GloboPlay), de Green, se passa na época da guerra civil americana e acompanha a luta pelo fim da escravidão.

Peele é o cara por trás do filme Corra! (2017, para alugar em plataformas digitais), thriller em que um relacionamento inter-racial esconde planos sinistros. O filme levou o Oscar de melhor roteiro original em 2018.

5. Elenco primoroso

Jonathan Majors e Jurnee Smollett ganharam destaque em meio ao um talentoso elenco

O livro troca de protagonistas a cada conto/capítulo, mas a série preferiu focar em dois: Atticus (Jonathan Majors) e Letitia (Jurnee Smollett).

Majors ganhou dois prêmios de coadjuvante por The Last Black Man in San Francisco (2019).

Jurnee é mais conhecida do público nerd por conta do papel da super-heroína Canário Negro no filme da Arlequina: Aves de Rapina (2020) e pela série True Blood (2013). Ela trabalhou também em Underground: Uma história de resistência.

Mas justiça seja feita: todo o elenco dá um show!

Tradutores de quadrinhos lançam podcast semanal Notas dos Tradutores

Do press-release

Um podcast sobre tradução, tradutores e traduzir – ou inventar com o trabalho dos outros. Essa é a descrição do Notas dos Tradutores, podcast que lançou seu primeiro episódio nesta semana.

A produção é de três profissionais da área que trabalham sobretudo com quadrinhos:

Mario Luiz C. Barroso, com mais de trinta anos de carreira nas HQs, tem mais de dez mil créditos no GuiaDosQuadrinhos.com. Foi editor da Abril Jovem durante uma década e é o tradutor atual de Homem-Aranha, Deadpool, Mulher-Maravilha, Batman e outros personagens na Panini.

Carlos Henrique Rutz capitaneia a tradução de Príncipe Valente na Planeta DeAgostini e dos títulos Eaglemoss DC. Traduz há dez anos, é professor de inglês e coautor de livros didáticos.

Érico Assis, jornalista da área de HQ que traduz quadrinhos como Bone, Moonshadow, linha Vertigo/Black Label e outras publicações para as principais editoras do país. Também é doutor em tradução e professor.

O Notas dos Tradutores terá episódios semanalmente às segundas-feiras, de aproximadamente trinta minutos. Para ouvir, procure “Notas dos Tradutores” no seu agregador de podcasts preferido ou acesse https://anchor.fm/notasdostradutores.

Você também pode ouvir aqui o primeiro episódio, “N. do T.”, que trata justamente da nota do tradutor, o recurso que alguns tradutores – e leitores – adoram e outros odeiam.

Nos próximos episódios, o podcast vai trazer discussões sobre vários temas ligados à tradução, entrevistas com profissionais da área e muitos detalhes sobre o processo editorial de quadrinhos.

Você pode acompanhar o Notas dos Tradutores no Twitter, Facebook e Instagram.

Ou entrar em contato para dúvidas e sugestões em notasdostradutores@gmail.com

Pop! Fest realiza primeira edição virtual neste fim de semana

Evento virtual terá três dias de duração, de 19 a 21 de junho, com preços promocionais, sorteios e lives dos participantes

Por conta das normas de distanciamento social impostas pela propagação da Covid-19, a 8ª edição do Pop! Fest – Encontro de Colecionadores Funko Pop e Afins, principal evento dos aficionados por bonecos Funko Pop da capital paulista, não pôde ser realizada no dia 30 de maio conforme previsto.

Mas isso não desanimou os organizadores, que decidiram colocar no ar uma edição virtual do evento. O primeiro Pop! Fest Virtual acontece neste fim de semana, das 10h do dia 19 (sexta) até 22h de 21 de junho (domingo),numa parceria com a Geral Geek, que vem se consolidando como a principal plataforma de marketplace da atualidade para produtos geek.

Numa área especialmente dedicada ao evento, cerca de 20 vendedores vão oferecer Funko Pops regulares, exclusivos e raros, todos com preços promocionais.

Com esta solução, mantemos acesa a chama do Pop! Fest e conseguimos atender uma demanda antiga de colecionadores que não têm condições de comparecer às edições presenciais, explica o organizador do evento, o artista George Tutumi.

Lives

Para manter a interatividade entre os participantes, um dos grandes atrativos das edições presenciais, durante todo o evento virtual acontecem lives no canal Tio da Barba Branca para divulgar as promoções e realizar sorteios de peças cedidas pelos vendedores. A agenda com horários das lives estará disponível na própria área do evento virtual.

Pop! Fest Virtual – 1º Evento Virtual para Colecionadores Funko Pop

Período: as 10h do dia 19 até 22h de 21 de junho (sexta a domingo)

Link: http://www.geralgeek.com.br/popfest

Lives: Canal do Tio da Barba Branca

Mais informações: popfest.eventos@gmail.com

Page 1 of 99

Papo de Quadrinho é um blog da Revista O Grito!. Todos os direitos reservados. © 2013–2022