Revista O Grito!

Jazz Metal — Por Paulo Floro

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Gethin Anthony participa da campanha “Straight But Not Narrow”

, ator inglês que interpreta o nobre Renly Baratheon em participou da campanha Straight But Not Narrow (hétero, mas não limitado, em tradução livre). A ideia é convidar personalidades para colaborar na luta contra o preconceito aos gays.

Festa Hola Que Tal 3 – Banheirão e Thalia Issue

Neste último sábado (15), aconteceu mais uma edição da festa Hola, Que Tal?, no Cobogó Discotheque, no Espinheiro, Recife. Apesar de um problema técnico no som no início da festa (acontece…), esta terceira edição foi um sucesso. Depois de meses de espera, o comeback valeu a pena e cumpriu a proposta: música pop até amanhecer o dia.

Os DJs Schneider Carpeggiani, Thiago Soares, Gilberto Tenório e Viviane Menezes (Dejavu), trouxeram novidades como a música nova de Kyllie Minogue, músicas de Beyoncé, Lady Gaga, Annie, Fever Ray e desenterraram hits antigos de George Michael, Thalia, Black Eyed Peas e Shakira.

Como é de praxe, confiram a cobertura de quem apareceu por lá. Destaque para a sessão de fotos #, nosso espaço VIP, em fotos desde já históricas.

Hasta próxima festa.

Isolamento acústico do Cobogó fazia com que o som não reverberasse tanto lá fora. Após subir as escadas, o batidão fervia.

Fernando de Albuquerque nos minutos finais da festa, ao som de rock sueco e “Amando-te”, de Thalia.

Detalhe de uma das portas do banheiro, que estava forrado com cartazes de festas antigas.

Detalhe da camisa deste editor que vos fala, com um Bowie pintado por Marília Floro como presente de aniversário de outra pessoa. É uma camisa vintage, portanto.

César Mafra, o designer que fez a arte do cartaz da festa e de muitos outros projetos da e sua namorada Érika Ramona, designer do Jornal do Commercio. Amor em curvas.

Zé Luiz Vieira, owner do Cobogó. Na foto, não dá pra ver sua bermudinha new-rave.

Rafael Dias, ex-editor da Revista O Grito! e Talles Colatino, nosso atual homem da TV.

Uma diva chamada Sulamita.

Primeira foto da Banheirão Sessions, com Hugo Harten.

Os DJs Thiago Soares, Schneider, que tocam juntos, e Gustavo Belarmino.

Viviane Menezes, que segurou a onda no início da festa, no fatídico problema técnico do som. Mandou bem no revival que fez do pop. Rolou o Shalamar, prometido?

Rafael Pimenta e Gustavo Belarmino no bar.

Fernando de Albuquerque e Delany Meira.

Schneider e Thiago.

Mais um momento de Viviane Menezes.

Fernando de Albuquerque produzindo.

O jornalista-crítico-cineasta, Luís Fernando Moura, flagrado.

Visão geral e borrado da festa.

Sergio Souza Costa no escuro.

Rafaella Soares, repórter e hostess.

O DJ Gilberto Tenório momentos antes de entrar nas picapes.

Pra fechar, a então desconhecida tatuagem de Delany Star.

Um ensaio sobre a adolescência por Laís Bodanzky

Por Rafaella Soares

O dá muita sorte a Laís Bodanzky. Foi em uma sessão de 2001, no mesmo festival, que seu primeiro filme, Bicho de Sete Cabeças, teve uma repercussão absurda e ganhou nada menos que nove prêmios, incluindo Melhor Filme, Direção e Ator para Rodrigo Santoro.

Na sessão dessa quinta-feira (29), foi a vez de a diretora estrear “” (2010), prometido como a resposta anti-Malhação das telas. De fato, para a frequencia jovem, maioria expresiva desta edição do festival, a escola, se já não é mais uma realidade, tá logo ali, em lembranças recentes.

Não é o retrato de uma geração, mas vá lá, retrata uma parcela de jovens de São Paulo, brancos, classe média, com seus pais professores, antropólogos, esclarecidos, que trabalham para prover uma vida confortável que inclui a versão fictícia do colégio Equipe – “reaça” (reacionário), para um dos genitores, mas ainda assim esfera que ambienta a vida dos protagonistas na maior parte do tempo.

O filme revela o cotidiano de um grupo de jovens muito simpáticos e parecidos com gente de verdade, como diz a música de Renato Russo. Os irmãos Pedro (Fiuk, filho de Fábio Júnior, também cantor, ator adolescente hypado) e Mano (Francisco Miguez, revelação prazerosa) são protagonistas de uma trama que parece previsível até a separação dos pais, quando eles passam a viver dificuldades de relacionamento e até experiências com bullyng.

A forma como as coisas são mostradas, sem arquétipos maniqueístas, é o que há de mais positivo no filme. Tudo parte de um roteiro simples, mas a condução é muito boa, sem clichês enfadonhos e cheio de ternura. Aliás, é uma satisfação ver os atores Paulo Vilhena (o professor de música de Mano) e Denise Fraga (a mãe dos adolescentes) em papéis naturais, no caso dele, e contida, no caso dela. A jovem Gabriela Rocha (Carol) é outra descoberta fofa, além do sempre bom Caio Blat.

Encontrar o tom ficcional em situações cotidianas é um achado. Nisso, o filme é muito bem sucedido. A trilha sonora é outro detalhe bacana. Depois de se verem representados em “As melhores coisas do mundo”, os mais jovens podem pensar: em cinema, não precisa recorrer a histórias mirabolantes de vampiros pudicos para envolver. E aos mais ou menos jovens, recomendo carregar o playlist com uma certa canção de uma certa banda de Liverpool, de um álbum com o nome da famosa rua londrina, para ouvir no fim da sessão.

Texto publicado no JC Online, na sexta (30).

Banzo e Benito

Acabei de receber , novo livro do ilustrador , com lançamento do novo selo da , o Mirim.

Quem assina o prefácio é o . Reproduzo abaixo.

Banzo é um tigre. Benito é um jacaré.
Porque raios esses dois foram virar melhores amigos?
Coisas da natureza selvagem… Epa! Mas que natureza selvagem o que, mané? Os dois moram na cidade! Gostam de desenhos animados, histórias de terror, sorvete, skate e rap. Selva, só se for para encontrar algum monstro gosmento de 17 olhos.
Eventualmente um enche o saco do outro. Mas continuam sendo melhores amigos.
É que amigo não é como família, amigo a gente escolhe.
Ou alguém aí acha que um tigre e um jacaré são parentes?

voltar é sempre bom

Retomando este blog depois de uma pausa necessária. reformulada, Carnaval acabou, apê novo decorado e reformado. Agora é hora de dar o start de novo.

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