Revista O Grito!

Jazz Metal — Por Paulo Floro

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Limiar, nova HQ de Luciano Salles, será lançada no FIQ deste ano

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O quadrinista , de O Quarto Vivente, vai lançar sua aguardada nova HQ, : Dark Matter, no Festival Internacional de Quadrinhos (), em novembro, em Belo Horizonte. Salles é um dos nomes mais inventivos das HQs nacionais e vale muito a pena conhecer o trabalho dele, caso você ainda não o tenha feito.

Ele mesmo explicou em seu blog a história desta nova HQ: “A revista conta a história de dois confrades que decidem vingar a morte de um camarada, um irmão fraternal. Todavia, tudo através da memória dele. Nesse ínterim, algumas regras são quebradas e outras são tomadas para que a vingança se concretize.”

A HQ vai ser lançada de forma independente. Seu último trabalho, L’Amour 12oz, saiu pela Mino. “Tenho um profundo respeito e admiração pelos responsáveis pela editora além de uma gratidão e honra em inaugurar suas publicações. Nada impede de um novo trabalho – após Limiar: Dark Matter – ser negociado e lançado novamente pela MINO.”

Para finalizar, Salles publicou uma arte sua para Tintim, com cores de Maiolo, que também irá colorir o novo Limiar.

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Mad Max por Eduardo Medeiros

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, autor de A História Mais Triste do Mundo e da HQ online Sopa de Salsicha fez uma ilustração de incrível em seu blog. Ele aproveitou o mote do novo longa da franquia, que ainda está em cartaz, mas seu desenho faz referência ao segundo longa da série, com Mel Gibson.

As Minimes de Murilo Martins

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O quadrinista vai lançar este ano duas HQs com mini-histórias e tiras: são as Minimes. Seguindo uma estratégia já testada em outras obras suas, Murilo apresentou os produtos em eventos no exterior.

Ele levou os volume 1 e 2 para a Toronto Comics Arts Festival, que aconteceu em Toronto no mês de maio. Os livros devem ser vendidos no Festival Internacional de Quadrinhos este ano. Siga Murilo Martins no Tumblr. Escrevi sobre Eu Sou Um Pastor Alemão, uma das HQs mais legais do autor, relançada este ano.

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Ilustra: Personagens de Game Of Thrones imaginados nos anos 1990

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O designer francês Mike Wrobel, que mora em Tóquio, publicou uma série de ilustrações que imaginam os personagens de como se vivessem nos anos 1990. O melhor para mim foi Lannister de Miami Vice.

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A The Economist colocou na capa a foto que Obama postou no Twitter

Em tempos em que impressas deixam de existir (tchau, Newsweek), a The Economist abraça o universo online com carinho nesta capa sobre a reeleição de Barack . A imagem foi postada no Twitter e no Facebook pelo presidente e tornou-se o post mais compartilhado de todos os tempos nas duas redes sociais. Isso é que ter timing.

Gethin Anthony participa da campanha “Straight But Not Narrow”

, ator inglês que interpreta o nobre Renly Baratheon em participou da campanha Straight But Not Narrow (hétero, mas não limitado, em tradução livre). A ideia é convidar personalidades para colaborar na luta contra o preconceito aos gays.

Festa Hola Que Tal 3 – Banheirão e Thalia Issue

Neste último sábado (15), aconteceu mais uma edição da festa Hola, Que Tal?, no Cobogó Discotheque, no Espinheiro, Recife. Apesar de um problema técnico no som no início da festa (acontece…), esta terceira edição foi um sucesso. Depois de meses de espera, o comeback valeu a pena e cumpriu a proposta: música pop até amanhecer o dia.

Os DJs Schneider Carpeggiani, Thiago Soares, Gilberto Tenório e Viviane Menezes (Dejavu), trouxeram novidades como a música nova de Kyllie Minogue, músicas de Beyoncé, Lady Gaga, Annie, Fever Ray e desenterraram hits antigos de George Michael, Thalia, Black Eyed Peas e Shakira.

Como é de praxe, confiram a cobertura de quem apareceu por lá. Destaque para a sessão de fotos #, nosso espaço VIP, em fotos desde já históricas.

Hasta próxima festa.

Isolamento acústico do Cobogó fazia com que o som não reverberasse tanto lá fora. Após subir as escadas, o batidão fervia.

Fernando de Albuquerque nos minutos finais da festa, ao som de rock sueco e “Amando-te”, de Thalia.

Detalhe de uma das portas do banheiro, que estava forrado com cartazes de festas antigas.

Detalhe da camisa deste editor que vos fala, com um Bowie pintado por Marília Floro como presente de aniversário de outra pessoa. É uma camisa vintage, portanto.

César Mafra, o designer que fez a arte do cartaz da festa e de muitos outros projetos da e sua namorada Érika Ramona, designer do Jornal do Commercio. Amor em curvas.

Zé Luiz Vieira, owner do Cobogó. Na foto, não dá pra ver sua bermudinha new-rave.

Rafael Dias, ex-editor da Revista O Grito! e Talles Colatino, nosso atual homem da TV.

Uma diva chamada Sulamita.

Primeira foto da Banheirão Sessions, com Hugo Harten.

Os DJs Thiago Soares, Schneider, que tocam juntos, e Gustavo Belarmino.

Viviane Menezes, que segurou a onda no início da festa, no fatídico problema técnico do som. Mandou bem no revival que fez do pop. Rolou o Shalamar, prometido?

Rafael Pimenta e Gustavo Belarmino no bar.

Fernando de Albuquerque e Delany Meira.

Schneider e Thiago.

Mais um momento de Viviane Menezes.

Fernando de Albuquerque produzindo.

O jornalista-crítico-cineasta, Luís Fernando Moura, flagrado.

Visão geral e borrado da festa.

Sergio Souza Costa no escuro.

Rafaella Soares, repórter e hostess.

O DJ Gilberto Tenório momentos antes de entrar nas picapes.

Pra fechar, a então desconhecida tatuagem de Delany Star.

Um ensaio sobre a adolescência por Laís Bodanzky

Por Rafaella Soares

O dá muita sorte a Laís Bodanzky. Foi em uma sessão de 2001, no mesmo festival, que seu primeiro filme, Bicho de Sete Cabeças, teve uma repercussão absurda e ganhou nada menos que nove prêmios, incluindo Melhor Filme, Direção e Ator para Rodrigo Santoro.

Na sessão dessa quinta-feira (29), foi a vez de a diretora estrear “” (2010), prometido como a resposta anti-Malhação das telas. De fato, para a frequencia jovem, maioria expresiva desta edição do festival, a escola, se já não é mais uma realidade, tá logo ali, em lembranças recentes.

Não é o retrato de uma geração, mas vá lá, retrata uma parcela de jovens de São Paulo, brancos, classe média, com seus pais professores, antropólogos, esclarecidos, que trabalham para prover uma vida confortável que inclui a versão fictícia do colégio Equipe – “reaça” (reacionário), para um dos genitores, mas ainda assim esfera que ambienta a vida dos protagonistas na maior parte do tempo.

O filme revela o cotidiano de um grupo de jovens muito simpáticos e parecidos com gente de verdade, como diz a música de Renato Russo. Os irmãos Pedro (Fiuk, filho de Fábio Júnior, também cantor, ator adolescente hypado) e Mano (Francisco Miguez, revelação prazerosa) são protagonistas de uma trama que parece previsível até a separação dos pais, quando eles passam a viver dificuldades de relacionamento e até experiências com bullyng.

A forma como as coisas são mostradas, sem arquétipos maniqueístas, é o que há de mais positivo no filme. Tudo parte de um roteiro simples, mas a condução é muito boa, sem clichês enfadonhos e cheio de ternura. Aliás, é uma satisfação ver os atores Paulo Vilhena (o professor de música de Mano) e Denise Fraga (a mãe dos adolescentes) em papéis naturais, no caso dele, e contida, no caso dela. A jovem Gabriela Rocha (Carol) é outra descoberta fofa, além do sempre bom Caio Blat.

Encontrar o tom ficcional em situações cotidianas é um achado. Nisso, o filme é muito bem sucedido. A trilha sonora é outro detalhe bacana. Depois de se verem representados em “As melhores coisas do mundo”, os mais jovens podem pensar: em cinema, não precisa recorrer a histórias mirabolantes de vampiros pudicos para envolver. E aos mais ou menos jovens, recomendo carregar o playlist com uma certa canção de uma certa banda de Liverpool, de um álbum com o nome da famosa rua londrina, para ouvir no fim da sessão.

Texto publicado no JC Online, na sexta (30).

Banzo e Benito

Acabei de receber , novo livro do ilustrador , com lançamento do novo selo da , o Mirim.

Quem assina o prefácio é o . Reproduzo abaixo.

Banzo é um tigre. Benito é um jacaré.
Porque raios esses dois foram virar melhores amigos?
Coisas da natureza selvagem… Epa! Mas que natureza selvagem o que, mané? Os dois moram na cidade! Gostam de desenhos animados, histórias de terror, sorvete, skate e rap. Selva, só se for para encontrar algum monstro gosmento de 17 olhos.
Eventualmente um enche o saco do outro. Mas continuam sendo melhores amigos.
É que amigo não é como família, amigo a gente escolhe.
Ou alguém aí acha que um tigre e um jacaré são parentes?

voltar é sempre bom

Retomando este blog depois de uma pausa necessária. reformulada, Carnaval acabou, apê novo decorado e reformado. Agora é hora de dar o start de novo.

RS revoltada

A edição-matriz da radicalizou na sua militância política nas discussões contra o aquecimento global. Olhem a capa acima. Eles listam os 17 maiores poluidores mundiais.

No site, é possível ler a matéria toda.

Scott McCloud coloca nova HQ na web; mas pegue a lupa

O quadrinhista publicou todas as 466 páginas de sua mais nova graphic novel. O problema é que a imagem, publicada em seu blog, é tão pequena, que nem mesmo uma lupa é capaz de ajudar na visualização da HQ.

Na verdade, trata-se de um jeitor sarcástico bem-humorado para anunciar seu trabalho ainda inédito. Outra: fazendo scan de si mesmo, Scott pode ter brincado com a pirataria de quadrinhos, que tanto preocupa a indústria norte-americana.

Scott McCloud é conhecido pelos seus livros teóricos sobre HQ’s. O Brasil publicou os sucessos, Desenhando Quadrinhos, Desvendando Quadrinhos e Reinventando Quadrinhos. Sua nova obra se chama The Sculptor e a previsão é que seja lançada nos próximos dois meses.


Engraçadinho esse Scott

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