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Jazz Metal — Por Paulo Floro

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Warner antecipa estreia de Batman Vs Superman e anuncia novos filmes até 2020

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A Warner Bros. mudou a data de – Dawn Of Justice. Antes o longa estava previsto para 6 de maio de 2016, mas foi antecipado para 25 de março do mesmo ano.

Com a mudança, a Warner parece querer evitar um conflito com Capitão América 3, da concorrente Marvel Studios, que estreia dia 6 de maio.

Além de Vs , a Warner divulgou um calendário com nove filmes baseados em personagens da . Os títulos não foram revelados, mas agora sabemos que teremos produções agendadas até 2020.

Veja:

5 de agosto de 2016;
23 de junho de 2017;
17 de novembro de 2017;
23 de março de 2018;
27 de julho de 2018;
5 de abril de 2019;
14 de junho de 2019;
3 de abril de 2020;
19 de junho de 2020.

Batman Vs Superman é a continuação de , ambos com direção de . O longa é a tentativa da DC de criar um universo coeso nos cinemas como fez a Marvel Studios. A produção terá como Batman e Henry Cavill como Superman, além da atriz Gal Godot como a .

A primeira imagem da Mulher-Maravilha no novo filme Batman Vs Superman

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Foi divulgada a primeira imagem da atriz israelense Gal Godot como . A personagem vai aparecer no longa Vs : Dawn Of Justice, dirigido por . A revelação aconteceu na San Diego Comic Con, que terminou neste domingo (27), na Califórnia, EUA.

O filme trará ainda como Batman e Henry Cavill como Superman. Na semana passada, Snyder soltou no Twitter mais uma imagem de Affleck como o Homem-Morcego. No painel do longa no também foi exibido um minúsculo teaser que mostra o bat-sinal sendo ligado.

A estreia de será dia 6 de maio de 2016.

DC nega uso do logo de Superman em estátua de garoto morto pelos avós

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Uma decisão da DC está pegando bem mal para a imagem da editora.

A empresa negou o uso do “S” do uniforme de em uma escultura feita em um homenagem ao garoto Jeffrey, fã do herói, e que morreu em decorrência dos maus tratos dos seus avós em 2002.

Jeffrey Baldwin, morto quando tinha 5 anos, era um garoto de Toronto que morreu de inanição após viver em péssimas condições de higiene e saúde. Os avós tinham a custódia de Jeffrey e de seus três irmãos, mas apenas dois eram bem cuidados.

Jeffrey e sua irmã viviam trancados em um quarto sem luz em meio a urina, fezes e sangue. Ela ainda podia ir à escola, o que ajudou a salvar a vida do irmão, pois trazia lanches que eram sua única fonte de alimentação. Os avós foram condenados pela morte do garoto em 2006.

Um homem chamado Todd Boyce decidiu no ano passado criar uma estátua em homenagem a Jeffrey, sensibilizado com essa história trágica de violência infantil. Ele contratou o artista Ruth Abernathy para realizar o serviço. Uma das fotos do menino, sem data, mostra ele feliz em uma fantasia de Superman e por isso ele foi imortalizado vestido como o herói.

A imagem é da época em que Jeffrey ainda não morava com os avós. Os pais adolescentes perderam a custódia dos filhos por não conseguiram provar na Justiça condições de cuidar das crianças.

Ao pedir permissão de usar o logo, a DC retornou com uma negativa. “A DC Entertainment, [detentora dos direitos do personagem] disse que a empresa não está confortável em ser associada ao abuso de crianças”, disse Boyce, citado pelo blog TheBeat. A recusa gerou muitas críticas negativas à DC nas redes sociais.

A solução encontrada por Boyce foi usar a letra “J”, de Joffrey, no lugar de “S”, de Superman.

Foto via TheStar.

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Superman entra em nova fase, com desenhos de John Romita Jr.

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Chegou esta semana às lojas de quadrinhos dos EUA a nova fase de desenhado por John Romita Jr.

Depois de décadas desenhando para a Marvel, Romita Jr, filho de um dos maiores artistas de todos os tempos, passa a ilustrar um novo momento para . A expectativa é enorme já que 1) é o Superman, um dos personagens mais famosos do mundo e bastião do que representa o gênero “super-heróis” para a indústria dos comics nos EUA e 2) o personagem entra em uma nova fase, com mudança de visual e entrada de novos vilões.

Além disso, desde que a iniciou sua radical reformulação conhecida como “Novos 52”, Superman foi o herói que mais teve atribulações em seus títulos. A mais importante foi a saída do escritor e desenhista George Pérez, que alegou interferências editoriais em seu material, além de uma recepção morna por parte dos críticos e fãs.

Agora, a DC aposta alto nessa nova fase, que se inicia na edição 32 da revista. O roteiro é de Geoff Johns, responsável por títulos importantes na editora, como a Liga da Justiça. No novo arco, Superman/Clark Kent está tentando voltar ao jornalismo por iniciativa de seu ex-colega Perry White e encontra um novo vilão, o misterioso Ulysses. A edição pode ser comprada digitalmente, mas a Panini deve lançar a versão brasileira em breve no título mensal do herói publicado por aqui.

Veja os previews:

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Esta é a primeira imagem de Ben Affleck como Batman

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O diretor , de , divulgou a primeira imagem do ator como . A imagem foi divulgada pelo Twitter.

Pela imagem, podemos ver que o uniforme do Batman segue bastante o estilo do personagem criado por Frank Miller para o clássico Batman – O Cavaleiro das Trevas, de 1988. Pelo semblante podemos ver um Homem-Morcego mais envelhecido. De quebra, temos também a visão do Batmóvel.

O longa Batman Vs tem no elenco Henry Cavill (), Amy Adams (), Ben Affleck (Batman) e Gal Gadot (Mulher Maravilha). A estreia é dia 6 de maio de 2016

Como Superman faz a barba, por Mayim Bialik

Acima uma dos motivos pelos quais amamos , de The Big Bang Theory. Via WoW. A atriz e neurocientista (ela é PhD no assunto) explica cientificamente como faria a barba. Claro, tudo faz parte de uma campanha para divulgar , que estreia dia 14 de junho nos EUA e dia 12 de julho no Brasil.

E esta não é a primeira teoria sofre esse assunto. Nas HQs vários já pensaram neste mistério!

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Animações clássicas do Superman dos anos 1940 no YouTube

Clássico da animação, o desenho animado do , feito pelos estúdios Fleischer, foram disponibilizados no YouTube. Feitos há mais de 70 anos, a obra já estava em domínio público. A Warner, no entanto, demorou bastante para disponibilizá-las. Versões luxuosas em DVDs com todos os episódios são facilmente encontrados em lojas.

Dirigidos por Max e Dave Fleischer, os desenhos foram feitos no início dos anos 1940 e exibidos originalmente no cinema. São histórias curtas e com uma animação que até hoje chama atenção pelo apuro técnico e narrativo. Esses pequenos filmes influenciaram bastante a produção de animação da Warner com os personagens da DC, quase 50 anos depois.

Via TerraZero, que tem mais vídeos.

Meninas, aprendam com Lois Lane

“Você acha que eu vou passar o resto da minha vida esperando você me pedir em casamento?”. Lois, uma mulher decidida. Vi aqui.

A épica luta entre Batman e Superman em Toronto

Essa tosqueira linda já é um dos virais mais comentados da internet (ao menos entre fanboys). Via Geeks Are Sexy.

Mercado HQ: Reformulação da DC Comics é ótimo momento para colecionar heróis

Escrevi para o NE10 sobre a reformulação da DC e de como este era um ótimo momento para voltar a colecionar gibis de super-heróis. Ainda que, no geral, os títulos tenham qualidade mediana, esse reboot representa um momento importante no mercado de quadrinhos do Brasil. Será a primeira vez que todas as revistas de uma editora americana de heróis sairá no País – no caso, as 52 HQs preparadas para o reboot.

Os super-heróis nunca estiveram tão presente na mídia quanto nos últimos anos. Aproveitando a repercussão no cinema – com destaque para a série dos X-Men e de Christopher Nolan – a iniciou uma ousada estratégia de reiniciar mais uma vez seu universo como forma de atrair novos leitores. Em outras palavras, ela zerou todas as revistas e recontou a origem de alguns personagens. Neste recomeço, os superseres surgiram na sociedada há apenas cinco anos.

Batizado de “Novos 52”, em referência ao número de títulos lançados, essas histórias acabam de chegar às bancas brasileiras. Em uma iniciativa inédita, a Panini Comics, que detém os direitos de publicação no País, anunciou que irá lançar todos os títulos dessa reformulação. Será a primeira vez que isso acontece no mercado nacional. Até então, os editores optavam pelas histórias que sairiam aqui, baseado tanto na relevância quanto no potencial de vendas.

Por isso, além dos títulos principais, como , Batman, e Lanterna Verde, outros personagens menos conhecidos e séries sem muito apelo comercial ganharão uma distribuição exclusiva através das comic-shops Comix e Devir.

Serão elas que enviarão aos seus parceiros pelo País. Aqui no Recife, a loja Fênix, no Espinheiro, será a representante local para receber esses títulos exclusivos, um pouco mais caros por terem uma tiragem menor. Considerados mitos modernos, os super-heróis fazem parte da cultura popular do Ocidente e estão presentes no imaginário popular. Agora, leitores antigos de gibis e novatos instigados pelos filmes e séries de TV poderão retomar suas coleções a partir deste mês.

O NE10 leu as primeiras edições nacionais da reformulação – Batman, Superman, Liga da Justiça, Universo HQ – e conferiu em inglês os primeiros números dos demais títulos. Quem está com dúvidas desse novo início, o pequeno guia abaixo, pode ajudar.

Superman 
O primeiro número do Superman traz os dois títulos regulares do herói (Action Comics e Superman) e a aventura de sua prima kryptoniana, Supergirl. Escritor por George Pérez, o título-chave do heróis peca pelo excesso de informação. Ficamos descobrindo que o Planeta Diário faz parte de um conglomerado de mídia com acusações de corrupção e Lois é diretora de web e TV da empresa. Mas, o que mais chama atenção é Superman e seu novo uniforme, agora sem a cueca por cima das calças (isso sim um choque!) e parte externa semelhante a uma armadura. É uma tentativa de tentar modernizar o herói, mas experiências como essa não deram muito certo no passado. É esperar para ver.

Já Action Comics tem um roteiro primoroso assinado por Grant Morrison. Nela conhecemos o passado do herói, quando ele ainda estava aprendendo a usar os poderes. O melhor é que faz referências à história original publicada em 1937. O desenho de Rags Morales é outro destaque. Por fim, temos a primeira aparição de Supergirl. A personagem nunca teve momentos memoráveis pré-reboot (a não ser quando morria, coitada). Agora, começaram sua história bem do início, quando ela caiu na Terra vinda de Krypton, ainda adolescente. O primeiro número não entregou muito da série e mostra apenas sua luta contra uma misteriosa organização que já sabia de sua vinda. Vejo potencial na HQ, mas é preciso de um trabalho mais ousado para uma heroína tão sem apelo. Serviço: Superman, R$ 5,90, 64 págs (o primeiro número, excepcionalmente, custou R$ 6,60 e teve 84 págs). Nas bancas. 

Batman
As perspectivas são bem melhores para quem quiser voltar a ler Batman. O herói continuou dois títulos no Brasil, que já existiam antes da reformulação:Batman e A Sombra do Batman. A primeira reúne os três títulos que o herói tem nos EUA: Batman, Batman – The Dark Knight e Detective Comics.

O escritor Scott Snyder coloca Batman em uma investigação de um assassinato que pode envolver seu parceiro de longa data, Dick Grayson. Os desenhos de Greg Capullo trazem um Batman corpulento igual ao que nos acostumamos ver nos filmes recentes. Detective Comics, escrito e desenhado por Tony Daniel reinicia o clássico embate do herói com o Coringa. Por fim, temos Batman – The Dark Knight na mais fraca das três histórias, escrita por Paul Jenkins e desenhada por David Finch. O herói precisa conter uma rebelião no Asilo Arkham, mas o mote aqui é mostrar mais do cotidiano de Bruce Wayne.

Nesta reformulação, o Robin é Damien, o filho de Bruce Wayne, ainda um adolescente. Os dois Robins anteriores já seguem suas carreiras solo, como Robin Vermelho (Tim Drake) e Asa Noturna (Dick Grayson). A DC decidiu manter tudo como estava antes do reboot por causa tanto da aceitação de Damien entre os leitores, mas também porque os antigos Robins já tinha suas próprias histórias.

A revista A Sombra do Batman chega dia 15 deste mês e traz personagens que atuam em Gotham e fazem parte da rede de influência do herói. É um título voltado para os Bat-fãs e é dispensável para o entendimento das histórias principais do Homem-Morcego. No entanto, as aventuras de Batwoman e Asa Noturna (Nightwing) andam valendo muito a pena. Os outros títulos que compõem o mix são Batman e RobinCapuz Vermelho e os RenegadosBatgirl,Mulher-Gato e Batwing. Serviço: Batman 1, 76 págs, R$ 6,50. (O primeiro número foi mais caro e teve mais páginas. O preço normal será R$ 5,90, com 64 págs).

Liga da Justiça
Título central desta reformulação, a HQ foi a primeira desta nova fase a ser lançada e tornou-se sucesso de vendas nos EUA. A história, assinada por Geoff Johns e Jim Lee, mostra os heróis cinco anos antes, durante seu surgimento. É legal ver Batman falando de Superman como alguém de quem ele ouviu falar e todos se encontrando pela primeira vez. Esta estreia deixa um tom de suspense no ar e, segundo a DC, a revista será o centro nervoso desse novo universo. No Brasil, o título ainda traz duas histórias, infelizmente não tão boas: Liga da Justiça Internacional e Capitão Átomo (esta, talvez a pior de todo o reboot). Ambas são repletas de clichês, amontoado de frases de efeito e no caso da segunda, uma trama confusa. Serviço: Liga da Justiça 1, 68 págs, R$ 5,90 (nas bancas)

Lanterna Verde
A DC sabe que os fãs do herói esmeralda são fervorosos, por isso decidiu não resetar as histórias dele. O único cuidado que o roteiro tem é de tentar contextualizar conceitos da trama. Mas não é suficiente. As histórias continuam complexas e são indicadas apenas para quem já acompanhava o título – que fazia muito sucesso, diga-se. Geoff Johns e Doug Mahnke seguem assinando o título principal e trazem o vilão Sinestro carregando o anel de Hal Jordan.Lanterna Verde: Novos Guardiões tem Kyle Rayner, o mais sem graça dos Lanternas em uma história que reconta sua origem. Quem escreve é Tony Bedard, com desenhos sem muita personalidade de Tyler Kirkham. Por fim, a revista traz o título Tropa dos Lanternas Verdes, com Guy Gardner e John Stewart tendo que lidar com um assassino de Lanterdas Verdes. O roteiro é de Pete Tomasi e desenhos de Fernando Pasarin. Serviço: Lanterna Verde 1, 68 págs, R$ 5,90


Uma injustiça a Mulher-Maravilha não ganhar um título próprio. Seria a única mulher entre os heróis mais icônicos da editora a ter uma revista própria. A seu favor, ela teria também um bom roteiro de Brian Azzarello e desenhos de cair o queixo de Cliff Chiang, um dos poucos nomes que trazem um traço mais autoral nesta reformulação. Quem gostar da super-heroína terá que comprar a revista Universo DC (148 págs, R$ 14,90), uma espécie de almanaque que reúne diversos heróis solo da editora. Serviço: Publicada em Universo DC, que também tem histórias de Aquaman, O Selvagem Gavião Negro, A Fúria de Nuclear, Senhor Incrível, OMAC e Falcões Negros. 156 págs, R$ 16,90 (as próximas edições terão 148 págs ao preço de R$ 14,90).

Flash
Outro herói que ganhou uma boa equipe criativa. Francis Manapul, também desenhista, divide o roteiro com Brian Buccellato, escritor já acostumado às histórias do homem mais rápido do mundo. Barry Allen é um perito criminal de Central City que secretamente atua como o velocista escarlate. Sua revista mensal no Brasil trará ainda Arqueiro Verde, escrito por J.T. Krul e desenhos de Dan Jurgens, um tanto monótona e Exterminador, por Kyle Higgins e Joe Bennett, uma HQ interessante sobre um dos mais antigos anti-heróis da editora. Serviço: Flash 1, 68 págs, R$ 5,90 (Lançamento dia 15/6)

O resto do Universo
As opções serão muitas para os leitores nesta reformulação. Além dos heróis mais conhecidos, citados acima, diversos outros pedem uma chance. É o caso de Homem-Animal, herói cult da editora com roteiro de Jeff Lemire, que será lançada por aqui na revista Dark, em julho. E Monstro do Pântano, ainda sem data.

Para dar conta de tantos títulos, a Panini decidiu lançar alguns títulos diretamente em comic-shops, com tiragem menor. Segundo a editora, são revistas com um apelo popular menor, ainda que tenham boas histórias. As revistas já anunciadas até agora são Novos Titãs & Superboy, Universo DC Apresenta: Desafiador, Frankstein, Agente da S.O.M.B.R.A. e Esquadrão Suicida & Aves de Rapina, todos para julho. Ainda há outros títulos sem data, comoLegião dos Super-Heróis, DC Terror, Tropa dos Lanternas Verdes, entre outros.

Para detalhes de preços, mixes e datas de lançamento, o blog Papo de Quadrinho, parceiro do NE10, tem todos os detalhes. Na próxima semana, falaremos da atual situação da Marvel no Brasil e detalhes de como acompanhar a editora para quem estava afastado das histórias ou tem vontade de iniciar uma coleção.

DC? Ah, aquela editora dos heróis mais famosos
Wolverine e Thor podem até terem um sex-appeal irresistível às grandes audiências, mas poucos se gabam se serem icônicos como os super-heróis da DC Comics, a exemplo de Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Aquaman, e outros. Esses personagens carregam um simbolismo utópico de mitos, seres quase intocáveis cuja índole – na maior parte das vezes – segue inabalável.

Enquanto heróis da Marvel são mais calcados no mundo real, e demonstram com mais frequência suas mazelas morais, a DC traz uma maior idealização. São como mitos. O interessante desta reformulação é que os leitores poderão ver o início da carreira dos personagens, antes de serem os melhores do mundo. Superman ainda não é uma celebridade unânime. Batman é caçado e visto com desconfiança pela força policial de Batman. Já Flash está dando seus primeiros passos no vigilantismo e tentando conciliar vida profissional com o colante vermelho. A exceção são as histórias interplanetárias de Lanterna Verde, que seguem com seu público fiel e com a cronologia inalterada.

Com um apelo ao colecionismo, esta nova fase da DC Comics por aqui representa o melhor momento para voltar a ler histórias de super-heróis.

DC faz primeira exibição de artes plásticas inspirada em seus heróis


, na visão de Nathan Mochizuki

Depois de vários artistas darem sua visão para ícones como Superman, e , a , enfim, divulga sua própria exibição de arte estrelada pelos seus super-heróis. Chamada de “Darkness & Light”, a abertura acontece esta semana no prédio da editora, em Burbank, na California.

Diversos artistas, de várias partes do mundo, participam da mostra, bem como artistas-funcionários da DC Comics e Warner Bros. Entre os nomes envolvidos no projeto estão Kiyoshi Nakazawa, Martin Ontiveros, Mike Palermo, Nathan Sawaya, Bwana Spoons e Amanda Visell, além do publisher, Jim Lee.

A curadoria ficou com Brian Deputy, da Warner Bros. A exibição será levada para a San Diego Comic-Con, também na Califórnia.


Quadro de Amanda Vissell.


Jim Lee em seu momento “artsy”

Uma Tira: Mitty & Timmy

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O autor argentino Truchafrita colocou seus personagens mais conhecidos, Mitty e Timmy para encontrar ninguém menos que . Depois que ele perdeu sua cueca por cima da calça, no reboot da , agora implicam com sua capa. Coitado.

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