E uma das revistas mais interessantes dos quadrinhos independentes nacionais chega ao fim. A chega ao fim neste mês. Seu último número será lançado nesta quinta (20), no CCCP, em Belo Horizonte. A publicação foi importante para fazer um apurado de artistas experimentais e ousados nos anos 2000.

A revista ainda conseguiu lançar graphic novels através de um selo. A cada edição, quadrinistas nacionais e internacionais dividiam as páginas. Já passaram por lá: Lelis, Luciano Irrthum, Daniel Caballero, Odyr, entre outros.

Em dezessete anos de estrada, a revista ganhou sete prêmios . Escrevi sobre uma edição da Graffiti – e sua importância para o mercado nacional – aqui. Agora é torcer que alguma editora lance uma coletânea com todo o material que a revista acumulou. Seria cofre, definitivamente.