é o da nova geração. Tal como o francês, Bay, com sua franquia Transformers, se mostrou um diretor transgressor e visionário. E o paralelo entre os dois cineastas é inevitável.

Assim como num filme do Godard ou de qualquer outro da Nouvelle vague, Transformers tem todas aquelas características utilizadas para definir esse gênero francês: intransigência com os moldes narrativos do cinema estabelecido; montagem atípica e narrativa fora do convencional. Aliás, ouso dizer que tanto o Jean-Luc Godard quanto o Michael Bay subvertem ao máximo a estrutura de seus filmes ao eliminar quase por completo o uso da narrativa.

Peguei no Vaca Caga, que voltou com tudo. Quem assina a pérola é Breno Pessoa.