Revista O Grito!

Jazz Metal — Por Paulo Floro

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No Ar Coquetel Molotov

Arthur Dantas confabulando com os manos do Emicida

Otto rebolando foi muito amor.

Com seu visual de bibliotecária, Victoria, do Taken By Trees, mostrou empatia com o público mesmo com a cara de abusinho fake.

Ana Garcia com o Dinosaur Jr.

Do Amorrr

Junior Black apareceu no Das Cavernas, no foyer do festival.

Minha melhor descoberta, o .

Todas as fotos por Caroline Bittencourt.

Circulada # 2: Cine PE 2010

E acabou mais uma cobertura. E essa emendou com o Abril Pro Rock, que durou quase o mês todo. O 2010 teve seus momentos divertidos, chatosos e polêmicos, mas mostrou que continua bem na sua proposta popular de fazer um festival de cinema.

No segundo “” aqui no JazzMetal, o povo bonito que estava no Teatro Guararapes e nos afters pelo centro do Recife.

O crítico indomável Alexandre Figueirôa, que escreveu sobre o festival para a Revista O Grito! e Fernando Albuquerque

A sumida jornalista Cláudia Vital, que agora trabalha com Meio-ambiente. Cadê seu twitter pra gente te seguir?

Tudo OK na Mamede Simões, na Boa Vista na noite após o longa de Jorge Durán. “Quem entendeu aquilo”?

Bar em frente ao Central, cujo nome ninguém recorda, lotado de gente. Destaque para o pingo d’ouro e castanha que é harmonizado com cerveja

A noite enquanto curta-metragem insólito

Apesar da cara de tenso, Tony Ramos foi simpático com todo mundo dentro do aquário vip lotado. Ele tentava entender o que o garoto ao lado, surdo-mudo, falava. Ele pedia ao ator apoio para o movimento que inclui legendas em filmes nacionais para deficientes auditivos.

Fernando trouxe sua caixa de fósfora vintage, Zebra.

Rafaella Soares no espaço vip da Petrobras, trabalhada na zebra. Ela me ajudou na cobertura para o JC Online. O melhor foi fazer amizade com Socorro, a cozinheira que fez os quitutes para a sala de imprensa e todos os espaços do festival. “Meu amor, um pão de ló feito esse, você não encontra”.

Três estrelas

Foto tirada em um hotel na Rua Augusta, em . Todos os elevadores e portas tinham essas três estrelas para decorar. E o lugar fazia jus: atendimento digno do Velho Oeste e móveis velhos de madeira para dar uma ambientação beat ao visitante. Pra que classe, na Augusta?

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