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Jazz Metal — Por Paulo Floro

Melhor fase do Demolidor em anos será cancelada pela Marvel

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Tudo que é bom um dia termina. Foi com esse sentimento que os artistas da atual série do anunciaram o fim do título esta semana. O desenhista Chris Samnee anunciou no Twitter a capa da edição 36, que será a última.

A atual fase, escrita por Mark Waid e desenhada por Samnee e Paolo Rivea, está sendo considerada uma das melhores da história do personagem. Com mais humor e narrativa frenética, a revista abandona o tom melancólico e sombrio que sempre foi pensado para o herói. O cancelamento não tem a ver com vendas, mas sim por uma decisão da equipe criativa e o editor da , Stephen Wacker.

O personagem deve retornar no ano que vem totalmente reformulado – de quebra, ainda comemora 50 anos de criação. A fase atual é mesmo incrível. A Panini publica atualmente a série em encadernados, com dois volumes já lançados. [Via BleedingCool]

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Comentários

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3 Comentários

  1. Lucia

    “a revista aban­dona o tom melan­có­lico e som­brio que SEMPRE foi pen­sado para o herói.”

    Na verdade, esse DD melancólico e sombrio foi construído na (brilhante) era Frank Miller.
    Desde então, Matt Murdock vem sempre tendo quedas constantes. E os diferentes autores simplesmente não conseguiam se desvencilhar do trabalho de Miller….

    O que Waid e sua equipe criativa vem fazendo é retomar o Demolidor da Era de Prata (anterior a Miller). Ou seja, ele não criou algo novo, mas banhou nas águas de origem do personagem e reinterpretou para um ambiente atualizado…

    Por que é tão bom? Talvez, lá no fundo, nós fãs estejamos realmente com saudades dos tempos em que a Marvel publicava histórias mais dinâmicas, aventureiras, divertidas e menos sombrias, violentas e ‘superiores’…

  2. Antonio Gomes Ferreira Filho

    Falou tudo Lúcia

  3. Espero que essa reformulação não seja nada como ser possuído por um demônio ou mais uma vez ter sua identidade revelada…
    Triste notícia, comprei os 2 números que saíram aqui e me diverti muito. Ainda não li o segundo todo, mas só a primeira história já valeu e muito.

    Parabéns pela análise Lucia. Realmente as vezes ficamos órfãos de hqs que comecem e terminem, sem megas sagas de várias edições, sem plots fantasiosos, e sem as histórias “adultas” que as vezes exploram temas de forma gratuita sem acrescentar nada.

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