Revista O Grito!

Jazz Metal — Por Paulo Floro

Mês: março 2013 (Página 1 de 2)

Segundo volume de Beijo Adolescente, de Rafael Coutinho, já está na gráfica

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avisa que a segunda temporada da HQ O já está na gráfica. O livro foi todo financiado através de crowdfunding e deve chegar às lojas no segundo semestre. Acima a capa divulgada no blog do quadrinhista.

Novo filme de Wolverine no Vine

Incrível este preview de seis segundos do novo filme Wolverine – Imortal (clique no link se o embed não estiver funcionando)! Mas, achei ainda mais incrível essa divulgação usando o , nova rede social de clipes curtos como esse. Espero que mais estúdios adotem. É bem mais prático do que qualquer teaser no YouTube.

Embaixo tem mais fotos do longa, que estreia dia 26 de julho.

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HQ Perdido e Mal Pago, de Bob Fingerman sairá no Brasil. Veja prévia

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A editora Gal publicou uma prévia da nova HQ (“Minimum Wage”, no original), que sai ainda este ano no Brasil. A obra é assinada por , um dos autores independentes mais elogiados nos EUA. É ótimo saber que a obra sairá por aqui. Por enquanto, não há mais detalhes sobre o álbum.

Uma boa animação de Calvin e Haroldo

Enfim uma boa animação de . E desta vez não são HQs animadas. Quem assina é o animador Adam Brown, que se baseou na tira abaixo. O criador sempre foi contra adaptações da série, além de merchãs, como bonecos e comida, mas trata-se de um trabalho de fã. E ficou bem legal. Vi no MDM.

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Revista Animal na íntegra para download

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Uma das revistas em quadrinhos brasileira mais importantes, a , está inteiramente na internet para download. O blog Onomatopeia Digital colocou os arquivos digitalizados na íntegra. A publicação foi um marco nos anos 80 e trouxe histórias como Ranxerox, entre outros.

A revista Animal hoje é uma raridade e muito difícil (ou bem caro) de encontrar em sebos. Isso meio que relativiza quem é partidário ferrenho da luta contra os scans de HQs. Falando nisso, alguma editora bem que poderia lançar a edição definitiva da revista. (via Trabalho Sujo)

Recado para Marco Feliciano, por Divine

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Ian McKellen tem um recado para Marco Feliciano

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Peguei a montagem no fb de Enrico Vargas (dando o desconto para o erro gramatical).

Obras de Shiko em exposição no Capitão Lima

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O quadrinhista e artista plástico faz uma pequena exposição no restaurante Capitão Lima, em Santo Amaro, no Recife. Estão lá obras recentes, como a capa de sua adaptação para O Quinze, de Raquel de Queiroz, além de uma homenagem a Luiz Gonzaga, entre outros. São 11 trabalhos que estavam n’A Casa do Cachorro Preto, em Olinda, em janeiro. A entrada é gratuita, das 11h às 17h e todos os quadros estarão à venda. Fiz uma entrevista com o artista aqui.

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Contra a estagnação, Mickey retorna repaginado

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O nome de é automaticamente ligado à , que por sua vez é relacionada a um universo mágico, eterno, grandioso, que movimenta merchandising em todo o mundo. É provável que muitas crianças dos dias de hoje conheçam os personagens, como , Margarida, etc, através de produtos, do que propriamente pelos quadrinhos e desenhos animados. Isso pode mudar com a anunciada reformulação de para o século 21.

O rato, criação mais famosa de , ganhou novo traço nas mãos de Paul Rudish, animador conhecido pelo seu trabalho no Laboratório de Dexter e Meninas Super-Poderosas. A primeira animação, “Croissant de Triomphe”, passada em Paris, foi lançada semana passada.

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O personagem agora está mais dinâmico e menos rebuscado. E voltou às origens: sem camisa, uma bermuda vermelha, sapatos amarelos e mais magro. Sai de cena o Mickey detetive, trabalhador ou qualquer outra persona que já tenha tido. O novo desenho pega referência dos filmes da Disney nos anos 30 e 40 e adiciona elementos modernos.

Esta primeira série de animações dará uma volta ao mundo, passando por Pequim, Nova York, Tóquio, Veneza, entre outras cidades. A primeira foi Paris. O visual tem como objetivo vender o rato para uma audiência mais esperta, e pela qualidade deste primeiro vídeo, podemos esperar coisas boas. As 19 animações serão exibidas pela Disney Channel ao longo do ano, mas ainda não têm previsão de chegar ao Brasil.

Penas, curta baseado em HQ de Laerte, na íntegra

No ar o curta-metragem Penas, de . O filme foi baseado em uma HQ de publicada em 1988 na revista Chiclete com Banana. A história fala de um homem que fica transtornado ao encontrar penas em seu braço.

O curta foi filmado em São Paulo e conta com participação do próprio Laerte, além de Angeli e o cartunista Paulo Caruso, pai do diretor. (Via NE10)

Crítica: Dezesseis Luas

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O filme Dezesseis Luas tem como maior chamariz o fato de ter recebido o apelido de “novo Crepúsculo”. Baseado em uma série de livros juvenis (15 a 21 anos), o longa consegue introduzir os mesmos elementos já vistos na saga dos vampiros, como o amor proibido, magia e transformações da puberdade, mas tem uma proposta mais original na forma de contar a história.

Dirigido por Richard LaGravenese, o filme chega a causar estranhamento de quem espera mais uma aventura previsível aos moldes de Crepúsculo. Com um orçamento modesto, o roteiro vai seduzindo o espectador através de clichês conhecidos, para só depois surpreender com uma cena inusitada. Ao tratar do sobrenatural, a história pega referências de Carrie, a Estranha e o romance tem um sabor de filmes indies no estilo Vidas Sem Rumo.

Por essa mistura não muito coesa, Dezesseis Luas é um filme que tenta se diferenciar da pecha fútil que pode ter conseguido mesmo antes de estrear. A própria distribuidora está vendendo o filme no Brasil como mais uma trama sobrenatural para adolescentes, com toda a dose de seriedade e pretensão. Mas, é bom dar uma chance à produção. Na história, o menino Ethan (Alden Ehrenreich) vive uma rotina entediante em uma pequena cidade nos EUA. Tudo muda com a chegada de Lena Dunchannes (Alice Englert).

Estranha e considerada “amaldiçoada” por causa das lendas que envolvem sua família, Alice vive reclusa com seu tio (Jeremy Irons), em um casarão. Após revelar sua natureza mágica, alice precisará lutar contra a tradição para poder viver seu romance. Além disso, uma maldição ameaça sua vida e a de seu namorado.

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O roteiro traz humor negro e sagacidade pouco vistos em filmes voltados para jovens. Além disso, levanta questões interessantes, ainda que de forma amena. Uma delas é o protagonismo feminino, representado pela jovem bruxa. Ao contrário de Crepúsculo e muitas outras obras que envolvem magia, o cerne da história é interpretado por uma heroína. É Ethan quem precisa se adaptar ao mundo mágico e desconhecido de sua amada.

Outro ponto a favor do filme é seu talento em não se levar a sério. A interpretação dos adultos é histriônica, exagerada e serve como contraponto ao equilíbrio emocional apresentado pelos adolescentes. Em algumas passagens, as cenas apelam para o ridículo. Nisto, merece os créditos a boa direção de Richard LaGravenese, autor pouco conhecido, que fez o fraco P.S. Eu Te Amo (2008).

NOVA FRANQUIA – Baseado em uma série de livros escrita por Kami Garcia e Margaret Stohl, Dezesseis Luas tem tudo para se tornar uma nova franquia ao estilo de Crepúsculo e Harry Potter. Uma das vantagens da nova empreitada é o elenco. Neste primeiro filme, um renomado time de atores foi chamado. Jeremy Irons, no papel do tio de Alice, Emma Thompson, que interpreta uma carola que é dominada por uma força maligna e Viola Davis, uma xamã que cuida de uma biblioteca.

Já o casal protagonista possui talento. Alden Ehrenreich ficou conhecido pelo filme Tetro e desde então se tornou ator preferido de ninguém menos que Francis Ford Coppola. Como personagem-narrador, ele consegue envolver pelo carisma. A menina Alice Englert é tão bonita quanto boa atriz e terá um ano produtivo em bons lançamentos para este ano.

Dezesseis Luas traz novidades no gênero sobrenatural e é grata surpresa para quem espera um despretensioso filme com aventura e humor. Passa bem longe do constrangimento que foram os últimos filmes da Saga Crepúsculo.

DEZESSEIS LUAS
De Richard LaGravenese
[Beautiful Creatures, EUA, 2013
COM: Alice Englert, Alden Ehrenreich, Viola Davis, Emma Thompson
CLASSIFICAÇÃO: 10 anos

Texto originalmente publicado por mim no NE10.

Designer mostra pastores como o próprio diabo

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O designer brasileiro atacou de novo. Ele criou cartazes que mostram os pastores evangélicos como o próprio diabo. Ele usou como base a fortuna desses líderes revelada pela Forbes. Tem Edir Macedo, Valdomiro Santiago, Silas Malafaia e R.R.Soares.

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