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Jazz Metal — Por Paulo Floro

Dilma Boy quer mais

Aproveitando o viral em torno de seu nome, o publicitário Paulo Reis aproveita os holofotes para participar de campanhas em candidatos governistas. A Priscilla Muniz encontrou com ele neste domingo (26) e descobriu que Reis vai fazer um vídeo para Humberto, que concorre ao Senado pelo PT. A música vai ser “Telephone”, de Lady Gaga mais uma vez. E ele aproveita o período pré-ostracismo viajando pelo País. Já foi para o Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e hoje, Recife.

Vamos relembrar a tosqueira do vídeo que deu origem a tudo?

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1 Comentário

  1. Ostracismo era uma forma de punição política empregada inicialmente pelos atenienses. Significava a expulsão política e o exílio por um tempo de 10 anos. Seus bens ficavam guardados na cidade e ele se torna como de fora. Foi decretada em Atenas no ano de 510 A.C. por Clístenes e foi posto em prática no ano 487 A.C. como luta contra a tirania.
    O político que houvesse proposto projetos e votações para beneficio próprio para retornar para a tirania era candidato certo ao ostracismo. O primeiro político punido com o ostracismo foi Hiparco e mais tarde os políticos Megacles, Jantipo (pai de Péricles) e no ano 482 A.C. foi a vez de Aristides. Ao que parece o último punido foi o demagogo Hipérbolo no ano 417 A.C.
    A votação era feita inicialmente pela assembleia de Atenas. Se a votação tinha como resultado voto favorável ao ostracismo então uma votação pública era feita dois meses mais tarde. Se o resultado final fosse confirmado o político tinha 10 dias para deixar a cidade. Poderia voltar depois de 10 anos ou se outra assembleia seguida de votação pública trouxesse perdão.
    O processo deve ser distinguido do uso atual do termo, que genericamente refere-se à modos informais de exclusão de um grupo através do isolamento social. Derivado, assim do mundo grego, ainda, o exemplo social antropológico clássico de ostracismo, é a expulsão de membros da tribo Aborígene pré-colonial Australiana, que poderia resultar em morte do membro expulso. Em Atenas, o ostracismo contribuiu para a manutenção da república.
    Ou
    Outra forma – a mais conhecida atualmente – de empregar a palavra ostracismo, é para designar artistas (cantores, atores, etc…) que estão há muito tempo longe do grande público, sem lançar músicas ou discos; sem atuar em filmes ou novelas, caindo no completo esquecimento.
    Então… Muito cuidado em usar certos termos. Acredito ter usado para a segunda forma, mas primeiro eu não sou um artista e não pretendo ser expulso da politica por apenas fazer minha parte de militante e primeiro o ostracismo contribui para a manutenção da república. Então só estou contribuindo para um governo em que o chefe do Estado é eleito pelos cidadãos, tendo a sua chefia uma duração limitada
    Enfim o que adianta falar muito mas não dizer nada além do que já sabemos.

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