Revista O Grito!

Jazz Metal — Por Paulo Floro

Mês: agosto 2010 (Página 2 de 4)

Cavação

Esse sábado tem Neon Rocks, agora no Burburinho.

Astros pop hiper-reais

Sebastian Krüger, conhecido por suas ilustrações chamou atenção com essas pinturas de ícones da música pop em tamanho gigante e hiper-reais. Imaginem uma caricatura dessas decorando a sala. Tem muito mais no blog dele.

Isso é que eu chamo de “realidade aumentada”.

Mais seguidores que Jesus

Do Claudio Mor.

Cadernos de viagem de Guazzelli

Diários de viagem viraram marca do quadrinhista brasileiro Guazzelli. Ele agora posta novas ilustrações de sua recente passagem por Buenos Aires neste inverno de 2010. E aproveita pra avisar que está colocando viagens antigas (Uruguai, EUA…) no Facebook.

Os vídeos dos anos 1990 pela Pitchfork

O Pitchfork – a catequização indie dessa geração – colocou mais uma de suas listas no ar, desta vez dos melhores clipes dos anos 1990. O buzz já começou. Só tem coisa boa.

A invasão dos caranguejos assassinos

Trailer fake que tira onda de um dos principais ícones do Movimento Mangue. Muito bacana como o recifense fala e ri de seu próprio umbigo. Dica do Jarmeson

O Último Mestre do Ar é outra bola fora de M. Night Shyamalan

Depois de Harry Potter, assinar uma série multimilionária em Hollywood virou meta da vida de muitos diretores. M. Night Shyamalan ganhou a sua, depois de ter no currículo hits como Corpo Fechado e O Sexto Sentido. , que estreia nesta sexta-feira em todo o País, é a tentativa frustrada do diretor de colar suas referências de autor a uma saga de ação inspirada em um famoso desenho animado.

Quem não for um obcecado pelo desenho animado que deu origem ao filme (crianças e alguns marmajos) e for ao cinema em busca de uma experiência divertida em 3D, vai se decepcionar. Os recursos aqui são pífios, e torna a imagem escura sem necessidade. O filme tem o que projetores e técnicos chamam de “terceira dimensão recauchutada”, ou seja, a produção não foi pensada originalmente para usar a tecnologia.

A tática é o jeito que os estúdios encontram de alavancar as bilheterias, sobretudo um filme com apelo infantil como esse O Último Mestre do Ar. Mas o resultado é fraco. A história fala de quatro reinos que dominam os elementos água, ar, terra e fogo e têm entre seus moradores pessoas especiais que controlam os elementos. O equilíbrio é mantido por um ser chamado de Avatar, que faz a ponte entre o mundo espiritual, que garante a ordem no planeta.

Por algum motivo, esse Avatar desapareceu e seu retorno ao mundo, 100 anos depois, é o mote deste longa. Ele é um garoto, Aang, o novato Noah Ringer, que ainda não completou seu treinamento e precisa salvar o mundo dos tiranos do Reino do Fogo, que querem destruir tudo que há de espiritual para manter o controle. O filme tenta tocar em assuntos como preconceito racial, etnocídio (o Reino do Ar foi totalmente dizimado), mas é raso e chama atenção apenas pelos efeitos especiais feitos pela empresa de George Lucas.

No elenco se destacam Dev Patel, famoso como astro de Quem Quer Ser Um Milionário, e Ringer, que é um faixa-preta de kung-fu na vida real. O resto serve como escada para os efeitos especiais de encher os olhos nessa produção que é uma mistura nonsense de Matrix, Sete anos no Tibet e Senhor dos Anéis.

Shyamalan ainda tenta fazer uso da parte espiritual da história como forma de linkar com seus outros filmes que tratam do “desconhecido”, como A Dama da Água e Corpo Fechado. Mas é um trabalho que não retoma a relevância desse diretor que foi elogiado no início da carreira com Sexto Sentido (1999).

O AVATAR ORIGINAL – Desenho que deu origem ao filme, Avatar – O Último Mestre do Ar fez bastante sucesso no Brasil e foi exibido pelo canal Nickelodeon e, na TV aberta, pela Globo. Mesmo sendo mais antigo, o filme não pôde usar o nome original por causa do longa de James Cameron de mesmo nome que estreou ano passado.

Texto publicado no JC Online.

Batman, esse desconhecido


Isso, Bat, mostra pra eles.

Que sou um obcecado pelo Batman, já é sabido. E uma das coisas mais divertidas é saber que seus roteiristas dos anos 60 e 70 conseguiam fornecer combustível para os detratores tirarem sarro com a cara do Homem-Morcego. Existem verdadeiras pérolas desse período. O Daily Batman consegue reunir alguns desses momentos hilários.

Como todo ícone pop, vai se resignificando.


Não contava com minha astúcia

E a mais especial de todas.


Ciúme mode on

O duro pincel de Mathias Lehmann

Mathias Lehmann, um dos quadrinhistas franceses mais incríveis em atividade, atualizou seu blog. E isso, claro, virou notícia em blogs e sites que cobrem quadrinhos autorais.

O mais curioso nessas ilustrações com forte crítica social é a presença da logo do Banco do Brasil em uma delas. Quando vão publicar esse autor por aqui?

Punks vs Lizards

A insanidade acima é do Noah Van Sciver, quadrinhista independente que mistura autoreferência com pitadas nonsense como punks lutando contra lagartos gigantes.

Os melhores momentos da DC

O Comics Should Be Good, do CBR, elegeu os 75 momentos mais memoráveis na história da . O site concluiu a lista nesta sexta (20). É impressionante como a editora produziu coisas incríveis assinadas por nomes como Alan Moore e Neal Adams. A cena acima, tensa a cada quadrinho mostra a morte da filha do comissário Gordon, Barbara. Tem outras coisas incríveis e também recentes. Afinal, assim como hoje, no passado muita coisa ruim era publicada também. Tem a lista completa aqui.

Holger barzinho e rock

o , uma das bandas nacionais mais legais improvisou no barzinho a música acima, o seu hit “Let’Em Shine Below”, em Florianópolis. A dica é do Move That Jukebox.

A banda lança seu primeiro disco, Sunga no início de setembro. A Revista O Grito! prepara um perfil com a banda para a próxima edição.

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