O show do músico Paul McCartney, 66, em Tel Aviv já pode ser considerado um dos eventos musicais mais importantes deste ano, tanto no que ele tem de político quanto musical. Em 1965, quando os Beatles ainda eram apenas uma bandinha pop de músicas românticas, eles foram rejeitados no país. Hoje com o significado cultural que quarteto de Liverpool representa no mundo, a apresentação do ex-beatle ganhou status de histórico. Depois de ameaças de atentado e uma segurança calculada em 1,5 milhão de dólares, o show ontem cantou a paz num país em guerra desde sua criação. Entre uma mensagem pacifista e outra, Paul cantou “Give Peace A Chance” em homenagem ao seu colega John Lennon, informou a BBC, de Londres. Na internet pululam vídeos – alguns bem ruins – com gravações do show. Estimam-se que mais de 40 mil pessoas compareceram.

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