A corte de Moscou liberou da prisão uma das integrantes do grupo russo Pussy Riot. Yekaterina Samutsevich, de 30 anos, teve a apelação aceita em uma audiência nesta quarta (10). As informações são da BBC e do Independent. Maria Alyokhina, 24, and Nadezhda Tolokonnikova, 22, tiveram a condenação de dois anos de reclusão confirmadas pelo tribunal.

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As três integrantes foram presas em março depois de realizarem uma “preçe punk” na Catedral do Cristo Salvador, em Moscou. Elas protestavam contra a relação entre a igreja e o governo no Kremlin. Detidas, elas foram condenadas por “vandalismo motivado por ódio religioso”.

Yekaterina teve a pena suspensa porque a corte entendeu que ela foi detida por guardas antes de chegar ao altar onde aconteceu o protesto.

Nadezhda Tolokonnikova e Maria Alyokhina leram um pronunciamento final na corte dizendo que “não permanecerão caladas”, independentemente do lugar onde forem mandadas. Elas disseram que o manifesto foi político, mais do que religioso. No momento em que citaram o nome de Vladimir Putin, foram interrompidas.

Segundo o advogado da banda, Mark Feigin, a liberação de Yekaterina está sendo comemorado, mas a batalha pela liberação das outras duas, continua.

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