A banda ATOOXA que fechou o primeiro dia de Rec-Beat. (Todas as fotos: Ariel Martini/Divulgação)

É incrível a sintonia que existe entre a curadoria do Rec-Beat e seu público. Novidade no cenário independente baiano o ÀTTØØXXÁ foi perfeito para o festival. Fechando a primeira noite eles trouxeram o combo necessário para uma catarse que se faz premente a cada edição. O som do chamado Bahia Bass une batidas experimentais da eletrônica com o pagodão raiz da Bahia. Explosão pura. Por motivos de Galo/Olinda acabamos perdendo os primeiros shows da noite, mas trouxemos em imagens cenas dos shows do The Baggios e Seu Pereira e Coletivo 401.

O Terno chegou ao Recife como um dos nomes promissores do rock brasileiro atual. A banda ganhou mais destaques com o novo disco, Melhor do que Parece, uma clara evolução em relação aos trabalhos anteriores, o que os colocou no primeiro escalação do pop. O som do grupo funciona bem no palco e tem a orquestração necessária para unir indie-rock com a melhor tradição da MPB. E como tem fãs na cidade.

O Rec-Beat este ano está apostando bastante em nomes que unem uma sonoridade mais inovadora com o melhor de gêneros como rock, rap e pop. Entre as atrações até a terça de Carnaval teremos Inna Modja, do Mali, La Dame Blanche, de Cuba, As Bahias e a Cozinha Mineira, Teto Preto e Jards Macalé.

Veja a galeria de fotos.

A estreia do Seu Pereira e Coletivo 401.

The Baggios.

The Baggios.

O Terno.

O Terno.

O Terno.

O publico, verdadeira estrela do festival.

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