OS MAIORES CLÁSSICOS DO CAPITÃO AMÉRICA – VOLUME 01
Roger Stern (texto) e John Byrne (arte)
[Panini, 208 págs, R$ 28,90]

Nenhum super-herói importante morre sem uma boa razão mercantilista de fundo, sobretudo se tratando da Marvel. Só este mês, o Capitão América teve três lançamentos importantes (os anteriores, a minissérie Morre Uma Lenda e a Biblioteca Histórica Marvel). Nesta edição, o Sentinela da Liberdade enfrenta um exército de réplicas robóticas do Barão Sangue e a divertida história em que se candidata a presidente. Este primeiro volume de reedições apresenta a fase completa assinada por Roger Stern e John Byrne, dupla que renovou as tramas do herói, adicionando doses certas de humor e aventura. Eles ainda apoveitaram para recontar a origem do herói. [PF]

NOTA: 7,0

DELIVERY SERVICE OF CORPSE
Eiji Ohtsuka e Housui Yamazaki
[Conrad, 208 págs, R$ 12,90]

Kurô tem um grupo de amigos estranhos, um usa radiestesia (técnica para encontrar água usando amuletos) para achar cadáveres, outra é especialista em embalsamento e outra usa um fantoche para canalizar vozes dos defuntos, sem falar da hacker com conhecimentos avançados de tecnologia. Este elenco macabro fazem parte de Delivery Service Of Corpse (ou Serviço de Entrega de Corpos), mangá que a editora Conrad lança no Brasil. Em seu segundo volume, a cultuada série fala de um grupo que auxilia os mortos que desejam justiça no mundo dos vivos. É mais uma boa ideia vinda dos quadrinhos japoneses, que tem um público cativo com predileção pelo mórbido. [PF]

NOTA: 7,0

MAD ESPECIAL
Vários autores
[Panini, 68 págs, R$ 6,90]

A Panini descobriu o filão lucrativo da revista Mad. Desde o mês passado detentora da marca, a editora lança agora seu primeiro especial, com reedição das melhores histórias da publicação. Assim como faz com seus super-heróis, a Panini aproveita várias décadas de vida da revista parra ganhar os saudositas e aqueles que querem conhecer mais uma das revistas mais controversas que já existiu. Com mais páginas, mas toda em preto e branco (“uma edição feita especialmente para os velhos leitores que se acostumaram com papel higiênico em preto-e-branco”), nas palavras dos editores (sic). Neste primeiro número marcam presença os autores Don Martin, Sérgio Arágones, Duck Edwing e Peter Kuper, toda a “velha guarda” da revista, muitos ainda hoje em atividade. [PF]

NOTA: 7,5

Sem mais artigos