Depois de quase quarenta anos exilado em seu próprio país, acusado de dedo-duro da ditadura dos anos 1970, Wilson Simonal foi reabilitado recentemente. Longe de buscar respostas instrumentalizáveis por discursos tolos, o escritor Gustavo Alonso lança Quem Não Tem Swing Morre Com a Boca Cheia de Formiga pretende explodir as questões em múltiplos sentidos. Partindo da trajetória de Wilson Simonal, as linearidades das políticas da memória se corroem diante dos paradoxos e das ambiguidades da época.

A Revista O Grito! vai sortear quatro exemplares do livro entre os leitores. Para participar é simples! Basta seguir nosso perfil @revistaogrito e retuitar o post no Twitter usando o link: http://kingo.to/N11 e pedindo o novo livro. Como no modelo:

A @revistaogrito está sorteando o novo livro sobre Wilson Simonal. Eu quero meu exemplar! http://kingo.to/N11.
A promoção é uma parceria da Revista O Grito! com a editora Record. O sorteio será na próxima quinta (1º).

Os vencedores são:

@PhantomLord2
@welprado
@BenarioFactotum

Wilson Simonal viveu o auge da Pilantragem, apogeu de um movimento cultural que transformou o cantor num ídolo popular, superando as barreias da MPB universitária. Em 1969, ele era o artista símbolo do Patropi. Simonal cantava a alegria do “País Tropical abençoado por Deus e bonito por natureza”, e sua empolgação era compartilhada por “90 milhões em ação”. Um de seus bordões mais repetidos era “Alegria, alegria”.

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