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Bilheteria EUA: XM First Class perde para Super 8

No segundo final de semana de exibição, o filme sobre a origem da superequipe mutante ficou em segundo lugar, com uma arrecadação estimada em US$ 25 milhões, atrás de Super 8.

Deu a lógica. Apesar do grande volume de críticas positivas a X-Men: First Class, os nomes do diretor J.J. Abrams (Lost, Fringe, Star Trek) e do produtor Steven Spielberg ajudam a atrair a audiência.

Ainda assim, na comparação entre os finais de semana de estreia de ambos, os mutantes levam a melhor: US$ 55 milhões contra US$ 37 milhões de Super 8.

No acumulado, X-Men: First Class já faturou US$ 223 milhões, sendo que os US$ 124 milhões fora dos Estados Unidos ainda carecem de atualização. Nada mal para um filme com orçamento anunciado em US$ 160 milhões e com investimento em marketing relativamente baixo (se comparado a Thor, por exemplo).

No próximo final de semana, o quinto filme da franquia mutante tem mais uma batalha dura pela frente: na sexta, 17, estreia nos Estados Unidos Green Lantern, este sim um concorrente direto na preferência dos leitores de quadrinhos.

X-Men: Primeira Classe estreia em 1º lugar nas bilheterias americanas

Os números, ainda estimados, apontam que o novo filme da equipe mutante faturou US$ 56 milhões entre os dias 3 e 5. Sem nenhum outro blockbuster debutando no mesmo final de semana, X-Men: Primeira Classe assumiu a liderança facilmente.

Na comparação com outros filmes da franquia, esta pode ser considerada a pior estreia, à frente apenas de X-Men 1, de 2000, que faturou US$ 54,4 milhões nos três primeiros dias. Ainda assim, em valores atuais, o montante equivaleria a US$ 79 milhões.

A seu favor para continuar crescendo nas bilheterias, X-Men: Primeira Classe tem o boca-a-boca. O filme, excelente, vem recebendo um grande número de críticas positivas na imprensa e certamente será indicado a outras pessoas pelas que já o assistiram.

Contra o filme, pesa a concorrência nos próximos finais de semana: dia 10 estreia Super 8, de J.J. Abrams (Star Trek) e, dia 17, o filme do Lanterna Verde.

No restante do mundo, o fim de semana de estreia de X-Men: Primeira Classe rendeu outros US$ 64 milhões, o que totaliza US$ 120 milhões. Nada mal para um filme com investimento anunciado em US$ 160 milhões.

Enquanto isso, Thor, em sua quinta semana, ficou em sexto lugar entre os dias 3 e 5 e já acumula, entre bilheteria doméstica e internacional, US$ 427 milhões.

X-Men: Primeira Classe: Crítica em áudio

Gravada para o site Antigravidade imediatamente após a exibição exclusiva para jornalistas no dia 27 de maio.

Participam este editor do Papo de Quadrinho; Manoel de Souza (revista Mundo dos Super-Heróis). Maurício Muniz e Álvaro Omine (editor e colaborador do Antigravidade).

Ouça e comente.

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Papo de Quadrinho viu: X-Men: Primeira Classe

A convite da Fox, este editor assistiu ao filme numa exibição exclusiva para jornalistas.

Antes de mais nada, é preciso que se diga que X-Men: Primeira Classe, com estreia programada para 3 de junho, não segue a cronologia dos heróis mutantes nos quadrinhos.

Se o leitor já está familiarizado com a cronologia estabelecida nos quatro filmes anteriores da franquia, então isso não será um problema, pois é a esta que o novo filme presta reverência.

X-Men: Primeira Classe mostra os fatos que antecederam a formação da equipe de super-heróis mutantes. A história começa bem antes, na década de 1940, quando os protagonistas – Charles Xavier e Erik Lehnsherr – são crianças descobrindo as consequências da mutação que concede super-poderes aos humanos – ou, se preferir, ao novo estágio evolutivo da Humanidade.

Os anos passam e enquanto Xavier estuda o fenômeno e desenvolve seu ideal de convivência pacífica, Erik viaja o mundo atrás de vingança contra o nazista assassino de seus pais, Sebastian Shaw. Este inimigo comum fará com que o caminho de ambos se cruze e cria as condições para uma forte amizade.

O filme acerta logo de início ao reproduzir a abertura de X-Men, o filme de 2000, com a trágica separação do menino Erik de seus pais em pleno holocausto nazista.

Continua acertando ao fazer um paralelo do desenvolvimento dos dois personagens principais e justificar os motivos que os levariam, no futuro, a seguir caminhos tão distintos.

X-Men: Primeira Classe é um filme de super-heróis que não se parece com tal. E isso não é demérito.

Lembra mais um filme de espionagem. O roteiro prioriza as intrigas internacionais, o clima da Guerra Fria e missões secretas, em detrimento da ação.

As cenas de lutas são poucas e boas, mas nada espetaculares. O que poderia parecer um defeito está completamente adequado à opção dos produtores por um roteiro inteligente, adulto e dramático.

O filme tem sua cota de momentos divertidos e “super-heroicos”, especialmente na sequência de treinamento dos jovens mutantes Destrutor, Banshee, Fera, Mística, Angel e Darwin.

Os fãs de quadrinhos também vão captar algumas gags, como a vaidade do jovem Xavier com seus cabelos. E a última aparição de Erik, já como Magneto, presta uma homenagem a estes fãs.

Que elenco!

De todas as qualidades de X-Men: Primeira Classe, a mais espetacular é o elenco. Michael Fassbender, como Erik, acaba se destacando em virtude da profundidade dramática de seu personagem. James McAvoy, por sua vez, segura muito bem a personalidade forte, porém tolerante e compreensiva, do jovem Xavier.

Mas é na química entre os dois que o filme cresce. Fica absolutamente claro de onde nasceu o respeito e amizade entre o Professor X e Magneto explorada nos filmes anteriores dos X-Men.

O mesmo elogio vale para os jovens atores Nicholas Hoult (Fera), Caleb Landry Jones (Banshee), Jennifer Lawrence (Mística), Lucas Till (Destrutor), a estonteante January Jones (Emma Frost) e todo o elenco de apoio. Até Kevin Bacon, quem diria, surpreende em sua canastrice como Sebastian Shaw.

O novo filme serve para ampliar a galeria de personagens da “família X” no cinema – de velhos conhecidos como William Strycker, o vilão de X-Men 2, à estreia de Moira McTaggert, agente da CIA e futura aliada dos mutantes. Introduz, também, personagens dos quadrinhos menos conhecidos do grande público: Azazel, Maré Selvagem e Darwin.

 

Aviso de spoiler .

Alguns sites especializados já anteciparam a breve brincadeira que aparece no filme, mas como nem todo mundo costuma acompanhar estas notícias, continue lendo apenas se não se importar de perder a surpresa.

Na sequência em que Xavier e Erik estão percorrendo o mundo para recrutar mutantes, deparam-se com ninguém menos que Wolverine, interpretado pelo próprio Hugh Jackman, num balcão de bar. Eles educadamente se apresentam e recebem como resposta: “Vão se ferrar!”. Nessa hora, o cinema quase vem abaixo.

Capas alternativas mostram evolução dos X-Men

Photobucket

Para divulgar a nova saga, X-Men: First to Last, durante o mês de maio a Marvel vai publicar seus principais títulos com opções de capas alternativas e envolventes trazendo imagens com as várias fases dos heróis mutantes (confira na animação acima).

Ao todo, são 13 títulos. As ilustrações foram produzidas por Mario Alberti, Greg Tochini, Brandon Peterson, Chris Stevens, Lee Weeks e outros.

Papo de Quadrinho viu: X-Men Anime

No dia 1 de abril chegou ao canal japonês Animax a nova série animada dos X-Men.
Criada pela produtora Madhouse (a mesma de Death Note e da versão anime da série Supernatural), a novo desenho animado promete reavivar o interesse dos fãs pela equipe mutante.

Sob o domínio do Mestre Mental, Jean Grey, a Fênix, destrói seu próprio corpo para para não destruir os X-Men, formados pelo Fera, Tempestade, Ciclope, Wolverine e liderados pelo Prof. Charles Xavier.

Um ano após sua morte, os X-Men estão dispersos em diferentes partes do mundo.
Até que o desaparecimento da pequena mutante Hisako no Japão faz com que, a pedido de seus pais, o Prof. X convoque os X-Men para localizá-la.

Com o jato Pássaro Negro, os heróis partem para o Japão em busca da pequena mutante, mas trazê-la de volta não será uma tarefa das mais fáceis.

Por enquanto, apenas o primeiro capítulo da série foi exibido, mas já chama a atenção por sua qualidade.

A surpresa fica por conta da mutante japonesa Hisako Ichiki, ou Armadura, que foi criada originalmente por Joss Whedon e John Cassaday em Astonishing X-Men e será integrada à equipe por ser a super-heroina local.

A estranheza de ouvir os X-Men falando japonês contrasta com uma animação primorosa, caprichada nos mínimo detalhes.

As cenas de ação, ainda que poucas neste primeiro episódio, são excelentes.
O destaque vai para as super-heróinas, belíssimas, que ganharam fartos contornos em toda suas silhuetas e devem arrebatar o coração dos nerds.

Embora não haja uma data definida para estrear, os fãs podem aguardar uma versão em inglês da série ainda este semestre. Tampouco há previsão de estreia do desenho no Brasil.

Veja o trailer:

Sai o trailer de X-Men First Class

O teaser de menos de dois minutos foi divulgado na tarde desta quinta-feira (10) exclusivamente no Facebook.

http://www.youtube.com/get_player

X-Men First Class se passa antes mesmo da formação da equipe de heróis, numa época em que o Professor Xavier e Erik Lehnsherr ainda eram aliados e não haviam assumido papéis contrários na questão mutante.

O filme estreia dia 3 de junho nos Estados Unidos.

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