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“O Homem de Aço” faz R$ 9 milhões na estreia brasileira e fica em segundo lugar

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A nova origem do Superman nos cinemas chegou ao Brasil na última sexta-feira, dia 12, com um mês de atraso em relação ao resto do mundo – a exceção é o Japão, que só verá o filme no final de agosto.

No final de semana de estreia (12 a 14), O Homem de Aço rendeu R$ 9,04 milhões e ficou em segundo lugar, atrás de Meu Malvado Favorito 2, com R$ 9,18 milhões. É o segundo final de semana que a animação lidera a bilheteria brasileira.

Os dois filmes foram responsáveis por quase 60% de toda a arrecadação com cinema no Brasil nestes três dias. Foi a segunda maior bilheteria de fim de semana do ano, atrás da anterior (5 a 7 de julho), também puxada por Meu Malvado Favorito 2.

Somada às pré-estreias, O Homem de Aço arrecadou até o momento no Brasil uma bilheteria de R$ 11,9 milhões (ou US$ 5,27 milhões).

Resenha: O que aconteceu ao Homem de Aço? E aos quadrinhos?

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O lançamento do encadernado de luxo Superman: O que aconteceu ao Homem de Aço é ao mesmo tempo oportunista e oportuno.

Deixando de lado o primeiro aspecto, comercial (não há nada de errado na Panini aproveitar o hype em cima do novo filme do herói), não deixa de ser interessante reler, em tempos de Novos 52, a HQ que marcou o fim de outra era dos quadrinhos.

As duas histórias que compõem O que aconteceu… foram publicadas originalmente em 1986, nas revistas Superman 423 e Action Comics 583, e representam oficialmente o encerramento da cronologia do Superman antes da reformulação que se seguiu à saga Crise nas Infinitas Terras.

Representam também o desligamento de dois importantes nomes da indústria dos quadrinhos: Julius Schwartz, o homem que reinventou o gênero de super-heróis com a Era de Prata, e Curt Swan, artista que trabalhou com o Superman por mais de três décadas.

O roteiro de Alan Moore para a “última história” do primeiro super-herói não é menos que genial. Estranhos acontecimentos – Bizarro torna-se um monstro assassino, a identidade secreta de Clark Kent é exposta publicamente, e antigos inimigos ameaçam as pessoas próximas a ele – são o prenúncio de que a carreira e a vida do Superman estão próximas do fim.

Tudo isso é contado em flashback por Lois Lane, agora uma jornalista aposentada, levando uma vida pacata ao lado do marido e do filho. Vários personagens e elementos da Era de Prata são resgatados e a arte de Swan encarrega-se de recriar o clima das antigas histórias.

Entrincheirado na Fortaleza da Solidão e depois de ver muitos amigos perecerem, o Homem de Aço finalmente descobre a mente por trás de tudo: Mxyzptlk, o duende da Quinta Dimensão – não mais um fanfarrão de chapéu coco, mas sim uma maligna e vingativa entidade.

Ao final, Superman vê-se obrigado a quebrar seu antigo juramento de jamais tirar uma vida, qualquer vida. Isso é suficiente para que ele se banhe de radiação de kryptonita dourada – que remove permanentemente todos seus superpoderes – e desaparecer para sempre.

O que aconteceu… é, na forma e na essência, o fim do mito recriado nos anos 1950 e a transição da Era de Bronze dos quadrinhos para a chamada Era Moderna (ou Era das Trevas) iniciada nos 80. É o Canto do Cisne do primeiro e maior super-herói dos quadrinhos e também de seu mais longevo artista. É um final digno para um personagem que marcou mais de uma geração de leitores.

O que surgiu após a Crise nas Infinitas Terras pelas mãos do escritor e artista John Byrne foi um Superman remodelado, mais humano, menos poderoso e mais adaptado àquela época. As mudanças – e não foram poucas – agradaram os novos e antigos leitores porque, no fundo, a essência do personagem permaneceu intacta.

Por sua importância para o gênero, Superman merecia ter ganhado um novo “o que aconteceu” na transição para o universo Novos 52. Muito mais do que na fase Byrne, o herói que emergiu da sofrível saga Ponto de Ignição pode, sim, ser considerado algo totalmente novo – no uniforme, na origem, na personalidade, no elenco de apoio.

Mas a DC teve que fazer tudo tão às pressas que sequer teve tempo de homenageá-lo dignamente. Todos perdemos com isto.

O encadernado da Panini traz ainda duas ótimas histórias do Superman escritas por Alan Moore: A linha da Selva e Para o Homem que Tem Tudo – de menor importância se comparadas a O que aconteceu…, mas ainda assim relevantes na trajetória do personagem.

Superman – O que aconteceu ao Homem de Aço tem 132 páginas, capa dura e preço convidativo de R$ 19,90. Essencial para os fãs compreenderem como os heróis dos quadrinhos eram tratados não tão antigamente assim e se perguntarem: O que aconteceu aos quadrinhos?

“Man of Steel”: bilheteria em queda livre

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No segundo final de semana de exibição nos Estados Unidos, o filme que reconta a origem do Superman faturou US$ 41 milhões, de acordo com estimativa do site Box Office Mojo.

O valor representa queda de 64% em relação aos US$ 116 milhões do fim de semana de estreia (14 a 16) e fez do filme o terceiro mais visto entre os dias 21 e 23 de junho naquele país – atrás dos estreantes Universidade Monstros (US$ 82 milhões) e Guerra Mundial Z (US$ 66 milhões).

A título de comparação, Homem de Ferro 3 – o filme de super-herói que muitos fãs amam odiar – só perdeu a segunda posição no quarto final de semana de exibição; e entre o fim de semana de estreia e o seguinte registrou queda de 58,4%.

Até agora, Man os Steel acumula US$ 273 milhões no mundo todo. A bilheteria dos sete países onde o filme estreou neste fim de semana (21-23) ainda não foi computada.

Brasileiros poderão assistir a “Man of Steel” antes da estreia

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A Warner percebeu o erro estratégico de deixar o o Brasil como um dos últimos países do mundo a exibir o filme, no dia 12 de julho – o outro é Japão, 30 de agosto.

A justificativa é que a realização da Copa das Confederações no Brasil atrapalharia a bilheteria (veja como foi o desempenho da estreia nos Estados Unidos).

Agora, o estúdio anuncia que promoverá pré-estreias ainda neste mês (28 a 30) e de 5 a 7 de julho em várias cidades brasileiras. Em São Paulo haverá ainda première dias 8 e 9.

As salas e horários estarão disponíveis nos roteiros divulgados pela imprensa.

“Man of Steel” fatura US$ 113 milhões no fim de semana de estreia nos EUA

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Atualizado dia 17.06

A bilheteria real do fim de semana de estreia nos Estados Unidos foi de US$ 116,6 milhões. Com isso, Man of Steel passa para a 15a posição do ranking; no segmento de super-heróis, ultrapassou o primeiro Spider-Man.

Somada à bilheteria estrangeira, o filme acumula US$ 201 milhões na primeira semana de exibição.

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O valor refere-se aos dias 14 a 16 (sexta a domingo) e é estimado. Somado às pré-exibições da quinta-feira, o filme acumula US$ 125 milhões nos Estados Unidos.

Considerando apenas o fim de semana de estréia, Man of Steel (O Homem de Aço, no Brasil) amarga a 18ª posição no ranking de maiores bilheterias no período.

É a oitava posição em relação a outros filmes de super-heróis, atrás de Vingadores, Homem de Ferro 3, Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, Batman – O Cavaleiro das Trevas, Spider-Man 3, Homem de Ferro 2 e Spider-Man.

Man of Steel estreou em outros 32 países na última semana. No Brasil, por conta da realização da Copa das Confederações, a Warner optou por colocar o filme em exibição somente no dia 12 de julho. É o penúltimo país a estrear o filme, atrás apenas do Japão (30 de agosto).

Gerador de Nomes Kryptonianos

Não é uma regra, mas desde Tolkien com seu “Senhor dos Anéis” muitos autores, ao criarem raças ou personagens, imaginavam também idiomas e laços culturais para embasá-los. É o caso do idioma de Krypton, planeta original do Superman.

Superman já teve sua origem recontada em diferentes mídias pelo menos uma dúzia de vezes, mas o idioma kryptoniano sempre chamou a atenção, no momento em que foi dito que o “S” no peito do Superman não seria de “Super”, mas teria um significado Kryptoniano, representando “Esperança”.
No filme anterior, “Superman – O Retorno” Marv Wolfman, responsável pela adaptação do filme para as HQs, explicou o “S” como um brasão pertencente a uma das três casas principais de Krypton que trouxe a paz ao planeta depois de uma guerra civil.

O fato é que para divulgar o nome filme Homem de Aço e brincar com os fãs, foi criado um divertido gerador de nomes kryptonianos.
AQUI: http://glyphcreator.manofsteel.com
Responda três perguntas e pronto, crie seu Super símbolo personalizado!

krytonname

Vejam que bonito meu símbolo kryptoniano!

Homem de Aço apresenta um novo Clark Kent/Kal-El (Henry Cavill), jornalista de vinte e poucos anos que está deslocado na Terra por possuir poderes além da imaginação. Criado no interior dos EUA por seus pais adotivos Martha (Diane Lane) e Jonathan Kent (Kevin Costner), Clark descobre que ter super habilidades significa tomar decisões extremamente difíceis. Quando a Terra é atacada, Clark se torna o herói conhecido como “Superman”, não só para brilhar como o último raio de esperança, mas para proteger aqueles que ama.

No elenco, temos Henry Cavill (Superman), Diane Lane (Martha Kent), Amy Adams (Lois Lane), Michael Shannon (General Zod), Kevin Costner (Jonathan Kent), Ayelet Zurer (Lara-El), Russell Crowe (Jor-El), Harry Lennix (General Swanwick) e Lawrence Fishburne (Perry White).

O filme estreia em 12 de julho. O site oficial é http://www.manofsteel.com

Crítica: Animação Superman: Unbound decepciona

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A mais recente animação da Warner/DC tem lançamento previsto para 7 de maio nos Estados Unidos, mas, como sempre acontece nesses casos, já pode ser encontrada para download na internet.

Superman: Unbound adapta o arco de histórias Superman: Brainiac, publicado em 2008 nas edições 866 a 870 da revista Action Comics (por aqui saiu no ano seguinte, pela Panini, em Superman 80 e 81). O roteiro original é de Geoff Johns e a arte, de Gary Frank.

A trama mostra em flashback como Brainiac, um alienígena dotado de inteligência superpoderosa, atacou o planeta natal do Superman, Krypton, e abduziu a cidade de Kandor.

Quando um robô batedor de Brainiac chega à Terra, Supergirl, que foi testemunha do assalto a Krypton, percebe que o planeta pode sofrer o mesmo fim. Superman decide antecipar-se e enfrentar o alienígena.

O confronto entre os dois têm várias idas e vindas, com cada um vencendo uma batalha. Brainiac finalmente chega ao nosso planeta e captura a cidade de Metrópolis. O amor por Lois Lane dá forças ao Superman para reagir e enfrentar Brainiac mais uma vez, enquanto Supergirl tenta interceptar uma bomba que segue em direção ao Sol.

No final, Brainiac é derrotado não pela força bruta, mas ao ser forçado a entrar em contato com a vida caótica da Natureza. Metrópolis volta a seu lugar e Kandor é levada a um planeta iluminado por um sol vermelho, assim como era Krypton.

A animação é quase uma transcrição liberal da história original. Ainda assim, não consegue transmitir a mesma carga dramática. Talvez porque o roteiro de Bob Goodman dê atenção demasiada ao trauma da Supergirl ou às discussões do casal de namorados Lois e Superman – passagens que na HQ são apenas periféricas.

Ao fazer isso, a animação deixa de fora o fato mais significativo do arco Brainiac: o estabelecimento de Kandor na própria Terra e os problemas causados por 100 mil novos seres superpoderosos no planeta – o que, nos quadrinhos, desembocou no arco Nova Krypton e numa das melhores fases do Superman nos últimos anos.

Ou talvez a culpa seja da arte. Diferentemente das animações anteriores em que o visual tenta emular o traço do artista original, nesta a Warner fez uma opção deliberada pelo estilo anime – justo nesta que conta com a arte fantástica de Gary Frank!

Isto fica evidente não só na caracterização dos personagens, com seus olhos grandes e anatomia esquálida, mas também em algumas cenas de ação.

Superman: Unbound conta com a mesma equipe competente das animações anteriores: Sam Register, Alan Burnett, James Tucker, Andrea Romano – a exceção é Bruce Timm, provavelmente ocupado com a série de TV do Lanterna Verde.

Curiosamente, a produção ainda é atribuída à Warner Premiere, divisão do conglomerado responsável pelo lançamento das animações em DVD e Blu-Ray e que teve seu fechamento anunciado em agosto do ano passado.

Artigo: Qual diabos é o problema? (Caso Orson Scott Card)

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Texto publicado originalmente ICV2 no dia 7 de março (versão original aqui) e reproduzido com autorização do site e do autor.

Por Andrew Iwamasa (*)

Deixe-me começar dizendo que acredito que todo mundo tem direito a ter sua própria opinião e a fazer o que quiser desde que não agrida outras pessoas (e, sim, eu sei que esta fronteira é subjetiva, mas, neste caso específico, quero dizer que acredito que se duas pessoas do mesmo sexo querem se casar, elas devem ter o direito de fazê-lo).

Dito isto, acho ridícula toda a repercussão que essa história envolvendo Orson Scott Card e o Superman vem recebendo. Agora Chris Sprouse deixou o título. (Estou mencionando isto porque fico triste que ele não vai desenhar a história e não por qualquer outra razão. Respeito sua decisão de não fazer parte de algo que está começando a parecer um espetáculo de circo).

Se assumirmos que Card é um profissional e que está apto a escrever uma história (ou várias) sem impor seus próprios pontos de vista, então qual diabos é o problema? Será que as pessoas realmente pensam que de uma hora para outra Superman vai ser contra o casamento gay? Alguémacredita que o editor permitiria que algo assim fosse publicado?

Eu já li uma porção de trabalhos de Card e nunca notei sua visão pessoal sobre este tema em nenhuma de suas histórias, ou concluí que eram romances para expressar qualquer tipo de ódio. As pessoas que estão tentando tirar Card do projeto não estariam fazendo a mesma coisa da qual o acusam? Mantendo a mente fechada e ameaçando alguém por causa de seus pontos de vista?

Ele não acredita nas mesmas coisas que você? E daí? Ele é um professional e um grande escritor. Eu concordo com ele na questão do casamento gay? Não, mas eu acredito em seu direito de acreditar no que quiser. Fico triste quando alguém usa sua notoriedade para expressar uma opinião baseada em medo ou pensamento estreito, mas se você realmente é contra o que ele diz, então não compre a revista quando for lançada. Ela não vai conter qualquer mensagem antigay, tenho certeza disso, e você provavelmente vai deixar de ler uma grande história. Mas tentar tirá-lo do título antes que ele tenha escrito uma palavra sequer é ser tão autoritário quanto as opiniões que ele emite.

Eu acabei de saber que a história foi colocada “em espera” e não será incluída no primeiro lançamento de Adventures of Superman. Isso é desanimador. No fundo, o que aconteceu é que um grupo de pessoas fez exatamente a mesma coisa com a qual costuma se indignar. Reprimiram alguém por causa de suas opiniões ou porque não acreditam no mesmo que ele (e eu quero reforçar que a história do Superman não tem nada a ver com aquelas opiniões, que Card não está usando o personagem para oprimir o casamento gay).

Como posso concordar com algo desse tipo? Eu espero que esta história venha finalmente a ser publicada e que as pessoas possam evoluir e admitir que há um punhado de gente diferente no mundo. Que só porque alguém acredita em algo diferente que você, ele não deve ser perseguido.

Obrigado pelo seu tempo e por ouvir minhas divagações…

 (*) Andrew Iwamasa é proprietário da comic shop Collector’s Corner Inc., em Midland, Michigan.

Tradução: Jota Silvestre

Caso Orson Scott Card: Artista abandona projeto Adventures of Superman

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A polêmica envolvendo a contratação do escritor de ficção científica Orson Scott Card para a série em quadrinhos Adventures of Superman ganhou um novo capítulo.

Card é diretor de um grupo que combate a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo nos Estados Unidos. No mês passado, a DC recusou-se a atender a petição online da organização AllOut que pedia a demissão do escritor (entenda tudo aqui).

Nesta semana, Chris Sprouse, o artista contratado para desenhar a história escrita por Card, abandonou o projeto.

“Pensei muito antes de chegar a esta conclusão, mas decidi não desenhar esta história. A repercussão em torno dela chegou a um ponto que superou o próprio trabalho e isso é algo com que não me sinto confortável”, confirmou Sprouse numa declaração reproduzida pelo site USA Today.

A decisão do artista não afetou só a ele. Por falta de tempo hábil para encontrar outro desenhista, a história escrita por Card não será incluída na primeira leva da coletânea a ser lançada nos meios digitais no dia 29 de abril, e de forma impressa no começo de maio.

Da mesma forma que fez na declaração sobre Card, a DC permaneceu isenta em seu comunicado: “Nós apoiamos, entendemos e respeitamos completamente a decisão de Chris de deixar o projeto Adventures of Superman. Chris é um artista extremamente talentoso e estamos ansiosos para trabalhar com ele em seu novo projeto para a DC”.

Vivemos tempos estranhos. Claro que Sprouse tem todo o direito de recusar um trabalho, assim como a DC tem a liberdade de chamá-lo novamente ou não. Não dá para saber se o artista realmente amarelou quando viu o tamanho da encrenca e não quis ter seu nome associado a um projeto controverso ou se sofreu algum tipo de pressão de pessoas ou grupos organizados.

A pergunta é: se um artista se recusasse a trabalhar sobre o roteiro de um escritor gay, qual seria a reação?

2013: O que vem aí pela Panini (DC)

Entre os muitos títulos da DC previstos pela editora neste anos, estes são alguns dos já confirmados.

Livrarias

Justiça – Edição Definitiva: Relançamento da sensacional série em 12 partes produzida por Alex Ross, agora em formato de luxo e venda em livrarias. No Brasil, Justiça foi lançada entre 2007 e 2008 em edições mensais. O leitor deve lembrar da trama: os maiores supervilões da Terra decidem ocupar o lugar dos heróis como defensores da humanidade; para isso, seus antigos inimigos precisam desaparecer. Essa é cofre!

Superman Crônicas Vol. 3: Depois de um hiato de quase cinco anos, a Panini volta a publicar a série de encadernados de luxo do Homem de Aço – muito provavelmente motivada pela estreia do filme dirigido por Zack Snyder. O terceiro volume reúne histórias publicadas nas revistas Action Comics, Superman e The New York World’s Fair Comics na década de 1940.

Batman Deluxe Vol. 3- A Morte Do Batman: terceiro volume da coleção de encadernados de luxo estrelada pelo Homem-Morcego. As anteriores foram A Luva Negra e Batman e Filho, ambas em 2012.

Encadernados

Batman: O que aconteceu ao Cavaleiro das Trevas?: A principal atração deste encadernado com venda em bancas é a história em duas partes escritas por Neil Gaiman e publicadas nas revistas Batman 686 e Detective Comics 583, em 2009. O britânico faz um tributo ao Homem-Morcego na fase em que o personagem morreu depois da saga Crise Final. O nome adapta a antológica HQ que Alan Moore escreveu para o Superman antes da reformulação que se seguiu à Crise nas Infinitas Terras. Se copiar o formato publicado nos Estados Unidos, o encadernado traz ainda histórias mais antigas publicadas nas revistas Batman: Black & White e Secret Origins.

Bancas

Mantendo a promessa de publicar todas os 52 títulos do Restart da DC, a Panini vai colocar nas bancas os encadernados de Rapina & Columba (Gates Sterling e Rob Liefeld) e Legião dos Super-Heróis (Paul Levitz e Walt Simonson).

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