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Pixels e a Turma da Mônica

E já que o tema do mês é a Turma da Mônica, dá para entender porque seus personagens são um case de sucesso, sempre se renovando e estabelecendo conexões com produtos divertidos.

A Mauricio de Sousa Produções está lançando uma parceria inédita com a Sony Pictures Entertainment para promover o lançamento do filme PIXELS, nova comédia de Adam Sandler (que esse editor ADORA – me julguem!).

A sinopse de Pixels é hilária: seres intergalácticos interpretam um arquivo em vídeo com imagens de jogos de arcade clássicos como uma declaração de guerra. A Terra é atacada usando esses jogos como modelos para suas várias ofensivas.

O presidente Will Cooper (Kevin James) busca ajuda de seu melhor amigo de infância Sam Brenner (Adam Sandler), um campeão de competições de vídeo-games nos anos 1980 – e agora um instalador de home theater – para liderar uma equipe de jogadores veteranos (Peter Dinklage e Josh Gad), derrotar os alienígenas e salvar o planeta. Eles ainda vão contar com a ajuda da tenente-coronel Violet Van Patten (Michelle Monaghan), uma especialista em tecnologia que irá fornecer aos arcaders as armas exclusivas para lutar contra os aliens.

Pixels, é uma produção da Sony que evoca a memória afetiva de toda uma geração que aprendeu a gostar de games nos primeiros consoles “pré-históricos” dos anos 1980.

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O site dessa parceria é o http://turmadamonica.uol.com.br/monicapixel/ com informações do filme e com o imperdível “Limoeiro Invaders”, jogável aqui.  O novo longa de Adam Sandler estreia no dia 23 de julho, um dia antes da estreia nos Estados Unidos, com cópias dubladas e legendadas em 2D e 3D.

“O Espetacular Homem-Aranha 2” é a melhor estreia do ano no Brasil

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Entre os dias 1 e 4 de maio, o filme faturou R$ 24,5 milhões nas bilheterias, à frente de Noé (R$ 19,6 milhões) e Capitão América 2 – O Soldado Invernal (R$ 15 milhões). Em valores nominais (sem correção da inflação nem do câmbio), foi maior até mesmo que a estreia de Os Vingadores, em 2012 (R$ 20,3 milhões).

Mais que isso: com exceção dos Estados Unidos, o Brasil ocupa o cargo de maior estreia mundial de O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro (US$ 11 milhões), superando mercados fortes como Reino Unido, França, México, Coreia do Sul e China.

O ótimo desempenho puxou a bilheteria brasileira como um todo. No fim de semana, a soma de todas as telas do país registrou R$ 43,7 milhões, o melhor resultado em anos – sendo que O Espetacular Homem-Aranha 2 foi responsável por 56% do total.

O primeiro filme do reboot, O Espetacular Homem-Aranha, de 2012, fez R$ 13,4 milhões na estreia brasileira.

Até o momento, O Espetacular-Homem Aranha 2 acumula bilheteria mundial de US$ 374 milhões.

Crítica: Agents of S.H.I.E.L.D. Episódio 2: “0-8-4”

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O segundo episódio de Agents of S.H.IE.L.D. – exibido ontem nos Estados Unidos pela ABC e amanhã no Brasil pela Sony – começar a dar mostras que vai cortar o cordão umbilical com o Os Vingadores e caminhar com as próprias pernas.

A equipe de elite do agente Coulson viaja à selva peruana para recuperar um “0-8-4”, código que designa objeto de origem não-identificada e potencial perigo à segurança mundial. Há mais gente interessada no artefato, o que garante as boas cenas de ação.

É claro que as referências continuam lá: Tesseract, radiação gama, Hidra… Mas pelo menos a trama é autocontida e não tem relação com a batalha de Nova York.

Mais uma vez, o fio de roteiro serve de pano de fundo para Joss Whedom aprofundar o conhecimento sobre os personagens. Guardadas as proporções, o primeiro episódio funcionou como os filmes solos de super-heróis da Marvel no cinema: apresentou suas motivações, origens, personalidade.

Já este é como se fosse Os Vingadores: os atritos são colocados à mostra; as diferenças, evidenciadas – até que um “inimigo comum” faz com que um grupo de estranhos se transforme numa equipe afinada.

A fórmula já foi usada? Sim. Ainda funciona? Evidente que sim.

Se Whedom vai conseguir manter o interesse da audiência com histórias autônomas e que garantam a diversão por seus próprios méritos, os próximos episódios dirão. Os fãs confiam que sim.

E também torcem para que Agents of S.H.I.E.L.D. seja palco para muitas participações especiais de personagens live action da Marvel. Pelo menos esse desejo está atendido no segundo episódio, no melhor estilo “cena pós-crédito”.

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