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Rocco publica primeiro livro da série DC Super Hero Girls

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Do Press-Release

As aventuras de Wonder Woman na Super Hero High (Rocco, 256 páginas, R$ 44,50) é o primeiro livro da série DC Super Hero Girls, que começa a ser publicada pela Rocco no Brasil.

Escrita pela premiada autora Lisa Yee, a série apresenta os clássicos heróis da DC Comics para uma nova geração de leitores. Com foco nas jovens heroínas, Lisa leva esses personagens para uma escola especial onde os jovens heróis vão aprender a usar seus poderes para se tornarem os maiores heróis do mundo.

A jovem Mulher-Maravilha precisa mostrar seu valor nas aulas e conhecer novos colegas enquanto disputa uma vaga para a equipe que vai participar do badalado Super Triatlo. Ela ainda tem que lidar com Harley Quinn, a sua hiperativa e um pouco fora de controle colega de quarto. Sem mencionar que Diana nunca havia visto um garoto antes. É muita novidade para uma menina recém-saída de uma ilha mágica e isolada.

As aventuras de Wonder Woman na Super Hero High é um livro tanto para quem já conhece as super-heroínas quanto para novos fãs. Lisa Yee consegue manter as características que fizeram de cada personagem ícones culturais, agora com uma roupagem nova e moderna. Repleto de referências para os velhos fãs, a obra chega para conquistar os mais novos.

Lisa Yee nasceu e cresceu nas proximidades de Los Angeles. Seu romance de estreia, Milli­cent Min, Girl Genius, recebeu o respeitado prêmio Sid Fleischman Humor. Desde então, teve mais de uma dúzia de romances pu­blicados e quase dois milhões de exemplares impressos, atraindo grande quantidade de premiações.

Ela participa do programa de apoio a autores de Literatura Infantil patroci­nado pela Thurber House, e seus livros rece­beram recomendações de leitura da National Public Radio, da Sports Illustrated e do USA Today, entre outros elogios.

N.E. A Rocco confirma que tem planos para lançar o segundo volume da série, Supergirl at Super Hero High, também de Lisa Yee, no primeiro semestre de 2017.

Revista Mundo dos Super-Heróis comemora 10 anos de vida

Mundo10anos

Do Press-Release

A edição de número 81 da revista Mundo dos Super-Heróis, que chegou às bancas de todo o País neste mês, representa um feito sem precedente no mercado editorial brasileiro: é a primeira vez que uma revista que tem como foco os heróis das histórias em quadrinhos alcança a marca de 10 anos de publicação ininterrupta.

Lançada em 2006 pela Editora Europa no embalo do filme Superman – O Retorno, a revista não tinha periodicidade fixa. Menos de um ano depois, firmou-se como bimestral e, finalmente, mensal. Desde então, foram produzidas e publicadas mais de 5.500 páginas (descontados anúncios e capas) de conteúdo editorial exclusivo e original – ou seja, nenhuma matéria foi traduzida de material licenciado de outras publicações.

Para o editor e idealizador da Mundo dos Super-Heróis, Manoel de Souza, um dos fatores de sucesso e longevidade da revista são os “dossiês”. Foi com esse nome que ele batizou as matérias de capa, caracterizadas pelo detalhamento, profundidade da pesquisa e caráter didático sobre conhecidos super-heróis dos quadrinhos – Batman, Homem-Aranha, Superman, Wolverine, Vingadores – e sua carreira no cinema, TV, home video, games e figuras de ação.

Pauta diversificada

A edição comemorativa traz na capa outra aniversariante: a Mulher-Maravilha. Criada nos quadrinhos em 1941, a super-heroína está completando 75 anos, celebrados pela editora DC Comics em uma série de eventos que culminarão no lançamento do seu primeiro longa-metragem solo nos cinemas, em junho do ano que vem.

“Além dos dossiês, a revista tem uma pauta diversificada, que inclui críticas de filmes, entrevistas exclusivas com artistas nacionais e estrangeiros, curiosidades sobre personagens e seus criadores e até um quiz para os leitores testarem seus conhecimentos sobre super-heróis”, comenta Souza.

Essa ligação com os leitores é outra característica marcante da publicação desde o primeiro número. A Mundo dos Super-Heróis mantém até hoje uma seção de “cartas” com críticas, elogios e sugestões feitas por e-mail e redes sociais. Publica também desenhos enviados pelos leitores e, em alguns casos, coloca profissionais para comentarem as artes e dar dicas aos autores.

“Quando comecei a desenhar em 1985, aos 12 anos, já bolava minhas próprias revistinhas em folhas de sulfite dobradas e desenhadas a lápis. Gostava de tudo: roteiro, desenho, edição”, relembra Souza. Formado em Desenho de Comunicação, ele tinha mais de uma década de experiência no segmento de revistas quando decidiu criar a Mundo dos Super-Heróis.

Antes disso, foi ilustrador, editor de arte, repórter e chefe de redação até chegar ao cargo de editor da revista Natureza, um dos principais produtos da Editora Europa, que fala sobre jardinagem e paisagismo.

Produtos derivados

Nos últimos anos, a revista regular deu origem a edições especiais, como a revista-pôster sobre o filme X-Men: Apocalipse, no início deste ano, e Grandes Artistas: Stan Lee, em 2014. Hoje, a principal aposta derivada da Mundo dos Super-Heróis são livros que formam a Coleção Super-Heróis. Até o momento, foram lançados dois volumes: Homem-Aranha/Flash, em 2015, e Batman/Homem de Ferro, no mês passado.

De olho no crescente filão de blockbusters de super-heróis que atraem milhares de espectadores, a editora colocou em prática os planos para outra linha de livros, desta vez atrelados exclusivamente aos lançamentos do cinema. O primeiro deles, Esquadrão Suicida, chega às livrarias nas próximas semanas, enquanto que Doutor Estranho – filme da Marvel que estreia em novembro –está em fase de produção.

A Mundo dos Super-Heróis está disponível também em formato digital. Manoel de Souza não acredita que algum dia essa versão venha a substituir a impressa. “O leitor de quadrinhos tem um apego especial às publicações em papel. Talvez seja um hábito vindo do colecionismo: ele gosta de tocar, folhear, guardar na estante. Muitos dizem encontrar prazer em ir à banca de jornal para ver se a revista chegou ou ficar aguardando a entrega do Correio, se for assinante”.

O editor lembra que depois seis anos de crescimento, o mercado norte-americano de quadrinhos digitais registrou sua primeira retração em 2015, de 10%. “Acho que somos corajosos por insistir num formato que muita gente diz que vai acabar, mesmo conhecendo a complexidade da distribuição num país de dimensões continentais. Mas esse também é um diferencial da Mundo, acreditar numa ideia e fazer acontecer. Deu certo nos últimos 10 anos, pode continuar dando certo nos próximos 10”, aposta.

Assista ao curta-metragem da Mulher-Maravilha pela Rainfall

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Em dois minutos e meio, uma pequena produtora prova para a gigante Warner que é possível, sim, levar a princesa amazona para o cinema.

O curta foi anunciado na San Diego Comic Con, em julho, e entrou no ar hoje no site da Rainfall.

Na curtíssima duração, o diretor Sam Balcomb situou a Mulher-Maravilha em dois mundos: o “dos homens” e a ilha de Themyscira. Diana é interpretada por Rileah Vanderbilt.

Assista ao curta-metragem Mulher-Maravilha:

Nova animação da Mulher-Maravilha: o horror, o horror…

Qual é o problema da DC com a Mulher-Maravilha? Os seriados live-action não emplacam, a Warner diz que é “muito complicado” fazer um filme (quando bastaria adaptar o primeiro arco dos quadrinhos escrito por George Pérez nos anos 1980), e agora isso…

O Cartoon Network passara a exibir uma série de curtas animados da heroína no bloco DC Nation, que vai ao ar nas manhãs de sábado. Nesta semana, forma liberados três episódios no canal oficial da editora no youtube.

Arte gritante, personagens esquálidos, amazonas vestidas de aviadoras, carro conversível invisível, princesa Diana surfista… É isso que a DC tem a oferecer para um de seus heróis mais icônicos?

Confira os clipes abaixo e tire suas próprias conclusões.

 

Documentário sobre heroínas será exibido na TV americana

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Desde que foi lançado há um ano, Wonder Women!: The Untold Story of American Superheroines vem sendo apresentado em festivais ao redor do mundo. Há também uma versão em DVD que pode ser adquirida por instituições de ensino para debate em sala de aula sobre o papel da mulher na sociedade.

O documentário fará sua estreia na TV no dia 15 de abril, quando será exibido pela emissora pública norte-americana PBS.

Produção independente da Vaquera Films, com direção de Kristy Guevara-Flanagan, Wonder Women parte do sucesso da Mulher-Maravilha para falar de outras mulheres fortes nas artes e na sociedade.

Há depoimentos da atriz Lynda Carter, da jornalista Gloria Steinem e do quadrinhista George Pérez, entre outros. Confira o trailer abaixo:

O pau vai comer no novo game da DC

A divisão de jogos da Warner Bros. anunciou para 2013 Injustice: Gods Among Us (Injustiça: Deuses entre nós), estrelado pelos principais heróis (Batman, Superman, Flash, Mulher-Maravilha) e alguns vilões (Solomon Grundy, Arlequina) da editora.

O desenvolvedor é o NetherRealm Studios. Se o leitor não está associando o nome à empresa, é a mesma que produziu Mortal Kombat. Só por isso, já dá pra ter uma ideia do que vem por aí.

Isso mesmo: confrontos “mano a mano”, golpes espetaculares e muita pancadaria. Confira no trailer abaixo:

Veja clipe de “Wonder Women: The Untold History of American Superheroines”

Um documentário apenas sobre as heroínas dos quadrinhos, cinema e TV. É a isso que se propõe a produção independente da Vaquera Films dirigida por Kristy Guevara-Flanagan.

O roteiro parte do sucesso da Mulher-Maravilha, inicialmente nos quadrinhos dos anos 1940 e, décadas mais tarde, no estrondoso sucesso da série televisiva, para falar de outras mulheres fortes nas artes e na sociedade, da origem do feminismo nos Estados Unidos e da explosão do movimento nos anos 197.

Lynda Carter (a Mulher-Maravilha do seriado), mais linda que nunca, obviamente não poderia deixar de dar seu depoimento. A diretora ouviu também outras personalidades ligadas à personagem, como a jornalista Gloria Steinem (a quem se atribui a “volta às origens” da Mulher-Maravilha nos quadrinhos depois de uma fase como espiã nos anos 1970), o quadrinhista George Pérez (responsável por uma das melhores fases da personagem nos quadrinhos, nos anos 1980) e Gail Simone (roteirista mulher que mais tempo ficou à frente dos quadrinhos da Mulher-Maravilha).

Lindsay Wagner, atriz do seriado A Mulher Biônica, escritoras e outras artistas também foram entrevistadas.

Wonder Women: The Untold History of American Superheroines estreia em março no festival norte-americano South by Southwest. Mais informações sobre o documentário estão disponíveis na página oficial.

Mulher-Maravilha, finalmente, estreia no desenho de Batman

Depois de um hiato de quase cinco meses, The Brave and The Bold voltou a ser exibido no canal Cartoon Network norte-americano.

Scorn of the Star Sapphire, sétimo episódio da terceira e última temporada, foi ao ar no último dia 16 nos Estados Unidos, embora já tenha sido exibido em outros países e plataformas há alguns meses.

Além de representar “o início do fim” de um dos desenhos mais legais da TV de todos os tempos, este episódio marca a estreia da Mulher-Maravilha no seriado.

O teaser, aquele segmento de 3 minutos que precede a trama principal, mostra a amazona em missão para salvar seu par romântico, Steve Trevor, e Batman de uma armadilha da baronesa Paula von Gunther.

Agora, o mais legal: além do visual clássico e do avião invisível, a ação é embalada pelo cultuado tema musical do seriado da década de 1970. Confira abaixo:

Batman: The Brave and The Bold foi desenvolvido com o conceito de resgatar heróis e vilões menos conhecidos, e até obscuros. Os “medalhões” da DC, Superman e Mulher-Maravilha, foram deixados para o final.

A terceira temporada, aliás, estreou com um episódio dedicado ao Superman, cheio de referências à HQ Cavaleiro das Trevas.

Esta é a última temporada e terá apenas 13 episódios. Vai deixar saudades.

30 segundos de Mulher-Maravilha

O Bleeding Cool divulgou hoje um trecho minúsculo do piloto do que seria o novo seriado de TV da princesa amazona.

Pelo menos em algum momento ela usaria o uniforme clássico…

Mulher-Maravilha: revelado uniforme do novo seriado

O assunto que dominou o universo nerd na tarde desta sexta-feira (18) foi a foto publicada pelo site da revista Entertainment Weekly com a atriz Adrianne Palicki devidamente trajada como a princesa amazona (clique na foto para ampliar).

A escolha da loirinha Palicki já havia causado algum estranhamento entre os fãs mas, como se pode constatar na imagem ao lado, isso não foi um problema.

A questão mais polêmica está relacionado ao uniforme que, em relação ao original, difere no uso das calças compridas azuis no lugar do shortinho estrelado, e nas botas também azuis em vez de vermelhas.

O quesito fidelidade também fica comprometido pelo que se sabe do argumento até agora: a Mulher-Maravilha vai atuar como combatente do crime na cidade de Los Angeles; em sua identidade secreta de Diana Prince, é uma alta executiva das Indústrias Themyscira (nos quadrinhos, este é o nome do local onde fica a Ilha Paraíso, lar das mitológicas guerreiras amazonas das quais a Mulher-Maravilha se origina).

O seriado deve se concentrar nos percalços da heroína para equilibrar as duas exaustivas funções.

Para as audiências mais jovens, o novo seriado da Mulher-Maravilha, produzido pela rede americana NBC, pode funcionar; para os mais antigos, Adrianne Palicki larga em desvantagem na comparação com Lynda Carter, a Mulher-Maravilha “definitiva”, estrela do seriado homônimo dos anos 1970.

O consolo é que poderia ser pior se os produtores optassem pelo discutível uniforme criado pelo artista Jim Lee e introduzido nos quadrinhos no final do ano passado.

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