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Star Wars: Marvel anuncia série de Poe Dameron

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Não é exagero dizer que o “melhor piloto da Resistência” roubou a cena nos minutos em que apareceu em Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força.

Portanto, nenhuma surpresa que a Marvel – que vem arrebentando em vendas com sua linha moderna de HQs de Star Wars – tenha decidido lançar uma série estrelada por Poe Dameron.

A dupla criativa será composta por Chales Soule e Phil Noto, ambos com experiência na franquia. Soule já escreveu Lando e Obi-Wan & Anakin, e Noto desenhou Chewbacca.

A trama vai anteceder os acontecimentos de O Despertar da Força, num período posterior a O Retorno de Jedi (Episódio VI). Pelo que foi divulgado até agora, Poe vai enfrentar sua primeira ameaça da Primeira Ordem e também um novo vilão. O androide BB-8 é presença confirmada.

Star Wars – Poe Dameron chega às comic shops americanas em abril.

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Crítica: “Jessica Jones” (com spoilers)

A esta altura, quem aderiu ao espírito de “maratona” já terminou de assistir aos 13 episódios da primeira temporada de Jessica Jones, que estreou na Netflix na última sexta-feira (20).

Antes desse dia, deixamos aqui nossa impressão dos 7 primeiros episódios com informações que não estragavam a surpresa. O texto que segue agora contém spoilers; então, se você ainda não assistiu a toda a série, é melhor voltar em outra hora.

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Jessica Jones alarga a via aberta por Demolidor: é ainda mais adulta, realista e violenta.

Na essência, a série trata do Poder. Não no sentido de força ou superpoder. As habilidades sobre-humanas de Jessica são um mero acessório na trama – o que não deixa de ser uma opção interessante da showrunner Melissa Rosenbenrg em se tratando, em tese, de um programa de super-heróis.

Poder, aqui, é no sentido de Controle, de quem está no comando, quem dá as cartas. Isso se manifesta na constante troca de papéis entre dominador e dominado que alimenta o jogo de gato-e-rato de Jessica (Krysten Ritter) e seu adversário Kilgrave (David Tennant).

É explorado também nos abusos cometidos pela mãe da então celebridade mirim Trish Walker e até mesmo nas cenas de sexo entre Jessica e Luke Cage (Mike Colter) e Trish (Rachel Taylor) e Will Simpson (Wil Traval).

A questão do Poder é tão relevante que, na reta final, a prioridade de Kilgrave é aumentar suas capacidades mentais não para dominar o mundo, como faria qualquer vilão clichê, mas para recuperar o controle perdido sobre Jessica.

O impacto do embate final está no empate: naquele momento, nem Jessica nem Kilgrave nem o espectador sabem quem está realmente no comando.

Mais ação

A série dá uma guinada a partir dos primeiros 7 episódios liberados para a imprensa pela Netflix. Se na primeira metade da temporada o confronto é predominantemente cerebral, a segunda ganha mais cenas de ação – como nas lutas de Jessica com Simpson (que finalmente se revela o psicopata Bazuca dos quadrinhos) e o descontrolado Luke Cage. Até mesmo contra Kilgrave o confronto se torna presencial, tátil.

É aí que Jessica Jones perde um pouco de sua força. Não que seja culpa do roteiro ou da atuação de Tennant, muito pelo contrário. O fato é que Kilgrave era um vilão mais assustador enquanto sujeito oculto, que manipulava nas sombras e conduzia Jessica por um labirinto de sangue.

Os melhores momentos da segunda metade da temporada se dão quando o vilão é apresentado em toda sua magnitude. Assim como no Wilson Fisk de Demolidor, o roteiro acerta ao fazer de Kilgrave um vilão multidimensional.

Nos flashbacks do abuso que sofreu na infância, nos momentos em que transpira sinceridade e até quando se mostra capaz de um ato heroico, é impossível não torcer pela felicidade do casal.

Num momento de fragilidade, ele dá a entender que seu poder é ao mesmo tempo um dom e uma maldição: “Eu preciso tomar cuidado o tempo todo com o que eu falo. Uma vez mandei um cara se ferrar. Adivinhe o que aconteceu?”.

Final convencional

O maior senão de Jessica Jones é o final convencional. Numa série com tantas qualidades que a destacam dentro do gênero, o desfecho “herói derrota o vilão” deixa a desejar. Matar Kilgrave é não só óbvio demais, mas também desperdício de um personagem que teria muito a render na mitologia que Marvel e Netflix estão construindo.

Jessica, por sua vez, está mais viva que nunca. Há uma semana, era uma personagem conhecida apenas pelos leitores de quadrinhos – nem todos, diga-se. Treze episódios depois, conquistou seu espaço na galeria de heróis urbanos da Marvel e no coração dos fãs.

Vai deixar saudade. Quem sabe ela retribua a gentileza e faça uma participação especial na série de Luke Cage, prevista para abril. Do contrário, só voltaremos a vê-la em Defensores, ainda sem data de estreia.

Novas HQs de “Star Wars” chegam ao Brasil pela Panini

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A editora aproveitou a realização da Bienal do Livro do Rio para anunciar o lançamento em bancas de duas novas revistas mensais: Star Wars e Star Wars Darth Vader. Trata-se de histórias inéditas, produzidas pela Marvel depois que readquiriu os direitos de publicação que estavam com a Dark Horse.

Star Wars foi lançada nos Estados Unidos em janeiro e a vendeu quase um milhão de exemplares naquele mês. Darth Vader saiu no mês seguinte. Desde então, ambos os títulos – mais Princess Leia, ainda não anunciada por aqui – têm se mantido entre as 10 mais vendidas a cada mês, com vendas superiores a 100 mil exemplares.

A trama das duas revistas é ambientada na época da trilogia clássica da saga. Star Wars, com roteiro de Jason Aaron e arte de John Cassaday, se passa logo após a destruição da Estrela da Morte. Luke Skywalker e os rebeldes conquistaram sua mais importante vitória ao destruir a Estrela da Morte, porém o Império Galáctico ainda não foi derrotado.

Luke, Princesa Leia, Han Solo, Chewbacca, C-3PO e R2-D2, junto com o resto da Aliança Rebelde, formam a trupe que enfrenta os desafios de uma galáxia dominada pelo Império em batalhas contra as forças malignas de Darth Vader e seu líder, o Imperador.

Darth Vader, escrito por Kieron Gillen e desenhado por Salvador Larroca, se dá no mesmo momento cronológico e explora como o Lorde Negro dos Sith tenta se redimir da destruição da Estrela da Morte, enquanto busca o jovem rebelde que definiu a batalha de Yavin.

Para comemorar o lançamento, a Panini preparou capas variantes e metalizadas para a primeira edição das duas revistas. Ambas terão 48 páginas, formato 17 x 26 cm e preço de R$ 6,90 (a versão com capa metalizada sai por R$ 11,90). Star Wars e Star Wars Darth Vader começam a chegar às bancas de todo o Brasil neste final de semana, dia 11.

Marvel quer a cabeça do responsável pelo vazamento do trailer de Vingadores 2

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Mesmo como o megassucesso de Capitão América 2 e Guardiões da Galáxia, não há dúvida de que o grande filme da Fase 2 da Marvel é Vingadores: A Era de Ultron, que estreia no dia 30 de abril no Brasil.

Portanto, é evidente que o estúdio planejava fazer estardalhaço com a divulgação do primeiro trailer, e reservou o intervalo do episódio de Agentes of S.H.I.E.L.D.  do dia 28 de outubro para tanto.

Acontece que o trailer foi vazado na Internet no dia 22 por um tal de “John Gazelle”. A Marvel reagiu como pôde: horas depois, postou a versão oficial, em alta resolução, no seu canal do Youtube, e recebeu mais de 34 milhões de visualizações em 24 horas.

Agora, o estúdio quer a cabeça do engraçadinho. Nesta semana, a Marvel acionou a justiça da Califórnia para intimar o Google a fornecer informações sobre “Gazelle”, incluindo o endereço IP e o dispositivo utilizado para jogar o trailer na rede. O Google tem que obedecer a ordem judicial até o dia 18.

Muito embora a Marvel se beneficie da propaganda gratuita – o número de visualizações no Youtube é muitíssimo mais alta do que a audiência de Agents of S.H.I.E.L.D. – ela tem o direito de defender sua propriedade e a milionária estratégia de marketing.

A empresa quer fazer de “Gazelle” um exemplo, e mandar um recado para funcionários e parceiros que têm acesso privilegiado a seu material de divulgação. Vamos ver se o hacker foi bom o bastante para proteger sua verdadeira identidade.

 

“Como desenhar histórias em quadrinhos no estilo Marvel” chega ao Brasil

Como desenhar histórias em quadrinhos no estilo Marvel

Conforme antecipado pelo Papo de Quadrinho no início do ano, a editora WMF Martins Fontes lança neste mês o livro escrito por Stan Lee e John Buscema.

À época, a capa nacional não estava pronta nem o preço havia sido definido. Agora está: R$ 49,80.

Como desenhar histórias em quadrinhos no estilo Marvel foi lançado em 1978 e permanecia inédito por aqui. O livro é um compêndio de dicas de dois gênios da narrativa gráfica.

Quase 40 anos depois, extrapolou seu público alvo: os aspirantes a desenhistas da Marvel. Transformou-se no registro histórico de um jeito de fazer quadrinhos que não existe mais. Por isso, é essencial para todos os amantes da nona arte: roteiristas, leitores, estudiosos e, claro, artistas.

Apoie esse Projeto: Pátria Amada de Klebs Junior

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Klebs Junior é um dos mais importantes e prestigiados quadrinista brasileiros da atualidade e já publicou trabalhos na Marvel, DC, Abril, Globo, Folha e Estadão.

Sua proposta é fazer quadrinhos com temáticas próprias, que discutam e valorizem temas da história e cultura brasileira. De quebra, mostrar a possibilidade da figura de um herói brasileiro que proponha um modelo de comportamento positivo e otimista.

Pátria Amada, seu primeiro projeto, será uma mini serie em três edições distribuída primeiro em bancas e depois em livrarias.

Além das recompensas tradicionais, há a possibilidade de entrar na historia em quadrinhos, emprestando o seu visual para um dos personagens. Para os interessados que contribuírem com os valores estipulados no projeto, serão oferecidas 5 bolsas integrais dos cursos de Desenho e HQ no Instituto dos Quadrinhos onde Klebs é professor.

Pátria Amada apresenta um Brasil diferente do que conhecemos, mergulhado numa guerra civil que já dura três décadas.
Nesse clima de guerra com jeitinho brasileiro, vamos acompanhar a jovem paranormal Cristina, que é forçada a lutar neste conflito num pais que é, ao mesmo tempo, tão parecido e tão diferente do nosso. Ela vai ter de amadurecer para descobrir o que realmente significa ser Brasileiro. Lembre-se, o Brasil está em guerra.

FICHA:

Link do projeto: http://catarse.me/pt/PatriaArmada

Data limite: 05 de abril

Meta: R$ 18,5 mil

Atingido até o momento do post: R$ 11.775 mil

Colaboração mínima: R$ 10,00

Colaboração máxima sugerida: R$ 2 mil

Recompensas: de versão em PDF, revista impressa, pôster, camiseta, e dogtag (plaquinha militar).

2014: O que vem por aí pela WMF Martins Fontes

How To Draw Comics The Marvel Way

A editora costuma dar poucos tiros, porém certeiros: já trouxe para o Brasil aclamadas obras como Pagando por Sexo, Logicomix e farto material do cartunista argentino Quino.

Para 2014, a WMF Martins Fontes tem previstos bons lançamentos relacionados a quadrinhos. O primeiro promete agradar em cheio não só os aspirantes a desenhista, mas também os fãs da Marvel em geral.

How to Draw Comics in the Marvel Way, de John Buscema e Stan Lee, foi publicado originalmente em 1978, ganhou várias reimpressões e nunca havia sido lançado por aqui. Como o próprio nome diz, o livro é um manual de desenho que tem como base os personagens da editora. Buscema encarrega-se de transmitir a técnica, enquanto Lee, em seu estilo inconfundível, dá conselhos sobre narrativa.

Como Desenhar Quadrinhos no Estilo Marvel – o título em português – ainda não tem data de lançamento e preço definidos.

Outra novidade é Quadrinhos: História Moderna de uma Arte Global, de Dan Mazur e Alexander Danner. Com mais de 300 ilustrações, o livro traça a evolução da nona arte por mais de quatro décadas e em cinco continentes, até o surgimento dos quadrinhos digitais, que podem – ou não – se transformar no futuro desta mídia.

Por fim, a editora lança Os Ignorantes, do francês Étienne Davodeau. O livro é uma espécie de documentário em quadrinhos sobre o ano inteiro que o artista passou trabalhando junto com o fabricante de vinhos Richard Leroy. A graça está no fato de que nenhum deles tinha a menor noção do trabalho do outro, e a narrativa vai descrevendo aos poucos tanto o processo de produção da bebida quanto de uma HQ. A previsão de lançamento é junho.

Mundo dos Super-Heróis chega à 50ª edição

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A edição de dezembro da principal publicação brasileira sobre quadrinhos e outras mídias relacionadas ao gênero de super-heróis começa a chegar às bancas do País na próxima segunda-feira (23).

Para comemorar o marco de 50 edições, a capa apresenta 50 histórias (25 da editora Marvel e 25 da DC) escolhidas pela redação. Na seleção, os jornalistas optaram por HQs marcantes, mas pouco conhecidas. A capa foi ilustrada pelo artista brasileiro Caio Cacau.

A edição traz também um pôster central de 55 x 41 cm do filme O Homem de Aço; no verso, uma linha do tempo mostra a trajetória do Superman no cinema, seriados de TV e animações.

Outros destaques são: cobertura do Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), realizado em novembro na capital mineira, e uma entrevista exclusiva feita durante o evento com o quadrinhista George Pérez; calendário com lançamentos para 2014 e matéria especial sobre a coleção de miniaturas do Batmóvel que a Eaglemoss trará para o Brasil; artigos sobre a série em quadrinhos Drácula, da Marvel, e o álbum Hicksville; a continuação da série de matérias sobre as grandes sagas da DC Comics; resenhas de lançamentos, cartas e desenhos dos leitores.

Mundo dos Super-Heróis 50 tem 64 páginas, capa e miolo coloridos, e preço de R$ 10,90. Compra de exemplares, assinatura e versão digital podem ser adquiridos no site da editora.

Livro sobre trajetória da Marvel é lançado no Brasil

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Finalmente, começa a chegar às livrarias Marvel Comics: A História Secreta, de Sean Howe, vencedor do Eisner Awards em 2013, considerado o “Oscar” dos quadrinhos.

O livro é um calhamaço de 560 páginas, típico objeto de desejo de todos os fãs com preço acessível: R$ 49,90. Parte da criação da revista Magazine Management por Martin Goldman (antes mesmo se tornar a Timely Comics) até culminar na recente compra pela Disney – passando, obviamente, pelos períodos de enorme sucesso no início das décadas de 1940  e 60, e da quase bancarrota das décadas de 1950 e 90.

A edição brasileira traz como apêndice exclusivo a listagem de todas as publicações citadas na obra que foram publicadas no Brasil, com informações da edição original, período e editora.

É um alívio saber que a tradução é de Érico Assis, um especialista no assunto – o que garante que todos os nomes e referências foram corretamente adaptados à forma como os conhecemos no Brasil.

Sean Howe tem experiência com o mundo do entretenimento e conhece seu ofício. Já foi editor da revista Entertainment Weekly e publicou artigos e matérias em muitas outras publicações americanas. É autor de outro livro sobre quadrinhos, Give Our Regards to the Atomsmashers, um compêndio de depoimentos de vários profissionais do ramo sobre os quadrinhos que eles mais amam e odeiam.

Marvel Comics: A História Secreta se propõe não só a narrar a trajetória da maior editora de quadrinhos de super-heróis do mundo, mas também a jogar luz sobre os bastidores.

Torço para que Howe siga o exemplo do escritor Roberto Guedes no ótimo Stan Lee: O Reinventor de Super-Heróis e faça justiça, em vez de sucumbir ao lugar comum de pintar o velho Stan como o grande usurpador das ideias alheias.

Fica aqui o convite ao leitor para voltar nas próximas semanas e ler nossa resenha de Marvel Comics: A História Secreta.

Thor: The Dark World (trailer)

Saiu o primeiro trailer de Thor: The Dark World.

Com lançamento previsto para 8 de novembro de 2013, o filme repete o mesmo elenco do primeiro Thor: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston e Stellan Skarsgеrd nos papéis principais.

Confira e comente!

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