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2017: Os Independentes – O que vem por aí, por Roberto Guedes

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O editor e roteirista Roberto Guedes revelou com exclusividade ao Papo de Quadrinho que a sétima edição do Almanaque Meteoro está em fase final de produção e deverá ser lançada em breve.

Após a chocante cena final do último número, este dá um vislumbre do que virá a seguir: a vida do Mascarado Voador está por um fio, e a intervenção de um misterioso personagem chamado Agente Lance, pertencente à organização denominada C.L.A.V.A. (Comando Latino-Americano de Vigilantes e Agentes), é uma incógnita.

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Guedes garante que a edição trará outras surpresas que farão os leitores vibrarem, especialmente aqueles, que acompanham o personagem desde a sua primeira versão, nos anos 1990.

Com roteiro de Roberto Guedes, mais uma vez os desenhos deste Almanaque Meteoro 7 ficarão por conta do talentoso Daniel Alves, com arte-final de John Castelhano.

Para reservar sua edição, entre em contato com o editor pelo e-mail guedesbook@gmail.com.

Vale a pena conhecer “Parábola”, nova HQ digital de Demétrio Braga

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Num mundo que mistura ficção científica e mitologia grega (com pitadas de astrologia), um inexplicável fenômeno provoca o desaparecimento de um dos 12 deuses/príncipes que dominam a geopolítica daquela realidade.

Em busca de respostas, um grupo de emissários se vê obrigado a enfrentar a fúria da deusa da Lua, Ártemis, quando um novo e inusitado jogador surge e coloca tudo de pernas para o ar.

Este é um resumo do primeiro verso do primeiro capítulo de Parábola, nova HQ digital com roteiro e arte do cearense Demétrio Braga.

A sinopse chama os deuses/príncipes de “demônios” e o jovem misterioso de “exorcista”, o que talvez seja uma pista de que os eventos mostrados nessa primeira parte da história não sejam de fato o que parecem.

Demétrio tem um traço firme e uma narrativa bastante dinâmica em que cabe até uma brincadeira metalinguística.parabola_pag

O autor garante que sua meta é atualizar a HQ com pelo menos um “verso” de aproximadamente 10 páginas por mês.

A criação do logo e a revisão são de Zé Wellington, premiado roteirista de Quem matou João Ninguém? e Steampunk Ladies.

Vale muito a pena conhecer Parábola. A HQ está disponível aos assinantes do serviço Social Comics e pode ser lida gratuitamente também no site oficial , aqui e aqui.

2016: Os Independentes – O que vem por aí, por Marcatti

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O mais independente dos quadrinhistas brasileiros têm um ano cheio de projetos pela frente. Marcatti confirma, para 2016, a sequência, com periodicidade bimestral, de sua série Lasca de Quirica, do número 3 ao 8.

A primeira edição foi lançada em outubro de 2015, tendo como artista convidado Pablo Carranza. Na definição do autor, as histórias “mergulham fundo no fosso da alma humana”.

Para 2016, dois quadrinhistas convidados já estão fechados: Luiz Berger, na edição de fevereiro, e Bruno de Chico, na de abril.

Marcatti também dá continuidade ao resgate das HQs de Frauzio publicadas no início dos anos 2000. Em março sai a edição Prato Principal, seguida de Simbiose (maio) e Doces sabores da infância (julho).

Veja na galeria as capas que já estão prontas:

2016: Os Independentes – O que vem por aí, por Lorde Lobo

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O quadrinhista Lorde Lobo lança neste ano o segundo volume da série Penitente encontra…, em que seu herói divide as aventuras com personagens de outros criadores.

Conforme antecipado pelo Papo de Quadrinho em agosto de 2015, nesta edição os “heróis especialmente convidados” são Penitência, de Marcos Franco, e Lagarto Negro, de Gabriel Rocha.

Na primeira história, intitulada Inocência Corrompida, Lobo cuidou do argumento e letreiramento, Marcos Franco ficou com o roteiro, e Gleidson Robeiro e Elias Galvão, com a arte.

A história com o Lagarto Negro foi escrita por Thiago Bernardo e Gabriel Rocha, com desenhos de Fabiano Ribeiro.

Penitente encontra… vol. 2 está prevista para sair em fevereiro. Terá formato 13,5 x 19,5 cm, capa colorida, miolo em p&b e custo de R$ 5,00.

Papo de Quadrinho escolhe as Melhores HQs nacionais de 2015

Depois da lista de Melhores HQs estrangeiras, chegou a hora das nacionais.

Num ano de produção vasta e qualificada, amplificada pela realização de dois importantes eventos, FIQ e CCXP, selecionar apenas 10 obras não foi uma tarefa fácil.

Nunca é demais repetir: os livros abaixo são os preferidos entre aqueles lidos pelos editores do blog – um volume muito aquém de toda a produção anual.

Conheça nossa lista de Melhores HQs nacionais de 2015, em ordem alfabética:

DodôDodô (Felipe Nunes – Independente)

Felipe Nunes é considerado um dos expoentes da nova geração de quadrinhistas brasileiros, uma geração que tem muito a dizer. Depois do excelente e premiado Klaus, o autor volta a explorar o universo infantil. Desta vez, pelos olhos de Lola, menina de seis anos que não vai à escola, não tem amigos e recebe pouca atenção da mãe. Até que num belo dia ela encontra um (amigo imaginário?) Dodô. De simples distração, o pássaro se converte no gatilho que vai explodir emoções e segredos há muito guardados. A forma como Nunes trabalha o sentimento de rejeição é um soco no estômago no leitor.

Dois IrmãosDois Irmãos (Fabio Moon e Gabriel Bá – Cia. das Letras)

A obra adapta o livro de Milton Hatoum, de 2000, sobre dois gêmeos de família libanesa residente em Manaus. É o primeiro trabalho conjunto da dupla de irmãos desde Daytripper, de 2011. Diferentes e rivais desde muito cedo, Yaqub e Halim são como luz e sombra – um recurso gráfico que os autores exploram não só na relação entre eles, mas também, e principalmente, no detalhamento da arquitetura de Manaus, onde se passa grande parte da história. Moon e Bá traduziram com maestria a densidade da narrativa de Hatoum para a nona arte e preencheram algumas lacunas que antes viviam apenas na imaginação dos leitores da obra original.

Limiar Dark MatterLimiar: Dark Matter (Luciano Salles – Independente)

Luciano Salles optou por encerrar a trilogia iniciada em O Quarto Vivente e seguida por L’Amour: 12 Oz com uma ficção científica. Os amigos Carino e Nádio pretendem honrar – e vingar – um terceiro integrante da sua confraria, Amerício, “memorizado” por desafiar as regras de uma sociedade controladora. Neste futuro distópico, a “matéria escura” do título – um elemento cósmico que desafia a Ciência até hoje – encontra-se sintetizada numa espécie de alucinógeno que amplia os sentidos dos dois amigos e os incita a se lançarem numa aventura suicida. Na comparação com os demais trabalhos de Luciano, Dark Matter talvez seja o que tem a narrativa mais linear, mas não menos intrigante. E sua arte, como sempre, é arrebatadora.

Louco FugaLouco – Fuga (Rogério Coelho – MSP Produções/Panini)

Esta é mais que uma aventura nonsense, como costuma acontecer nas recorrentes participações especiais do Louco nas revistas da Turma da Mônica. Rogério Coelho lança mão de sua vasta experiência como ilustrador para contar uma história que homenageia a arte de contar histórias. Na trama, o Louco é o herói de seu mundo interior, onde precisa salvar o pássaro mágico – que inspira todos os escritores – das garras dos Guardiões do Silêncio. Isso se dá numa narrativa que mistura metalinguagem, lirismo, diagramação ousada, cenários fantásticos, traços e cores que remetem aos livros de fábulas.

Mil Léguas TransamazônicasMil Léguas Transamazônicas (Will e Spacca – Independente)

Quando dois visionários se encontram, o resultado não pode ser menos que impressionante. Isso vale para o encontro fictício do Barão de Mauá e Júlio Verne, e também para a dupla de autores, Will e Spacca. A obra é uma mistura tão bem elaborada de ficção e pesquisa histórica que fica difícil distinguir onde termina uma e começa a outra. A trama, que envolve a exploração do Rio Amazonas em pleno Segundo Império no barco voador Uirapuru, tem intrigas políticas, a lenda das guerreiras amazonas e até um certo “Diabo Coxo” que embarca meio que acidentalmente na aventura. Esse último elemento faz de Mil Léguas Transamazônicas uma homenagem não só à História do Brasil e à ficção científica, mas também ao próprio desenvolvimento da nona arte no País.

O Astronauta de PijamaO Astronauta de Pijama (Samantha Flôor – Marsupial Editora)

A autora mergulha fundo no imaginário infantil ao acompanhar a aventura do garoto que precisa resgatar seu gato das entranhas de um simpático e imaginário monstro. O recurso da ausência de texto, que estende a leitura para todas as idades, é compensado de forma competente pela expressividade dos personagens e o dinamismo da narrativa.

Por mais um dia com ZapataPor Mais um Dia com Zapata (Daniel Esteves, Alex Rodrigues e Al Stefano – Zapata Edições)

A obra refaz os passos do revolucionário mexicano Emiliano Zapata desde os primeiros confrontos com os soldados do ditador Porfirio Díaz até seu assassinato numa emboscada em Chinameca. A história é contada pelo ponto de vista de “Brasileño”, personagem fictício que faz o elo entre a Revolução Mexicana e o massacre da comunidade de Canudos, ocorrida no interior da Bahia em 1896. A convergência de duas linhas temporais distintas forma um mosaico que lança um novo olhar sobre este importante momento histórico da América Latina.

Quando a Noite fecha os OlhosQuando a Noite Fecha os Olhos (André Diniz e Mário Cau – Independente)

A diversidade tratada de forma honesta e sensível. Não se pode esperar menos dos dois autores que, com carreiras consagradas, realizam seu primeiro trabalho conjunto. Camilo vive uma noite eterna e tem como companhia apenas os objetos de seu quarto. Quando as circunstâncias se impõem, ele precisa enfrentar demônios internos e externos para finalmente se libertar. O recurso narrativo de usar o clima e objetos inanimados para expor a psique do personagem é, se não inédito, de uma beleza ímpar.

Steampunk LadiesSteampunk Ladies – Vingança a Vapor (Zé Wellington, Di Amorin e Wilton Santos – Editora Draco)

Rabiosa e Sue foram unidas pelo destino, pelo desejo de vingança e pela percepção que, juntas, têm mais chance de enfrentar o inimigo comum e impedir o fantástico assalto a um trem blindado. O roteiro é muito bem construído, sem sobressaltos e diálogos que soam naturais. Os autores optaram pelo ambiente clássico do faroeste: cidades pequenas, amplos desertos, abismos inexpugnáveis. Os flashbacks funcionam de forma orgânica e lembram alguns bons filmes do gênero. Em termos de qualidade – de roteiro, arte, produção editorial e gráfica – Steampunk Ladies não perde em nada para álbuns norte-americanos e europeus de faroeste.

Turma da Mônica – Lições (Vitor e Lu Cafaggi – MSP Produções/Panini)

Como o próprio nome evoca, Lições versa sobre o aprendizado. Partindo da metáfora da lição de casa, os autores colocam os personagens numa situação em que precisam aprender a arcar com as consequências de seus atos. Um olhar mais atento revela que a HQ fala da dor do crescimento. Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali estão agora no primeiro ano do Ensino Fundamental; eles cresceram e perderam o direito à impunidade para certos tipos de travessura. O castigo arranca as crianças da sua zona de conforto e as obriga a ver que o mundo é muito maior do que seu restrito círculo de amizades. O final aberto deixa uma mensagem de que crescer é difícil, sim, mas, ao mesmo tempo, é como se o mundo escancarasse uma janela de infinitas oportunidades. Turma da Mônica – Lições é quadrinho de gente grande, criado por dois irmãos que atingiram a maturidade artística, mas nunca perderam o olhar de criança sobre todas as coisas.

“Kris Klaus: Papai Noel Casca-Grossa” tem lançamento na CCXP 2015

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Do Press-Release

Um exército de vampiros tem um plano que parece perfeito! Com o auxílio de uma relíquia que lhes permite entrar em qualquer lugar, eles resolvem tomar cidade após cidade ao redor do planeta e criar um mundo dominado pelos sanguessugas.

Mas esse plano tem uma pequena falha: os vampiros iniciam seu ataque em plena noite de Natal, a noite em que aquele bom velhinho, o Papai Noel, viaja por toda a Terra para entregar presentes às crianças comportadas.

O grande azar dos vampiros é que Kris Klaus, o Papai Noel, tem um passado sombrio e violento que se perdeu nas sombras do tempo. Com a ajuda de um grupo de sobreviventes humanos e de alguns duendes amalucados, Klaus terá que ressuscitar sua história repleta de mortes e destruição, já que se torna a única resistência contra uma legião de monstros e seu terrível líder.

Kris Klaus: Papai Noel Casca-Grossa é uma história de ação e aventura, influenciada por histórias de terror e mitologia nórdica que começou a ser produzida anos atrás. É também o primeiro álbum autoral da dupla. Tem 56 páginas, formato 21 x 26 cm e preço promocional de lançamento de R$ 25.

O álbum tem prefácio do quadrinhista Spacca, autor de Santô e os Pais da Aviação e Jubiabá, entre outros. O lançamento será no evento Comic Con Experience (CCXP 2015) e estará à venda na Mesa 56 do Artist’s Alley. entre os dias 03 a 06 de dezembro.

Sobre os autores

Maurício Muniz é editor, roteirista, tradutor e jornalista especializado em Cultura Pop. Já editou e traduziu revistas como Sandman, Sin City, Preacher e Juiz Dredd. Foi o primeiro a trazer ao Brasil títulos premiados como A Liga Extraordinária, O Corvo, Fracasso de Público, Mundo Fantasma, Tom Strong, Astro City, Filósofos em Ação e Planetary. É editor da revista Mundo Nerd e do site O Pastel Nerd.

Joel Lobo já teve uma editora, um estúdio de design gráfico e até uma oficina de serigrafia, mas sua principal ocupação é a de ilustrador. Seu trabalho pode ser visto em capas e páginas de livros e revistas das principais editoras do país. Joel e seu amigo Fabio Corazza organizam o sketchJAMS, evento no qual um grupo de desenhistas atua em shows de música na noite paulistana.

“Quarta-Feira de Cinzas” faz homenagem aos carnavais de antigamente

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Do Press-Release

Houve um tempo, não muito distante, em que Carnaval era sinônimo de bailes de salão, embalados por orquestra de metais, marchinhas e lança-perfume. É da saudade desse tempo que nasceu a HQ Quarta-Feira de Cinzas (56 páginas, R$ 30,00), escrita pelo casal Marcelo Saravá e Marjory Abuleac, com desenhos de André Leal e cores de Omar Viñole.

Para representar os carnavais do passado, os autores escolheram como protagonista o Arlequim, que precisa restaurar seu coração partido antes de a quarta-feira de Cinzas chegar. Na busca por sua amada Colombina e na disputa com o eterno rival Pierrô, o Arlequim descobre que se tornou uma figura anacrônica, deslocada. O símbolo vivo de uma época que não volta mais.

A homenagem fica completa por meio dos diálogos, todos criados a partir das letras de marchinhas e sambas carnavalescos. Para os saudosistas ou apenas curiosos, a HQ traz um apêndice com a relação das obras de onde os diálogos e situações foram retirados, bem como textos sobre a origem do Carnaval e de seus personagens icônicos.

Quarta-Feira de Cinzas será lançada na CCXP 2015 (Comic Con Experience), megaevento de cultura pop que acontece na capital paulista de 3 a 6 de dezembro, e no dia 9 de dezembro na Blooks do Shopping Frei Caneca, também em São Paulo.

Marcelo Saravá: Autor de Aos Cuidados de Rafaela (Ed. Zarabatana), obra selecionada pelo Programa de Ação Cultural (ProAC) da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, e indicada ao Troféu HQ Mix 2015 nas categorias Edição Especial Nacional, Roteirista Nacional e Novo Talento Desenhista. Saravá publicou de forma independente as HQs 1000 Palavras e Revistinha. Quarta-Feira de Cinzas é a primeira parceria com a esposa, Marjory Abuleac.

Marjory Abuleac: Atriz e autora de duas peças de teatro ainda não publicadas, escritas em parceria com o marido Marcelo Saravá. Quarta-Feira de Cinzas é seu primeiro roteiro para histórias em quadrinhos.

André Leal: Publicou em fanzines, livros e revistas de diversas editoras. Trabalha atualmente como desenhista freelancer.

Quarta-Feira de Cinzas – Páginas: 56 – Formato: 17 x 25 cm

Preço: R$ 30,00 

Lançamentos: De 3 a 6 de dezembro, na CCXP 2015 (São Paulo Expo Exhibition & Convention Center) e dia 9 de dezembro, das 19h às 22h, na Blooks Livraria do Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – 3º Piso – Consolação – São Paulo). Mais informações: www.marcelosarava.com.br.

“Archimedes Bar” faz crônica da esquina do universo

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Do Press-Release

Há um bar na esquina do universo e seu dono se chama Archimedes. Apesar da dura fiscalização imposta pelos brainizianos, do difícil acesso e da clientela alienígena, lá acontecem coisas dignas de qualquer boteco, de qualquer esquina, de qualquer cidade brasileira: contendas entre os frequentadores, discussões acaloradas sobre futebol, quebradeira.

É neste cenário que se desenrola a HQ Archimedes Bar (Zapata Edições, 32 páginas, R$ 10), produzida por professores e um ex-aluno, Danilo Pereira, da escola de quadrinhos HQ em FOCO, de Daniel Esteves, editor da Zapata Edições.

São três crônicas curtas que não têm ambição maior que divertir e servir de exercício narrativo do cotidiano. Intercalando as histórias, imagens apresentam alguns “clientes ilustres” do bar do Archimedes.

Archimedes Bar” será lançada no Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), que acontece em Belo Horizonte, Minas Gerais, de 11 a 15 de novembro. Durante o evento, a Zapata Edições lança duas outras HQs: Por mais um dia com Zapata (136 páginas, R$ 25), sobre a trajetória de luta do revolucionário mexicano, e 147 (24 páginas, R$ 10), uma sátira sobre o discurso de ódio que infesta as redes sociais e destrói amizades.

Sobre os autores

Daniel Esteves: Roteirista e professor de histórias em quadrinhos na escola HQ em FOCO, é membro do coletivo de quadrinhos PETISCO e responsável pelo selo independente da Zapata Edições. Editou e escreveu diversos quadrinhos, entre eles: KM Blues, São Paulo dos Mortos, Nanquim Descartável. Sua produção independente foi contemplada com quatro Troféus HQ Mix, principal premiação do segmento. Publicou também pela Editora Nemo e ganhou o troféu Angelo Agostini em 2009 e 2012 como melhor Roteirista Nacional.

Alex Rodrigues: Desenhista e designer, atua há nove anos como ilustrador atendendo diversas editoras e agências de publicidade. Ministrou aulas, palestras e oficinas de desenho e quadrinhos durante quatro anos na escola HQ em FOCO. Como quadrinista colaborou para edições da HQ em FOCO, como Nanquim Descartável, Pelota: Futebol e Quadrinhos, São Paulo dos Mortos volumes 01 e 02, entre outros.

Al Stefano: Desde 1991, vem atuando em diversos ramos das artes gráficas: animação, criação de material promocional, design de produtos, ilustração para livros didáticos, paradidáticos e literários, criação de storyboards, personagens e embalagens para publicidade, e professor de ilustração. Trabalhou para diversas editoras e ilustrou textos de autores como Ruth Rocha, Wagner Costa, Walcyr Carrasco e outros. Nos quadrinhos participou da coletânea Metal Pesado, de séries como Nanquim Descartável e São Paulo dos Mortos, da coletânea Mônica(s) e de cards para a Marvel Comics.

Samuel Bono: Atua como ilustrador em agências de publicidade. Professor de desenho e quadrinhos na HQ em FOCO, criou as tiras do Bucha, um super-herói do bairro paulistano de Itaquera. Participou da revista Areia Hostil, das tiras do Homem Grilo, da revista Cometa e da série Nanquim Descartável. Mais recentemente publicou no álbum São Paulo dos Mortos e na revista Pelota.

Danilo Pereira: Formado em técnico de Desenho de Comunicação e Design Gráfico. Ex-aluno dos autores citados anteriormente, esta é a sua primeira incursão nos quadrinhos.

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Autores: Daniel Esteves, Alex Rodrigues, Al Stefano, Samuel Bono e Danilo Pereira. Capa: Wanderson de Souza

Editora: Zapata Edições – Páginas: 32 – Formato: 16 x 25 cm – Preço: R$ 10,00

Lançamento: Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), de 11 a 15 de novembro (Serraria Souza Pinto, Belo Horizonte – Minas Gerais).

Lançamento em São Paulo: 3 a 6 de dezembro, na CCXP 2015 (São Paulo Expo Exhibition & Convention Center)

Mais informações: www.zapataedicoes.com.br

“147” satiriza discurso de ódio das redes sociais

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Do Press-Release

Num tempo de discursos polarizados e pouca tolerância com a opinião alheia, um ótimo remédio é o bom humor. É isso que fazem Daniel Esteves (roteiro) e Hugo Nanni (arte) na HQ “147” (Zapata Edições, 24 páginas, R$ 10).

O título é uma referência ao saudoso veículo Fiat modelo 147 em que dois amigos viajam para o que deveria ser um fim de semana de descanso na praia. Papo vai, papo vem, surge o tema da violência urbana e as divergências sobre como lidar com o problema logo ficam evidentes. Era uma vez uma amizade…

Os autores satirizam os clichês e a cultura de ódio que infestou especialmente as redes sociais e impedem o debate civilizado sobre questões sociais complexas. “147” será lançada no Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), que acontece em Belo Horizonte, Minas Gerais, de 11 a 15 de novembro.

Durante o evento, a Zapata Edições, de Daniel Esteves, lança duas outras HQs: Por mais um dia com Zapata (136 páginas, R$ 25), sobre a trajetória de luta do revolucionário mexicano, e Archimedes Bar (32 páginas, R$ 10), coletânea de crônicas dos confins do universo produzidas por diferentes autores.

Sobre os autores

Daniel Esteves: Roteirista e professor de histórias em quadrinhos na escola HQ em FOCO, é membro do coletivo de quadrinhos PETISCO e responsável pelo selo independente da Zapata Edições. Editou e escreveu diversos quadrinhos, entre eles: KM Blues, São Paulo dos Mortos, Nanquim Descartável. Sua produção independente foi contemplada com quatro Troféus HQ Mix, principal premiação do segmento. Publicou também pela Editora Nemo e ganhou o troféu Angelo Agostini em 2009 e 2012 como melhor Roteirista Nacional.

Hugo Nanni: Publica quadrinhos desde 2007, ano em que estreou numa revista com o personagem Toninho do Diabo. Participou de vários coletivos, como o Quarto Mundo e o Jund Comics, publicando em diversas revistas e criando a série Clube da Voadora. Publica tiras e outras histórias em seu site (www.hugonanni.com), além de ministrar aula de Artes em escolas públicas.

SERVIÇO:

147 – Autores: Daniel Esteves e Hugo Nanni

Páginas: 24 – Formato: 15 x 22 cm – Preço: R$ 10,00 – Zapata Edições

Lançamento: Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), de 11 a 15 de novembro (Serraria Souza Pinto, Belo Horizonte – Minas Gerais).

Lançamento em São Paulo: 3 a 6 de dezembro, na CCXP 2015 (São Paulo Expo Exhibition & Convention Center)

“Questão de Karma”, de Laudo Ferreira e Alexandre Santos, tem lançamento no FIQ

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A HQ é fruto de um período de longa amizade entre os autores. O roteiro foi escrito no final dos anos 1990 e ficou engavetado até o começo deste ano, quando surgiu a oportunidade de Laudo (roteiro) e Alexandre (arte) realizarem seu primeiro trabalho em conjunto.

“É uma história de humor negro com fortes doses de tragédia” explica Laudo. Segundo ele, o título da HQ foi emprestado de uma canção de um amigo, que também empresta o nome ao terapeuta que ajuda o protagonista na obra.

Questão de Karma está sendo lançada pelo Quadro Imaginário, selo de quadrinhos indenpendentes do Estúdio Banda Desenhada, de Laudo e Omar Viñole.

Para quem não quiser esperar o lançamento oficial durante o Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), de 11 a 15 de novembro, a HQ pode ser adquirida na loja virtual do estúdio. Nas lojas, estará disponível após o evento mineiro.

Questão de Karma tem 24 páginas, capa colorida, miolo em preto e branco, formato 21 x 28 cm e preço de R$ 10.

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