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Tag: Homem-Aranha

CCXP 2016: Lançamentos da Hasbro

A Hasbro reservou uma série de itens exclusivos trazidos especialmente da San Diego Comic Con para a CCXP 2016. Prepare o bolso e confira:

Transformers: novidade na linha Generations que celebra a volta do Sentinel Prime a Cybertron. O colecionável Transformers Titan Force (R$ 999,99) vem com uma figura na escala Voyager (aproximadamente. 15 cm) do Sentinel Prime, duas na escala Deluxe (Class Brainstorm e Windblade, com aproximadamente. 13 cm) e duas figuras Titan Master (Autobot Teslor e Autobot Infinitus).ccxptransfhasb

A figura do Sentinel Prime, líder dos Autobots, converte em 3 modos: robô, jato espacial e trem. As figuras Brainstorm e Windblade têm duas formas: robô e jato.

Star Wars: São dois itens exclusivos da linha Black Series. O primeiro recria a icônica cena de Uma Nova Esperança, com uma figura de aproximadamente 15 cm de Obi-Wan Kenobi assistindo à mensagem holográfica da Princesa Leia. O conjunto emite luzes e sons e é rico em detalhes (R$ 399,99).

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O segundo item traz uma figura detalhada e articulada de aproximadamente 15 cm de Kylo Ren (R$ 299,99) sem a máscara, com sabre de luz, as adagas laterais, bandeira da Primeira Ordem e o capacete do Darth Vader visto no filme O Despertar da Força.

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Marvel: o estande vai vender três lançamentos da linha Marvel Legends. O primeiro deles recria a batalha entre Homem de Ferro, Capitão América e Homem Aranha do filme Capitão América: Guerra Civil (R$ 479,99). As três figuras articuladas têm aproximadamente 15 cm e vêm com acessórios.

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Outro produto exclusivo é o Breakout do Homem-Aranha (R$1.199,99), com 6 figuras articuladas e detalhadas de aproximadamente 15 cm: o Homem-Aranha e 5 vilões de sua galeria. A embalagem imita a prisão da Ilha Ryker.

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O terceiro lançamento da Marvel pela Hasbro é um conjunto de figuras que celebra o excêntrico Colecionador (R$ 699,99). O conjunto de 5 figuras de aproximadamente 10 cm inclui o próprio personagem e alguns “itens” de sua coleção: Howard o Pato, Cosmo, Dentinho, Menino da Lua, a Chave do Zodíaco, o Cofre dos Antigos Invernos e o Bastão de Watoomb.

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Crítica: Capitão América – Guerra Civil (SEM SPOILERS)

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Em respeito aos leitores do blog, o texto abaixo não contém spoilers

Há alguns anos, “super-herói” deixou de ser um gênero de cinema. Por questões de inteligência e sobrevivência, para não deixar a fórmula esgotar, roteiristas e diretores passaram a tratar os personagens de quadrinhos e seus superpoderes como pano de fundo para outros gêneros, como suspense político (Capitão América 2: O Soldado Invernal, de 2014), drama histórico (a crise dos mísseis de Cuba, em X-Men: Primeira Classe, 2011) e até comédia (Guardiões da Galáxia, 2014).

Capitão América: Guerra Civil, que estreou nessa quinta-feira, dia 28, no Brasil, faz parte dessa nova abordagem. O filme beira a perfeição: não há furos ou atalhos de roteiro, as cenas de ação são um espetáculo de coreografia, muito bem distribuídas nas 2h30 de duração, e os momentos de humor são equilibrados.

Na trama, um novo incidente coloca as ações dos Vingadores em suspeição. Cento e dezessete países assinam o Tratado de Sokovia, documento que obriga a superequipe a operar sob supervisão das Nações Unidas.

A decisão divide os heróis, tendo como expoentes Capitão América (Chris Evans, contra) e Homem de Ferro (Robert Downey Jr., a favor). Os demais membros tomam partido muito mais por lealdade ou pragmatismo do que por convicção.

Em meio a esse debate, surgem duas figuras controversas: o Soldado Invernal (Sebastian Stan), amigo de infância do Capitão que foi transformado pela Hidra num mercenário assassino e é caçado pelos crimes do passado, e Helmut Zemo (Daniel Brühl), um pote cheio de mágoa e desejo de vingança.

Talvez aí resida o único senão de Guerra Civil. Mais que o Tratado de Sokovia (o equivalente ao Registro de Super-Heróis dos quadrinhos), é a motivação pessoal, e não a ideológica, que vai dar o contorno das desavenças entre os heróis no desenrolar da trama.

Os estreantes

Boa parte dos heróis criada no universo cinematográfico da Marvel desde 2008 está no filme: os já citados Capitão América e Homem de Ferro, Falcão (Anthony Mackie), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Visão (Paul Bettany), Máquina de Combate (Don Cheadle), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) e Homem-Formiga (Paul Rudd).

Apesar de conhecidos do público e de cada um ter recebido seu quinhão de atenção, quem brilha mesmo são os estreantes Homem-Aranha (Tom Holland) e Pantera Negra (Chadwick Boseman).

O primeiro faz parte de um acordo entre Marvel e Sony (que detém os direitos do personagem no cinema). O reboot funcionou: Peter Parker ganhou sua versão cinematográfica mais condizente com os quadrinhos em termos de idade, visual, personalidade e poderes. Todo esse cuidado só aumenta a expectativa para o filme solo do aracnídeo, agendado para o ano que vem.

Da mesma forma, o Pantera Negra é a perfeita tradução de sua contraparte nos quadrinhos. Vale um destaque para seu estilo de luta que lembra o de um felino. Também ele ganhará filme solo, em 2018.

Mesmo não sendo um estreante, o Homem-Formiga guarda uma das maiores surpresas do filme para os fãs.

Ótimo, mas não o melhor

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Capitão América: Guerra Civil é um baita filme. Impõe um paradigma de qualidade que vai dar trabalho para os roteiristas e diretores dos próximos filmes da Marvel igualarem. Pela densidade do roteiro, pelo cuidado e respeito com um grande número de personagens, pelo notório comprometimento dos atores, pelas homenagens prestadas aos leitores de quadrinhos, Guerra Civil merece lugar privilegiado entre os melhores filmes de super-heróis de todos os tempos.

Ainda assim, não é “o” melhor. Não é nem mesmo o melhor filme do universo cinematográfico da Marvel. Não tem o mesmo vigor de Os Vingadores (2012), a tensão de O Soldado Invernal ou a ousadia de Guardiões da Galáxia (nossas críticas aquiaqui e aqui). E isso não é nenhum demérito. Um filme de super-herói não precisa ser “o” melhor para ser ótimo, precisa ser empolgante, inteligente e bem feito.

Guerra Civil é, sem dúvida, um ótimo filme. Que merece ser visto, revisto e comentado, agora e nos muitos anos pela frente.

“Mundo” lança Coleção Super-Heróis

Coleção Mundo dos Super-Heróis

Do Press-Release

Em seus quase dez anos de existência, a Revista Mundo dos Super-Heróis ficou conhecida como a “revista dos grandes dossiês”, aquelas reportagens de capa extremamente aprofundadas que esmiúçam a carreira de personagens, artistas e editoras.

Pois agora uma boa parte desse valioso material (inclusive de edições já esgotadas) foi reeditado e ampliado para sair em sete volumes capa dura na Coleção Super-Heróis. O resultado é uma enciclopédia ímpar, que merece lugar de destaque na estante de todo fã de cultura pop.

Cada livro da Coleção Super-Heróis tem 100 páginas, formato 19,4 cm x 25,4 cm e é dividido entre um herói da Marvel e outro da DC. E, de cara, a coleção traz o Homem-Aranha e o Flash, dois dos mais cativantes personagens dos quadrinhos.

O Homem-Aranha é o ápice do estilo da Marvel de criar heróis falíveis e assolados por problemas do cotidiano, uma fórmula de sucesso que acompanha a editora há mais de cinco décadas. Já o Flash surgiu na Era de Ouro dos quadrinhos (1938 a 1945) e teve grande importância na recuperação do gênero super-heróis nos anos 1950. Hoje, é uma personalidade sempre em evidência nas tradicionais sagas da DC.

Esse é o conteúdo de toda a Coleção Super-Heróis:
> Volume 1: Homem-Aranha / Flash
> Volume 2: Batman / Homem de Ferro
> Volume 3: Capitão América / Lanterna Verde
> Volume 4: Superman / Thor
> Volume 5: Hulk / Aquaman
> Volume 6: Mulher-Maravilha / Wolverine
> Volume 7: Demolidor / Arqueiro Verde

A Coleção Super-Heróis está à venda nas bancas e livrarias a partir de abril, com periodicidade bimestral. Cada exemplar custa R$ 49 (a coleção toda sai por R$ 343). Mas é possível conseguir um belo desconto ao comprar diretamente na Editora Europa. Daí, a coleção sai por R$ 249 à vista (ou 12 parcelas de R$ 20,75). Assim, cada exemplar custa menos de R$ 36, e o frete é por conta da editora (válido só para endereços no Brasil).

Para adquirir a Coleção Super-Heróis, basta ligar para (11) 3038-5050 (Grande São Paulo) ou 0800 8888 508 (demais localidades). Quem preferir, pode também fazer a assinatura da coleção pelo site.

Coleção de livros da Marvel cresce no Brasil

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Via de regra, leitores de quadrinhos gostam de ler, e isso se aplica a outras plataformas, inclusive … livros!

A Marvel, que de besta não tem nada, há alguns anos vem lançando adaptações e histórias originais em prosa de seus personagens. No Brasil, parte deste acervo chega às livrarias pela editora Novo Século.

O primeiro deles foi Guerra Civil, no final do ano passado. O livro gerou alguns comentários entre as comunidades nerds, mas depois esfriou. Uma visita rápida às livrarias mostra que a coleção cresceu, e muito. Veja os títulos já lançados pela editora:

guerracivil2Guerra Civil (Stewart Moore)

Quando uma trágica batalha deixa um buraco na cidade de Stamford, matando centenas de pessoas, o governo americano exige que todos os super-heróis revelem sua identidade e registrem seus poderes. Para Tony Stark – o Homem de Ferro – é um passo lamentável, porém necessário, o que o leva a apoiar a lei. Para o Capitão América, é uma intolerável agressão à liberdade cívica (313 páginas, R$ 39,90).

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Homem Aranha: Entre Trovões (Christopher L. Bennett)

Enquanto Manhattan é devastada por frequentes ataques, o Cabeça de Teia tem de enfrentar a engenhosidade de robôs movidos por um só intuito: acabar com sua vida. Como se não bastasse, o sentido-aranha alerta que o aracnídeo não pode confiar nem mesmo em Mary Jane e na adorável tia May, e tudo aponta somente em uma direção: J.Jonah Jameson (264 páginas, R$ 24,90).

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X-Men: O Espelho Negro (Marjorie M. Liu)

Jean Grey acorda em um quarto desconhecido. Sentindo-se fraca e desorientada, está sem seus poderes telepáticos e telecinéticos – e aprisionada no corpo de outra pessoa. Seus companheiros de equipe Ciclope, Wolverine, Vampira e Noturno também são cativos – suas mentes estão presas dentro de corpos de estranhos. Quem os teria trazido àquele lugar, e com que finalidade? (308 páginas, R$ 39,90).

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Homem de Ferro: Vírus (Alex Irvine)

Tony Stark está prestes a alcançar um novo sistema de controle imediato hiperinteligente, que poderia evitar tragédias. Ao mesmo tempo, Arnim Zola se infiltrou na segurança das Indústrias Stark a fim de assumir a armadura blindada e usá-la contra Tony e a S.H.I.E.L.D. O inimigo lança um engenhoso vírus de computador e sua arma secreta definitiva: um exército de clones assassinos inspirado no amigo mais confiável de Stark. Zola está prestes a mergulhar a cidade numa guerra que ameaça devastar tudo o que estiver em seu caminho (368 páginas, R 39,90).

vingadoresVingadores: Todos Querem Dominar o Mundo (Dan Abnett)

No clima de Vingadores: Era de Ultron, a superequipe enfrenta em uma série de batalhas ao redor do mundo os seus maiores inimigos de uma única vez. Em Berlim, Capitão América mede forças com a Hidra. Numa ilha desconhecida, Gavião Arqueiro e Viúva Negra tentam despistar a I.M.A. (Ideias Mecânicas Avançadas). Em Washington, Homem de Ferro luta contra Ultron. Thor enfrenta um exército inteiro na Sibéria. E, em Madripoor, Bruce Banner e Nick Fury travam uma batalha contra o Alto Revolucionário. Qual será a verdadeira e grande ameaça que está por trás desses ataques simultâneos na Terra? (320 páginas, R$ 39,90).

homemformigaHomem-Formiga: Inimigo Natural (Jason Starr)

Quando um antigo cúmplice da época de crimes vai a julgamento, Scott Lang e sua filha Cassie veem-se às voltas com guarda-costas enviados pelo governo a fim de protegê-los. Scott acha isso desnecessário, mas ele desconsidera algo de fundamental importância: o fator adolescência. Pai e filha talvez estejam lutando contra algo muito maior do que eles imaginam (256 páginas, R$ 34,90).

O lançamento de Homem-Formiga: Inimigo Natural aproveita a chegada do longa-metragem do herói aos cinemas e desde o dia 15 realiza uma promoção em parceria com o Cinemark Mania, em que os clientes ganham um minilivro com o primeiro capítulo na compra de um ingresso. A promoção é válida até o dia 29 de julho.

Para os próximos meses, a Novo Século promete dar continuidade à coleção com o lançamento de Guardiões da Galáxia e Guerras Secretas. Em 2016 e 2017, devem chegar os livros de Wolverine, Deadpool, Capitão América e Novos Vingadores.

“Godzilla” faz R$ 9 milhões e lidera bilheteria brasileira no fim de semana

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A estreia ficou em primeiro lugar entre os dias 16 e 18 de maio, e desbancou O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro depois de duas semanas de liderança.

Leia nossa crítica de Godzilla aqui.

Ainda assim, não é um resultado estrondoso. A título de comparação, o filme do herói aracnídeo estreou com R$ 24,5 milhões, e no segundo final de semana, mesmo com um declínio de quase 60%, fez mais que Godzilla na abertura: R$ 9,8 milhões.

Nos Estados Unidos a situação é diferente. Lá, o filme do monstro gigante, que também estreou no dia 16, faturou US$ 93 milhões, e já é a segunda melhor abertura do ano, atrás apenas de Capitão América 2 – O Soldado Invernal.

Crítica: Homem-Aranha 2 reencontra o caminho do herói no cinema

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Marc Webb se redimiu. Pelo menos com a parcela de fãs que não gostou do primeiro filme de seu reboot, em 2012 – este editor entre eles (leia nossa crítica aqui).

Difícil dizer se o diretor ouviu os apelos destes fãs, se leu mais e melhores quadrinhos do aracnídeo ou simplesmente livrou-se do fantasma da trilogia anterior dirigida por Sam Raimi.

O fato é que O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro – que estreou no dia 1 de maio no Brasil e manteve a liderança na bilheteria pelos dois primeiros finais de semana – é tudo que seu antecessor não foi: leve, divertido, com doses certas de ação e drama (veja trailer abaixo).

Webb conseguiu, inclusive, cumprir a promessa feita desde o filme anterior, que é fazer a audiência sentir-se como o próprio Homem-Aranha enquanto ele balança pelos prédios de Nova York. Os momentos em que a computação gráfica funciona melhor causam o frio na barriga que o diretor vinha buscando.

O filme começa em ritmo acelerado – mesmo não tendo o herói no centro da ação – ao revelar o que aconteceu aos pais do menino Peter Parker, deixado para ser criado pelos tios.

Emenda com o Homem-Aranha em perseguição ao caminhão roubado pelo bandido russo Aleksei Sytsevich (Paul Giamatti) numa sequência típica das histórias em quadrinhos, e conclui com um quase atraso de Peter Parker à própria formatura – numa clara referência, também aos quadrinhos, das dificuldades de conciliar a vida particular com a de super-herói.

Tudo funciona nesta continuação: o humor é orgânico; o tom sombrio cedeu lugar à fotografia clara, à paleta de cores vibrante. Webb livrou-se também da carga de tentar contar a história de forma “realista” – o que por si só uma contradição em se tratando da adaptação de um super-herói. As cenas de ação ganharam vários momentos alternados entre super câmera lenta e acelerada, recurso que, apesar de meio batido, ainda cai muito bem nesse tipo de aventura.

O que se salvava no filme anterior fica ainda melhor neste: as atuações e a química entre o casal Peter Parker (Andrew Garfield) e Gwen Stacy (Emma Stone, lindíssima). Ambos se mostram muito à vontade nos papéis, e até Sally Field, que fez uma tia May apática, agora imprime mais vitalidade à sua personagem.

A escolha do vilão principal também ajuda. Max Dillon/Electro (Jamie Foxx) é mais interessante e foi mais bem construído e caracterizado que o Lagarto do primeiro filme. A estreia de Harry Osborn/Duende Verde (Dane DeHaan) na franquia como o amigo de infância de Peter é bem conduzida.

O único senão de O Espetacular Homem-Aranha 2 é a quebra de ritmo. Depois da abertura alucinante, o filme patina um pouco. Se já leva tempo construir um vilão trágico, imagine dois. É o que acontece quando a atenção se volta à origem e motivações do Electro e do Duende.

É tanto tempo investido nisso que ao retomar o ritmo, o final soa acelerado demais. A primeira batalha do Homem-Aranha com Electro na Times Square é mais trabalhada que a última, na usina. E o Duende Verde acaba desperdiçado numa luta curta e que serve apenas para fazer cumprir a tragédia que os fãs de quadrinhos suspeitavam.

Novamente nesta cena, Webb, Garfield e Emma voltam a brilhar. Diretor e atores conseguiram passar toda a carga dramática do mesmo acontecimento nas HQs, e de modo tão envolvente que as pequenas alterações em relação ao material original não interferiram.

Decorrido um intervalo após o clímax, o retorno do Homem-Aranha como o herói divertido que é, na conclusão contra o vilão Rino, dá o tom que deve prevalecer no próximo filme do herói aracnídeo.

Webb finalmente encontrou o caminho. Melhor que continue nele.

“O Espetacular Homem-Aranha 2” é a melhor estreia do ano no Brasil

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Entre os dias 1 e 4 de maio, o filme faturou R$ 24,5 milhões nas bilheterias, à frente de Noé (R$ 19,6 milhões) e Capitão América 2 – O Soldado Invernal (R$ 15 milhões). Em valores nominais (sem correção da inflação nem do câmbio), foi maior até mesmo que a estreia de Os Vingadores, em 2012 (R$ 20,3 milhões).

Mais que isso: com exceção dos Estados Unidos, o Brasil ocupa o cargo de maior estreia mundial de O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro (US$ 11 milhões), superando mercados fortes como Reino Unido, França, México, Coreia do Sul e China.

O ótimo desempenho puxou a bilheteria brasileira como um todo. No fim de semana, a soma de todas as telas do país registrou R$ 43,7 milhões, o melhor resultado em anos – sendo que O Espetacular Homem-Aranha 2 foi responsável por 56% do total.

O primeiro filme do reboot, O Espetacular Homem-Aranha, de 2012, fez R$ 13,4 milhões na estreia brasileira.

Até o momento, O Espetacular-Homem Aranha 2 acumula bilheteria mundial de US$ 374 milhões.

“O Espetacular Homem-Aranha 2” tem boa estreia nos EUA

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No primeiro fim de semana de exibição, O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro faturou US$ 92 milhões, segundo expectativas do site Box Office Mojo.

Na comparação com os outros filmes do herói aracnídeo, a estreia ficou à frente do reboot de 2012 (US$ 62 milhões) e da segunda parte da trilogia dirigida por Sam Raimi (US$ 88 milhões) – veja quadro abaixo.

Para o crítico Ray Subers, do Box Office Mojo, o resultado é desapontador justamente por ficar atrás do primeiro e terceiro filme de Raimi (US$ 114 milhões e US$ 151 milhões, respectivamente), uma vez que ambos estrearam na primeira semana do mês de maio, com menor valor médio por ingresso e sem o incremento das exibições em 3D.

Na análise de Subers, a franquia do Homem-Aranha sofre de fadiga e o reboot dirigido por Mark Webb não foi capaz de trazer nova energia para o herói nas telas.

A tendência agora é que a bilheteria de O Espetacular Homem-Aranha 2 sofra queda expressiva nas próximas semanas nos Estados Unidos. O boca-a-boca está dividido e a opinião dos críticos não ajuda: o filme tem a menor avaliação de toda a franquia no site Rotten Tomatoes.

Na comparação com outros heróis do cinema, a estreia deste fim de semana ficou atrás de Capitão América 2 – O Soldado Invernal (US$ 95 milhões) e à frente de Thor – O Mundo Sombrio (US$ 85 milhões).

O filme já faturou outros US$ 277 milhões na soma dos demais países. A estreia no Brasil, no dia 1º de maio, alcançou bilheteria estimada de US$ 10,5 milhões.

FILME

ESTREIA EUA (milhões) *

RESENHAS POSITIVAS **

HOMEM-ARANHA 1 (2002)

US$ 114

89%

HOMEM-ARANHA 2 (2004)

US$ 88

94%

HOMEM-ARANHA 3 (2007)

US$ 151

63%

O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA 1 (2012)

US$ 62

73%

O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA 2 (2014)

US$ 92

54%

* Fonte: Box Office Mojo ** Fonte: Rotten Tomatoes

Novos tênis do Homem-Aranha

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A fabricante de calçados Sugar Shoes, de Picada Café/RS, acaba de lançar uma coleção de tênis estampa com o amigão da vizinhança.

Há modelos com elástico, cadarço, cano curto e longo (veja galeria abaixo). Todos vêm acompanhados de um frisbee.

Apesar de pegar carona na estreia do filme Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Elektro, dia 1º de maio, a coleção é licenciada do desenho animado Ultimate Homem-Aranha.

Os marmanjos, porém, ficarão na vontade. A numeração vai do 18 ao 36.

Homem-Aranha é embaixador da Hora do Planeta 2014

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A Hora do Planeta é um evento mundial promovido pela WWF, uma das mais séries entidades comprometidas com a preservação ambiental.

Neste ano, será comemorado às 20h30 (horário de Brasília), quando se pede que pessoas, empresas, governos, escolas e demais entidades, num ato simbólico, desliguem as luzes durante uma hora. Em alguns países, grupos se encontram em lugares públicos para celebrar a hora munidos de velas.

O Homem-Aranha, por meio da Sony Pictures e da breve estreia nos cinemas de Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro, é o embaixador da Hora do Planeta 2014.

Os atores Andrew Garfield (Peter Parker/Homem-Aranha), Emma Stone (Gwen Stacy) e Jamie Foxx (Max Dillon/Electro) gravaram os vídeos de apoio ao evento (abaixo).

Para mais informações sobre a Hora do Planeta e outras formas de participar, clique aqui.

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