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Tag: Gay

Quadrinhista tem projeto para super-herói gay brasileiro

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Elenildo Lopes, criador do personagem Capitão Red e organizador da HQ Protocolo: A Ordem – que reúne mais de 20 super-heróis nacionais numa mesma história – acaba de anunciar seu novo projeto: Velox.

Segundo o autor, trata-se do primeiro super-herói solo gay criado no Brasil. Na trama, Eron Cordeiro é um atleta olímpico que precisa esconder sua homossexualidade para não perder patrocinadores e oportunidades. Depois que ganha poderes de supervelocidade e voo, ele veste um uniforme e passa a combater o crime e também a discriminação.

A primeira arte conceitual do novo super-herói brasileiro você confere aqui, no Papo de Quadrinho, com exclusividade.

O argumento é de Elenildo, com roteiro do escritor e professor Gian Danton. Márcio Abreu vai assinar a arte e Daniel Oliveira, as cores. Velox terá 30 páginas e deve buscar financiamento em breve no Catarse para viabilizar a produção.

Malu: Memórias de Uma Trans em Quadrinhos

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Em cada século, mesmo aos trancos e barrancos, a humanidade evolui em seus costumes e sua cultura. O século 21 iniciou reformas e revoluções sociais e culturais, dando voz a grupos de pessoas marginalizadas em busca de liberdade, cidadania e reconhecimento, muito além de rótulos e estereótipos.

As histórias em quadrinhos, com seu papel de grande instrumento contestador, não poderiam ficar de fora dessas transformações. Exemplo disso é o lançamento da primeira graphic novel transexual.

Malu_Detalhe_EmpregosMalu – Memórias de Uma Trans é uma HQ de Cordeiro de Sá, arquiteto urbanista, artista visual e organizador da coletânea Ribeirão Preto em Quadrinhos que, indicada ao Prêmio HQMIX 2013, deu origem ao selo RPHQ.

Ao todo são 40 páginas que misturam ilustração estilo cartum e fotografia em preto e branco, com roteiro criado a partir de depoimentos e casos reais do universo LGTB, convidando o leitor a refletir sobre identidade, plenitude e amor.

A ideia original surgiu quando o autor reencontrou no falecido Orkut a atriz Alessandra Leite, sua amiga de infância que havia se tornado drag queen e começava a trilhar o caminho mais sério para a transformação física.

“Mesmo hétero, sempre fui muito sensível ao LGBT, pois tenho muitos amigos, alunos e mestres homossexuais. Mas acompanhar parte da transformação de minha amiga de infância, de “menino” para mulher, me mostrou que esse processo muito sofrido é também muito rico. Então, fui juntando histórias reais para dar vida à personagem fictícia e dizer o que todo mundo sabe, mas poucos sentem de verdade: independentemente dos corpos que habitamos, somos todos humanos e precisamos de respeito e afeto”, explica Cordeiro.

Malu – Memórias de Uma Trans não pretende chocar, mas iniciar o diálogo e apresentar um lado humano e social das pessoas que optaram por mudar de gênero.

O projeto realizado pelo selo RPHQ – Ribeirão Preto em Quadrinhos, com apoio institucional da Atômica Filmes, já nasceu premiado. Em 2012, foi um dos contemplados pelo Programa de incentivo cultural da secretaria municipal da Cultura de Ribeirão Preto. Ao todo, serão distribuídos gratuitamente 5 mil álbuns, além da disponibilização de link para download na fanpage do Facebook.

A noite de lançamento da HQ acontece em 23 de setembro (segunda-feira), 20h, no Memorial da Classe Operária – UGT em Ribeirão Preto.

“O Jogo do Exterminador”: Orson Scott Card responde a boicote

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No começo do ano, uma nova série de quadrinhos digitais do Superman ganhou a mídia por motivos alheios ao personagem ou à trama. Organizações de defesa dos direitos dos homossexuais exigiram que a DC demitisse o autor daquela que seria a primeira edição, o escritor Orson Scott Card.

A editora apoiou seu contratado, mas quando o artista Chris Sprouse pulou do barco, o projeto foi engavetado até a contratação de um substituto – o que não aconteceu até hoje (entenda o caso aqui).

Agora, mais um produto cultural relacionado a Card volta às manchetes: a estreia nos cinemas, em novembro, de O Jogo do Exterminador (Ender’s Game), baseado em seu livro de ficção científica escrito em 1984.

O grupo Geeks Out – criado em 2010 para dar visibilidade aos fãs gays de quadrinhos – está propondo o boicote ao filme. A petição conclama: “Não assista ao filme! Não compre o ingresso para o cinema, não compre o DVD, não assista na Internet. Ignore todo merchandising e brinquedos. Mesmo que você seja admirador de seus livros, mantenha seu dinheiro longe dos bolsos de Orson Scott Card”.

Em resposta, o escritor divulgou uma nota em que lembra que a trama do livro se passa um século no futuro e que não tem nada a ver com questões políticas que sequer existiam na época em que foi publicado; que a Constituição americana mais cedo ou mais tarde vai dar força legal para que qualquer tipo de união civil de um estado seja reconhecido pelos demais.

E provoca: “Agora, vai ser interessante ver se os vencedores da proposta do casamento gay vão mostrar tolerância para com aqueles que não concordavam com eles quando o assunto ainda estava em disputa”.

Nesta sexta-feira (12), o estúdio responsável pelo filme, o Lionsgate, também emitiu uma nota em que ressalta seu constante apoio à comunidade LGBT e tenta manter O Jogo do Exterminador fora da polêmica: “Nós obviamente não concordamos com a visão pessoal de Orson Scott Card (…). De todo modo, ela é completamente irrelevante para a discussão pelo simples fato de o filme ou o livro não refletirem esta visão de nenhuma maneira ou forma”.

Revista com casamento gay da Marvel chega ao Brasil

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Há quase um ano, a editora norte-americana sacudiu o mercado ao anunciar que o x-man Estrela Polar e seu namorado Kyle iam se casar. Foi a primeira união formal entre pessoas do mesmo sexo da Marvel (veja preview aqui).

A história original, publicada no dia 20 de junho, chega agora ao Brasil no especial X-Men Extra 136.1, pela Panini. A edição vai reunir as edições X-Men 48 a 51, X-Men Legacy 261 e New Mutants 37 e 38.

A previsão para chegar às bancas é 18 de abril, com distribuição nacional. X-Men Extra 136.1 tem 156 páginas e preço de R$ 16,20.

Debate: beijo gay nos quadrinhos e classificação etária

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A polêmica história que revelou a homossexualidade do super-herói Lanterna Verde (Alan Scott) no Restart da DC acaba de chegar ao Brasil. Quando foi lançada, em agosto do ano passado, a segunda edição de Earth-2 ganhou destaque na grande mídia tanto de fora como daqui.

A história foi publicada pela Panini neste mês no mix da revista Universo DC número 10. Como adiantado quando do lançamento dos Novos 52 no Brasil, a editora não fez menção ao conteúdo ou indicou a classificação etária na capa.

Nos Estados Unidos, Earth-2, recebe classificação T (Teen), que significa “conteúdo normalmente indicado para idade de 13 anos ou mais. Pode conter violência, temas sugestivos, humor grosseiro, pouco sangue, jogos de azar e/ou linguagem inadequada”.

Papo de Quadrinho pediu a opinião de dois colecionadores e estudiosos dos quadrinhos sobre a classificação etária em revistas de super-heróis com cenas de relacionamento gay. Veja as opiniões:

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CONTRA

Antonio dos Santos, editor do blog de cultura pop Popground.

Acredito que um sistema que classifique histórias que lidam com violência e morte, elementos claramente danosos para leitores mais jovens, é de fato interessante. Mas quando se levanta esse questionamento logo após a representação de um simples beijo, um gesto consensual de afeto entre dois personagens adultos saudáveis, vemos um claro teor de preconceito aí.

Qualquer classificação etária deve seguir preceitos estabelecidos por profissionais de psicologia infanto-juvenil, não o posicionamento reacionário de certos setores da sociedade ou preceitos religiosos que não são partilhados por todos.

Relacionamentos humanos são por natureza complexos, multifacetados, e obras voltadas para diferentes idades devem, por necessidade, focar de forma diferente cada um desses elementos. Mas dizer que um tipo de relação não deve sequer ser citada em uma obra de livre classificação é invalidar essa relação no sentido social.

Se todos temos os mesmos direitos, então todos devem ser livres para manifestar suas inclinações sem represálias ou censura. E a representação dessas manifestações como algo normal é importante nesse processo de aceitação.

Apresentar uma relação homossexual como algo impróprio mesmo quando o foco não está na sexualidade é alegar diretamente que os homossexuais não devem ser representados. É ser, sim, preconceituoso.

Todo pai tem o direito de criar os filhos como quer, discutindo os assuntos que quiser quando quiser, mas esse pai não pode exigir que uma empresa ou o governo faça esse trabalho por ele; esse pai não pode exigir que entidades que não partilham de seu ponto de vista obedeçam às mesmas regras que ele segue em sua casa.

 

A FAVOR

Clayton Godinho, editor do blog Chamando Superamigos e colaborador da revista Mundo dos Super-Heróis

Livros, filmes, jogos eletrônicos, desenhos animados, todos eles possuem classificação indicando o conteúdo. Porque os quadrinhos não? Com a liberdade que os roteiristas estão tendo hoje para criarem situações que anos atrás seriam evitadas, vale a pena pensar nisso.

No caso em questão fica claro que mesmo com toda abertura, o assunto ainda é passível de discussão. Quando defendo isso, não faço como forma de censura; pelo contrário: quadrinhos como esse vão parar na mão de crianças, seja comprado por algum responsável ou até mesmo em uma biblioteca pública.

E aí entram vários aspectos legais que regem a obrigação da informação, atribuição do Estado através da Constituição, do direito familiar garantido no Código Civil e do Estatuto da Criança e Adolescente que dá acesso à cultura e arte sempre levando em conta o indivíduo em formação intelectual.

Ao dizer o que vai ser encontrado nas páginas de uma HQ, dá-se aos pais e responsáveis o direito de decidir se isso é adequado para seus filhos, sempre garantindo a liberdade de expressão criativa. Nada mais justo numa sociedade democrática.

Artigo: Qual diabos é o problema? (Caso Orson Scott Card)

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Texto publicado originalmente ICV2 no dia 7 de março (versão original aqui) e reproduzido com autorização do site e do autor.

Por Andrew Iwamasa (*)

Deixe-me começar dizendo que acredito que todo mundo tem direito a ter sua própria opinião e a fazer o que quiser desde que não agrida outras pessoas (e, sim, eu sei que esta fronteira é subjetiva, mas, neste caso específico, quero dizer que acredito que se duas pessoas do mesmo sexo querem se casar, elas devem ter o direito de fazê-lo).

Dito isto, acho ridícula toda a repercussão que essa história envolvendo Orson Scott Card e o Superman vem recebendo. Agora Chris Sprouse deixou o título. (Estou mencionando isto porque fico triste que ele não vai desenhar a história e não por qualquer outra razão. Respeito sua decisão de não fazer parte de algo que está começando a parecer um espetáculo de circo).

Se assumirmos que Card é um profissional e que está apto a escrever uma história (ou várias) sem impor seus próprios pontos de vista, então qual diabos é o problema? Será que as pessoas realmente pensam que de uma hora para outra Superman vai ser contra o casamento gay? Alguémacredita que o editor permitiria que algo assim fosse publicado?

Eu já li uma porção de trabalhos de Card e nunca notei sua visão pessoal sobre este tema em nenhuma de suas histórias, ou concluí que eram romances para expressar qualquer tipo de ódio. As pessoas que estão tentando tirar Card do projeto não estariam fazendo a mesma coisa da qual o acusam? Mantendo a mente fechada e ameaçando alguém por causa de seus pontos de vista?

Ele não acredita nas mesmas coisas que você? E daí? Ele é um professional e um grande escritor. Eu concordo com ele na questão do casamento gay? Não, mas eu acredito em seu direito de acreditar no que quiser. Fico triste quando alguém usa sua notoriedade para expressar uma opinião baseada em medo ou pensamento estreito, mas se você realmente é contra o que ele diz, então não compre a revista quando for lançada. Ela não vai conter qualquer mensagem antigay, tenho certeza disso, e você provavelmente vai deixar de ler uma grande história. Mas tentar tirá-lo do título antes que ele tenha escrito uma palavra sequer é ser tão autoritário quanto as opiniões que ele emite.

Eu acabei de saber que a história foi colocada “em espera” e não será incluída no primeiro lançamento de Adventures of Superman. Isso é desanimador. No fundo, o que aconteceu é que um grupo de pessoas fez exatamente a mesma coisa com a qual costuma se indignar. Reprimiram alguém por causa de suas opiniões ou porque não acreditam no mesmo que ele (e eu quero reforçar que a história do Superman não tem nada a ver com aquelas opiniões, que Card não está usando o personagem para oprimir o casamento gay).

Como posso concordar com algo desse tipo? Eu espero que esta história venha finalmente a ser publicada e que as pessoas possam evoluir e admitir que há um punhado de gente diferente no mundo. Que só porque alguém acredita em algo diferente que você, ele não deve ser perseguido.

Obrigado pelo seu tempo e por ouvir minhas divagações…

 (*) Andrew Iwamasa é proprietário da comic shop Collector’s Corner Inc., em Midland, Michigan.

Tradução: Jota Silvestre

Caso Orson Scott Card: Artista abandona projeto Adventures of Superman

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A polêmica envolvendo a contratação do escritor de ficção científica Orson Scott Card para a série em quadrinhos Adventures of Superman ganhou um novo capítulo.

Card é diretor de um grupo que combate a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo nos Estados Unidos. No mês passado, a DC recusou-se a atender a petição online da organização AllOut que pedia a demissão do escritor (entenda tudo aqui).

Nesta semana, Chris Sprouse, o artista contratado para desenhar a história escrita por Card, abandonou o projeto.

“Pensei muito antes de chegar a esta conclusão, mas decidi não desenhar esta história. A repercussão em torno dela chegou a um ponto que superou o próprio trabalho e isso é algo com que não me sinto confortável”, confirmou Sprouse numa declaração reproduzida pelo site USA Today.

A decisão do artista não afetou só a ele. Por falta de tempo hábil para encontrar outro desenhista, a história escrita por Card não será incluída na primeira leva da coletânea a ser lançada nos meios digitais no dia 29 de abril, e de forma impressa no começo de maio.

Da mesma forma que fez na declaração sobre Card, a DC permaneceu isenta em seu comunicado: “Nós apoiamos, entendemos e respeitamos completamente a decisão de Chris de deixar o projeto Adventures of Superman. Chris é um artista extremamente talentoso e estamos ansiosos para trabalhar com ele em seu novo projeto para a DC”.

Vivemos tempos estranhos. Claro que Sprouse tem todo o direito de recusar um trabalho, assim como a DC tem a liberdade de chamá-lo novamente ou não. Não dá para saber se o artista realmente amarelou quando viu o tamanho da encrenca e não quis ter seu nome associado a um projeto controverso ou se sofreu algum tipo de pressão de pessoas ou grupos organizados.

A pergunta é: se um artista se recusasse a trabalhar sobre o roteiro de um escritor gay, qual seria a reação?

Quadrinhos EUA: mais um casamento gay à vista (spoiler)

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Dica do amigo Clayton Godinho, do site Chamando Superamigos.

A edição 18 da revista Batwoman, que chegou ontem (20) às comic shops dos Estados Unidos, vem causando algum rebuliço na mídia especializada.

Na última página da revista, Kathy Kane revela sua identidade secreta de Batwoman para a namorada, a Capitão Maggie Sawyer, e a pede em casamento.

Chega a ser curioso que, uma semana antes, a mesma DC foi alvo de uma petição online em repúdio à contratação do escritor Orson Scott Card, um notório combatente da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Se haverá casamento ainda é cedo para dizer. O aceite (ou não) deve ocorrer na próxima edição. Dependendo do resultado, podem surgir novas manifestações contrárias à editora, desta vez por grupos conservadores.

Esta não seria a primeira união estável entre pessoas do mesmo sexo nos quadrinhos. Em junho do ano passado, a Marvel casou seu personagem Estrela Polar com Kyle Jinadu. Antes disso, Kevin Keller, personagem gay da Archie Comics, também casou-se com o namorado.

Polêmica: ativistas protestam contra novo roteirista da DC (atualizado)

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Atualizado em 13.02.2013, às 19h20

Em resposta à polêmica contratação de Orson Scott Card, a DC Comics manifestou-se na tarde de hoje por meio de um porta-voz:

“Na condição de criadores de conteúdo, nós firmemente apoiamos a liberdade de expressão. Quaisquer que sejam os pontos de vista pessoais dos indivíduos associados à DC Comics, são apenas isso – pontos de vista pessoais – e não da empresa”.

Postagem original

Organizações em defesa dos direitos dos homossexuais nos Estados Unidos estão reclamando da contratação de Orson Scott Card para escrever o primeiro capítulo da série de quadrinhos digitais Adventures of Superman.

Card é autor, entre outros, do livro de ficção científica Ender’s Game, lançado no Brasil pela Devir com o nome O Jogo do Exterminador.  O romance foi adaptado para os quadrinhos pela Marvel e chega às telas de cinema em dezembro.

Ele é também notoriamente contrário ao casamento gay e membro da diretoria do National Organization for Marriage, grupo organizado que faz campanha contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A organização LGBT All Out deu início a uma petição online em protesto à contratação de Card pela DC (atualmente com quase oito mil assinaturas).

Card, que nega ser homofóbico, não faz questão de esconder o que pensa sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Num artigo intitulado O trabalho do Estado não é redefinir o matrimônio, ele sugere que uma revolta popular é a resposta apropriada a um governo que permite aos gays se casarem.

“Porque quando o governo é inimigo do casamento, pessoas que estão realmente criando casamentos bem-sucedidos não têm outra alternativa a não ser mudar os governantes, quaisquer que sejam os meios possíveis ou necessários”, escreveu.

A polêmica repercutiu nos sites especializados em quadrinhos pelo mundo e pegou fogo no fórum do Bleeding Cool depois que o editor Rich Johnston saiu em defesa de Card:

“Eu acho detestável, problemática, a ideia da campanha para demitir um escritor porque você discorda das crenças dele”. “É um jogo muito perigoso. Aconteceu no passado com as caças às bruxas, no macarthismo e em outras ocasiões, e não é melhor que as ações, por exemplo, do One Million Moms. E da próxima vez? Poderia ser com você…”.

Mundo dos Super-Heróis 34 antecipa Amazing Spider-Man

A publicação acaba de vencer, pela terceira vez, o prêmio HQMix na categoria Melhor Mídia de Quadrinhos. Na edição deste mês, uma matéria de capa com 23 páginas detalha o reinício da franquia do Homem-Aranha nos cinemas, com histórias de bastidores, escolha do elenco, criação do roteiro, perfil e trajetória dos principais personagens nos quadrinhos.

A revista apresentam também uma análise do lançamento do Restart da DC no Brasil pela Panini e entrevista os editores responsáveis. As séries de TV ganham espaço em reportagens especiais sobre Supernatural e o novo desenho do Lanterna Verde – esta última com uma entrevista exclusiva do produtor Giancarlo Volpe.

Texto de Maurício Muniz repercute a recente polêmica na Internet envolvendo personagens gays das duas principais editoras de super-heróis: Estrela Polar e o Lanterna Verde do Novo Universo da DC.

Lourenço Mutarelli dá uma entrevista reveladora para a equipe da Mundo, e Éder Pegoraro explica as mudanças na linha de action figures DC Direct.

Tudo isso e mais Ken Parker, colecionismo, cosplay, resenhas dos lançamentos mais recentes em HQs, promoções, cartas e desenhos dos leitores.

Mundo dos Super-Heróis 34 tem 100 páginas e preço de R$ 14,90. Mais informações e assinaturas podem ser feitas pelo site da Editora Europa.

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