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Projeto no Catarse comemora centenário de Jack Kirby

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Se estivesse vivo, o legendário quadrinhista Jack Kirby completaria 100 anos no próximo dia 28 de agosto. Os amigos Edson Diogo, idealizador do site Guia dos Quadrinhos e do festival que leva o mesmo nome, e Will, um dos principais nomes dos quadrinhos brasileiros da atualidade, bolaram uma maneira incrível para celebrar a data.

Os Mundos de Jack Kirby – Um tributo ao Rei dos Quadrinhos reúne 100 artistas brasileiros que retrataram um personagem criado por Kirby. Com acabamento de luxo – capa dura, impressão em papel couchê fosco 150 g, formato 31 x 21 cm e 224 páginas –, o livro está captando financiamento no Catarse de hoje (15) até 16 de março.

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Cada arte, inédita, vem acompanhada de um texto sobre o personagem, imagem da capa de sua primeira aparição nos quadrinhos e uma biografia do artista convidado. Completa o conteúdo um índex dos trabalhos de Kirby publicados no Brasil.

O valor do apoio vai de R$ 20 (versão da obra em PDF) até R$ 170 (livro impresso mais sketch original em tamanho A4 de Flávio Luiz, Laudo Ferreira ou Omar Viñole – a escolher).

A opção mais barata para adquirir a versão impressa é R$ 70, com retirada no Festival Guia dos Quadrinhos, ou R$ 90, para envio pelo correio. Parte dessas artes será exposta no evento, nos dias 8 e 9 de abril, em São Paulo.

Para apoiar Os Mundos de Jack Kirby – Um tributo ao Rei dos Quadrinhos, visite o link: https://www.catarse.me/jackkirby_100anos.

Preview de “Comunhão”, nova HQ de Felipe Folgosi

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Papo de Quadrinho teve acesso a oito páginas da nova história em quadrinhos do ator e roteirista Felipe Folgosi, Comunhão (veja galeria abaixo).

O projeto foi financiado pelos leitores em campanha no Catarse, em julho deste ano, e superou em 6% a meta de R$ 49.500.

Na trama, um grupo de corrida de aventura penetra no coração da Mata Atlântica para resolver uma rixa entre seus membros e provar quem é o melhor. O encontro com uma tribo perdida e um reverendo misterioso vai fazer com que eles precisem correr pela própria vida.

Leia entrevista exclusiva com o autor aqui.

Previsto para a CCXP (1 a 4 de dezembro), o lançamento de Comunhão precisou ser adiado para 2017. Mesmo assim, Felipe Folgosi estará todos os dias do evento no estande do Social Comics batendo papo com os leitores e autografando seu trabalho anterior, Aurora.

Clique nas páginas para ampliar:

Quadrinhista tem projeto para super-herói gay brasileiro

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Elenildo Lopes, criador do personagem Capitão Red e organizador da HQ Protocolo: A Ordem – que reúne mais de 20 super-heróis nacionais numa mesma história – acaba de anunciar seu novo projeto: Velox.

Segundo o autor, trata-se do primeiro super-herói solo gay criado no Brasil. Na trama, Eron Cordeiro é um atleta olímpico que precisa esconder sua homossexualidade para não perder patrocinadores e oportunidades. Depois que ganha poderes de supervelocidade e voo, ele veste um uniforme e passa a combater o crime e também a discriminação.

A primeira arte conceitual do novo super-herói brasileiro você confere aqui, no Papo de Quadrinho, com exclusividade.

O argumento é de Elenildo, com roteiro do escritor e professor Gian Danton. Márcio Abreu vai assinar a arte e Daniel Oliveira, as cores. Velox terá 30 páginas e deve buscar financiamento em breve no Catarse para viabilizar a produção.

Ator Felipe Folgosi está com novo projeto de HQ: “Comunhão”

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Trabalhando atualmente na recém-estreada novela A Terra Prometida, da TV Record, o ator, roteirista e diretor Felipe Folgosi se aventurou pelo mundo das histórias em quadrinhos há pouco mais de um ano, com a graphic novel Aurora.

Agora, ele está de volta ao meio com um novo projeto, Comunhão que, a exemplo do anterior, está em busca de financiamento coletivo no Catarse. No momento de publicação desta matéria, o cumprimento da meta de R$ 49.500 estava em 65%, faltando 24 dias para o prazo final.

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O autor define sua nova obra como uma história de terror. Na trama, um grupo de corrida de aventura penetra no coração da Mata Atlântica para resolver uma rixa entre seus membros e provar quem é o melhor. O encontro com uma tribo perdida e um reverendo misterioso vai fazer com que eles precisem correr pela própria vida.

Para falar mais sobre Comunhão e sua experiência com HQs, Felipe Folgosi respondeu as 5 perguntas do Papo de Quadrinho:

De onde veio a ideia para a trama de Comunhão?

A sugestão de escrever um terror surgiu em 2006, por meio de um amigo americano, já que este gênero é muito produzido nos Estados Unidos. Então comecei a pensar como tornaria uma história dessas interessante para mim. Comecei a pensar o que poderia escrever usando o universo das corridas de aventuras, por unir ação, desafios, superação dos limites e a natureza implacável. Junto a isso comecei a pensar sobre a origem do mal, e como alguém pode se desvirtuar e acabar em lugares perigosos moralmente.

Como foi a aceitação do seu trabalho anterior, Aurora?

Melhor do que esperado. Várias pessoas que compraram o livro em eventos no ano passado voltaram a me encontrar nos eventos deste ano para me cumprimentar e dizer que gostaram. Sem falar daquelas que entram em contato pelas redes sociais.

Qual a principal diferença entre as duas obras?

São gêneros bem diferentes. A protagonista do Comunhão é uma mulher, enquanto do Aurora é um homem. Esteticamente também são diferentes. O JB Bastos, que faz a arte, é craque no terror e quis desenhar em preto e branco para exatamente diferenciar do Aurora, e ao mesmo tempo remeter aos quadrinhos de terror dos anos 70.

O que você aprendeu com Aurora – em termos de produção, financiamento, divulgação – que está aproveitando agora em Comunhão?

Aprendi muito! Principalmente que planejamento é essencial. Quanto mais o orçamento e os prazos estiverem sob controle, mais tranquila vai ser a produção.

Qual a maior diferença entre escrever um roteiro para cinema e um para quadrinhos?

O quadrinho exige mais decupagem. Múltiplas ações podem acontecer no cinema, e para fazer isso nos quadrinhos você tem que detalhar cada momento isoladamente. A síntese é maior.

Para mais informações, valores e recompensas, acesse o link https://www.catarse.me/pt/comunhaohq. O lançamento está previsto para dezembro.

Livro vai contar história da revista “Herói” com ajuda dos fãs

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Um dos maiores fenômenos editoriais da cultura pop no Brasil, a revista Herói marcou uma geração inteira de leitores na década de 1990. Agora, a trajetória da publicação vai virar livro por meio de financiamento coletivo no Catarse.

De acordo com o projeto, a obra será estruturada em três eixos: história da Herói, com depoimentos de editores e colaboradores das diversas fases; cronologia com todas edições comentadas, capas, principais matérias e autores; artigos sobre o impacto da revista no mercado, informações inéditas e projetos que não foram para frente, como uma convenção de quadrinhos.

Faltando 45 dias para o final da campanha, já foram atingidos quase 50% da meta de R$ 25 mil.

As recompensas vão de R$ 25 (PDF do livro e réplica da Herói 1 autografada) até R$ 300 (livro impresso com capas variantes e sobrecapa, réplica da primeira edição, entrevista com o colaborador publicada no livro, troféu, pôsteres). Haverá recompensas estendidas de acordo com o valor alcançado.

O livro é assinado por André Forastieri, criador e editor-chefe da Herói no período em que a revista circulou, com colaboração da jornalista e roteirista Arianne Brogini, editora da fase do site Heroi.com.br, da jornalista Juliana Zorzato e de Matheus Mossmann, especialista na publicação.

Quem quiser colaborar e ver esse projeto acontecer tem até o dia 16 de novembro. O lançamento está previsto para dezembro. Para colaborar, clique aqui.

“Aurora”, de Felipe Folgosi, será lançada no dia 8 de outubro, em São Paulo

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No dia 8 de outubro, a partir das 18h30, o ator e roteirista Felipe Fogosi lança sua primeira graphic novel na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

“Aurora” é um thriller de ficção científica que conta a história de Rafael, pescador que presencia um fenômeno natural nunca visto antes. Essa experiência o transforma em algo maior que um simples humano, um herói moldado pela evolução natural que acaba perseguido pelo governo americano por conta de seus poderes.

O projeto foi apoiado por meio de financiamento coletivo no Catarse. Arrecadou R$ 40.750, acima da meta de R$ 36.000.

“É a história clássica de um homem comum que se encontra em uma situação extraordinária e acaba por se descobrir herói”, conta Felipe, que se uniu ao Instituto HQ para concretizar o projeto.

A história mistura fatos científicos e questões filosóficas. “Como fã do gênero, penso que as melhores histórias partem de premissas reais combinadas de forma inusitada e levadas às últimas consequências, então pesquisei muito para que cada termo científico usado, cada dado técnico citado gerasse uma sensação de verossimilhança no leitor”, explica.

O autor levou dez anos entre a ideia original e seu lançamento, período dedicado à pesquisa exigida pelo projeto: “A pesquisa foi extensa, detalhada, começando com os locais onde se passa a história, dados sobre astronomia e astrofísica, sobre partículas cósmicas, precessão dos equinócios, neandertais versus homo sapiens, aceleradores de partículas, agências de pesquisa militar, maçonaria e por aí vai”, relata.

Felipe desenvolveu inicialmente o roteiro de “Aurora” para o cinema, mas adaptou a trama para história em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico. “Consegui juntar elementos suficientes para criar uma história plausível partindo de uma premissa fantástica, misturando astronomia, medicina, evolucionismo com uma boa dose de sociedades secretas e teorias da conspiração”.

Fã de quadrinhos, o ator e roteirista conta que a inspiração de “Aurora” vem tanto do universo da HQ quanto da ciência. “Além de gostar da cultura pop, gosto muito de ciência e, apesar de leigo, leio frequentemente sobre o assunto, mas no final penso que meu grande interesse é sobre o ser humano e sua relação com o universo, sobre a construção da realidade e da possibilidade da existência e manifestação de uma metafísica ou Deus”, finaliza o autor.

Sobre o autor

Felipe Folgosi fez faculdade de cinema na FAAP e especialização na UCLA por dois anos, com ênfase em roteiro. Desde 2000, tem colaborado em vários veículos como o Jornal da Tarde e a revista da Avianca, escrevendo sobre cinema, e em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça “Um Outro Dia”.

Começou a fazer teatro aos quinze anos e estreou aos dezessete na televisão com a minissérie “Sex Appeal”, na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela “Olho no Olho”, onde era o protagonista Alef. Depois esteve em “Explode Coração”, “Corpo Dourado”, “Vidas Cruzadas”, “Jamais te Esquecerei”, “Começar de Novo”, “Os Ricos Também Choram”, “Prova de Amor” e na trilogia “Os Mutantes” na Rede Record.

Como apresentador, esteve no programa “Tá Ligado” da Fundação Roberto Marinho, em STV na Dança na TV Senac, em “Acredite Se Quiser” na Band. Mais recentemente participou do longa-metragem “A Grande Vitória” com Caio Castro e Sabrina Sato, da série “Politicamente Incorreto” com Danilo Gentilli, na FOX, e da novela “Chiquititas” do SBT. No teatro fez mais de dez peças, entre elas “Gato Vira-Lata”, de Juca de Oliveira.

SERVIÇO

Lançamento da graphic novel “Aurora”, de Felipe Folgosi

Data: 8 de outubro, quinta-feira

Horário: 18h30

Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Alameda Santos, 2.152 – Loja 122 (Conjunto Nacional) – Jardins – São Paulo – SP)

Editora: Instituto HQ

Quantidade de páginas: 108

Preço: R$39,90

“A Ordem” volta a buscar financiamento coletivo

A Ordem-Capa

O projeto pretende reunir 20 super-heróis brasileiros dos quadrinhos numa aventura de 100 páginas. Para viabilizá-lo, o idealizador da ideia, Elenildo Lopes, recorre ao financiamento coletivo por meio do Catarse pela segunda vez.

Na primeira campanha, encerrada em janeiro, a ambiciosa meta de R$ 45 mil chegou a 24% (R$ 11.180). Refeitas as contas, o projeto volta a pedir ajuda dos leitores, agora com novo nome – O Protocolo: A Ordem – e nova meta: R$ 13 mil.

Elenildo diz que a redução foi possível porque deixou de lado a ideia inicial de contratar artistas consagrados e partiu para um projeto genuinamente autoral, em que os próprios participantes escrevem e desenham.

São eles: o próprio Elenildo (argumento), Daniel Arcos (argumento e montagem gráfica), Augusto Velazquez (argumento), Thiago Da Silva Mota (argumento e roteiro), Ton Marx (argumento e desenhos), José Amorim Neto (cores)e Lunyo Alves de Souza (cores).

O formato será mantido: capa e miolo coloridos, formato 16 x 25 cm, papel couché e lombada quadrada. A produção segue bastante adiantada, com as 96 páginas de roteiro escritas, 30 desenhadas e 10 colorizadas. A previsão de lançamento é janeiro de 2016.

Os interessados em colaborar (link aqui) têm opções de recompensas que vão de R$ 25 a R$ 250 (algumas já estão esgotadas). O prazo será encerrado no dia 24 de outubro. Até o momento, foram atingidos 29% da meta (R$ 3.865).

A Ordem - Personagens

Apoie esse projeto: “Vampiros Independentes”

Catarse_Vampiros

Até onde vai nosso conhecimento, é a primeira vez que uma campanha de financiamento coletivo de quadrinhos no Catarse contempla dois projetos ao mesmo tempo.

Trata-se de Ozman: Harpocrates e Draconian: Viva Las Vegas! Em comum, os projetos têm a temática de vampiros e a arte de Paulo Cesar Santos. O primeiro tem roteiro de André Freitas e o segundo, de André Farias.

Harpocrates é ambientada em São Paulo, e apresenta a volta do vampiro grego Ozman (já visto na publicação independente Nemesis), em duas histórias “sem muita conversa, mas com bastante sangue”.

Viva Las Vegas! narra mais aventuras da turma de vampiros contemporâneos apresentados na ótima Draconian. Agora, o vampiro Lenny vive suas desventuras na Cidade do Pecado, numa trama que mistura, nas palavras do autor, Se beber não case, Um drink no inferno e A morte lhe cai bem.

FICHA:

Link do projeto: https://www.catarse.me/pt/vampiros#

 Data limite: 02 de abril

Meta: R$ 11 mil

Atingido até o momento: R$ 2.010 (18%)

Colaboração mínima: R$ 10

Colaboração máxima sugerida: R$ 500

Recompensas: de versão impressa de um dos livros entregue em mãos até páginas originais e presença como personagem nas próximas histórias.

Previsão de entrega: Abril de 2015

Apoie esse projeto: “Nada com Coisa Alguma”, de José Aguiar (últimos dias)

nadacomcoisaalguma

Artista, quadrinhista, autor de obras premiadas, cocriador da Gibicon e um dos criadores do evento de leitura dramática de quadrinhos, o Cena HQ – premiado neste ano com o troféu HQMix, José Aguiar publica atualmente as tiras Folheteen e Nada com Coisa Alguma.

É esta última que pretende virar coletânea em livro e, para isso, busca financiamento coletivo no Catarse. As tiras não têm tema ou formato fixos, e oferecem a visão crítica e bem humorada do autor sobre passagens do cotidiano.

O projeto terá 132 páginas e vai reunir o melhor do que já foi publicado até agora em jornais, em formato diferenciado.

FICHA:

Link do projeto: http://www.catarse.me/pt/nadacomcoisaalguma

Data limite: 12 de novembro

Meta: R$ 25.252

Atingido até o momento: R$ 17.345 (69%)

Colaboração mínima: R$ 35

Colaboração máxima sugerida: R$ 5.000

Recompensas: de versão impressa autografada até logo da empresa apoiadora na quarta capa e cota de 150 exemplares

Previsão de entrega: Janeiro de 2015

Catarse ajuda a financiar mais de R$ 1 milhão em quadrinhos

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O Catarse vem se consolidando como a principal ferramenta de financiamento para produção de HQs independentes. Desde que o primeiro projeto foi cadastrado no site, em outubro de 2011, os apoiadores contribuíram com R$ 1.437.624,00. Não por acaso, o Catarse ganhou neste ano o troféu HQMix de “Grande Contribuição”.

O valor é mais que o dobro do observado no último levantamento do Papo de Quadrinho, em agosto do ano passado (R$ 527,5 mil).

Atualmente, o site totaliza 123 projetos de HQ: 83 (67%) bem sucedidos, 27 (22%) não financiados e 13 (11%) em andamento (veja lista abaixo).

Caso os projetos em andamento se convertam em bem sucedidos, o financiamento total sobe para R$ 1.702.276,00.

O levantamento deste blog aponta algumas curiosidades:

Projeto mais bem sucedido: Cuecas pro cima das calças, da Rafael Koff (523% da meta de R$ 5.000)

Projeto mais caro: Combo Rangers, de Fabio Yabu (R$ 67.940 da meta de R$ 40.000)

Projeto mais barato: Zinecórnio 3, de Mayra Pascotto (R$ 300, da meta de R$ 210)

Projeto mais rejeitado: Valentin, o menino verde, de Denise Constantino (0,01% da meta de R$ 2.000). É também o projeto que menos arrecadou: R$ 20.

Os projetos abaixo estão em andamento e necessitam de apoio para financiamento:

Últimos dias

Jam Session: O Crime De Teishouko Preto, de Dani Baptista

Chacal: Os Crimes da Rua do Arvoredo, de Ton Messa

Novembro

Identidade, de Gabriel RS

Desenhos Óbvios Por Pessoas Clichês: O Livro, de Luiza Veras

Beladona, de Denis Mello

Carolina, Sua Vida Vai Ser Linda, de Luara Almeida

Nada Com Coisa Alguma, de José Aguiar

Barão Macaco, de Hector Lima

Fronteira Livre, de Milena Azevedo

Carnívora, de Péricles Júnior (imagem acima)

Dezembro

Aurora, de Felipe Folgosi

Peças, de Thiago Cascabulho

Quadrinhos Impossíveis – vol. 1, de Tiago Silva

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