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Capitão América 2: líder pelo terceiro fim de semana no Brasil

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Entre os dias 25 e 27 de abril, o filme do super-herói da Marvel faturou mais R$ 6,8 milhões (US$ 3 milhões) e, pelo terceiro final de semana seguido desde a estreia no país, manteve o primeiro lugar nas bilheterias.

No Brasil, Capitão América 2 – O Soldado Invernal acumula bilheteria de US$ 21,6 milhões; no mundo todo, US$ 646,4 milhões.

Capitão América 2 – O Soldado Invernal mantém liderança no Brasil

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No segundo fim de semana de exibição (18 a 20 de abril), o filme alcançou bilheteria de R$ 13,3 milhões nas telas brasileira (US$ 5,9 milhões) e ficou novamente em primeiro lugar.

A queda em relação ao fim de semana de estreia foi de apenas 12%, índice considerado baixo principalmente levando-se em conta o feriado nacional prolongado, quando muitas pessoas preferem viajar a ir ao cinema. Thor – O Mundo Sombrio, que teve estreia similar a O Soldado Invernal, por exemplo, caiu 35% entre o primeiro e o segundo finais de semana.

Até o momento, o mais novo filme do Capitão América acumula bilheteria de US$ 17,2 milhões no Brasil; no mundo todo, já ultrapassou US$ 600 milhões.

“Capitão América 2” faz mais de R$ 15 milhões na estreia brasileira

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No final de semana de 11 a 13 de abril, a bilheteria do mais recente filme do super-herói da Marvel foi de R$ 15,1 milhões (US$ 6,8 milhões).

O resultado é bom, mas nada excepcional. No final de semana de estreia (29 a 31 de julho de 2011), Capitão América, – O Primeiro Vingador faturou os mesmos US$ 6,8 milhões. Em moeda brasileira, a bilheteria foi de R$ 10,6 milhões (o câmbio da época era R$ 1,15 por dólar, enquanto hoje é de R$ 2,20).

Em relação a Thor – O Mundo Sombrio, os filmes ficam praticamente empatados: o filme do Deus do Trovão fez R$ 15 milhões (US$ 6,6 milhões) no primeiro fim de semana no País (1 a 3 de novembro do ano passado).

Até o momento, Capitão América 2 – O Soldado Invernal acumula bilheteria mundial de US$ 480 milhões e já ultrapassou seu primeiro filme no cinema.

Crítica: Capitão América 2 – O Soldado Invernal

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Em respeito aos leitores deste blog, o texto a seguir não contém spoilers.

Quem leu a edição 53 da revista Mundo dos Super-Heróis ou alguma outra entrevista de Anthony e Joe Russo sabe que os irmãos diretores fizeram duas promessas.

A primeira é que Capitão América 2 – O Soldado Invernal, que estreia nesta quinta-feira (10) no Brasil, é um suspense político inspirado em clássicos dos anos 1970; a segunda, derivada dessa, garante que a densidade do roteiro não anula o que se espera de um bom filme de super-heróis: muita ação.

Os fãs podem comprar seus ingressos sossegados. Os Russos cumpriram a palavra, com louvor.

Capitão América – O Soldado Invernal é a melhor aventura solo do universo cinematográfico iniciado pela Marvel Studios em 2008. O filme tem roteiro mais bem elaborado, adulto e tenso que todos os anteriores, e as cenas de ação são de tirar o fôlego.

Conspiração

A trama se passa dois anos após os eventos vistos em Os Vingadores. Capitão América virou agente especial da SHIELD, tendo a Viúva Negra como sua companheira nas missões.

Chris Evans está perfeito no papel e soube transmitir a evolução de um personagem, que mantém a integridade moral, mas perdeu aquela inocência vista nas outras duas aparições no cinema – no primeiro filme e em Os Vingadores. Ele se recusa a aceitar os métodos de uma organização que tem no sigilo e na intriga suas principais funções.

Num dado momento, o filme passa a mesma sensação da minissérie em quadrinhos Guerra Civil. O herói se vê perseguido e enredado numa conspiração em que não pode confiar em ninguém.

As exceções são a Viúva Negra (Scarlett Johansson) – a personagem tem seu maior destaque nos filmes da Marvel, e a química com o Capitão funciona muito bem – e o Falcão (Anthony Mackie), uma ótima aquisição para o universo cinematográfico.

O Soldado Invernal/Buck Barnes (Sebastian Stan) tem papel relevante, mas não é, como sugere o título, o vilão mais importante da trama. O mercenário é apenas uma peça no intrincado e longevo quebra-cabeças que se instalou no coração da SHIELD.

Por falar em vilão, a reaparição de Arnin Zola, visto no primeiro filme do Capitão, é uma das grandes surpresas dessa sequência.

Muita ação

A perseguição ao carro de Nick Fury é de tirar o fôlego, e faz justiça a uma das referências cinematográficas citadas pelos Russos: Operação França, de 1971. Há muitos outros momentos de ação, todos empolgantes. Não importa se num espaço fechado – a já famosa “cena do elevador” – ou em cenários amplos, como as ruas de Washington.

As lutas são muito bem coreografadas. Evans treinou jiu-jitsu brasileiro, caratê, boxe, ginástica e parkour para atualizar o estilo de luta do Capitão América, e o resultado convence.

O uniforme também foi atualizado: retoma características militares e deixa para trás o visual espalhafatoso de Os Vingadores. O famoso escudo virou uma arma muito mais de ataque que de defesa.

O humor é bastante orgânico, sem piadas forçadas nem frequentes. Atenção ao bloco de notas em que o Capitão anota todos os artistas que “perdeu” nos setenta anos em que ficou congelado.

Futuro

Capitão América 2 – O Soldado Invernal dá origem a muitos elementos que podem ser aproveitados no futuro: o Falcão e o Soldado Invernal são os principais, mas há também Sharon Carter, e os vilões Batroc e Ossos Cruzados.

Mais que isso, o filme provoca uma ruptura no status quo do universo cinematográfico da Marvel, com consequências imprevisíveis. Os primeiros reflexos já se fizeram sentir na série de TV Agents of SHIELD, no episódio que foi ao ar em 1º de abril com o sugestivo nome End of the Beginning.

O filme representa um novo patamar da Marvel no cinema. Aposta no público novo, claro, mas mira principalmente naqueles que vêm amadurecendo junto com seu universo nos últimos seis anos.

É muito provável que o estúdio mantenha o caráter de entretenimento e fantasia que vem garantindo o sucesso de seus filmes – afinal, ainda se trata do gênero de super-heróis. Mas depois de Capitão América 2 – O Soldado Invernal, é de se esperar também uma nova abordagem: complexa, elaborada, que vai exigir dos fãs um conhecimento de mundo que vai além das HQs.

Capitão América 2 faz quase US$ 100 milhões na estreia americana

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Nos primeiros três dias (4 a 6), o filme fico em primeiro lugar e rendeu bilheteria estimada de US$ 96,2 milhões nos Estados Unidos – no Brasil, a estreia é nesta quinta-feira (10).

O resultado é 41% superior ao primeiro filme do herói (US$ 65 milhões), de 2011, e 13% maior que a estreia de Thor – O Mundo Sombrio naquele país (US$ 85 milhões).

Na comparação com todos os demais filmes da Marvel Studios, a abertura americana de Capitão América 2 – O Soldado Invernal fica bem atrás de Os Vingadores (US$ 207,4 milhões) e de toda a trilogia do Homem de Ferro (US$ 98,6 milhões, US$ 128 milhões e US$ 174 milhões, respectivamente).

Somada à bilheteria de países que vêm exibindo o filme desde o dia 26 de março, a mais recente aventura do herói americano faturou, até o momento, US$ 303,3 milhões.

Leia aqui nossa crítica de Capitão América 2 – O Soldado Invernal.

Revista Mundo dos Super-Heróis: Capitão América está de volta

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A Mundo dos Super-Heróis53 traz um dossiê especial com os bastidores do filme Capitão América: O Soldado Invernal. A revista apresenta detalhes da trama e os comentários da equipe sobre a produção.
Além disso, explica a fundo o Soldado Invernal e o Falcão, os novos personagens do filme, além de muitas curiosidades sobre o próprio Sentinela da Liberdade.

Confira alguns destaques da edição:

Bate-papo com Ivo Milazzo
Grande autor de fumettis, o desenhista e escritor italiano fala de sua carreira e de Ken Parker, sua obra-prima, numa entrevista exclusiva.

Raros e valiosos
Descubra como funciona a venda de quadrinhos antigos e artes originais, um mercado que rende milhões de dólares todo ano.

Sucesso do diabo
A homenagens ao herói Hellboy, que completa 20 anos de existência

Grandes sagas DC
Os detalhes das sagas Quando os Mundos Colidem, Zero Hora, A Vingança do Submundo e A Noite Final, trabalhos em que a DC voltou a mostrar qualidade.

Toque de nostalgia
As estatuetas da coleção Classic Marvel Characters, com os maiores ícones da Marvel em suas primeiras versões.

Lançamento às cegas
O escritor Roberto Guedes comenta a trajetória do Demolidor, o herói do universo Marvel que completa 50 anos.

Heróis subversivos
O jornalista Maurício Muniz analisa o trabalho do britânico Warren Ellis na série Stormwatch.

Peneira POP
O relançamento de Ken Parker em cores, a cosplayer Gabriela Almeida como Gata Negra e os vídeos da internet protagonizando o Capitão América.

Serviço:
A Mundo dos Super-Heróis 53 chega às bancas em 24/3 em São Paulo capital e Rio de Janeiro capital. No restante do país, a revista será lançada nos dias seguintes.

Para assinar ligue (11) 3038-5050 ou 0800 8888 508 ou visite www.europanet.com.br/superheroi

Todo o conteúdo da Mundo dos Super-Heróis está a venda em www.europadigital.com.br. Assinantes têm acesso gratuito ao material.

 

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