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Ao lado do financiamento coletivo, os recursos públicos têm se mostrado outra ferramenta importante para a produção de quadrinhos nacionais.

Em São Paulo, o ProAC – Programa de Ação Cultural, criado em 2006 e regulamentado em 2009, destina parte do orçamento da Secretaria de Cultura para este fim.

De 2009 a 2014, o ProAC Quadrinhos investiu R$ 2,35 milhões e viabilizou a produção de 70 HQs – lançadas de forma independente ou por meio de editoras.

Veja a evolução do financiamento:

2009: 10 projetos, (R$ 25 mil para cada = R$ 250 mil)

2010: 10 projetos, (idem)

2011: 10 projetos, (idem)

2012: 5 projetos, (40 mil para cada = R$ 200 mil)

2013: 15 projetos,, (idem = R$ 600 mil)

2014: 20 projetos, (idem = R$ 800 mil)

Estes números já levam em consideração os projetos do edital de 2013 que começam a ser lançados a partir do final deste ano, e os do edital de 2014, cujos selecionados devem ser anunciados nas próximas semanas.

O prazo para conclusão dos projetos é de 10 a 12 meses a partir do pagamento da primeira parcela (70%) aos autores, podendo ser prorrogado por 60 ou 90 dias.

Além de ter o projeto financiado, o autor fica com o lucro da venda. Em contrapartida, o programa pede uma quantidade de exemplares para serem distribuídos em bibliotecas públicas, a organização de workshops gratuitos e “um conjunto de ações visando a garantir o mais amplo acesso da população em geral ao produto cultural gerado”.

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