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A revista Bang! tem sua gênese em um fanzine editado no início da década de 2000 em Portugal, chamado Dragão Quântico.
O zine evoluiu até se tornar uma revista produzida por diferentes editores portugueses com uma coisa em comum: o grande amor por quadrinhos, ficção científica e todo o universo nerd.

Luís Corte Real, Nuno Fonseca, Rogério Ribeiro, Safaa Dib, estão entre as cabeças pensantes da revista que é publicada nos formatos digital e impresso, e que apesar de existir há 8 anos e ter 15 edições portuguesas, só ganhou sua primeira edição brasileira neste finzinho de setembro, com a chegada ao Brasil da editora que a produz, a Saída de Emergência.

RevistaBang_0_Brasil-7Uma curiosidade é que embora a revista seja produto de uma editora, não funciona como um simples catálogo; sua pauta é recheada de temas interessantes: contos, artigos, ilustradores do gênero fantástico e entrevistas. Tem um visual bonito e leitura agradável. A revista tem distribuição gratuita e foi adaptada para o português brasileiro (adaptada, já que não chegamos a um acordo ortográfico!).

Além do texto em “brasileiro”, a versão nacional trás diversos temas bacanas e um dos destaques do número zero é a participação de dois importantes autores brasileiros de literatura fantástica e ficção-científica, Eduardo Spohr e Gerson Lodi-Ribeiro, respectivamente.

Entre as revistas impressas estão os números: #0 (Novembro, 2005), #1 (Março, 2006), #2 (Novembro, 2006), #7 (Fevereiro, 2010), #8 (Outubro, 2010), #9 (Fevereiro, 2011), #10 (Junho, 2011), #11 (Outubro, 2011), #12 (Março, 2012), #13 (Julho, 2012), #14 (Julho, 2013), #15 (prevista para Outubro 2013), #0 Edição Brasil (Setembro, 2013).

O ponto negativo é que infelizmente a BANG! é uma publicação quadrimestral. Mas como o material anterior é inédito por aqui,  todos os números acima podem ser encontrados e baixados em formato digital gratuitamente aqui neste link, mediante a um rápido cadastro.

Os portugueses tem acesso a um número muito maior de publicações de Fantasia e FC, o idioma é (tecnicamente) o mesmo e é muito interessante acompanhar escritores e publicações da Pátria Mãe, ou que chegaram por lá antes. Vale uma conferida.

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