Quando estourou Star Wars no cinema no final da década de 1970, a Rede ABC exibiu uma série de TV para ganhar a audiência que voltava seu interesse para as batalhas espaciais.

Assim surgiu em 1978, Battlestar Galactica, uma série de TV de ficção científica com um conceito baseado em “Eram os Deus Astrounautas”, onde a Humanidade descendia de “tribos vindas das estrelas”.

Criada por Glen A. Larson, o mesmo que lançaria outros seriados de sucesso como “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “A Supermáquina”, “Magnum” e “Trovão Azul” a série conquistou sucesso mundial graças ao drama da história, efeitos especiais incríveis para a TV e personagens carismáticos.

Nos anos 1980, a serie voltou, curiosamente chamada de “Galactica 1980”, atualizando o drama da série original, mas sem alcançar o mesmo sucesso anterior, ficou esquecida até ganhar um remake em 2003.

Battlestar Galactica (remake), utiliza conceitos do seriado original, mas acrescenta ideias novas e interessantes.

Vamos à história:
A humanidade surgiu no planeta Kobol, em um passado longínquo.  Com o passar dos séculos, Kobol não pôde mais suportar a vida e os humanos, organizados em 13 tribos, tiveram que procurar outro planeta em outro sistema solar. Uma partiu antes e as 12 restantes seguiram juntas à procura de planetas habitáveis.

Depois de estarem instalados em novas colônias, a tecnologia das tribos avançou, até que foram criados os Cilônios, robos autoconscientes com inteligência artificial avançada, que ajudaram os planetas coloniais por muito tempo até que alguma coisa deu errada. Os Cilônios, ganharam consciência própria e se revoltaram contra seus criadores lançando a humanidade em uma guerra sangrenta.

A guerra durou anos e um armistício trouxe a paz às colônias humanas. Um truque Cilônio para por em prática um plano genocida que matou 12 bilhões de humanos, deixando como sobreviventes alguns poucos milhares.

A única nave de combate sobrevivente foi uma velha nave da frota, a Galactica, uma espécie de porta-aviões espacial – como a Argo (Yamato) – que reuniu outras naves civis e sob a liderança do Comandante Adama, guiou a humanidade pelo universo atrás da lendária 13ª tribo que havia deixado Kobol e se dirigido “a um planeta brilhante chamado Terra”.

A série começou em 2003, durou 4 temporadas e conquistou uma nova legião de fãs. Gerou dois longas especias além de um prelúdio chamado “Cáprica”.

Neste final de ano saiu uma websérie, Battlestar Galactica: Blood & Chrome um piloto de série para TV que não foi aprovado pelo canal SyFy por ser caro demais para produzir. Trata-se do prelúdio de Battlestar Galactica 2003, disponibilizado na Internet em websódios de sete a doze minutos.

Criada por Michael Taylor, a história acontece 40 anos antes da trama apresentada em Battlestar Galactica “2003”.

O cadete William Adama (Luke Pasqualino), que viria a ser o Capitão da Galactica é apenas um recém formado na Academia Colonial.  Por suas habilidades como piloto, foi designado para servir a bordo da mais nova nave de combate da frota: a Galactica.
Impetusoso, Adama se vê responsável por uma missão secreta que poderá mudar o rumo da guerra contra os cilônios.

Os webisódios são postados no canal SyFy, mas por alguma razão enigmática, só podem ser visto por um computador com  IP dos Estados unidos.
A boa notícia é que é simples driblar isso, apenas usando algum mascarador de IP online (existem dúzias na internet) ou algum plugin especial em seu navegador, como o anonymoX do Firefox.

Os vídeos estão em: http://www.syfy.com/bloodandchrome

Vale a pena conferir esse incrível drama espacial, repleto de grandes batalhas e efeitos especiais de primeira.

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