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Papo de Quadrinho viu: Green Lantern Emerald Knights

Pelo herói e data escolhidos, fica claro que a mais nova animação lançada diretamente em DVD e Blu-Ray pela Warner/DC pega carona no estreia do Lanterna Verde nos cinemas (dia 17, nos Estados Unidos) e, de certa forma, prepara parte da plateia para o filme.

A história se concentra na Tropa dos Lanternas Verdes, a polícia intergaláctica criada pelos Guardiões do Universo, e se passa em algum momento entre o recrutamento do terráqueo Hal Jordan e a traição do veterano Sinestro.

Na trama, Hal Jordan e seus companheiros se encarregam de ambientar a novata jovem Arísia por meio de lendas sobre antigos membros.

Cinco histórias curtas são inseridas na trama principal, em que a Tropa enfrenta uma de suas maiores ameaças: o ataque do ex-Guardião Krona e seus demônios de antimatéria.

A primeira delas, The First Lantern, é a mais didática e relembra Avra, o primeiro Lanterna e criador dos construtos de energia.

A segunda, Kilowog, é a mais divertida: mostra o sargento durão penando nas mãos de seu treinador, Deegan. Esta é uma das sequências do desenho adaptadas dos quadrinhos; no caso, a história New Blood, publicada em 2009 e escrita por Peter J. Tomasi, que também assina o roteiro desta parte da animação.

Duas outras “lendas” foram sacadas dos quadrinhos: Mogo Doesn’t Socialize, sobre o planeta vivo e publicada em 1985, e Abin Sur, adaptada de Tygers, de 1986, considerada a pedra fundamental para a recente fase da Tropa dos Lanternas Verdes desenvolvida por Geoff Johns.

Curiosamente, Alan Moore, autor de ambas HQs, não é creditado no desenho animado. Dave Gibbons, que ilustrou “Mogo…” nos quadrinhos assina o roteiro da primeira e Johns, da segunda.

A história restante é Laira, What Price Honor?, escrita pelo chefão Eddie Berganza e a mais animada em termos de ação.

Numa avaliação final, a trama principal – o dramático confronto com Krona – acaba sendo melhor que os flashbacks. Green Lantern Emerald Knights mantém o mesmo nível das animações anteriores da Warner/DC, mas está longe de ser a melhor delas.

Assista ao trailer:

Comentários

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5 Comments

  1. Alan Moore não foi creditado porque o bicho papão nunca está contente com nada que não tenha sido ele quem tenha feito pessoalmente. Ego de popstar é fogo… Mas o desenho é legalzinho. Inferior ao First Flight, mas legal. ;-)

  2. Achei os cenários deslumbrantes e o designer dos personagens está cada vêz mais próximo de uma página de HQ, com luzes e sombras sem ser necessário uma simplificação e estilização para dar qualidade a animação.

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