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Papo de Quadrinho viu: Matrix Resurrections

Por Adriana Amaral

Um dos filmes mais esperados do ano, Matrix Resurrections nos leva de volta à mitologia criada pelas irmãs Wachowski em 1999. O primeiro filme começou cult e ganhou uma legião de fãs, originou além de duas sequências em 2003, a série de animes Animatrix (2003), o videogame Enter the Matrix, análises acadêmicas e muitos outros produtos.

Um marco do cinema de ficção-científica por resgatar os elementos cyberpunk de Neuromancer (William Gibson, 1984) e discutir de forma visual e pop o conceito de simulacro – referenciando o livro clássico Simulacros & Simulações do teórico francês Jean Baudrillard, o primeiro Matrix nos coloca dentro de um universo “soturno” e que continha o espírito da época em final de século e década (os anos 1990 do século XX).

Isso é representado desde o figurino, à trilha sonora (repleta de clássicos da música eletrônica da época, como o big beat do Prodigy e o industrial do Ministry, entre outros) aos efeitos especiais. Afinal quem nunca se imaginou desviando das balas em bullet-time?

Naquele filme, muito do imaginário da chamada cibercultura (a cultura tecnológica que hoje está em toda parte) estava desenhado: os conflitos humanidade-máquina, orgânico-digital, tecnologia-natureza entre tantos outros binarismos que permearam a ficção e ecoam em como nos relacionamos com as tecnologias enquanto sociedade.

Além disso, a mistura filosófica e religiosa de Platão ao agnosticismo e o budismo levantou muitos debates entre uma ou outra luta de kung-fu usando óculos escuros à noite, vinil e coturnos.

As sequências Matrix Reloaded e Matrix Revolutions (ambos de 2003), apesar de ainda manterem uma estética interessante, não trouxeram grandes inovações como o primeiro, mas estabeleceram e ampliaram os códigos visuais e simbólicos da franquia.

Sem nostalgia barata

Com todo esse contexto “mítico”, era bastante natural que se criassem expectativas em torno de Matrix Resurrections, agora apenas com Lana Wachowski à frente da produção.

Warner Bros. / Crédito: Murray Close

Nesse sentido, o ponto mais positivo do novo filme é justamente o fato de que Lana não se rendeu à nostalgia barata e reconfigura a franquia de forma irônica, e metalinguística e autorreferente na medida certa.

O tom do filme pode ser distinto do que muitos fãs queriam, mas traz ousadia e aponta para um caminho interessante nesse fechamento do universo de Matrix. Afinal, 2021 não é 1999 e os binarismos e dualidades do primeiro filme, embora estejam ainda mais acirrados e popularizados em questões como a do algoritmo e do intenso uso das redes e plataformas digitais, precisam ser ultrapassados.

E aí, o conceito de Resurrections deixa de ser o simulacro/simulação e a disputa com as máquinas e passa ser como superar os binarismos que nos enclausuraram nesse mundo. Binaryi, inclusive, é o nome do novo game que Thomas Anderson / Neo (Keanu Reeves) que trocou a imagem de um cara de TI genérico no primeiro filme para a de game designer pop star 20 anos depois.

A crítica ao binarismo pode ser pensada em várias camadas. Seja na questão de gêneros – a nada sutil metáfora da transição de gênero da própria Lana e de sua irmã Lily – bem como no protagonismo feminino (no qual Trinity é uma referência) e o controle sobre os corpos femininos.

Afinal a Trinity/Tiffany (Carrie-Anne Moss), presa em um casamento entediante e sem memórias em que cede sua energia vital ao sistema, ressurge para uma recuperação de seu papel central na reta final do filme. Também há um certo tom antietarista mostrando que o duo de heróis envelheceu e as dificuldades e contradições que o tom messiânico adquire quando deixamos a juventude.

Outro elemento de crítica ao binarismo está na união entre seres orgânicos e mecânicos, o que garante inclusive a sobrevivência da cidade de Ion e tira o tom um tanto ludita e distópico do primeiro filme, demonstrando que tecnologia e natureza são indissociáveis.

Não há respostas ou soluções fáceis para tais questões e, afinal de contas, estamos diante de uma das maiores franquias pop e cult do cinema, e a saída estética é a da linguagem da ironia e de um certo sarcasmo com o que significa a indústria do entretenimento nos anos 2020, com sua nostalgia exacerbadamente mercadológica e sua repetição de fórmulas.

É aqui que o filme ousa e não dá a um certo tipo de fã exatamente o que ele quer, como tem sido a regra do mercado. A inserção das referências é de outra ordem, por horas extremamente pessoal, por outra tentando falar de várias questões que foram correntes nos últimos 20 anos e nos quais Matrix já falava lá atrás: a questão transmídia, o impacto da cultura digital, os borrões entre a realidade e a ficção (algumas sombras “philipkdickianas” aprecem aqui e acolá na primeira metade do filme).

Dessa forma, outra boa sacada de Resurrections é o contexto do ambiente dos estúdios de criação de games e das indústrias criativas como um todo em seus estereótipos e jargões inseridos para dentro do contexto da própria Matrix. A atualização do conceito de bot, que já havia no primeiro filme, faz pensar bastante nas dinâmicas dos ataques virtuais.

Outro ponto de destaque é o grupo de “outcasts” que atuam junto com Neo e Trinity: todos queer e diversos. Jessica Henwick está perfeita como Bugs e Jonathan Groff faz um novo Smith que ao mesmo tempo lembra Hugo Weaving, mas tem suas questões específicas. Já o Analista de Neil Patrick Harris é um tanto caricato.

O novo Morpheus, no entanto, foi de certa forma subaproveitado em suas duas versões, embora o ator Yahya Abdul-Mateen II tenha se esforçado. O figurino de Lindsay Pugh, que já havia trabalhado com Lana em Sense8, é outro acerto e mantém o tom icônico que Kim Barret estabeleceu nos filmes anteriores em sua mistura de moda alternativa com elegância da alfaiataria em meio a lutas e explosões.

Apesar de algumas pontas soltas e de um tempo um tanto longo, Matrix Resurrections leva a franquia adiante de forma digna, atual e muito bem-humorada, sem apelações sentimentaloides, mesmo trazendo o amor como uma tecnologia que tem potencial para desconstruir os binarismos além do bem e do mal. A importância de se contar histórias e construir universos talvez seja o grande poder, ao transformar a vida das pessoas.

Não é uma ideia nova, pois no fundo a ficção cyberpunk ainda tem suas raízes calcadas em elementos românticos, mas faz com que o elo entre a dupla de heróis ganhe mais importância do que a narrativa redentora do “salvador”.

As ressurreições do título do filme aludem mais à ressurreição do próprio universo de Matrix e da construção de mundos ficcionais como um todo do que a uma tentativa cristã de ressuscitar Neo.

Preparados para voltarem à Matrix? Sim, o filme é divertido e contemporâneo, com cenas de luta e perseguição na medida certa.

Papo de Quadrinho Viu: Homem-Aranha – Sem Volta para Casa

Para não comprometer a experiência dos leitores, esta crítica não contém spoilers.

Em entrevista à revista Empire, o diretor Jon Watts comparou Homem-Aranha – Sem Volta para Casa, que chega às telas brasileiras nesta quinta-feira (16), a Vingadores: Ultimato, filme de 2019 que colocou um ponto final no primeiro grande arco de histórias do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM).

Embora não tenha o mesmo clima épico, a comparação faz sentido. O terceiro filme solo do Amigão da Vizinhança carrega um tom de epílogo, conclui o que foi construído até aqui na trajetória de Peter Parker e escancara o caminho para a renovação da franquia aracnídea.

Não é preciso ter assistido a todos os filmes anteriores para entender e curtir Sem Volta para Casa; mas, da mesma forma que em Ultimato, quanto maior o repertório da audiência, melhor a experiência. Com a diferença que, no caso do Aranha, isso se estende às produções da Sony: a trilogia de Sam Raimi (2002-2007) e os dois filmes de Marc Webb (2012 e 2014).

Trama conhecida

Na trama já conhecida por quem assistiu aos trailers, a identidade secreta do Homem-Aranha, Peter Parker (Tom Holland), foi revelada ao mundo pelo vilão Mystério (Jake Gyllenhaal) na cena pós-crédito do filme anterior, Longe de Casa (2019).

Sem Volta para Casa retoma neste ponto para evidenciar todos os problemas que a publicidade indesejada traz para Peter e para as pessoas que ele ama: a tia May Parker (Marisa Tomei), a namorada Michelle Jones (Zendaya) e o melhor amigo Ned Leeds (Jacob Batalon).

Sem se dedicar muito na busca por alternativas, Peter recorre a seu colega Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e encomenda um feitiço para apagar o conhecimento de sua identidade heroica da memória de todas as pessoas.

Porém, ao interferir no processo, Peter provoca uma ruptura no Multiverso e atrai toda sorte de vilões de outras realidades que já cruzaram o caminho do herói:

Duende Verde (Willem Dafoe, de Homem-Aranha, 2002)

Dr. Octopus (Alfred Molina, de Homem-Aranha 2, 2004)

Homem-Areia (Thomas Haden Church, de Homem-Aranha 3, 2007)

Lagarto (Rhys Ifans, de O Espetacular Homem-Aranha, 2012) e

Electro (Jamie Foxx, de O Espetacular Homem-Aranha 2, 2014).

A partir daqui, qualquer coisa que se dissesse sobre a trama configuraria spoiler, o que não faremos.

O que dá para dizer é que Peter e Estranho têm visões diferentes sobre como consertar a situação. Como resultado, o Homem-Aranha enfrenta seu maior dilema moral até aqui sobre o verdadeiro significado de ser um herói. Ele finalmente vai aprender que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades, e que escolhas trazem consequências.

Melhor filme

Isso faz de Sem Volta para Casa o filme mais denso, sombrio e emotivo do Homem-Aranha no UCM, e o melhor da trilogia.

Não só Holland, mas também Batalon e, principalmente, Zendaya, têm mais domínio de seus papéis e conseguem explorar melhor as nuances de seus personagens, seja nos momentos cômicos seja nos dramáticos. E J.K. Simmons, outra aquisição importada da franquia de Sam Raimi, continua divertido no papel do editor ranzinza J. Jonah Jameson.

Reunir tantos atores consagrados é uma das grandes proezas de Sem Volta para Casa. Com exceção do Homem-Areia e Lagarto, cuja aparição na maior parte do tempo se dá por computação gráfica, os demais têm de fato atuações marcantes e é de se imaginar a logística envolvida para conciliar suas disputadas agendas.

O filme tem ainda a função de fazer o conceito de Multiverso dar um passo adiante no UCM. O emaranhado de realidades alternativas foi explorado anteriormente nas séries do Disney+, Loki e O que aconteceria se…? (ambas de 2021), e será o mote principal de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreia em maio do ano que vem (em tempo: fique até o final dos créditos para assistir a uma prévia deste filme).

O futuro?

Tom Holland declarou à Entertainment Weekly que “se tivermos sorte de voltar a ver o Homem-Aranha nas telas, será numa versão diferente”. Ele não mentiu. O desfecho de Sem Volta para Casa abre um leque enorme de possibilidades para a franquia aracnídea.

Tudo depende do futuro da parceria Disney-Sony, estúdios que compartilham os direitos do herói nos cinemas. Depende, sobretudo, dos planos da Marvel para seu intrincado e interligado Universo Cinematográfico.

Pelo lado da Sony, a produtora Amy Pascal manifestou a intenção de que a parceria continue gerando novos filmes do Aranha e falou até numa nova trilogia, mas não descarta a possibilidade uma produção exclusiva. A fábrica de rumores atesta que Holland já teria assinado contrato para pelo menos mais um filme.

Neste momento, Sem Volta para Casa conta com mais de 100 críticas no agregador Rotten Tomatoes e a avaliação dos jornalistas especializados que já tiveram acesso ao filme está em 95%.

Ainda é muito cedo para levantar o véu de incertezas que cobre o futuro do Homem-Aranha nos cinemas. O fato é que se trata de uma franquia de que dificilmente os estúdios, e os fãs, irão abrir mão.

Papo de Quadrinho assistiu a Homem-Aranha – Sem Volta para Casa no dia 14 de dezembro a convite da assessoria de imprensa da Sony Pictures.

Hasbro celebra a CCXP Worlds 21 com venda especial de brinquedos de Marvel e Star Wars

A empresa terá uma página especial durante o evento, que acontece virtualmente nos dias 4 e 5 de dezembro

(do release)

São Paulo, 04 de dezembro de 2021 – O principal e mais aguardado evento de cultura pop do mundo, a próxima edição da CCXP Worlds 21 acontece nos dias 4 e 5 de dezembro, de forma virtual. Para celebrar a chegada na nova edição da CCXP, a Hasbro marcará presença mais uma vez com pré-vendas de alguns dos brinquedos mais procurados pelo público geek!

Durante o evento, a empresa terá uma página dedicada para a venda de produtos de várias de suas linhas, com uma seleção especial para a CCXP. A lista tem brinquedos inéditos de Star Wars, como os acessórios de “The Mandalorian” e dos filmes clássicos, da Marvel, incluindo pré-vendas de produtos de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”, entre tantas outras franquias que marcarão presença na CCXP Worlds 21.

As linhas de brinquedos da Hasbro são pensadas para a diversão de todos os fãs, sejam adultos ou crianças, a fim de aproximar o público de seus universos preferidos para entrar no clima da CCXP!

Confira alguns dos produtos que estarão disponíveis durante o evento:

LINHA MARVEL LEGENDS – SPIDER-MAN: NO WAY HOME

DESIGN INSPIRADO NO MULTIVERSO MARVEL. Figura para fãs da Marvel com design e acabamento de qualidade e multiarticulada para criar posições e expor
ARTICULAÇÕES E ACABAMENTO DE QUALIDADE. Estas figuras de qualidade com 15 cm da Legends Series têm múltiplos pontos de articulação e é incrível como peça de exposição
INCLUI PEÇA BUILD-A-FIGURE (MARVEL’S ARMADILLO). Cada figura desta série contém pelo menos 1 peça Build-A-Figure que os fãs podem combinar para criar uma figura adicional (vendidas separadamente e sujeitas à disponibilidade).

[F3018] Integrated Suit Spider-Man (R$299,00)
[F3019] Black & Gold Suit Spider-Man (R$299,00)
[F3021] J. Jonah Jameson (R$299,00)
[F3022] Morlun (R$299,00)
[F3023] Doctor Strange (R$299,00)
[F3024] Gamerverse Miles Morales (R$299,00)
[F3025] Marvel’s Shriek (R$299,00)

[F0493] Star Wars The Black Series The Mandalorian Capacete Eletrônico (R$879,00)
Com acabamento especial realístico, design inspirado na série, forro interior, tamanho ajustável e luzes, esta réplica em tamanho real do emblemático capacete de é um item perfeito para os fãs de Star Wars.

Este capacete inspirado em The Mandalorian possui luz tática removível e luzes vermelhas no interior, que podem ser ativadas quando o capacete é posicionado de cabeça para baixo.

[F1269] Star Wars The Black Series Mandalorian Darksaber Force FX Elite (R$ R$2.999,00)
EFEITOS DE LUZ E SOM AVANÇADOS. Combina efeitos de LED com sons inspirados na série e é o sabre de luz Force FX Elite mais real de sempre;
SONS INSPIRADOS NA SÉRIE. Emite sons autênticos de sabre de luz retirados diretamente da série The Mandalorian, incluindo sons de ignição e de batalha;
EFEITOS DE LUZ INSPIRADOS NA SÉRIE. Com ignição progressiva, efeitos de choque de batalha, brilho e cabo iluminado, é o primeiro sabre de luz Star Wars Force FX Elite com lâmina de LED branca;
ACABAMENTO DE ALTA QUALIDADE. O cabo metálico traz a arte do sabre de luz do mandaloriano da série The Mandalorian da Disney Plus;
CONTÉM BASE DE EXPOSIÇÃO. Os fãs podem expor com orgulho o sabre de luz Mandalorian Darksaber Force FX Elite sobre a base incluída

CCXP Worlds 21 abre CCXPverso com muito conteúdo em plataforma remodelada

CCXP e Omelete transmitem nesta sexta-feira a Spoiler Night com direito a novidades e anúncios. O evento acontece entre os dias 4 e 5 de dezembro, com mais de 60 horas de programação, grandes nomes de Hollywood, quadrinhos, games, cosplayers e criadores de conteúdo estarão presentes

São Paulo, 03 de novembro de 2021 – A porta que trancava o CCXPverso foi aberta e a partir de agora não tem mais volta. Vai começar a CCXP Worlds 21, o maior festival de cultura pop do planeta, que, em 2021, acontece pelo segundo ano de forma gratuita e totalmente virtual nos dias 4 e 5 de dezembro, por meio da plataforma www.ccxp.com.br. A edição vai contar com mais de 50 artistas convidados, incluindo grandes nomes de Hollywood, como Keanu Reeves, Rosamund Pike, Sir. Patrick Stewart, Jonathan Groff, Jada Pinkett Smith , Karl Urban, Álvaro Morte, Adam McKay e Yahya Abdul-Mateen. Com 24h de programação, a CCXP Worlds 21 traz novidades em sua plataforma e apresenta um espaço ainda maior de interação aos fãs dentro dos painéis com mais de 10 estúdios, além dos criadores de conteúdo como Netflix, Globoplay, HBO Max, Warner Bros., Sony, Paramount, Prime Video, MSP, Collider, Chiaroscuro e Crunchyroll.

Como acontece todos os anos, a CCXP irá realizar sua Spoiler Night na noite anterior ao início do evento. A live acontece nesta sexta-feira (03) nas redes sociais Twitch e Youtube da CCXP e Omelete a partir das 20h.  Marcelo Hessel, Jack e Moo irão passar pela programação desta edição e receber os apresentadores dos palcos.

Esse multiverso de experiências proposto pela organização da CCXP vai acompanhar o público durante todo o ano. Em 2022, uma série de eventos e ações relacionadas ao universo da cultura pop da CCXP estão previstos. Em maio, será realizada a primeira edição do CCXP Awards, a única premiação do mundo que vai homenagear as principais vertentes da cultura pop, e não apenas algumas delas. Já em junho, vai ser a vez da segunda edição da CCXP Cologne, na Alemanha – a primeira CCXP presencial pós-pandemia. Já o ápice dessa grande jornada acontece com a CCXP22, a maior de todos os tempos, voltando para o formato tradicional no São Paulo Expo. E se no ano passado, a CCXP alcançou 4 mil cidades em 39 países e teve um público na plataforma estimado em 3,5 milhões de pessoas, a expectativa da organização para a edição de 2021 é aumentar o resultado em 20%. O CCXPverso está em curso e nada pode parar.

“A CCXP quer sempre entregar para o fã uma experiência completa. Viver e oferecer o que há de melhor da cultura pop. Com certeza, em 2022, caso seja possível e seguro, iremos fazer uma CCXP histórica. Sabemos o que os fãs querem e quanta falta faz reunir todos aqueles que celebram este universo. Temos uma programação já traçada para ao longo de 2022, mas vamos seguir acompanhando o rumo da pandemia e ir mostrando passo a passo o CCXPverso, que promete muito”, diz Pierre Mantovani, CEO da CCXP.

Transmissão, acesso e plataforma

Uma das apostas para este ano é a parceria com a Twitch, plataforma de streaming oficial da CCXP que trará mais de 60 horas de conteúdos exclusivos. Durante todo o evento, acontecerá sorteios de brindes para quem estiver inscrito e seguindo a página da CCXP.

Na plataforma, toda a navegação será bilíngue e os conteúdos estarão em português e inglês. As opções de acessibilidade também estarão disponíveis, por meio de legendas no conteúdo gravado e exibido dentro da plataforma. Para os vídeos ao vivo em outra língua, a tradução será por closed caption no canal oficial da CCXP na Twitch. O evento tem uma programação e horários distintos entre os palcos sendo que alguns deles chegam à 19 horas de conteúdo seguido. O conteúdo ao vivo será produzido direto de São Paulo, com a participação de todos os apresentadores do Omelete e produtores de conteúdo, incluindo todos os cuidados sanitários, estando testados e vacinados.

Remodelada para 2021, a plataforma da CCXP poderá ser acessada de computadores, tablets e celulares, mas, para uma experiência ainda mais completa, indica-se o uso do tradicional computador. O acesso às transmissões dos palcos da CCXP Worlds21 é de graça, sendo necessário somente o preenchimento do cadastro na modalidade Free Experience, por meio do site da CCXP (http://www.ccxp.com.br). Já para ter acesso a masterclasses exclusivas, vídeos on demand, mais interatividade e ainda receber drops de produtos exclusivos durante a programação do evento, basta adquirir o único pacote pago ainda disponível – o Digital Experience, uma vez que o Home Experience já está esgotado.  

Thunder Stage

Entre os espaços, o Thunder Stage é sempre o palco mais disputado, por aqui passarão os grandes anúncios ligados ao mundo do cinema e TV.  A expectativa da organização é que muitas surpresas devam tomar o palcoAo todo serão 10 grandes estúdios que prometem uma experiência completamente inédita em um com espaço ilimitado de acessos. “Todos os estúdios e criadores de conteúdos estão cheios de novidades para 2022. A organização do evento este ano focou na qualidade do conteúdo e que já começam a ser apresentados na spoiler night nesta sexta.” conta Roberto Fabri, CCO da Omelete Company.  

No sábado, os estúdios confirmados são: Netflix, Globoplay, Crunchyroll, Paramount, HBO Max e Sony. A primeira já informou que terá conteúdo sobre La Casa de Papel e a Sony fechará o primeiro dia como o painel mais aguardado pelos fãs. Mas vale lembrar que, o CCXPverso está em curso, e o risco desta realidade mudar, pode gerar a inserção de novos grandes painéis e artistas a qualquer momento. O conteúdo do palco da Globoplay segue fechado a sete chaves, mas confiamos que vem coisa boa. A Paramount já divulgou que um dos seus destaques será o novo longa da franquia Pânico.

Dona de um novo programa no streaming que estreia na CCXP, Angélica se junta a Andreza Delgado para trazer novidades no painel da HBO Max envolvendo o universo DC, o legado de Harry Potter, o set de House of the Dragon e produções nacionais. A HBO confirmou que Pabllo Vittar, Luísa Sonza e o jornalista e personalidade da Twitch, Casimiro, são algumas das participações especiais. O ator John Cena, astro de Peacemaker, também marcará presença com uma entrevista exclusiva e imagens inéditas de seu personagem na nova série.

A Crunchyroll aposta na apresentação dos animes Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Entertainment District Attack on Titan Final Season Part 2.

No domingo, os painéis programados são da Mauricio de Sousa Produções, Globo Filmes, Amazon Prime Video e Warner Bros. O painel da MSP será comandado por Mônica Sousa, filha e inspiração de Mauricio de Sousa. O bate-papo com o diretor Daniel Rezende, de Turma da Mônica – Lições e a conversa entre Mauricio de Sousa e Jim Davis, o criador do Garfield estão entre os momentos mais aguardados.

Ainda no domingo, a Globo Filmes promete apresentar seus próximos lançamentos, filmes em produção prometendo muito conteúdo inédito. O Prime Video reservou novidades sobre A Roda do TempoThe Boys e Star Trek: Picard. Em seu painel teremos a presença da atriz Rosamund Pike e dos atores, Karl Urban e Sir. Patrick Stewart.

Para fechar a CCXP Worlds 21, vista seu sobretudo, coloque os óculos escuros e escolha sua pílula para curtir a Warner Bros. com o elenco de Matrix Resurrections. A conversa com os atores certamente irá aumentar o hype do filme que estreia no próximo dia 22. Estão confirmados Keanu Reeves, Jonathan Groff, Jada Pinkett Smith, Yahya Abdul-Mateen II, Jessica Henwick e Eréndira Ibarra. E fique atento, o estúdio promete realizar uma promoção que irá premiar um fã com uma sessão exclusiva do filme para 50 amigos.

Artists’ Valley by Santander

É no palco do Artists’ Valley by Santander que a homenageada da edição de 2021 da CCXP, a quadrinista e cartunista, Laerte irá abrir as atrações do sábado. Na oportunidade, a artista vai falar sobre sua carreira – os trabalhos e revistas que marcaram a história de ‘O Pasquim’ até ‘A Folha de S.Paulo’.  Dona de uma história ímpar, ativista e defensora dos direitos trans, a cartunista completou 70 anos em 2021 e chegou a ficar internada devido a complicações da Covid-19. A organização entende que não poderia deixar de reconhecer e prestigiar uma artista que tem um trabalho desenvolvido na década de 70 e que ainda permanece atual. Laerte chega para a edição de 2021, com o maior número de expositores, que disseram se identificar dentro da sigla LGBTQIAPN+, com 40,8%.

A representatividade também pode ser conferida quando 10% dos inscritos se intitulam como transgêneros, não binários, gender fluid, agênero e a participação de mulheres (cis e trans) nas mesas virtuais da CCXP para este ano, representam 42,1% do total de artistas participantes – enquanto na edição anterior, elas correspondiam 36,4% e, em 2019, 33%.  “Anualmente, a CCXP tem sido palco e cenário da diversidade e inclusão dentro da cultura pop. No Artists’ Valley, que é o coração do festival, reúnem-se todos aqueles que amam arte. A multiplicidade de artistas presentes aqui, se traduz em uma produção igualmente diversa – que contribui para atrair novos leitores e também o crescimento do mercado de quadrinhos no país”, destaca Ivan Costa, cofundador da CCXP e curador do Artists’ Valley.

Outro homenageado será o longa Harry Potter e a Pedra Filosofal que completa duas décadas este ano, além de ilustrar o pôster da CCXP Worlds 21. A arte, é considerada assim como as credenciais, artigos colecionáveis. Pela primeira vez, o pôster do evento vai celebrar um filme, já a ilustração foi feita pelo desenhista paulistano André Toma – conhecido por seus trabalhos realistas.

Durante os dois dias do evento, no Youtube e na Twitch a CCXP Worlds 21 irá lançar dois novos capítulos do documentário Road to Artists’ Valley. A narrativa mostra como esta área se tornou, em poucos anos, o maior espaço para artistas, quadrinistas, chargistas, ilustradores e coloristas do mundo. O conteúdo inédito tem imagens de arquivo exclusivas e depoimentos das maiores lendas dos quadrinhos, que prometem emocionar os apaixonados pela arte, além claro, da cultura pop. 

Por fim, estarão presentes na programação DC Comics que trará novidades em dois painéis, um sobre os projetos ‘Trial of the Amazons’ e outro o outro que é ‘Nightwing’ (Asa Noturna, no Brasil). Já as editoras Nemo, JBC, Conrad, Comix Zone e Panini marcam presença trazendo novos títulos, sagas e outras novidades.

Tribo Game Arena by Fanta

Gaules e sua tribo prometem invadir o maior evento de cultura pop com 24 horas de conteúdo durante os dois dias de evento. A Tribo Game Arena by Fanta será comandada pelo maior streamer do Brasil. Entre os convidados estão Liminha, Nahzinha, Lauks, VelhoVamp, Bt e Mch. As transmissões serão realizadas tanto no canal do Gaules como no canal da CCXP na Twitch.

Entre o conteúdo mais aguardado do streamer está o encontro da velha guarda do CS brasileiro para a disputa de uma partida histórica. Gaules ainda transmitirá jogos das quartas de final da IEM Winter 2021 e um gameplay de NBA2k com toda a tribo. Ainda na programação vale o destaque para os quadros exclusivos, ‘Liminha Show by Fanta’, ‘conteúdo do The Enemy’ e a ‘Cozinha da Nahzinha’. Vários convidados do cenário gamer estão confirmados.

Creators & Cosplay Universe

No palco, Ed Gama e Igor Guimarães irão comandar quase 30 criadores de conteúdo se apresentando de forma descontraída, contando sobre suas carreiras e novas ideias. Entre os nomes confirmados estão: Affonso Solano, Maurício Meirelles, Marcos Mion, Fresno, Criss Paiva, Gigante Leo, Wendel Bezerra, Pequena Lo, Karol Conka e Marcela Mc Gowan. Entre as novidades estão o novo reality do Multishow, uma série produzida pelo Porta dos Fundos e um bate-papo sobre sexo e tabu, que são alguns dos quadros que devem prender a atenção dos fãs de entretenimento na CCXP Worlds 21.

E como acontece em toda edição, o domingo é dominado pelo Concurso Cosplay da CCXP Worlds 21 que promete deixar o fã do universo pop indeciso sobre quem tem o melhor figurino, performance e conjunto.  Ao todo serão 9 os finalistas eleitos por votação popular e júri técnico no site ccxp.com.br. Para esta edição, uma peculiaridade chama atenção: dos 9 escolhidos, quatro apresentarão cosplays de personagens do jogo League of Legends, da Riot. O vencedor do prêmio principal, o título de “Master Cosplay” da CCXP Worlds 21’, vai levar para casa um par de ingressos Full Experience da CCXP22 (R$ 24.000*, o par) e uma Honda Elite 0km 125cc na cor preta de ano/modelo 2021. Já as outras premiações são para as categorias Best Costume, que vai garantir um par de ingressos Epic para a CCXP22 (R$ 4.000*, o par), e a categoria “Best Performance”, ganhará um par de ingressos de quatro dias para a CCXP22 (R$ 2.360*, o par).

Demais áreas e patrocinadores

No Omelete Stageo fã fica sabendo as opiniões e comentários dos apresentadores do Omelete, além de receber convidados e comentar as curiosidades e expectativas para os palcos que acontecem no dia. Assim como nas edições anteriores, a primeira empresa brasileira com produtos licenciados oficiais do segmento de colecionáveis vai apresentar suas novidades no Worlds to Collect by Iron Studios. E quem pensa que para por aí, engana-se, pois a CCXP traz ainda na programação masterclasses, uma área nova onde vai ser possível fazer download de presentes e ‘mimos’ para o fã chamada de ‘Recebidinhos’ 

A CCXP Worlds 21 conta com o patrocínio de Fanta, Santander e Mercado Livre. A plataforma digital é a responsável pelo e-commerce da CCXP, sugerido para artistas e marcas embarcadas, que durante o evento o Mercado Livre vai conceder benefícios como por exemplo, destaque dentro da home do marketplace. Já o Live Streaming Oficial fica por conta da Twitch. A CCXP conta ainda com o apoio das marcas: Apple Produções, Claro, Fusion, On e-Stadium, Outback, Sadia. Como Content Partners, estão Amazon Prime Video, Chiaroscuro Studios, Collider, Crunchyroll, Globoplay, HBO Max, Iron Studios, Mauricio de Sousa Produções, Netflix, Sony Pictures, Paramount, Playstation, Warner Bros. As marcas participantes são: Estrela, Hasbro, Nerdstore, Riachuelo, SBT, Zona Criativa, Conrad, Comix Zone, Panini, JBC, Hyperion, Nemo e DC Comics.

Para mais informações basta acessar o site www.ccxp.com.br.

SERVIÇO CCXP Worlds 2021
Datas:  4 e 5 de dezembro. Edição digital

CREDENCIAIS:

●        FREE EXPERIENCE (GRATUITO): Acesso à plataforma CCXP Worlds 21. Acesso ao conteúdo dos palcos Thunder, Artists’ Valley by Santander, Tribo Game Arena by Fanta, Creators & Cosplay Universe e Palco Colecionáveis. Acesso à fancam para interagir com visitantes de todos os mundos. Credencial digital da CCXP Worlds 21.

●        DIGITAL EXPERIENCE (R$ 50): Tudo do FREE EXPERIENCE e mais: anúncios de produtos exclusivos e edições limitadas durante a programação; acesso a área de masterclasses; video on demand com conteúdo inédito*.

●        [ESGOTADO] – HOME EXPERIENCE (R$ 50 + FRETE): Tudo do DIGITAL EXPERIENCE e mais um Home Kit enviado para a casa do fã com credencial física, cordão, tag de porta, pin e stickers da CCXP Worlds.

*O conteúdo de Vídeo On Demand ficará disponível para os fãs que adquirirem os ingressos DIGITAL EXPERIENCE e HOME EXPERIENCE até o dia 05/01/2022. Parte do conteúdo exibido durante o evento não poderá ser disponibilizada na modalidade On Demand em razão dos direitos autorais.

CCXP Worlds 21 contará com 42% de mulheres e 40% de artistas LGBTQIAPN+

Artists’ Valley by Santander na CCXP Worlds 21 contará com 42% de mulheres e 40% de artistas LGBTQIAPN+
(do release)

São Paulo, 05 de novembro de 2021: Diversidade, essa foi a palavra que vem aos longos das todas as edições da CCXP moldando as mesas físicas e virtuais na CCXP e CCXPverso. Essa variação de olhares e interpretações de uma realidade fantástica muitas vezes se materializa em forma de arte e justifica o fato do Artists’ Valley by Santander ser considerado o coração do evento. Para a edição virtual da CCXP Worlds, 21 foram 581 artistas selecionados. Outro anúncio importante da organização é que faltando menos de um mês para acontecer, a CCXP resolveu dar um spoiler e colocar no ar uma página com o nome, descritivo e alguns trabalhos dos artistas antes da abertura da edição deste ano.

photo Matheus Nahra

Para a edição de 2021, 40,8% dos expositores do Artists’ Valley by Santander disseram se identificar dentro da sigla LGBTQIAPN+. A representatividade também pode ser conferida quando 10% dos inscritos se identificam como transgêneros, não binários, gender fluid, agênero e travestis. A participação de mulheres (cis e trans) nas mesas virtuais da CCXP para este ano representa 42,1% do total de artistas participantes – na edição anterior, elas representavam 36,4% e, em 2019, 33%. Ainda, 24,59% dos participantes se identificam como negros ou pardos. “A CCXP sempre valorizou a diversidade e a inclusão, e isso está fortemente presente no Artists’ Valley, que é o coração do festival. A multiplicidade de artistas presentes nessa área se traduz em uma produção igualmente diversa que contribui para atrair novos leitores e para o crescimento do mercado de quadrinhos no país”, destaca Ivan Costa, cofundador da CCXP e curador do Artists’ Valley.

A representatividade também se faz presente nos temas. Nas categorias de trabalhos, as obras independente/alternativa ficaram em primeiro lugar com 12,2%, o segundo lugar ficou com fantasia (11,7%) e fechando o top 3, aventura (8%). Uma análise interessante é que os mangás ficaram à frente de super-heróis, 5,6% contra 4,6%. O Artists’ Valley by Santander terá representantes da Argentina, Alemanha, Canadá, Hong Kong e Portugal. O conteúdo da seção será disponibilizado em inglês. Mesmo que virtual, quem passar pelo espaço poderá conferir também obras dos mais variados gêneros como ficção-científica, jornalismo, adaptação literária, erótico, terror, entre outros.

Como fosse uma ‘visão além do alcance’, o fã da CCXP terá acesso a partir de hoje a um ‘spoiler’ da CCXP Worlds 21. Trata-se da abertura da galeria de artistas presentes na edição CCXP Worlds 21 no site institucional .

Neste spoiler, o público poderá usar filtros de busca para encontrar o artista que procura e buscar por temas e palavras-chave. Outro ponto importante é que sempre que o internauta acessar a página, uma nova exibição randômica será apresentada. Quando o evento de fato começar, os quadrinistas e ilustradores poderão promover a interação entre fãs e artistas, que comercializam suas artes originais, prints e sketchbooks, entre outros materiais. Os artistas que utilizarem exclusivamente o e-commerce oficial do evento, o Mercado Livre, receberão um par de ingressos para a Spoiler Night da CCXP 22, além de outros benefícios.

Todos os participantes do Artists’ Valley by Santander terão acesso a uma credencial virtual ilustrada com uma arte do brasileiro Robson Rocha, artista homenageado no CCXP Worlds 21, vítima da Covid-19. Anteriormente, o palco já prestou homenagem a nomes como Will Eisner, Ziraldo, Julio Shimamoto e Angeli.

Outro produto da CCXP aguardado pelos fãs é o Road to Artists’ Valley, um documentário de quatro episódios que fará um aquecimento para o festival, contando como esta área se tornou, em poucos anos, o maior Artists’ Alley do mundo. O conteúdo inédito terá imagens de arquivo exclusivas e depoimentos das maiores lendas dos quadrinhos, que prometem emocionar os apaixonados por cultura pop.

Assim como todo conteúdo on demand e de Masterclasses, as mesas virtuais do Artists’ Valley by Santander da CCXP Worlds 21 ficarão abertas até o dia 05 de janeiro de 2022.

SERVIÇO CCXP Worlds 2021
Datas: 4 e 5 de dezembro (Edição digital)

CREDENCIAIS:

• FREE EXPERIENCE (Gratuíto)

Acesso à plataforma CCXP Worlds 21. Acesso ao conteúdo dos palcos Thunder, Artists’ Valley by Santander, Tribo Game Arena, Creators & Cosplay Universe, Omelete Stage e Palco Colecionáveis. Acesso à fancam para interagir com visitantes de todos os mundos. Credencial digital da CCXP Worlds 21 .

• DIGITAL EXPERIENCE (R$ 50)

Tudo do FREE EXPERIENCE e mais: anúncios de produtos exclusivos e edições limitadas durante a programação; acesso a área de masterclasses*; video on demand*.

• HOME EXPERIENCE (R$50 + Frete)

Tudo do DIGITAL EXPERIENCE e mais um Home Kit enviado para a casa do fã com credencial física, cordão do Amazon Prime Video, tag de porta, pin e stickers da CCXP Worlds 21 .

*Os conteúdos de Mastercalsses e Vídeo On Demand ficarão disponíveis para os fãs que adquirirem os ingressos DIGITAL EXPERIENCE e HOME EXPERIENCE até o dia 05/01/2022. Parte do conteúdo exibido durante o evento não poderá ser disponibilizada na modalidade On Demand em razão dos direitos autorais.

Papo de Quadrinho viu: Eternos

A convite da Disney e da produtora Espaço Z, vimos Eternos em uma cabine de imprensa segura, com os presentes vacinados (mais de 73% da cidade de Porto Alegre está imunizada), todos portando máscaras e com distanciamento obrigatório. Aos poucos e com cuidado, as atividades e as resenhas retornam. A pandemia não acabou, mas, graças à ciência e ao SUS, a vida segue. Para ver esse filme ou qualquer outro, só vá ao cinema que exigir passaporte vacinal e que mantenha os cuidados básicos de distanciamento e uso de máscara.

Aviso feito, ora de falar da nova produção da Marvel pelas mãos da Diretora Chloé Zhao.

Poster oficial do artista Salvador Aguiano (@Hiperactivo)

Eternos dá sequência à fase 4 do MCU (Marvel Cinematic Universe), apresentando uma nova safra de heróis do universo que têm o desafio de manter o interesse da audiência e ainda expandir as histórias rumo às novas sagas espaciais da Marvel.

Assim como aconteceu com os Guardiões da Galáxia (2014), os Eternos são um grupo basicamente desconhecido do grande público. Os novos personagens do cinema são velhos personagens dos quadrinhos, uma mistura de super-heróis com ficção científica criada pelo mestre Jack Kirby, o célebre artista e parceiro de Stan Lee nos primórdios da Marvel Comics, em 1976.

Eternos, de Jack Kirby no traço de John Romita Jr.

Na trama, um grupo de super-heróis chegou à Terra nos primórdios da civilização conhecida, enviados com o propósito de proteger a humanidade dos terríveis monstros chamados de Deviantes.

Ao defenderem os humanos com poderes e tecnologia alienígena, os Eternos foram adorados como Deuses e Deusas. Sua tecnologia e suas aventuras se transformaram em nossa mitologia através da narrativa das civilizações antigas, que foram aos poucos moldadas e influenciadas por eles. Apesar da boa influência, sua missão era defender a humanidade dos Deviantes e não dos conflitos que a própria humanidade se impôs.

Após a extinção dos Deviantes em algum ponto da história, os Eternos viveram suas vidas paralelamente aos grandes conflitos da Terra e seguiram na linha do tempo humano, incógnitos, aguardando o momento de retornarem ao seu planeta de origem quando sua missão chegasse ao fim.

O grupo de Eternos é formado por Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Gemma Chan (Sersi), Richard Madden (Ikaris), Don Lee (Gilgamesh), Lia McHugh (Sprite), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Barry Keoghan (Druig) e Brian Tyree Henry (Phastos). Cada um conta com dons especiais para defender a humanidade.

Não podemos esquecer do ator Kit Harrigton, famoso por seu papel de Jon Snow em Game of Thrones – e por ter andado de ônibus no Rio durante suas férias na cidade – que já sabemos é Dane Whitman, o Cavaleiro Negro, outro personagem que marca a fase 4 do MCU.

A narradora da trama é Sersi, porém com bom tempo de tela para cada herói. Apesar de muitos atores em cena, as atuações são boas. Um conjunto excepcional de ação e efeitos especiais competentes são destaque do filme: repare nas cenas de batalha, principalmente com Makkari.

Sem Spoilers, vale dizer que são poucas as passagens do filme que relembram os filmes anteriores do MCU. Nada mais justo se o objetivo é seguir em frente: hora de abandonar Tony Stark, Steve Rogers e cia.

A direção tem mais acertos do que erros. Poderia ter uma montagem um pouco mais enxuta, o que daria mais agilidade ao filme e consumiria menos tempo da plateia. Por outro lado, Chloé Zhao soube contar bem uma história com muitos personagens, o que não é fácil. Também usou diferentes passagens de tempo e geografia, um recurso que funcionou perfeitamente, tanto para levar a trama como para deixar explícitas as motivações de cada um dos Eternos.

Nosso veredito é que vale conferir esse filme bem contado e que equilibra aventura com um visual incrível. Eternos poderia ser mais curto, mas ainda assim é um bom recomeço para o MCU.

O que virá daqui por diante não sabemos, mas há pistas.

A ficção científica está em alta e parece ser a bola da vez. A confiança redobrada na ciência (apesar do negacionismo de pequenos grupos), a corrida espacial privada e numerosos bons filmes e séries de ficção científica parecem estar alcançando um público maior, fora dos grupos nerds iniciados.

Tudo isso pode ajudar a divulgar Eternos, uma mistura de super-heróis, ficção científica e mitologia. A retomada gradual da ida ao cinema, também. Estamos na torcida pelo fim da idiocracia, por saúde plena para o mundo todo e por grandes filmes nesta nova fase do MCU.

Em tempo: é um filme da Marvel, portanto só vale ir embora depois da cena pós-crédito.

Papo de Quadrinho viu: DUNA (part 1)

A convite da Warner e da produtora Espaço ZAdri Amaral assistiu DUNA, mais recente filme do diretor Denis Villeneuve, adaptando o clássico da ficção científica de Frank Herbert.

Antes de falar sobre o filme mais aguardado pelos fãs de ficção científica do ano, gostaria de dizer que o diretor canadense Dennis Villeneuve está coberto de razão nas entrevistas de divulgação do filme, é um filme pensado, concebido e produzido para ser visto dentro da experiência da sala de Cinema.

Como dizia meu professor de Introdução ao Cinema, o saudoso Aníbal Damasceno, “o que faz o filme é a circunstância do espetáculo”. Assim, assistir à Duna em toda a sua grandiosidade na tela e no som do IMAX já nos faz sentir como um grãozinho de areia do deserto de Arrakis.

Se o cinema vai sobreviver no pós-pandemia pode ser que a adaptação do livro de Frank Herbert tenha algumas pistas sobre o futuro do chamado “cinemão”. Obviamente sabemos que as condições sanitárias ainda não são as melhores, mas para quem já tem seu passaporte vacinal verificado com as duas doses – como foi o meu caso nessa sessão para a imprensa – recomendamos todos os cuidados (use máscara, mantenha o distanciamento, não coma no cinema) de quem adentra um novo e amplo universo. E o universo de Duna é grandioso e terrível em suas disputas pelo poder. A adaptação de Villeneuve enfatiza todo esse horror que já estava presente no livro homônimo de 1965 e que se parece, infelizmente, bem atual.

Nessa nova versão (a primeira adaptação foi um fracasso retumbante dirigido e roteirizado por David Lynch em 1984), podemos observar em detalhes, mas também de forma dinâmica a constituição do universo de Duna: a força da religião, as classes sociais demarcadas, o ambiente dos diferentes planetas do Império e as relações e tensões entre as diferentes casas da nobreza.

O desértico planeta Arrakis é visto como o maior fornecedor da especiaria do Império que serve como combustível para as viagens espaciais. Assim, iniciamos a saga sendo apresentados ao modus operandi brutal e sanguinário da Casa Harkonnen que colonizou e oprimiu o planeta Arrakis e seus habitantes – os fremens que se adaptaram às condições desérticas. 

Paul Atreides (Thimotée Chalamet) e Lady Jessica Atreides (Rebecca Ferguson)

O Imperador ordena a retirada das tropas Harkonnen e a passagem do comando para a Casa Atreides, governada pelo Duque Leto Atreides (Oscar Isaacs). Assim, inicia-se o conflito político que é parte essencial da trama. Somos introduzidos ao protagonista Paul Atreides (Thimotée Chalamet) e seu caminho para a transformação, além de sua mãe Lady Jessica Atreides (Rebecca Ferguson), cujo treinamento religioso como parte da ordem das Bene Gesserit foi também transmitido a Paul.

A partir dessa premissa, o filme constrói uma narrativa que consegue de forma muito brilhante utilizando com maestria todos os recursos cinematográficos para uma adaptação que estava cercada de expectativas, e cujas adaptações anteriores (o filme de Lynch e uma série de TV) foram insatisfatórias. 

Entre a estética e o conteúdo em si da trama, são muitos pontos a destacar na grandiosidade da obra. 

O trio de roteiristas (Dennis Villeneuve, John Spait e Eric Roth) enfatiza as mensagens ecológicas e políticas – que já estavam presentes no livro – desde o casting bastante diverso até a sutileza de planos abertos quando vemos a pequenez das pessoas perto da força da natureza – o deserto de Arrakis e de seus deuses do deserto, bem como nas ações e tramas pelo poder, que não podemos esmiuçar aqui para não dar spoilers, mas que são ponto chave na trama. 

Pelo ponto de vista dos nativos fremens, podemos observar os danos do imperialismo, da colonização e da ganância. O caráter místico ganha também um tom de quase horror embora a lisergia e o onírico que são alguns destaques na obra original estejam presentes, embalados na magnífica trilha do oscarizado compositor alemão Hans Zimmer que mistura elementos clássicos e marciais com sons orientais e futuristas. O sound design é importantíssimo em muitos momentos chaves da trajetória das personagens, sobretudo nos acontecimentos em torno da experiência da Casa Atreide no planeta desértico.

A direção de arte traz uma paleta de cores não tão escuras quanto em filmes anteriores do diretor canadense, oscilando entre luz e trevas quando necessário. Nesse quesito, o figurino de Bob Morgan (que fez filmes como Malévola e Inception) e Jaqueline West (responsável por Benjamin Button) é um dos destaques, trazendo os elementos de alfaiataria, roupas marciais e cerimoniais tanto quanto os trajes de combate são elementos simbólicos centrais para a compreensão das lógicas e dinâmicas de cada grupo e seu papel nesta sociedade. O design de set em geral e sobretudo das naves também é um deslumbre visual de impacto.

Duna – Parte I é honestamente falando, deslumbrante do início ao fim, um verdadeiro épico que consegue dialogar com várias gerações – ponto que também atribuo à química entre atores como Timothé Chalamet (Paul), Sharon Duncan-Brewster (Dr. Liet Kynes) e a Duncan Idaho (Jason Momoa) em seu melhor papel até o momento.

Sem parecer corrido, o filme consegue manter o ritmo e adaptar de forma genial uma obra que é clássica e de nicho ao mesmo tempo. É a ficção-científica em seu lugar audiovisual mais nobre: entre a extrapolação do presente, elementos estéticos do passado e o desenho de um futuro apavorante. Agora é aguardar – ansiosa – a Parte II.

Papo de Quadrinho viu: O Último Duelo

A convite da Disney e da produtora Espaço Z, Adri Amaral assistiu O Último Duelo (The Last Duel), mais recente filme de Ridley Scott.

A história é baseada no livro homônimo de Eric Jager – lançado pela Record em 2011 – que trata de uma ficção histórica que especula sobre o último duelo sancionado pela França em 1396 entre Jean de Carrouges (Matt Damon) e Jacques Le Gris (Adam Driver), vassalos do conde Pierre d’ Alençon (Ben Affleck loiríssimo e afetadíssimo).

O filme mostra a escalada de competição entre o cavaleiro e ex-escudeiro taciturno e religioso Carrouges e o escudeiro letrado e libertino Le Gris. Até o ponto em que Le Gris estupra esposa de Jean, Marguerite Carrouges, interpretada magistralmente por Jodie Comer (que já fez The White Princess e Star Wars – Ascensão Skywalker), desencadeando o processo judicial que culmina no duelo.

Entre manobras políticas e batalhas adentramos em um mundo masculino brutal de dominação, violência, guerras e intrigas no qual justiça e verdade parecem pouco importar.

A condução da narrativa do filme é a partir dos três pontos de vista (Carrouges, Le Gris e Marguerite). Nestas diferentes narrativas se constrói a tensão e nos dá perspectivas sobre o caráter, a história e as impressões dos envolvidos – um saldo positivo do roteiro escrito por Nicole Holofcner, Ben Affleck e Matt Damon – não por coincidência uma mulher e dois homens.

As cenas em planos mais fechados, evitam um tanto os clichês de lutas e batalhas de filmes de época demonstrando a selvageria dos combates; bem como as cenas internas na corte nos dão a dimensão das intrigas e da ganância de ambos os vassalos, os destituindo de heroísmo.

Não há romantização da Idade Média no filme, apenas a nua e crua luta por poder e a ideia de propriedade, seja da terra, dos animais e das mulheres, tudo garantido aos homens através da violência, da religião e das leis a manutenção do poder. Nesse sentido, a teatralidade da corte durante o julgamento construída a partir de olhares e até mesmo de movimentos corporais dos personagens mostra o absurdo de uma época em que crendices e maledicências valiam tanto quanto uma vida.

Apesar de cenas horrendas e violentas, nada é gratuito – sobretudo no que tange ao ataque a Marguerite – elas são centrais para o entendimento da construção de masculinidades e de vida em sociedade que devem ser descartados e nunca tomados como modelo e exaltação como, infelizmente, vemos ainda hoje.

O Último Duelo é um filme bom em todos os aspectos e deixa claro que não existe nada épico, mítico ou glorioso. É uma visão reta e bruta de um mundo que já nos trouxe avanços, mas que volta e meia podem ser perdidos.

Sweet Tooth estreia em 4 de junho

Há dez anos, “O Grande Esfacelamento” causou estragos no mundo e levou ao misterioso surgimento de híbridos: bebês nascidos parte humanos, parte animais. Sem saber se os híbridos são a causa ou o resultado do vírus, muitos humanos os temem e caçam. Após uma década vivendo com segurança em sua casa isolada na floresta, Gus (Christian Convery), um menino-cervo acolhido, inesperadamente faz amizade com um viajante solitário chamado Jepperd (Nonso Anozie). Juntos, eles partem em uma aventura extraordinária pelas ruínas da América em busca de respostas: sobre as origens de Gus, o passado de Jepperd e o verdadeiro significado de um lar. Mas sua história é cheia de aliados e inimigos inesperados, e Gus logo aprende que o mundo exuberante e perigoso além da floresta é mais complexo do que ele imaginava. Baseada na série em quadrinhos da DC criada por Jeff Lemire, SWEET TOOTH tem produção executiva de Jim Mickle, Beth Schwartz, Robert Downey, Jr., Susan Downey, Amanda Burrell e Linda Moran.

Beth Schwartz, produtora executiva, escritora e co-showrunner, nos conta sobre como foi levar os quadrinhos de 2009 para a tela: “A série SWEET TOOTH está em produção desde 2016 e os quadrinhos já existiam bem antes disso, mas acho que todo mundo vai se identificar com a série e essa história mais do que esperávamos quando a gente começou a trabalhar nela. Ao assistir SWEET TOOTH, você terá esperança em relação ao futuro”. O produtor executivo, escritor, diretor e co-showrunner Jim Mickle, complementa: “Queríamos criar uma série capaz de oferecer fuga e aventura, onde a natureza estivesse recuperando o mundo e o clima fosse de conto de fadas. SWEET TOOTH é um novo tipo de história distópica, bastante exuberante e esperançosa. Queremos que as pessoas venham a esse mundo onde há beleza, esperança e aventura. Essa é uma história emocionante: andamos de trens, subimos montanhas, corremos pelas florestas. É uma série sobre o que constitui uma família, o verdadeiro significado de um lar e por que é importante manter a fé na humanidade”.

Data de estreia: 4 de junho
Baseado em personagens criados por Jeff Lemire para Vertigo
Todas as informações em: www.netflix.com/sweettooth

PERIFACON ESTREIA NOVA PROGRAMAÇÃO 100% VIRTUAL E GRATUITA

A PerifaCon, a primeira comic con das favelas, lança o festival PerifaCon, Brotando nas Redes e promove três dias de programação nerd, geek e pop inteiramente gratuita e aberta ao público nas redes sociais, nos dias 26, 27, e 28 de março. Em formato gravado e ‘live’, Brotando nas Redes reúne painéis temáticos, ciclo de formação para quadrinistas e ilustradores e um concurso de cosplay dedicado à comunidade negra, no qual os participantes devem se fantasiar e interpretar personagens da cultura pop. 

Após quase dois anos do sucesso da primeira edição da PerifaCon, que levou mais de 7 mil pessoas à Fábrica de Cultura do Capão Redondo, em São Paulo (na foto em destaque abaixo), o evento virtual PerifaCon, Brotando nas Redes responde ao chamado do público da comic con das favelas que gosta de maratonar séries e filmes, ouvir música, ler quadrinhos e mangás e compartilhar seus gostos e conhecimentos para promover o bem-estar coletivo e o crescimento de artistas da quebrada. A nova programação da PerifaCon chega para atender os interesses desse público e continuar enaltecendo a força da periferia no cenário nerd, geek e pop.

Saudades da PerifaCon presencial, né minha filha?

O projeto Narrativas Periféricas, parceria com a editora especializada em quadrinho Mino, e o Beco dos Artistas, espaço expositivo de ilustradores da primeira comic con das favelas em 2019, serviram de inspiração para o evento PerifaCon, Brotando nas Redes. O primeiro, realizou o sonho de quadrinistas periféricos de se lançarem no mercado editorial. E o ‘Beco’ trouxe visibilidade aos ilustradores da quebrada que depois fizeram trabalhos para marcas como Netflix e Méqui. 

O Brasil é um país diverso, mas a falta dessa diversidade nos espaços, inclusive o de quadrinhos, reproduz impedimentos sociais e raciais que fecham as portas para várias histórias que precisam ser contadas. “Fizémos da exclusão a motivação para criar a PerifaCon. Com o ‘Brotando’ queremos continuar incentivando a cultura nerd periférica e criando pontes entre os artistas e as marcas”, afirma Luíze Tavares, relações-públicas e uma das criadores da PerifaCon. 

Concurso de cosplay – Durante os três dias, simultaneamente à programação dos painéis temáticos com os quatro criadores da PerifaCon e do Ciclo Narrativas Periféricas de formação de quadrinistas e ilustradores, o evento PerifaCon, Brotando nas Redes realiza um concurso de cosplay voltado à comunidade negra, com premiação de R$ 1 mil reais para o cosplayer vencedor por voto popular no site do evento. “Cosplay é um entretenimento garantido em qualquer comic con, não podia faltar no ‘Brotando’. Este concurso tem ainda o objetivo de promover, valorizar e fortalecer a identidade e as manifestações de pessoas periféricas, negras e LGBTQI+ no universo do entretenimento nerd, geek e pop”, diz Gabrielly Oliveira, socióloga e uma das criadoras da PerifaCon. 

O evento PerifaCon, Brotando nas Redes tem realização do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e acontece por meio da Lei Aldir Blanc. 

Serviço

Perifacon, Brotando nas Redes: Três dias de programação nerd geek e pop inteiramente gratuita e aberta ao público nas redes sociais, em formato ‘gravado’ e ‘live’, dividida em: painéis temáticos com convidados especiais, Ciclo Narrativas Periféricas de formação para quadrinistas e ilustradores e concurso de cosplay dedicado à comunidade negra, com premiação em dinheiro para o vencedor. 

Realização: 26, 27 e 28 de março de 2021, a partir das 18h

Onde: https://perifacon.com.br/brotando-nas-redes/ e YouTube da PerifaCon

Sobre a PerifaCon

A PerifaCon é uma marca e produtora cujo objetivo é a promoção e o desenvolvimento de cultura e entretenimento no segmento nerd, geek e pop nas periferias e favelas, além da visibilização de artistas por meio da organização, promoção e divulgação de eventos nas áreas artística e culturais, realização de produções audiovisuais e produção de cursos. A PerifaCon foi criada, em 2019, por Andreza Delgado, Gabrielly Oliveira, Igor Nogueira e Luíze Tavares. Attachments area

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