A rapper anglo-cingalesa M.I.A. afirmou à revista Dazed and Confused deste mês de julho, que recebeu ameaças de morte para seu filho antes do parto. Na entrevista, sempre afiada e na ofensiva, ela disse que seu novo álbum /\/\Y/\ foi inspirada no seu bebê, guerra, destruição e poder. Cada mais polêmica por suas visões políticas, ela disse também que “não quer ser mais um Bono”, em referência ao reverendo cantor líder do U2.

A revista já está nas bancas do Reino Unido e EUA e nas próximas semanas disponível em grandes livrarias do Brasil. Ela conta ainda detalhes de seu terceiro álbum, /\/\Y/\, um anagrama que visa complicar as buscas do Google. É que ela está em guerra com o site desde que o YouTube baniu seu vídeo “Born Free”, dirigido por seu parêa Romain Gravas. O clipe, com violência explícita, mostra crianças explodindo e levando tiros na cabeça, entre outras coisas.

“O YouTube já exibiu coisa muito pior, como Sadam Hussein”, chegou a dizer. Militante política do que acontece em seu país de ascendência, Sri Lanka, ela também não é benquista por lá. O secretário de relações exteriores chegou a dizer que a cantora deveria se ligar apenas em sua música e não em política.

Quem fez as fotografias do ensaio foi o fotógrafo Rankin, famoso por trabalhar com retratos de moda.

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